Número total de visualizações de página

Os meus blogues

Os meus blogues...

terça-feira, 29 de junho de 2010

«A Internet Invisível» (Web Invisible, Invisible Web)» - «Las Profundidades de Internet»





«LAS PROFUNDIDADES DE INTERNET»
       (´As Profundidades da Internet`)
«Accede a la información que los buscadores no encuentran
  y descubre el futuro inteligente de la Red»
(´Acede à informação que os pesquisadores não encontram
   e descobre o futuro inteligente da Rede`)
Idoia Salazar
Ediciones Trea, S. L.
Bibliotecomania Y Administración Cultural - 135
Espanha
309 págs.
Depósito legal: As. 496-2005
ISBN: 84-9704-213-1






«WEB INVISIBLE» - «INTERNET PROFUNDA»




Em 1994, a doutora JILL ELLSWORTH, especializada em estudos da Rede, cunhou o termo ´Internet Invisible para se referir à informação que não era encontrada pelos comuns pesquisadores, por razões técnicas ou simplesmente por conveniência. No ano 2000, um estudo da empresa norte-americana ´Bright Planet´, elaborado por Michael Bergman («The Deep Web: Surfacing Hidde Value»,<http://www.dad.be/library/pdf/BrightPlanet.pdf > ), confirmava e explicava a existência de uma ´Rede Profunda` - mais adequado que Rede Invisível- que por aquela altura teria aproximadamente 7500 terabytes (equivalente a 7500 biliões de bytes) de informação comparada aos dezanove terabytes da ´Superficial´, ou seja a parte da Internet acessível através dos motores de busca convencionais.

Estes valores supunham superar entre 400 e 550 vezes o volume de informação que um utilizador que somente utilizasse , por exemplo, o Google ou Altavista. Catálogos de bibliotecas, bases de dados, revistas electrónicas e arquivos de documentos que não podem ou não quiseram ser indexados nos índices destes motores compõem este mar de informação desconhecido pela maioria dos internautas, que se limita a usar unicamente as mais comuns ferramentas de pesquisa.
Num futuro incerto, a Web estará dotada de certa « inteligência artificial », em cujo desenvolvimento já se está a trabalhar, e que se designa de Web semântica. Trata-se de conseguir que a informação disponível na Internet não se componha apenas de meros dados sem sentido algum para os computadores mas, que estes sejam bem sucedidos, de certo modo, a « compreendê-la», com o objectivo de automatizar tantas mais tarefas quantas for possível.
(in, IDOIA SALAZAR, «LAS PROFUNDIDADES DE INTERNET»)


«WEB SEMÂNTICA»

O inventor da Web, Tim Berners-Lee, dá o seguinte exemplo para ilustrar o novo passo na evolução da Internet:
O sistema de divertimento emitia «We can work it out» dos Beatles quando tocou o telefone. Pete, ao atender o telefone, reduziu o som enviando uma mensagem a todos os aparelhos locais que dispunham de controlo de volume. Lucy, a sua irmã, ligava-lhe do consultório médico e dizia-lhe: « A mãe tem de ir a um especialista e depois vai necessitar de fazer várias sessões de reabilitação, duas vezes por semana. Vou contactar o meu agente a fim de poder organizar tudo». Pete ofereceu-se de imediato para repartir com a irmã as deslocações no seu automóvel.
Do consultório médico, Lucy deu as instruções ao seu agente da Web semântica por meio do seu navegador web portátil. O agente tomou nota imediatamente de toda a informação respeitante ao tratamento prescrito entrando em contacto com o agente do médico, examinou várias listas de ministradores de tratamentos e certificou-se dos riscos cobertos pelo seguro da mãe num raio de 35 quilómetros da sua residência, tudo isto permitindo uma avaliação excelente ou muito boa através de serviços competentes para a estimativa. Depois, iniciou a procura de sincronia entre as horas de funcionamento e prestação de serviços (proporcionados pelos agente de cada prestador de serviços através dos seus sítios web ) e os apertados horários de Pete e Lucy.


O PAPA PIO XI DEFENSOR DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA!...



http://abelio79.blogspot.pt/2009/06/o-papa-pio-xi-defensor-da-dignidade-da.html



Israel’s Updated Gaza Strip Policy – Background and Messages


Israel’s Updated Gaza Strip Policy –

Background and Messages

Political Principles

1. The guiding principle is to keep weapons, combat support measures, and terrorist operatives from entering and exiting Gaza, while letting in civilian goods and humanitarian aid that cannot be used for purposes of terrorism.

2. The policy of liberalizing the entry of civilian goods into Gaza is meant to enable the civilian population to engage in routine economic and civilian activity, while simultaneously preventing the entry of weapons and materiel that could help the Hamas terror regime to strike at Israeli citizens.

3. The principles of implementation:

· Full Israeli control over everything that enters Gaza, to prevent the infiltration of weapons, war materiel and terrorist operatives.

· The list of permitted items will be replaced with a short list of prohibited items – weapons and war materiel. Any civilian product not on the list of prohibited items will be allowed into Gaza.

· Problematic dual-use products that could also be utilized by the terror organizations will be allowed in, subject to the control mechanisms within the framework of designated projects carried out by recognized international bodies.


Rationale behind the Security Policy

1. Gaza was violently overtaken by Hamas, an extremist Islamic terrorist organization with Iranian support, which smuggles in weapons and rockets with the intent of harming Israelis, as has been proven since it came to power. Hamas has fired over 10,000 rockets and mortar bombs at Israel. It has been holding Gilad Shalit captive in total isolation for four years, while preventing the Red Cross from visiting him. Hamas has imposed an oppressive and violent rule on its own people, and has murdered and caused bodily harm to hundreds of Fatah and Palestinian Authority members in Gaza.

2. Hamas also takes over the humanitarian aid in Gaza, as was recently stated by Robert Serry, special envoy of the United Nations Secretary-General: “This targeting of NGOs, including UN partner organizations, is unacceptable, violating accepted norms of a free society and harming the Palestinian people. The de facto authorities must cease such repressive steps and allow the re-opening of these civil society institutions without delay.” See the entire article at: http://www.scoop.co.nz/stories/WO1006/S00084.htm

3. Hamas calls and strives for the destruction of the State of Israel and the murder of Jews. Following are quotes from its Charter: “…the homeland shall return [to its rightful owner], and from the top of its mosques, the [Muslim] call for prayer will ring out announcing the rise of the rule of Islam” (Article 9); “'Oh Muslim, oh servant of Allah, there is a Jew behind me, come and kill him!” (Article 7).

4. Hamas endangers not only Israel but also the Palestinian Authority, the peace process and all moderate elements in the region. Hamas must be prevented from strengthening Iran’s hold in this region and establishing an Iranian port in the eastern basin of the Mediterranean Sea. This is a threat not only to Israel but to all the countries in the region.

5. The policy of closure on the Gaza Strip is anchored in international rules of law and treaties (including the Geneva Convention and the San Remo Manual on International Law Applicable to Armed Conflicts at Sea). The policy was also authorized by the Israel Supreme Court.


Reasons for Updating the Policy

6. The policy of easing restrictions began already several months ago, as a result of ongoing decisions by the political and security echelons. During this period, a number of such measures had already been implemented; the Secretary-General of the UN expressed his satisfaction with them following his visit to Israel and Gaza.

7. The policy regarding Gaza is updated periodically according to assessments of the situation and a variety of factors – political, security, legal, public image, and others.

8. Efforts to secure Gilad Shalit’s release are ongoing. The subject is raised at every security and political forum and discussion.

9. Collaborating with the international community is in Israel’s strategic interests. We cannot ignore the events of the past days, and Israel is working create a common basis of understanding with the international community.

10. This policy of limiting restrictions on the entry of goods into the Gaza Strip to those products that pose a clear security risk to Israel will help our friends throughout the world to increase international support for Israel’s security policy.

Background

11. There is no humanitarian crisis in Gaza, despite Hamas’ attempts to portray one. The economic situation in Gaza is the direct result of Hamas’ rule and priorities. For example, it currently continues to prevent Gaza residents from receiving the humanitarian aid brought by the flotilla ships. Since January 2009, over one million tons of humanitarian supplies have entered Gaza from Israel (averaging almost one ton per person). Fifteen thousand tons enter the strip every week. Furthermore, hundreds of Palestinian residents of Gaza, including dozens of children, receive advanced medical treatment inside Israel.

12. Following are some interesting data on the quality of life in the Gaza Strip:

· Lifecycle: The life expectancy in the Gaza Strip (2010) is 73.68, higher than in Estonia, Malaysia, Jamaica and Bulgaria. The infant mortality rate in Gaza is 17.71 per 1000 births, lower than that of China, Jordan, Lebanon and Thailand. In Turkey, for example, life expectancy is 72.23 and its infant mortality rate is 24.84 per 1000 births.

· Communications: Some 20% of the population in Gaza have personal computers and Internet access – more than in Portugal, Brazil, Saudi Arabia and Russia. In Egypt, for instance, only 1.7 people out of 100 have a computer; and in Jordan, 3.8 people.

· Approximately 70% of the residents in Gaza have television and radio, as well as satellite access.

· Eighty-one percent of the households in Gaza have access to a cellular phone.

13. Israel withdrew completely from the Gaza Strip in 2005, to enable the Palestinians to live their lives in peace alongside Israel. At that time, all the Jewish communities and army bases were vacated, and 9,000 people living in the area were evacuated. In 2007, Hamas took over the area, seizing control from the Palestinian Authority through mass political oppression and murder. Hamas fired more than 10,000 rockets and missiles at population centers in Israel. During the operation in Gaza (Operation Cast Lead), Hamas’ attacks caused more than a million Israelis to seek refuge in shelters (one seventh of the country’s total population). Israel was forced to embark on a military campaign that drastically reduced the attacks and created deterrence. Today, Hamas continues to invest all its resources in arming itself, with Iran’s assistance. The rockets smuggled into the Gaza Strip are intended primarily for harming communities – those surrounding Gaza, Sderot, Beersheba, Ashdod, and even Tel Aviv, Jerusalem and further away. Hamas is already in possession of missiles with sufficient range. They must not be permitted to continue getting stronger.

Terminology

1. It is preferable to use the phrase “sanctions against the Hamas authorities.”

2. When necessary, use the term “closure” and not “blockade.”

3. It is recommended to use the phrase “updated policy.”

מח' מידע ואינטרנט – אגף תקשורת

20.06.2010

EM MEMÓRIA DE WILHELM REICH




REICH DENUNCIA A OMNIPRESENTE «PESTE EMOCIONAL»










REICH, denuncia a calúnia e a insinuação! Aquilo que denomina de «peste
emocional», de «carácter pestífero»!
«Ó respeitáveis enganadores que troçais de mim! 
/ Donde brota a vossa política, / Enquanto o mundo fôr governado por vós? / Das punhaladas e do assassínio!» 

CHARLES DE COSTER ( em Ulenspiegel ).



«MODJU»
tem a ver com o que WILHELM REICH denominou de «peste emocional» ou «carácter pestífero». REICH criou uma sigla para o designar: MODJU, esse carácter que se serve da calúnia e da insinuação para combater a vida e a verdade! MODJU, deriva de MOCENIGO personagem que denunciou GIORDANO BRUNO à INQUISIÇÃO e de DJOUGACHVILI, o segundo nome de STALIN. MODJU é omnipresente!...






FOTOS






FOTOS DE NUNO MIGUEL





sábado, 26 de junho de 2010

«THE ABJECT, AMERICA» - «O ABJECTO, A AMERICA» - REVISTA LUSO-AMERICANA DE CULTURA (1991)

LUSITANIA
A Journal of Refection and Oceonography
Volume I, Number 4 - 1991
Redactora Convidada: Catherine Liu

Redactor/Editor: Martim Avillez
Redactor-Associado: Edward Ball

Design Gráfico: Aki Fujiyoshi
Assistente de Redacção: Ana da Gama
Copy: Diana Stoll
Produção: J.J. Gifford
Gestor de Produção: Jim Fleming

Tradutores: 
Catherine Benamou     Helena Cardoso
Paulo Carvalho        Alice Charters
Sofia Assis Gomes  Ivette Lenard
     José Luis Luna          Alfred Mac Adam
        João Proença           Carmo Vasconcelos

Impressão:
Wickersham Printing Company, Inc.
Lancaster, Pennsylvania
Capa:
Cosmos Communications, Inc.
Long Island City, New York
Cover Design: Martim Avillez

Distribuição:
in the U.S. and Canada:
Autonomedia
POB 568 Williamsburg Station
Brooklyn, NY 10021_0568
in Portugal
Assírio & Alvim
Rua Passos Manuel, 67-B
1100 Lisbon

ISBN: 1-882971-00-2



                                                               CAPA EM INGLÊS


                                                   CONTRA-CAPA  EM PORTUGUÊS


                                                          Apresentação da Revista





                                                O famoso navio LUSITANIA afundado por 
                                          submarino alemão em 1915, que dá o nome à Revista



quarta-feira, 23 de junho de 2010

«HISTÓRIA DAS RELIGIÕES» - Trevor Ling


                                                         Capa: ´Buda` sentado
                                                        Dunhuang, Gruta nº 248



«HISTÓRIA DAS RELIGIÕES»
Trevor Ling
Tradução: Maria José de La Fuente
Capa: ´Buda` sentado, Dunhuang, Gruta nº 248
Arranjo gráfico de  Tereza Cruz Pinho
Colecção ´Fundamentos`

Editorial Presença- 1994
372 págs.
Depósito legal nº 72 890/93
Título original: ´A History of Religion: East and West`
The Macmillan Press Limited
London



Esta obra constitui uma das mais completas e abrangentes sínteses sobre as religiões do mundo, cobrindo um período temporal que vai desde 1500 a.C. até ao presente. Este investigador defende que existe uma considerável interrelação entre as religiões do Ocidente e de Oriente, que até hoje têm sido consideradas de pendor fundamentalmente oposto. Deste ponto de vista, o autor examina o desenvolvimento das principais religiões, acompanhando a sua evolução histórica, por vezes em termos de simultaneidade, fazendo ressaltar os aspectos semelhantes assim como as divergências.
Trevor Ling analisa os factores económicos e sociais que influenciaram a evolução das várias tradições religiosas, embora sublinhando que, por si só, esses factores não explicam as religiões. Esta posição coloca o autor em fundamental divergência com certo determinismo que deriva do Materialismo Dialéctico!... E vai ainda mais longe, interpretando o significado contemporâneo destas religiões e o seu potencial em relação ao futuro da Humanidade, o que vai ao encontro de modos de ver dos dirigentes das religiões tradicionais, preocupados com uma que ´explosão` da chamada ´New Age`... No capítulo final, o autor fundamenta de forma brilhante a sua tese de que as formas religiosas do presente são quase sempre caracterizadas por uma ilimitada abertura em relação ao futuro e que nenhuma religião esgotou ainda as suas possibilidades de desenvolvimento (cf. com John Henry Newman: «Do desenvolvimento do Dogma»)!...



«CAMINHOS DA RAZÃO NO OCIDENTE» - ´A FILOSOFIA OCIDENTAL, DO RENASCIMENTO AOS NOSSOS DIAS` - TIAGO ADÃO LARA



«CAMINHOS DA RAZÃO NO OCIDENTE»
´A FILOSOFIA OCIDENTAL, DO RENASCIMENTO AOS NOSSOS DIAS»

TIAGO ADÃO LARA

DIGRAMAÇÃO: VALDERES BARBOZA

VOZES - PETRÓPOLIS - 1986

2358-2


Qualquer estudante universitário e mesmo qualquer pessoa de estudo, que queira inteirar-se dos principais momentos filosóficos, que marcaram e ainda marcam a história do OCIDENTE, do RENASCIMENTO aos nossos dias, encontrará, nesta obra, uma introdução de leitura relativamente fácil e clara. O livro pode transformar-se, com proveito, em texto didáctico, para um curso de filosofia.
Temas como racionalismo e empirismo, materialismo e idealismo, são abordados com acentuada preocupação de traçar um panorama da história do Ocidente. Mas são as filosofias modernas e contemporâneas que constituem o assunto especial dessa obra. As correntes filosóficas, que caracterizam o caminho da laicização da cultura ocidental, a partir das suas matrizes gregas e medievais, são apresentadas na sua conexão com a complexidade das forças históricas.
Para o autor de CAMINHOS DA RAZÃO NO OCIDENTE, a grande mudança da modernidade para a contemporaneidade encontra-se na passagem, ainda em acto, da concepção metafísica para a concepção dialéctica.
Uma análise da evolução do pensamento teológico - nela situando-se a questão da teologia da libertação - e uma visão sintética da filosofia, no BRASIL, enriquecem, sobremaneira, para o leitor, esta obra de TIAGO ADÃO LARA.

«AS OBRAS-CHAVE DA MÚSICA» - J.J. Soleil e G. Lelong




«AS OBRAS-CHAVE DA MÚSICA»
J. J. SOLEIL
G. LELONG
PREFACIADOR: MAURICE FLEURET
TRADUÇÃO: PEDRO MANUEL TORRES RAMOS
REVISÃO TÉCNICA: PAULA BACH ( musicóloga )
CAPA: MAQUETA DE CARLOS REIS
ILUSTRAÇÃO DA CAPA: BANDA DE MÚSICA FLAMENGA DO SÉC. XV. ILUMINURA.
OLHAR PLURAL
EDITORA PERGAMINHO - 1991
ISBN: 972_711_024_X
TÍTULO ORIGINAL: ´LES OEUVRES-CLÉS DE LA MUSIQUE`
BORDAS S. A. - PARIS - 1987


As obras-chave da ´música instrumental`, as que marcaram uma época, que determinaram o nascimento de um novo género, as que se tornaram mais célebres e as mais executadas.

De cada uma dessas obras uma análise da sua forma, do seu valor, da história da sua elaboração e execução.

A ´GRAVAÇÃO RECOMENDADA`.

Apresentada de forma original, por Géneros Musicais - vinte e um no total - da bagatela à variação, passando pelo concerto, a sonata, a toccata...

De BACH a XENAKIS todo o campo da ´MÚSICA OCIDENTAL`.

terça-feira, 22 de junho de 2010

«HISTÓRIA DA ARQUITECTURA NO OCIDENTE» - R. Furneaux Jordan




«HISTÓRIA DA ARQUITECTURA NO OCIDENTE»
J. Furneuax Jordan
Tradução: Maria da Conceição Ribeiro da Costa
Série: ´Movimentos e Escolas`
Dirigida pelo Dr. João Manuel Bairrão Oleiro
Verbo- 1985
Nº Ed. 1603
Dep. legal: 8182/85
Capa: A ´Catedral de Brasília`, (ainda em construção) 
de Óscar Niemeyer
Título original:
´A Concise History of Western Architecture`
Thames and Hudson Ltd. - 1969
Reeditado em 1979


´A arquitectura é o produto de uma centena de circunstâncias` - escreve o  Professor Furneaux Jordan. É produto de religião e política, arte e tecnologia. geologia e clima e muitos outros factores.
Começando com o Egipto antigo, Grécia e Roma, o autor mostra-nos como as construções, tanto na forma como na estrutura, sempre exprimiram as qualidades e aspirações das culturas de que provêm.
As obras-primas da Idade Média - Bizantino, Românico e Gótico - eram eclesiásticas, dando corpo a uma visão profundamente religiosa da vida.
A partir do Renascimento, a arquitectura passou progressivamente a responder a exigências seculares, com a construção de grandes palácios e mansões e, mais tarde, o advento de esquemas de planeamento urbanístico.
Durante o século XIX, a rápida expansão do industrialismo, juntamente com mudanças sociais de grande alcance, impulsionou a primeira fase da arquitectura moderna.
Foram os grandes mestres de engenharia da Época Vitoriana que apontaram o caminho do futuro. As suas estações dos caminhos de ferro, pontes e armazéns iriam, por fim, conduzir ao estilo internacional que continua florescente em edifícios construídos hoje.



«O GÓTICO - ´NO SEU APOGEU`» - Marcel Aubert, com a colaboração de Dr. J.A. Shmoll gen. Eisenwerth e Dr. Hans H. Hofstättertätter



«O GÓTICO» - ´NO SEU APOGEU`
Marcel Aubert (falecido antes de a acabada a obra)
com a colaboração de
Dr. J. A.  Schmoll gen. Eisenworth
Dr. Hans H. Hofstätter
Tradução: Franco de Sousa
Para a Série ´Movimentos e Escolas`
Dirigida pelo Dr. João Manuel Bairrão Oleiro
Ars Mundi  - Movimentos e Escolas
Verbo - 1983
(Ano Jubilar da Editorial Verbo)
Nº Ed. - 1460
Título original: ´Hochgothik`
Holle Verlag, 1979


Entre o período Românico  e o Renascimento floresceu por toda a Europa um estilo que veio a ser conhecido  por ´Gótico`. Assim lhe chamaram os italianos ironicamente, porque, para eles, todos os povos transalpinos eram descendentes dos Godos e todas as suas obras anteriores ao Renascimento eram mais ou menos bárbaras.

A arte gótica desabrochou na arquitectura religiosa de França a partir da segunda metade do século XII. Mais precisamente, o seu berço foi a ´Ilha de França`. Mas dali expandiu-se com prodigiosa vitalidade para os países vizinhos e mesmo para outros mais distantes, aonde chegaram influências culturais. As ordens religiosas, nomeadamente os Cistersiences, que chegaram a ser chamados ´Missionários do Gótico`, tiveram uma acção decisiva, levando o novo estilo a toda a Europa cristã.

Os construtores das catedrais, imbuídos do misticismo tão característico dessa época, visaram erguer abóbadas cada vez mais altas, sobre paredes bem rasgadas por vãos preenchidos por vitrais, de modo que resultasse o efeito de um autêntico santuário de vidro. A escultura das fachadas e do interior libertou-os das tradições antigas e tornou-se mais leve e natural.

Também noutros campos se reflectiu o impulso desta evolução: nos frescos e nas tapeçarias que decoravam as paredes; nas iluminuras dos livros de devoção; e ainda nos objectos do culto, que eram obras-primas de ourivesaria e de arte do esmalte.


Pesquisar neste blogue