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quinta-feira, 9 de setembro de 2010

«A CRISE DA CONSCIÊNCIA EUROPEIA» (1680 - 1715) - Paul Hazard



«A CRISE DA CONSCIÊNCIA EUROPEIA»  (1680 - 1715)
   Paul Hazard
Tradução e notas do
DR. Óscar de Freitas Lopes (´Óscar Lopes`)
Professor efectivo dos Liceus
´A Marcha da Humanidade`
Direcção do Dr. Vitorino Magalhães Godinho 
                     (Prof. V. Magalhães Godinho)
- História Geral da Cultura -
Série F - Vol. 1
Edições Cosmos
Lisboa - 1948
Título original
´La Crise de la Conscience Européenne``
Paris- 1934

Natural de uma aldeia da Flandres, Paul Hazard ( 1878-1944 ), era filho de um Professor primário. Fez o curso do Liceu em Lille e em Paris (Liceu Lakanal). Entrou em 1899 para a Escola Normal Superior, concluindo a agregação de Letras em 1903 ( concurso para Professor do Liceu ).
Esteve 2 anos com uma bolsa de estudo em Itália. Depois ensinou nos Liceus de Reims e Louis le Grand, em Paris. Doutorou-se em 1910, e no ano seguinte é nomeado Professor da Universidade de Lyon, onde sucede na Cátedra a F. Baldensperger. Em 1919 passa para Professor na SORBONNE. De oravante quase todos os dois anos irá aos Estados Unidos em missão docente, às Universidades de Colúmbia e de Harvard. Em 1925 ascende a Professor do Collège de France, onde vai ocupar a Cátedra vaga pela morte de Morel-Fatio, e que, de Literatura da Europa Meridional, se transforma, com a nomeação de Hazard em Cátedra da História das Literaturas Comparadas da Europa Meridional e da América Latina; aqui suceder-lhe-à, por seu turno, em 1945, M. Bataillon. Visitara a Espanhaem 1921, o Chile em 1924; e a Portugal veio fazer conferências pouco antes da 2ª Guerra Mundial.
P. Hazard era Doutor `Honoris Causa` pelas Universidades de Harvard, Turim, Santiago do Chile, México e Sófia. Era Sócio da Academia Real da Bélgica da Academia de Boston. Em 1940 foi eleito Sócio da Academia Francesa.
A lém de investigador e professor, Hazard sabia cumprir os seus deveres cívicos. Na Grande  Guerra serviu como Oficial do Estado Maior e depois, na Iália, como Capitão intérperte. Em 39 de novo serve como oficial no serviço de informações. Durante a ocupação recusou-se, apesar das instâncias dos alemães, a continuar a publicação da ´Révue de Littérature Comparée`, para se não sujeitar à censura Nazi. Com pseudónimo, colaborou na imprensa da Resistência.

´Que contraste! Que evolução tão brusca! A hierarquia, a disciplina, a ordem garantida pela
autoridade, os dogmas que regulam a vida com firmeza: eis o que os homens do século XVI amavam. ( ... ) de repente , os franceses pensam como Voltaire: é uma Revolução!...`




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