Número total de visualizações de página

Os meus blogues

Os meus blogues...

terça-feira, 31 de maio de 2011

«DEUS O QUE É ?» - ´CADERNOS O TEMPO E O MODO` 3

                       «NÃO ACREDITES, ALMA MINHA, NA VIDA ETERNA, MAS ESGOTA OS LIMITES DO POSSÍVEL»


                                                                                                                                                           PÍNDARO





«DEUS 
 O QUE É ?»


´CADERNOS O TEMPO E O MODO` 3


NOTA DE ABERTURA


M.S. LOURENÇO -   POEMA 


ARTIGOS


M.S. LOURENÇO - MATEUS, 6, 9-13
FERNANDO MELRO - DA AMBIGUIDADE DE FALAR DE DEUS
ANDRÉ VERGOTE - O REALISMO DA FÉ PERANTE A DESSACRALIZAÇÃO DO MUNDO
J. SOUSA MONTEIRO
M.S. LOURENÇO       -  DEUS E A METAIDEOLOGIA DO CONCRETO


DEBATE GRAVADO I


ALBERTO VAZ DA SILVA - ANA BÉNARD DA COSTA - BENTO DOMINGUES, O. P. - EDUARDO VELOSO -
- JOANA LOPES - JOÃO BÉNARD DA COSTA - LUÍS BÉNARD DA COSTA - MARIA BELLO - NUNO DE
BRAGANÇA - TERESA MARTINS DE CARVALHO - VÍTOR WENGOROVIUS


INQUÉRITO


ALBERTO VAZ DA SILVA - ANTÓNIO JORGE MARTINS - EDGAR MORIN - EDUARDO LOURENÇO - 
- EDUARDO VELOSO - FERNANDO BELO - HANS KÜNG - JOÃO BÉNARD DA COSTA - JORGE DE SENA -
- JOSÉ LUIS CALHEIROS - LUÍS SOUSA COSTA - MANUEL DE LUCENA - NUNO DE BRAGANÇA -
- PIERRE EMMANUEL - RENÉ LAURENTIN - VERGÍLIO FERREIRA


DEBATE GRAVADO II


ALFREDO BARROSO - ARMANDO TRIGO DE ABREU - JAIME GAMA - JOÃO MARTINS PEREIRA - JOSÉ
CARLOS LIMA - JOSÉ LUÍS NUNES - MÁRIO SOTTOMAYOR CARDIA - MIGUEL CASTRO HENRIQUES


ANTOLOGIA


JEAN CARDONNEL - NÃO HÁ REVELAÇÃO SEM REVOLUÇÃO
E. SCHILLEBEECKX - O DEUS OCULTO
HARVEY COX - FALAR DE DEUS DE UMA FORMA SECULAR
J. M. GONZÁLEZ-RUIZ - HUMANISMO ATEU E DEUS BÍBLICO
RUDOLPH BULTMANN - MENSAGEM CRISTÃ E VISÃO MODERNA DO MUNDO
FRANCIS JEANSON - MORAL SEGUNDO DEUS OU EMPREENDIMENTO HUMANO
SIGMUND FREUD - O QUE HÁ DE VERDADE NA RELIGIÃO
MAURICE BLANCHOT - O ATEÍSMO E A ESCRITA
A. ALÇADA BAPTISTA - ´REFLEXÕES SOBRE DEUS`


TEXTOS DE
S. AGOSTINHO - BERTRAND RUSSEL - BUDA - BUDISMO ZEN - Sª CATARINA DE SENA - DESCARTES -
-ECKARTH - ENGELS - F. VARILLON - GEORGES BATAILLE - HADITS - GREGÓRIO DE NISSA - HENRY
MILLER - HERMES TRIMEGISTA - JALDLIM EL RUMI - S. JOÃO DA CRUZ - KARL MARX - KIERKEGAARD-
- LENINE - LUTHERO - MANUEL DE BERNARDES - MAURICE BLONDEL - MICHEL BAKUNINE - NICOLAU DE
CUSA - NIETZSCHE - PASCAL - PÍNDARO - SIMONE WEIL - S. TOMAZ - WACITI





«ESTRUTURALISMO» (´ANTOLOGIA DE TEXTOS TEÓRICOS`) - SELECÇÃO E INTRODUÇÃO DE ´EDUARDO PRADO COELHO`

                                      ´O ESTRUTURALISMO NÃO É UM MÉTODO NOVO, É A CONSCIÊNCIA 
                                                              DESPERTA E INQUIETA DO SABER MODERNO`
                                                                                                                             MICHEL FOUCAULT




       «ESTRUTURALISMO»
´ANTOLOGIA DE TEXTOS TEÓRICOS`
FOUCAULT - DERRIDA - LÉVI-STRAUS -
- ALTHUSSER - LACAN - SARTRE -
- BARTHES - SEBAG - e outros
´SELECÇÃO E INTRODUÇÃO DE
   EDUARDO PRADO COELHO`
TRADUÇÃO DE:
MARIA EDUARDA REIS COLARES
ANTÓNIO RAMOS ROSA e
EDUARDO PRADO COELHO
A ilustração a cores, na capa e frontipício,
é reprodução de um quadro de PAUL KLEE
COLECÇÃO PROBLEMAS
PORTUGÁLIA EDITORA
LISBOA, 1968
417 págs.


INDICE


EDUARDO PRADO COELHO - Introdução a um pensamento cruel: estruturas, 
                                             estruturalidade e estruturalismo 
                                             Lisboa, 20 de Agosto de 1967 (I-LXXV)


TEXTOS GERAIS


JEAN POUILLON - Uma tentativa de definição
ROLAND BARTHES - A actividade estruturalista
Entrevista de MICHEL FOUCAULT à ´Quinzaine Littéraire`
FRANÇOIS CHÂTELET - Como vai o estruturalismo?
MICHEL FOUCAULT - As ciências humanas
JACQUES DERRIDA - A estrutura, o signo e o jogo no discurso das ciências humanas
Entrevista de JEAN-PAUL SARTRE para ´L'Arc`


ANTROPOLOGIA CULTURAL


SERGE THION - Estruturologia
LÉVI-STRAUSS - Introdução à obra de MARCEL MAUSS
LUCIEN SEBAG - O mito: o código e mensagem


PSICANÁLISE


JACQUES-ALAIN MILLER - A SUTURA (Elementos da lógica do significante)
JEAN-CLAUDE MILNER -Que é a Psicologia?
LOUIS ALTHUSSER - FREUD e LACAN
JACQUES LACAN - A instância da letra no inconsciente ou a razão desde FREUD


MATERIALISMO DIALÉCTICO


LOUIS ALTHUSSER - A imensa revolução teórica de MARX
MAURICE GODELIER - Notas sobre os conceitos de estrutura e contradição
ALAIN BADIOU - O (re)começo do materialismo dialéctico


ESTÉTICA


ROLAND BARTHES - Que é a Crítica?
GÉRARD GENETTE - Estruturalismo e Crítica Literária
LÉVI-STRAUSS - Estruturalismo e crítica
ALAIN BADIOU - A autonomia do processo estético



segunda-feira, 30 de maio de 2011

«TROTSKY E A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL» - TEXTOS REUNIDOS POR DANIEL GUÉRIN





«TROTSKY E A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL»
´TEXTOS DE LEON TROTSKY REUNIDOS 
E APRESENTADOS POR DANIEL GUÉRIN`
COLECÇÃO: ´BIBLIOTECA ARCÁDIA`
TRADUÇÃO: VIRGÍLIO MARTINHO
REVISÃO TIPOGRÁFICA: JOSÉ IMAGINÁRIO
CAPA: VICTOR SANTOS
1ª Edição em português, Março de 1975
EDITORA ARCÁDIA, S.A.R.L.
Nº de edição - 599

MARGUERITE BONNET (Copyright)












TÍTULO ORIGINAL: 
«LÉON TROTSKY
SUR LA DEUXIÈME GUERRE MONDIALE»
Textes rasseblés et présentés 
par Daniel Guérin
ÉDITIONS DU SEUIL
PARIS,1974



Este livro é uma compilação de artigos e entrevistas que TROTSKY redigiu para diversos jornais, de Agosto de 1937 a Agosto de 1940, data em que foi assassinado por ordem de ESTALINE.
Referem-se aos antecedentes, ao desencadear e ao primeiro ano da II GUERRA MUNDIAL - período particularmente dramático da história.
TROTSKY, não viveu estes dramas até ao fim. Porém as suas previsões são tão lúcidas que ultrapassam largamente a data da sua morte: em 1938, prevê o pacto GERMANO-SOVIÉTICO e em 1939, a invasão da URSS pela ALEMANHA de HITLER.
Com cerca de 20 anos de antecedência, anuncia a emancipação das colónias e a criação da UNIÃO EUROPEIA.
Em suma: a história do futuro analisada por um homem que foi simultaneamente um grande teórico marxista, um político e chefe militar!...




http://www.zemor.fot.br/leituras/history03.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2012/06/verdade-sobre-as-relacoes-germano.html


«DEMOCRACIA E LIBERDADE» -Semana do Pensamento Marxista (Paris, 9-15 de Março de 1966) -Prefácio de Roger Garaudy




«DEMOCRACIA E LIBERDADE»
SEMANA DO PENSAMENTO MARXISTA (PARIS, 9-15 DE MARÇO DE 1966)
PREFÁCIO DE ROGER GARAUDY
TRADUÇÃO: EDUARDO SALÓ
CAPA: ISABEL CAMPOS
GALERIA PANORAMA
DIRECÇÃO DE NEVES RAMOS
EDIÇÕES ACRÓPOLE, LDA (s/d)
D. L - 1974
291 págs.
TÍTULO ORIGINAL: ´SEMAINES DE LA PENSÉE MARXISTE`
                                     PARIS, 9-15 MARS 1966
                                     PRÉFACE DE ROGER GARAUDY
ÉDITIONS SOCIALES
PARIS, 1966
251 p.




O tema escolhido para esse ano, «Democracia e Liberdade», foi sugerido pelas novas condições históricas da vida política francesa.
A Semana contribuirá para determinar o princípio comum de oposição à própria essência de um regime baseada no que Karl Marx denominava o ´desprezo monárquico do homem` .
Jean Jaurès afirmou: «Na nossa França moderna, em que consiste a República? É um grande acto de confiança. Instituir a República representa proclamar que milhões de homens saberão traçar por si próprios a regra comum da sua acção que nunca procurarão, numa ditadura, mesmo passageira uma treva funesta e um repouso cobarde` .
A organização da Semana empenhou-se em saudar o facto novo dessa 5ª Semana: pela primeira vez, o Partido Socialista - S.F.I.O. (Section Française de l'Internationale Ouvrière), que no Congresso de   Tours(1920), se cindiu do Partido Comunista Francês, participou com os seus dirigentes e teóricos nos debates, bem como o Partido Radical e Cristãos Progressistas!


O ´Centro de Estudos e Pesquisas Marxistas` disse orgulhar-se por ter contribuído, com as sua Semanas, para que tal acontecesse!...




TEMAS


DEMOCRACIA E INSTITUIÇÕES


DEMOCRACIA E ECONOMIA


PROBLEMAS FILOSÓFICOS DA LIBERDADE


DEMOCRACIA, EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E FORMAÇÃO DA PERSONALIDADE


DEMOCRACIA E SOCIALISMO





SÍMBOLO - «ESENCIA Y EFECTO DEL CONCEPTO DE SIMBOLO» - (´ESSÊNCIA E EFEITO DO CONCEITO DE SÍMBOLO`) - ERNST CASSIRER

O


«ESENCIA Y EFECTO DEL CONCEPTO DE SIMBOLO»
  ERNST CASSIRER
TRADUÇÃO: CARLOS GERHARD
FONDO DE CULTURA ECONOMICA
MÉXICO, 1975
TÍTULO ORIGINAL: «Wesen und Wirkung des Symbolbegriffs»
Wissenschaftliche Buchsellschaft
DARMSTADT, 1956






Enquanto alargava fecundamente o âmbito da filosofia neokantiana, na sua monumental «FILOSOFIA DAS FORMAS SIMBÓLICAS», ERNST CASSIRER escreveu vários trabalhos, reunidos neste volume, que situam e esclarecem algumas das premissas fundamentais da sua obra magna!


Não é apenas a razão humana, no sentido de KANT, que abre as portas à compreensão da realidade; é, antes, a mente humana em conjunto, com todas as suas funções e impulsos, com todas as suas capacidades de imaginação, sentimento e volição - para além da lógica - , que estende a ponte entre o homem e a realidade, cujo cabal conceito não pode ser avaliado num estreito e apertado molde abstracto.


Toda a forma simbólica - não só o sistema epistemológico mas também os territórios intuitivos - suscita uma revelação que está voltada para o exterior, uma síntese de mundo e mente. É incumbência da FILOSOFIA analisar as funções mentais que determinam a vasta multiplicidade dos seus recursos.


A linguagem e o mito são talvez os mais antigos de entre estes modos de captação. Não se prendem, originariamente às categorias da chamada lógica discursiva, se bem que a linguagem conseguiu vencer as suas peculiaridades iniciais e desembocar naquilo que hoje chamamos razão ou ciência.
Isto nos conduz ao âmago do pensamento de CASSIRER: a filosofia é muito mais que teoria do conhecimento; deve abarcar uma teoria da concepção e expressão pré-lógicas, e o seu culminar na razão e no conhecimento fáctico. 


Esta obra é completada por uma réplica de CASSIRER ao filósofo sueco MARC-WOGAU, acerca da ´filosofia das formas simbólicas` ...


http://skocky-ocirculohermetico.blogspot.com/2010/04/dictionnaire-des-symboles-jean.html


http://circulohermetico.blogspot.com/2010/02/da-compreensao-dos-simbolos.html

domingo, 29 de maio de 2011

«A RELIGIÃO COMO TEORIA DA REPRODUÇÃO SOCIAL» - RAUL ITURRA

            ´NA CASA ONDE NÃO HÁ PÃO, TODOS RALHAM E NINGUÉM TEM RAZÃO`




«A RELIGIÃO COMO TEORIA DA REPRODUÇÃO SOCIAL»
´ENSAIOS DE ANTROPOLOGIA SOCIAL SOBRE RELIGIÃO,
PECADO, CELIBATO E CASAMENTO`
RAUL ITURRA
REVISÃO: ÁLVARO ANTUNES
CAPA: JOÃO FRADE (Sobre ilustração de El Greco, ´O Enterro do Conde de Orgaz`)
O SABER DA ANTROPOLOGIA - 1
ESCHER
LISBOA, 1991




A cultura cristã, descendente de JUDEUS e GREGOS, conserva por escrito a memória da construção das relações sociais e com o resto da natureza. Esta memória escrita é derivada da prática de existência histórica das pessoas e é normalmente transmitida de forma oral, dada a falta de treino da população nas técnicas letradas.
Factos sociais tais como, casamento, celibato, organização do ciclo doméstico, controlo ético da conduta por meio do conceito de pecado estão processualmente consignados nas formas não escritas da História, que nós chamamos Religião.
As ideias aí teorizadas pelas pessoas exprimem-se quer em normas conjunturais e manipuláveis, quer em formas imaginárias de hierarquizar pessoas, decidir o seu objectivo na vida, bem como de criar um prolongamento da mesma que venha a aliviar a dor que a finitude e a fragilidade do tecido social e histórico criam na mente humana.
No fim, a cultura cristã, apocalíptica e messiânica, imagina todo o indivíduo como um penitente que deve dar conta dos seus actos à vontade externa que inventou através do tempo para definir o seu agir histórico; penitente que antes de o ser vive com certa culpa a construção de uma vida que se caracteriza pela transgressão ao que diz praticar!...

sábado, 28 de maio de 2011

«FOGO GREGO» - OLIVER TAPLIN

            «NÃO DE REGRESSO AOS GREGOS, MAS EM FRENTE COM OS GREGOS»




«FOGO GREGO»
OLIVER TAPLIN
TRADUÇÃO: ANA MARIA PIRES, CRISTINA DUARTE, CRISTINA PERES
                       EDUARDA FERREIRA, JORGE PIRES e LUÍS MAIO
REVISÃO DE TEXTO: MANUEL JOAQUIM VIEIRA
CAPA: ARMANDO LOPES
RTC/GRADIVA
1ª EDIÇÃO: Novembro/1990
Depósito legal n. 41 369/90
ISBN: 972-662-191-7
TÍTULO ORIGINAL:
«GREEK FIRE»
OLIVER TAPLIN
JONATHAN CAPE LTD.




O fogo grego servia para destruir as embarcações inimigas. Diz-se que permanecia aceso debaixo de água, submerso num elemento contrário.
Neta obra original e estimulante, OLIVER TAPLIN emprega o termo como uma metáfora para a admirável elasticidade da GRÉCIA ANTIGA, cuja influência se manteve durante mais de dois milénios, frequentemente submersa em culturas muito diferentes.
O fogo grego tem a capacidade de trazer o benefício e o prejuízo, pode estar à superfície ou encontrar
-se escondido e, como qualquer matéria semi-lendária, não tem importância por aquilo que foi na realidade, mas sim por aquilo que dizem ter sido.


O livro explora tudo o que sobreviveu da GRÉCIA ANTIGA e como o mundo moderno se inspirou, reagiu, imitou, transformou, parodiou, reciclou, subverteu ou recebeu a cultura grega,
O Autor mostra como uma nova visão do ideal grego - muito diferente da dos pintores renascentistas ou dos arquitectos vitorianos - flutua nas nossa vidas e o que pode o fenómeno significar para nós à medida que avançamos no tempo!






NOTA: Obra primorosamente encadernada, de 271 páginas e ´profusamente ilustrada` !...

MITOS - «INICIAÇÃO À CIÊNCIA DOS MITOS» - VICTOR JABOUILLE



«INICIAÇÃO À CIÊNCIA DOS MITOS»
 VICTOR JABOUILLE
(DA FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA)
2ª Edição revista e actualizada
INQUÉRITO UNIVERSIDADE
EDITORIAL INQUÉRITO
ISBN: 977-670-215-1
Edição nº.: 821007/1854
Depósito legal nª.: 74818/94


A meditação sobre o mito principiou no Ocidente, com os Gregos, que se debruçaram sobre a sua mitologia não só para se deleitarem com a poesia, como para se tentarem compreender criticamente. Não nos podemos, porém, esquecer de que existem outras culturas com a sua mitologia própria. E não se deve ignorar, por outro lado, a concretização mitológica contemporânea, os «novos mitos» que surgem, que nos cercam e que nos definem: JAMES BOND, MICKEY MOUSE, SUPERMAN, RAMBO, a sociedade sem classes, o sexo, a política, a guerra das estrelas, etc.

Referente cultural, o mito actualiza-se, permanece vivo; por vezes adormecido, pode surgir numa erupção violenta e construtiva. A sua análise, neste sentido, permite, além da apreensão do homem individualizado, compreender o homem enquanto ser gregário, isto é, como sociedade. E são os mitos actuantes nas várias épocas que especificam o conhecimento da sociedade. Materializado na literatura, na pintura, na escultura, na tradição popular ou no quotidiano, o mito é, em suma, uma realidade que se assume como um meio de o Homem se ´conhecer a si próprio` .

«ENSAIO SOBRE O HOMEM» - («AN ESSAY ON MAN») - Ernst Cassirer



    «ENSAIO SOBRE O HOMEM»
´INTRODUÇÃO À FILOSOFIA DA CULTURA HUMANA`
TRADUÇÃO: CARLOS BRANCO
1ª Edição
COLECÇÃO FILOSOFIA E ENSAIOS
GUIMARÃES EDITORES
LISBOA, 1960
TÍTULO ORIGINAL: «AN ESSAY ON MAN»

NOTA: No Brasil e no México, intitula-se «ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA»

Autor da monumental «FILOSOFIA DAS FORMAS SIMBÓLICAS», ERNST CASSIRER recebeu um impulso dos seus amigos ingleses e americanos, que à falta de uma tradução do Tratado acima referido, levou CASSIRER a publicar este livro, que tinha a vantagem de apesar de ser apenas um ensaio, poder actualizar certos assuntos após a publicação de «A FILOSOFIA DA FORMAS SIMBÓLICAS», escrita 25 anos atrás!
Desde essa altura, o autor continuou a estudar o assunto. Tomou conhecimento de muitos factos novos; encarou novos problemas, que o levaram a encarar os antigos problemas de ângulos diferentes e a uma nova luz!
Começou então a escrever do princípio um livro inteiramente novo, que teria de ser muito mais pequeno do que o ´Tratado`. Em vez de apresentar uma relação pormenorizada de factos e uma extensa discussão de teorias, procurou no presente livro concentrar-se em alguns pontos que pareceram de especial importância filosófica.

I  PARTE - QUE É O HOMEM?

II PARTE - O HOMEM E A CULTURA

http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2011/05/o-mito-do-estado-ernst-cassirer.html
http://skocky-alccyone.blogspot.pt/2011/05/linguagem-mito-e-religiao-ernst.html

«O MITO DO ESTADO» - («THE MYTH OF THE STATE») -(Livro) - ERNST CASSIRER




«O MITO DO ESTADO»
 ERNST CASSIRER
TRADUÇÃO: DANIEL AUGUSTO GONÇALVES
BIBLIOTECA UNVERSITÁRIA - 1
PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA
LISBOA, 1961
360 págs.
Composto e impresso na Sociedade Industrial Gráfica
Telles da Silva, Lda., em Lisboa, para Publicações
Europa-América, Lda., e concluído em Abril de 1961.
1ª e única edição em Portugal.
Copyright by Toni Cassirer
Todos os direitos estão reservados para língua portuguesa por
Publicações Europa-América, Lda.
TÍTULO ORIGINAL: «THE MYTH OF THE STATE»
YALE UNIVERSITY PRESS, 1946




«Foi este o último livro escrito pelo PROFESSOR ERNST CASSIRER. Terminara-o e copiara-o do manuscrito poucos dias antes da sua morte, inesperada e prematura, em 13 de Abril de 1945.
O PROFESSOR ERNST CASSIRER, homem douto e filósofo distinto, no apogeu da sua carreira, chegou à América na Primavera de 1941, vindo de Göteborg, Suécia.
Era conhecido como um grande intérprete da Filosofia de KANT. Escreveu um monumental TRATADO sobre «O PROBLEMA DO CONHECIMENTO» e outras obras de vulto!
Em a «FILOSOFIA DAS FORMAS SIMBÓLICAS», ampliava o conceito kantiano sobre o papel de certas formas de intuição sensorial e categorias lógicas na constituição do mundo exterior. A língua, o mito, a arte, a religião, a história, a ciência, todas juntas, estas formas de expressão cultural, colaboram no conhecimento que o homem tem de si próprio e do mundo que o cerca.
Para tornar mais conhecida dos seus estudantes, começou modestamente, já nos EUA, quase sem falar no assunto, a escrever em inglês um ensaio de ´ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA`, que seria publicado sob o título «ENSAIO SOBRE O HOMEM».
Alguns que gozavam o privilégio da sua intimidade atreveram-se a perguntar-lhe: «Porque não nos ensina o significado do que está sucedendo agora, em lugar de escrever sobre factos do passado? Não ignoramos que possui conhecimentos profundos e uma grande sabedoria, mas devia conceder aos outros o benefício de participá-la.» Foi então que CASSIRER no Inverno de 1943-1944, esboçou um livro sobre o tema «O MITO DO ESTADO». Em junho de 1944. A revista ´FORTUNE` publicou uma versão resumida daquilo que já estava escrito. O presente livro, que foi composto durante os anos de 1944-1945, é a realização completa dessa obra de ocasião começada originariamente para satisfazer um pedido dos seus mais íntimos amigos.


´A TÉCNICA DOS MITOS POLÍTICOS MODERNOS`


Se tentarmos decompor os mitos políticos contemporâneos, afirma CASSIRER, nos seus elementos descobrimos que eles não contêm qualquer aspecto inteiramente novo. Todos os elementos eram já bem conhecidos. 
A teoria de CARLYLE do culto do herói e a tese de GOBINEAU sobre a diversidade fundamental, moral e intelectual das raças humanas tinham sido discutidas frequentemente. Mas todas estas discussões permaneciam num plano meramente académico. Para transformar as velhas ideias em fortes e poderosas armas políticas era necessário qualquer coisa mais. Tinham de acomodar-se ao entendimento de uma audiência diferente. Para este fim era necessário um novo instrumento - não somente um instrumento do pensamento, mas também da acção. Tinha de desenvolver-se uma nova técnica. Foi este o último e decisivo factor. Para utilizar linguagem científica, podemos dizer que esta técnica teve um efeito catalítico. Acelerou todas as reacções e deu-lhes o seu pleno efeito. Embora o solo viesse sendo preparado desde há muito para o mito do século XX, não teria produzido o seu fruto sem a utilização hábil da nova ferramenta técnica.
A seguir à ´GRANDE GUERRA` as nações começavam a compreender que,  mesmo para as nações vitoriosas a guerra não tinha trazido qualquer solução real. Os dirigentes da República de WEIMAR
envidaram esforços e fizeram o possível por resolver os problemas vindos do irracionalismo mítico. As medidas tomadas foram vãs...Os recursos ´normais` estavam exaustos!  Era o terreno natural para o desenvolvimento dos mitos políticos e, para esses o elemento era abundante!»

PREÂMBULO (por Charles W. Hendel - New Haven, Connecticut, 13 de Abril de 1946)


PARTE I - QUE É O MITO (4 Capítulos)


PARTE II - A LUTA CONTRA O MITO NA HISTÓRIA DAS TEORIAS POLÍTICAS (10 Capítulos)


PARTE III - O MITO DO SÉCULO XX (3 Capítulos)

CONCLUSÃO

http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2011/05/ensaio-sobre-o-homem-essay-on-man-ernst.html
http://skocky-alccyone.blogspot.pt/2011/05/linguagem-mito-e-religiao-ernst.html










sexta-feira, 27 de maio de 2011

«SOCIOLOGIA E FILOSOFIA SOCIAL DE KARL MARX» - T. B. BOTTOMORE e M. RUBEL



«SOCIOLOGIA E FILOSOFIA SOCIAL DE KARL MARX»
 T. B. BOTTOMORE
 M. RUBEL
TRADUÇÃO DE GEIR CAMPOS
BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS SOCIAIS
ZAHAR EDITORES
RIO DE JANEIRO, 1964
TÍTULO ORIGINAL:
«SELECTED WRITINGS IN SOCIOLOGY AND SOCIAL PHILOSOPHY»

NOTA: Os textos de MARX, são traduzidos da versão inglesa!

O objectivo deste livro é o de proporcionar aos estudiosos do Marxismo uma ampla selecção dos escritos de MARX sobre a sociologia e a filosofia social, bem como examinar as influências intelectuais por ele recebidas e o papel que tais influências desempenharam na elaboração das suas próprias teorias!
Na primeira parte os autores procedem a um exame da concepção da História e do método histórico de MARX! MARX foi um cientista social, um filósofo político e um revolucionário.
Na segunda parte oferecem-nos uma recolha selecta de textos de MARX, indispensáveis para qualquer exame da obra de MARX!

À data da elaboração desta obra, havia ainda da parte da maioria das pessoas e mesmo dos especialistas um deficiente conhecimento dos textos de KARL MARX! Só em 1927 foi publicado pelo INSTITUTO MARX
-ENGELS DE MOSCOVO, sob a direcção de D. RIAZANON, o primeiro volume das projectadas obras completas de MARX e ENGELS; esse volume e os seguintes tornaram acessíveis pela primeira vez os escritos de MARX anteriores a 1847! As lutas políticas internas da URSS levaram à demissão de RIAZANOV, primeiro Director daquele INSTITUTO, cuja pessoa ´desapareceu` em 1931! Coube a V. ADORATSKY continuar a publicação que se intitula: ´Marx-Engels Gesamtausgabe` (MEGA). Ao todo foram publicados 12 volumes..., pois a Guerra impediu a continuação do empreendimento!
Só mais tarde foi possível retomar a árdua tarefa!

http://abelio79.blogspot.pt/2011/05/critica-de-la-sociedad-tb-bottomore.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2011/05/karl-marx-cet-inconnu-karl-marx-esse.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2010/08/marx-critico-do-marxismo-maximilien.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2011/05/marx-critique-du-marxisme-maximilien.html

«O MATERIALISMO DIALÉTICO E AS CIÊNCIAS DA NATUREZA» - Kh. FATALIEV



«O MATERIALISMO DIALÉTICO E AS CIÊNCIAS DA NATUREZA»
  Kh.  FATALIEV (da UNIVERSIDADE DE MOSCOVO)
TRADUÇÃO: CONSTANTINO PALEÓLOGO
BIBLIOTECA DE CULTURA CIENTÍFICA
ZAHAR EDITORES
RIO DE JANEIRO, 1966
TÍTULO ORIGINAL:
«LE MATÉRIALISME DIALECTIQUE ET LES SCIENCES DE LA NATURE»
Publicado na URSS, por ÉDITIONS DU PROGRÈS, MOSCOVO




Destina-se este livro aos interessados no estudo da evolução da CIÊNCIA moderna e do pensamento marxista. O seu autor foi professor na UNIVERSIDADE DE MOSCOVO até à sua morte, ocorrida em desastre aéreo no ano de 1959.
Após uma introdução histórica que visa situar o leitor numa linha evolutiva da problemática proposta pelo autor, esta obra procura abranger uma série de aspectos das questões sociais suscitadas pelo progresso da investigação e pesquisa modernos.
O seu objectivo fundamental, porém é mostrar o que ´denomina`de carácter anticientífico (?) da ´Filosofia burguesa` das ciências da natureza.
Faz uma exaustiva análise da corrente mais difundida dessa Filosofia, o ´neopositivismo` (?), da qual as demais correntes sofrem a influência em maior ou menor escala (´afirma` o autor). Além disso, ´afirma` ainda FATALIEV, que o facto de a Filosofia ´neopositivista` ter-se difundido largamente entre os sábios do Ocidente e pretendendo ser o neopositivismo a ´FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS` (?), a sua ´critica`supõe a análise profunda de numerosos problemas fundamentais da Ciência actual (e o caso LYSSENKO na URSS?!...).
Conclui a sua análise afirmando que a ´única` Filosofia  que corresponde ao conteúdo objectivo da Ciência moderna é o «MATERIALISMO DIALÉCTICO»!...

«ZAMBEZIANA» (´SCENAS DA VIDA COLONIAL`) - EMÍLIO DE SAN BRUNO





«ZAMBEZIANA»
´SCENAS DA VIDA COLONIAL»
EMÍLIO DE SAN BRUNO
TIPOGRAFIA DO COMÉRCIO
LISBOA, 1927




Esta obra foi tema de estudos na REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE, onde se editou uma nova versão:
http://openlibrary.org/books/OL3984395M/Zambeziana


O nome do pretenso autor, EMÍLIO DE SAN BRUNO é pura ficção! Quem escreve a obra é quem assina o 
´PRÓLOGO`, com data de Lisboa, 1925, é CARLOS CRISPIM DA CUNHA CARVALHO??? que se «identifica» como ex-chefe duma secçao colonial de um Banco, que nesse ´malfadado ano de 1925` fechou as suas portas...


O ´PRÓLOGO`  diz-nos que em um domingo, no princípio de 1925, depois de uma visita a um conhecido, subiu ao Largo da Graça e por mero acaso de uma chuvada viu na rua da Verónica a clássica bandeira dos leilões. Ficou curioso e decidiu subir...
Vendo uma pequena caixa de madeira de cânfora que continha diversas bugigangas...foi revolvendo com indiferença, e com a ponteira da bengala, aquele lixo colonial, que entreviu no fundo da velha caixa...uns cartões bafientos a capear umas folhas manuscritas. 
Que seria? 
O empoeirado maço de papeis estava atado e continha quatro fascículos! Cada um deles tinha o seu título:
1º. «GADIR E MAURITÂNIA», por EMÍLIO DE SAN BRUNO
2º. «ZAMBEZIANA»
3º. «A VELHA MAGRA DA ´ILHA DE LOANDA`»
4º. «O CASO DA ´RUA VO-LONG` , nº 7, em MACAU»


Gulosamente decidiu ficar com a caixa de cânfora e seu conteúdo bizarro... Leu com vagar os apontamentos dos folhetos, ...evidentemente escritos sob o pseudónimo de EMÍLIO DE SAN BRUNO...


-----


E, CARLOS CRISPIM DA CUNHA CARVALHO??? decidiu com o intuito de poder interessar leitores que de ÁFRICA só tinham uma visão remota e deformada colocar à disposição do púbico esta magnífica descrição romanceada da VIDA COLONIAL!


«ZAMBEZIANA» como o título indica passa-se na ZAMBÉZIA!


http://devezenquandario.blogspot.com/2007/05/imprio-mito-e-miopia-captulo-i.html


http://www.saber.ac.mz/handle/123456789/958

http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:zZHkJKaq9TgJ:www.ces.uc.pt/investigadores/cv/Francisco_noa.pdf+zambeziana+scenas+da+vida+colonial&hl=pt-PT&gl=pt&pid=bl&srcid=ADGEESgxkD3eLRLAtAwXr1_-otocQWsEPhV65d6mTnw4qguNdpQJcc5T7Eh4XfPCMZ_-_w6dKJan9SfyspWjjfXWbb5mRLNON6qSENej3wCK0OxaTvPutQZUyIdUwouLjAyPsIQci4p4&sig=AHIEtbQs1v55-tMv9eoyIVZdmqkYuCxNtA&pli=1






quinta-feira, 26 de maio de 2011

CLAUDEL - «HOMMAGE À PAUL CLAUDEL» (1968-1955), AVEC TEXTES INÉDITS - (´HOMENAGEM A PAUL CLAUDEL`) - La Nouvelle REVUE FRANÇAISE - 1er Septembre 1955 - 3e Année Nº 33

                                                   LA NOUVELLE REVUE FRANÇAISE
                                                     1er SEPTEMBRE 1955  3e ANNÉE



«HOMMAGE A PAUL CLAUDEL» (1868-1955)
LE POÈTE, LE PHILOSOPHE, LE DRAMATURGE
LA BIBLE ET LE MONDE CLAUDÉLIEN
HOMMAGES - SOUVENIRS
TEXTES INÉDITS
NRF
NÚMERO SPÉCIAL (253 pages)
PARIS, 1955




TABLES DES MATIÈRES




I. HOMMAGES


SAIN JOHN PERSE                   ...   SILENCE POUR CLAUDEL
JULES SUPERVIELLE                     L'ARBRE-FÉE
JULES ROMAINS                            CLAUDEL ET NOUS
MARCEL JOUHANDEAU                  HOMMAGE
FRANCIS PONGE                            PROSE DE PROFUNDIS


II. LE MONDE  CLAUDÉLIEN


MAURICE BLANCHOT                     L'AUTRE CLAUDEL
JEAN GROSJEAN                           CLAUDEL BIBLIQUE OU NON
Y. LE HIR                                        L'INSPIRATION BIBLIQUE
GEORGES POULET                        OEUF, SEMENCE, ZÉRO


III. LE POÈTE ET LE DRAMATURGE


PHILLIPE JACCOTTET                    LA TERRE PARLE
PIERRE OSTER                               NOTES SUR LE PRÈSENT CLAUDÉLIEN
A. R. DE RENÉVILLE                       À PROPOS DE CLAUDEL
ÉTIEMBLE                                      CLAUDEL ET LE VIN DES ROCHERS
GEORGES PERROS                        LA FUREUE DRAMATIQUE        


IV. LE PHILISOPHE ET LE CTITIQUE


JEAN WAHL                                    L'OCTAVE DE LA CRÉATION
JEAN STAROBINSKI                         PAROLE ET SILENCE
ROGER JUDRIN                               CLAUDEL ET LE SEPTIÈME SIGNE
A. BERNE- JOFFROY                        A LA LUEUR DES MOTS
JACQUES DURON                            LE MYTHE DE TRISTAN        


V. SOUVENIRS


ARMAND LUNEL                              DÉCOUVERTE DE CLAUDEL
ARTHUR HONEGGER                       COLLABORATION AVEC CLAUDEL
DARIUS MILHAUD                            QUELQUES SOUVENIRS
MAXIME ALEXANDRE                      MON PARRAIN, PAUL CLAUDEL
ROBERT MALLET                            UN ESPRIT CONCRET
FRAZ HELLENS                               CLAUDEL EN BELGIQUE


VI. TEXTES INÉDITS


     LE DICTIONNAIRE DES RIMES
     PSAUMES D'APRÈS DAVID
     SUPPLÉMENT À L'APOCALYPSE
     FRAGMANTS D'UN JOURNAL INTIME
     LETTRES À PIERO JAHIER
     LETTRE À PIERRE LHOSTE








                                                                      PAUL CLAUDEL





quarta-feira, 25 de maio de 2011

«MEU ENCONTRO COM MARX E FREUD» - ERICH FROMM



«MEU ENCONTRO COM MARX E FREUD»
  ERICH  FROMM
TRADUÇÃO: WALTENSIR DUTRA
ZAHAR EDITORES, 1965
TÍTULO ORIGINAL:
«BEYOND THE CHAIN OF ILLUSION: MY ENCOUNTER WITH MARX AND FREUD»
SIMON AND SCHUSTER
NEW YORK, 1962




Autobiografia intelectual de ERICH FROMM, onde se explicam os caminhos que o levaram ao encontro de MARX e FREUD.
Para FROMM o solo comum donde brotou o pensamento dos dois grandes génios é, em última instância, o conceito de Humanismo e de Humanidade...
A defesa que FREUD faz dos direitos dos impulsos naturais do homem contra a força da convenção social, bem como o seu ideal de que a razão controle e contenha esses impulsos, é parte da tradição do humanismo. O protesto de MARX contra uma ordem social na qual o homem é alijado pela sua subserviência à economia, e o seu ideal de plena realização do homem total e não-alienado, é parte da mesma tradição humanista.
A visão de FREUD foi limitada pela sua visão mecanicista e materialista da natureza humana como essencialmente sexuais. A visão de MARX era muito mais ampla, precisamente porque via o efeito pernicioso da sociedade de classes, e pôde assim ter uma visão do que seria o homem sem amarras e as possibilidades do seu desenvolvimento, quando a sociedade se tornasse totalmente humana.
Assim, FREUD foi um reformador liberal. MARX um revolucionário radical. Embora diferentes, ambos têm em comum um desejo incondicional de libertar o homem, uma fé igualmente incondicional na verdade como instrumento dessa libertação e a convicção de que a condição para as alcançar reside na capacidade do homem em romper as cadeias da ilusão!...

«A DEMOCRACIA E O SOCIALISMO» - (´UM MODO DIFERENTE DE VER`) - DIAMANTINO D. BALTAZAR







«A DEMOCRACIA E O SOCIALISMO»
(´UM MODO DIFERENTE DE VER`)
DIAMANTINO BALTAZAR
CAPA: MANUEL AUGUSTO
REVISÃO: ILÍDIO ARAÚJO
EDIÇÕES NOVA NÓRDICA, LDA.
Com o Patrocínio do:
CENTRO DE ESTUDOS HUMANÍSTICOS E SOCIAIS
LISBOA, 1983




A elaboração desta obra processou-se entre 1976 e 1980, em S. PAULO, no BRASIL Quando o autor a par da sua actividade profissional, exercia a docência no ramo das CIÊNCIAS SOCIAIS. Trata-se de um trabalho solitário que foi contemplado com a sua apresentação como tese de doutoramento. A sua elaboração foi feita de um modo sistémico!
Precedendo a sua estruturação e desenvolvimento passou-se um longo trabalho de estudo e pesquisa nos campos da SOCIOLOGIA e FILOSOFIA políticas, cujos primeiros passos foram dados na ferquência destas disciplinas, em cursos de pós-graduação, de 1960 a 1962, na UNIVERSIDADE DE HARVARD, em CAMBRIDGE (EUA).
Apesar de as teses apresentadas na obra não poderem ter um quadro de referência, pois são na sua maioria originais, o autor mostra-se grato e quer tornar público a influência estimulante que para o seu progresso tiveram os cursos de PSICO-SOCIOLOGIA do DR. ERICH FROMM.
Contudo o autor, nesta área da FILOSOFIA POLÍTICA, chega a conclusões opostas às do destacado escritor e cientista,
Por conseguinte, trata-se de um esforço teórico que reforça o pensamento liberal apoiado num processo dialéctico da História. É realçada a divergência entre este processo e o materialismo dialéctico que informa a FILOSOFIA MARXISTA. Surge de um modo dedutivo uma nova determinante económico social como orientação infra-estrutural do processo de desenvolvimento da democracia económica!...


O AUTOR:
DIAMANTINO D. BALTAZAR, 53 anos, licenciado em medicina pela Universidade de Lisboa. Cursou Sociologia na Universidade de Harvard. Foi professor de Ciências Sociais, em S. Paulo, Brasil.

Pesquisar neste blogue