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Os meus blogues

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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

circulohermetico: CONTRADIÇÃO NOS TERMOS: VIDA «SOCIAL» DOS «OCULTISTAS» ! ...

circulohermetico: CONTRADIÇÃO NOS TERMOS: VIDA «SOCIAL» DOS «OCULTISTAS» ! ...

circulohermetico: Agosto 2009

circulohermetico: Agosto 2009

circulohermetico: «MEETINGS WITH REMARKABLE ME» - ( ENCONTROS COM HOMENS NOTÁVEIS ) - GEORGE IVANOVITCH GURDJIEFF

circulohermetico: «MEETINGS WITH REMARKABLE ME» - ( ENCONTROS COM HOMENS NOTÁVEIS ) - GEORGE IVANOVITCH GURDJIEFF

circulohermetico: JACQUES BERGIER

circulohermetico: JACQUES BERGIER

CONFERENCE ON SCIENCE MATTERS, October 5-7, Estoril‏


The Second International Conference on Science Matters
October 5-7, 2009, Estoril, Portugal

Arts & Science

HUMANITIES AS SCIENCE MATTERS

Science Matters (SciMat) is the new discipline that treats all human-dependent matters as part of science. SciMat includes all the topics covered in humanities and social sciences, arts in particular. This conference features discussions on literature, painting/fine art, music, movie and performing arts from the perspective of SciMat, while contributions on other topics of SciMat are welcome. The conference will bring together experts from the arts and sciences, to find out how each other’s work is performed and to exchange ideas. Hopefully, mutual understanding will be achieved and collaboration across disciplines will result, with the aim to raise the scientific level of all the disciplines.
INVITED SPEAKERS


1. Beltran, Leonor (Portugal) Art, human beings, God and science
2. Burguete, Maria (Portugal) ChemArt: Chemistry and art
3. Curado, Manuel (Portugal) Scientists, our Greek slaves
4. Hogan, Patrick (USA) On the origin of literary narrative and its relation to adaptation
5. Hoppe, Brigitte (Germany) The Latin "artes" and the origin of modern "arts"
6. Liu, Bing (China) Science and art in China
7. Ngai, Linsen (USA) Linsen's art
8. Onians, John (UK) Neuroarthistory: Reuniting ancient traditions in a new scientific approach to the understanding of art
9. Robin, Nicolas (Germany) Drawing from life: knowledge, aesthetic and the discovery of the nature of 18th century cryptogams.
10. Sanitt, Nigel (UK) Objects in science and art.
11. Schneider, Ivo (Germany) The development of science theater
12. Wu, Guo-Sheng (China) Science and art: A philosophical perspective

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

«VIRUS, SIDA E SOCIEDADE HUMANA» - Francisco Corrêa Guedes - UAL (Universidade Autónoma de Lisboa), 1995.

QUANDO LI ESTE AUTOR PELA PRIMEIRA VEZ («O MANTO DO REI») , CONFESSO QUE FIQUEI IMPRESSIONADO PELO RIGOR DA INFORMAÇÃO, PELO ESPANTOSO SENTIDO DE HUMOR QUE DEMONSTRAVA, ACRESCIDO DA FALTA DE PEDANTISMO, O QUE ME
LEVOU A CONJECTURAR ESTAR PERANTE ALGUÉM QUE ALIAVA A UMA IMENSA
ERUDIÇÃO E CULTURA, UMA NECESSÁRIA ASCENDÊNCIA DE ALTO NÍVEL SOCIAL...

AGRADEÇO AO CÓNEGO JOÃO ROCHA, QUE COM F.C.G. CONVIVEU DESDE A INFÂNCIA, BEM COMO AO DIÁCONO DOUTOR TOMÁS LIMA, QUE COM O AUTOR CONVIVEU NA QUALIDADE DE COLEGA NA UAL...AS INFORMAÇÕES PRESTADAS SOBRE O AUTOR!

INFELIZMENTE NÃO ME FOI POSSÍVEL ESTAR PRESENTE NO SEU DOUTORAMENTO...
AMIGOS QUE ASSISTIRAM NARRARAM-ME QUE UMA IMENSA MULTIDÃO SE JUNTOU
E PÔDE CONSTATAR UMA PRESTAÇÃO NOTABILÍSSIMA!...






«VIRUS, SIDA E SOCIEDADE HUMANA»
Francisco Corrêa Guedes
Planeta Editora e UAL, 1995
Depósito Legal nº 89661 / 95
ISBN 972-731-035-4
550 páginas.

O autor nasceu em Lisboa em 1934. Em 1957 terminou o curso de Engenharia Civil (I.S.T.). Embarca para Angola em 1958 onde se dedica a construir pontes e caminhos-de-ferro. 
Em 1961, de novo em Lisboa, exerce actividade liberal. Passa dois anos em Espanha a calcular barragens e isto sem a possibilidade do uso de computadores que executam a tarefa em um décimo do tempo. Volta a Angola em 1969 para construir uma estrada. Por sinal vai ter sentido...por ela fugirão para a Namíbia os que conseguem salvar a pele e o património.
Regressa de vez a Portugal e é admitido na Shell Portuguesa onde trabalha doze, de catorze anos cronológicos. Em 1974 conclui o 5º ano de Economia no I.S.E. (actual I.S.E.G.). Depois passa ´episodicamente por episódicos cargos`, na Administração Pública, nos Estrangeiros e até num Governo Constitucional, o IV. Da experiência, o mais interessante foi um ano e meio de Teerão: apercebe-se do tremendo potencial de fanatismo e de poder que é o Fundamentalismo Islâmico, e do perigo de ser subestimado!
Na década de 70 publica livros e artigos:
- em 1972, o Puzzle Monetário Internacional
- em 1975, a Moeda, dimensão Obscura da Política
- em 1977, o Taras do Sistema Financeiro
- uma dúzia de artigos em jornais diários, semanais e revistas
Em 1985, com uma dezena de outros professores da (ex) Universidade Livre, colabora na fundação da Cooperativa de Ensino Universitário que cria a Universidade Autónoma de Lisboa. Durante quase cinco anos, até 1990, é director executivo da CEU-UAL.
Em 1991 e em 1992 volta a publicar livros «O Manto do Rei» e «Calouste Gulbenkian, Uma Reconstituição».
Dedicou-se posteriormente ao estudo da Economia da Saúde!






http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2009/09/o-manto-do-rei-economistas-politicos-e.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2009/09/calouste-gulbenkian-uma-reconstituicao.html


«CALOUSTE GULBENKIAN» (´Uma Reconstituição`) - Francisco Corrêa Guedes



A Fotografia da capa foi extraída de «Calouste Gulbenkian Coleccionador», 
de Azeredo Perdigão, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1979.





«CALOUSTE GULBENKIAN»
    ´Uma Reconstituição`
Francisco Corrêa Guedes
Capa: Armando Lopes
Gradiva - Publicações, L.da
1ª edição: Novembro de 1992
518 págs.
Depósito legal nº 60 269 / 92

«O leitor aperceber-se-á de que em diferentes momentos desta narrativa alguns nomes de pessoas, topónimos, etc., aparecem transcritos com várias grafias. Deve-se esta circunstância ao facto de em determinados contextos histórico-geográficos existir uma diversidade de povos, com línguas, alfabetos e formas distintas de designar a mesma coisa. A título de exemplo, cita-se o caso de Adianopla (origem grega) e Edine (origem turca). (N. do A.)»








FRANCISCO CORRÊA GUEDES É ENGENHEIRO CIVIL, ECONOMISTA E PROFESSOR.
FOI PRESIDENTE DO FUNDO DE FOMENTO DE EXPORTAÇÃO,
SECRETÁRIO DE ESTADO DO IV GOVERNO CONSTITUCIONAL,
CONSELHEIRO COMERCIAL NO IRÃO, FUNCIONÁRIO DA «SHELL» PORTUGUESA.

PUBLICOU:

* O PUZZLE MONETÁRIO, 1973;
* MOEDA, DIMENSÃO OBSCURA DA POLÍTICA, 1975;
* TARAS DO SISTEMA FINANCEIRO, 1977;
* O MANTO DO REI, 1992.





sábado, 26 de setembro de 2009

«O MANTO DO REI» - ( ECONOMISTAS - POLÍTICOS - E O ESTADO DO MUNDO ) - Francisco Corrêa Guedes

...na minha juventude dizia-se que o que era demasiado
estúpido para ser posto em palavras, deveria ser dito 
 a cantar. Na economia moderna deveria ser dito em
                                                              matemática...»      

                                                     RONALD COASE  
                               Prémio Nobel da Economia - 1991      





  «O MANTO DO REI«
 ´ECONOMISTAS - POLÍTICOS
   E O ESTADO DO MUNDO`

FRANCISCO CORRÊA GUEDES
BERTRAND EDITORA
Depósito legal nº 51581 / 91
ISBN 972-250594-7




                                                               Francisco Corrêa Guedes
                                                                   Engenheiro e Professor      


«As crenças religiosas resistem como sabemos, a todas as evidências que as contradizem porque o próprio do crente é não ter ouvidos para dúvidas. É do foro psicológico e é coisa natural, instintiva nos homens. Se tudo em redor conspira para lhes roubar o sossego, para lhes provocar a ansiedade, se tudo à volta são mistérios, uma ´explicação`mesmo sobrenatural - que importa? - mas que resolve, com um clarão no seu
espírito, um enígma inquietante, vai incrustar-se na alma, apaziguada então.
Quando isso suceder, por mais bizantina que seja a explicação ela passou à categoria de abrigo, de pátria,
de ilha de tranquilidade no tumulto das coisas incompreensíveis e ameaçadoras. Quem entrou na ´posse da
luz` não permitirá que lha apaguem, que lha roubem. Protegerá a sua posse como uma fera protege os filhotes. por ela derramará o seu sangue, se necessário...
Porque sabe, de amarga experiência que, quem lha levar nada deixará senão vazio, nada a não ser conjecturas frias e estéreis: a perda será irreparável. Por isso os quadros teóricos que explicam a vida e o
mundo, a economia ou a sociedade, as ideologias são verdadeiramente ´consoladoras`. Todas elas, em maior ou menor grau, sobre uma ´leitura` sumária e estilizada da História, proporcionam o reconforto da certeza e o caminho da salvação.»






Posso afirmar que este autor tem uma erudição e humor inexcedíveis...
Quem do «jet-set» cultural conhece este portento???!!!...

É um homem independente!...

«PORQUE PINTAM OS GATOS ?» - (´Uma teoria da estética felina`) - Heather Busch e Burton Silver

«Para que algo exista, é preciso que pensemos nisso primeiro»

                                                          Albert Einstein



                                                                           CAPA
                                                Max, Birdies (pormenor), 1991. Pasta acrílica
                                                  sobre parede pintada. Colecção particular.


                                                                   CONTRA -CAPA
                                               Mrs. Broadmoore's Amazing Paint Cat, c. 1887
                                              Litografia - Museum of Animal Acts, Winsconsin




«PORQUE PINTAM OS GATOS?»
     ´Uma teoria da estética felina`
Tradução: Maria José Bellino Machado
Heather Busch
Burton Silver
Livros e Livros
ISBN 972-8138-31-8
Depósito Legal 90060/95

(´Porque Pintam os Gatos`é uma experiência internacional
registada sobre ressonância mórfica entre espécies e está
concebido para testar a hipótese de causalidade formativa)
I.  E. #644-38837-59


«O facto de alguns gatos domésticos serem capazes de fazer marcas com tinta sempre foi explicado como uma forma instintiva de marcação do território. A presente obra, apresenta uma teoria convincentemente estruturada, baseada em indícios recentes que claramente corroboram a perspectiva de que alguns gatos têm uma motivação estética e devem ser consideradas obras de arte genuínas de não primatas.»

«Porque razão ficam os gatos sentados durante períodos tão longos de tempo perfeitamente absortos em reflexão? Por que ronronam? O que se passa quando começam inesperadamente a correr loucamente de um lado para o outro? E porque razão ficam deitados de pernas para o ar? Todas estas perguntas, e muitas mais, podem agora ser respondidas dentro do contexto extremamente compreensível da arte.»

                                                     









http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2009/09/porque-pintam-os-gatos-uma-teoria-da.html


«ULTRA» - ( EDIÇÕES DO REYNO )


                                                                         ULTRA
                                                                   edições do reyno
                                                                    MCMLXXXIII



                                                                edições   do   reyno



                                                   ADVENIAT     REGNUM    TUUM


                           


                                                                     PORTUGAL
                                                 Hoje é a Hora do Fim e Aqui é o Princípio
                                                           Atrás e adiante só o Eterno
                                                                 Nossa Morte é Início
                                                                        Império



FIZERAM

António Emiliano
Paulo Borges

CAPA

Paulo Emiliano

ÍNDICE

PEDRO LEIROA
Missão e Fundamento

PAULO T. PINTO
Animus Culture

JOSÉ LÚCIO
Universitas

PAULO BORGES
Atlântida
Lusitânia
Bardo
Alcácer-Quibir

JOSÉ LÚCIO
Retrato de Grupo com Bandeira

FRANCISCO PALMA DIAS
Treze Castelos da Portuguesia num repente

PAULO ALEXANDRE
22

HENRIQUE D'ALBUQUERQUE
Guerra de Deus Paz do Diabo

PAULO ALEXANDRE
E BORGES
Do Grande Fim e do imenso princípio

DE...« A ARTE DE SER PORTUGUÊS»... A ... «A ARTE DE CONTINUAR PORTUGUÊS»





sexta-feira, 25 de setembro de 2009

«MINORIA TENEBROSA» // «MAIORIA SILENCIOSA» - RESPOSTA DE LUIS PACHECO!




DISCURSO DO PM DE ISRAEL PERANTE A AG DAS NAÇÕES UNIDAS A 24 DE SETEMBRO DE 2009


Address by Prime Minister of Israel

Mr. Benjamin Netanyahu

before the UN General Assembly, New York

24 September 2009

Mr. President, Ladies and Gentlemen,

Nearly 62 years ago, the United Nations recognized the right of the Jews, an ancient people 3,500 years-old, to a state of their own in their ancestral homeland.

I stand here today as the Prime Minister of Israel, the Jewish state, and I speak to you on behalf of my country and my people.

The United Nations was founded after the carnage of World War II and the horrors of the Holocaust. It was charged with preventing the recurrence of such horrendous events.

Nothing has undermined that central mission more than the systematic assault on the truth. Yesterday the President of Iran stood at this very podium, spewing his latest anti-Semitic rants. Just a few days earlier, he again claimed that the Holocaust is a lie.

Last month, I went to a villa in a suburb of Berlin called Wannsee. There, on January 20, 1942, after a hearty meal, senior Nazi officials met and decided how to exterminate the Jewish people. The detailed minutes of that meeting have been preserved by successive German governments. Here is a copy of those minutes, in which the Nazis issued precise instructions on how to carry out the extermination of the Jews. Is this a lie?

A day before I was in Wannsee, I was given in Berlin the original construction plans for the Auschwitz-Birkenau concentration camp. Those plans are signed by Hitler’s deputy, Heinrich Himmler himself. Here is a copy of the plans for Auschwitz-Birkenau, where one million Jews were murdered. Is this too a lie?

This June, President Obama visited the Buchenwald concentration camp. Did President Obama pay tribute to a lie?

And what of the Auschwitz survivors whose arms still bear the tattooed numbers branded on them by the Nazis? Are those tattoos a lie? One-third of all Jews perished in the conflagration. Nearly every Jewish family was affected, including my own. My wife's grandparents, her father’s two sisters and three brothers, and all the aunts, uncles and cousins were all murdered by the Nazis. Is that also a lie?

Yesterday, the man who calls the Holocaust a lie spoke from this podium. To those who refused to come here and to those who left this room in protest, I commend you. You stood up for moral clarity and you brought honor to your countries.

But to those who gave this Holocaust-denier a hearing, I say on behalf of my people, the Jewish people, and decent people everywhere: Have you no shame? Have you no decency?

A mere six decades after the Holocaust, you give legitimacy to a man who denies that the murder of six million Jews took place and pledges to wipe out the Jewish state.

What a disgrace! What a mockery of the charter of the United Nations! Perhaps some of you think that this man and his odious regime threaten only the Jews. You're wrong.

History has shown us time and again that what starts with attacks on the Jews eventually ends up engulfing many others.

This Iranian regime is fueled by an extreme fundamentalism that burst onto the world scene three decades ago after lying dormant for centuries. In the past thirty years, this fanaticism has swept the globe with a murderous violence and cold-blooded impartiality in its choice of victims. It has callously slaughtered Moslems and Christians, Jews and Hindus, and many others. Though it is comprised of different offshoots, the adherents of this unforgiving creed seek to return humanity to medieval times.

Wherever they can, they impose a backward regimented society where women, minorities, gays or anyone not deemed to be a true believer is brutally subjugated. The struggle against this fanaticism does not pit faith against faith nor civilization against civilization.

It pits civilization against barbarism, the 21st century against the 9th century, those who sanctify life against those who glorify death.

The primitivism of the 9th century ought to be no match for the progress of the 21st century. The allure of freedom, the power of technology, the reach of communications should surely win the day. Ultimately, the past cannot triumph over the future. And the future offers all nations magnificent bounties of hope. The pace of progress is growing exponentially.

It took us centuries to get from the printing press to the telephone, decades to get from the telephone to the personal computer, and only a few years to get from the personal computer to the internet.

What seemed impossible a few years ago is already outdated, and we can scarcely fathom the changes that are yet to come. We will crack the genetic code. We will cure the incurable. We will lengthen our lives. We will find a cheap alternative to fossil fuels and clean up the planet.

I am proud that my country Israel is at the forefront of these advances – by leading innovations in science and technology, medicine and biology, agriculture and water, energy and the environment. These innovations the world over offer humanity a sunlit future of unimagined promise.

But if the most primitive fanaticism can acquire the most deadly weapons, the march of history could be reversed for a time. And like the belated victory over the Nazis, the forces of progress and freedom will prevail only after an horrific toll of blood and fortune has been exacted from mankind. That is why the greatest threat facing the world today is the marriage between religious fanaticism and the weapons of mass destruction.

The most urgent challenge facing this body is to prevent the tyrants of Tehran from acquiring nuclear weapons. Are the member states of the United Nations up to that challenge? Will the international community confront a despotism that terrorizes its own people as they bravely stand up for freedom?

Will it take action against the dictators who stole an election in broad daylight and gunned down Iranian protesters who died in the streets choking in their own blood? Will the international community thwart the world's most pernicious sponsors and practitioners of terrorism?

Above all, will the international community stop the terrorist regime of Iran from developing atomic weapons, thereby endangering the peace of the entire world?

The people of Iran are courageously standing up to this regime. People of goodwill around the world stand with them, as do the thousands who have been protesting outside this hall. Will the United Nations stand by their side?

Ladies and Gentlemen,

The jury is still out on the United Nations, and recent signs are not encouraging. Rather than condemning the terrorists and their Iranian patrons, some here have condemned their victims. That is exactly what a recent UN report on Gaza did, falsely equating the terrorists with those they targeted.

For eight long years, Hamas fired from Gaza thousands of missiles, mortars and rockets on nearby Israeli cities. Year after year, as these missiles were deliberately hurled at our civilians, not a single UN resolution was passed condemning those criminal attacks. We heard nothing – absolutely nothing – from the UN Human Rights Council, a misnamed institution if there ever was one.

In 2005, hoping to advance peace, Israel unilaterally withdrew from every inch of Gaza. It dismantled 21 settlements and uprooted over 8,000 Israelis. We didn't get peace. Instead we got an Iranian backed terror base fifty miles from Tel Aviv. Life in Israeli towns and cities next to Gaza became a nightmare. You see, the Hamas rocket attacks not only continued, they increased tenfold. Again, the UN was silent.

Finally, after eight years of this unremitting assault, Israel was finally forced to respond. But how should we have responded? Well, there is only one example in history of thousands of rockets being fired on a country's civilian population. It happened when the Nazis rocketed British cities during World War II. During that war, the allies leveled German cities, causing hundreds of thousands of casualties. Israel chose to respond differently. Faced with an enemy committing a double war crime of firing on civilians while hiding behind civilians – Israel sought to conduct surgical strikes against the rocket launchers.

That was no easy task because the terrorists were firing missiles from homes and schools, using mosques as weapons depots and ferreting explosives in ambulances. Israel, by contrast, tried to minimize casualties by urging Palestinian civilians to vacate the targeted areas.

We dropped countless flyers over their homes, sent thousands of text messages and called thousands of cell phones asking people to leave. Never has a country gone to such extraordinary lengths to remove the enemy's civilian population from harm's way.

Yet faced with such a clear case of aggressor and victim, who did the UN Human Rights Council decide to condemn? Israel. A democracy legitimately defending itself against terror is morally hanged, drawn and quartered, and given an unfair trial to boot.

By these twisted standards, the UN Human Rights Council would have dragged Roosevelt and Churchill to the dock as war criminals. What a perversion of truth. What a perversion of justice.

Delegates of the United Nations,

Will you accept this farce?

Because if you do, the United Nations would revert to its darkest days, when the worst violators of human rights sat in judgment against the law-abiding democracies, when Zionism was equated with racism and when an automatic majority could declare that the earth is flat.

If this body does not reject this report, it would send a message to terrorists everywhere: Terror pays; if you launch your attacks from densely populated areas, you will win immunity. And in condemning Israel, this body would also deal a mortal blow to peace. Here's why.

When Israel left Gaza, many hoped that the missile attacks would stop. Others believed that at the very least, Israel would have international legitimacy to exercise its right of self-defense. What legitimacy? What self-defense?

The same UN that cheered Israel as it left Gaza and promised to back our right of self-defense now accuses us –my people, my country - of war crimes? And for what? For acting responsibly in self-defense. What a travesty!

Israel justly defended itself against terror. This biased and unjust report is a clear-cut test for all governments. Will you stand with Israel or will you stand with the terrorists?

We must know the answer to that question now. Now and not later. Because if Israel is again asked to take more risks for peace, we must know today that you will stand with us tomorrow. Only if we have the confidence that we can defend ourselves can we take further risks for peace.

Ladies and Gentlemen,

All of Israel wants peace.

Any time an Arab leader genuinely wanted peace with us, we made peace. We made peace with Egypt led by Anwar Sadat. We made peace with Jordan led by King Hussein. And if the Palestinians truly want peace, I and my government, and the people of Israel, will make peace. But we want a genuine peace, a defensible peace, a permanent peace. In 1947, this body voted to establish two states for two peoples – a Jewish state and an Arab state. The Jews accepted that resolution. The Arabs rejected it.

We ask the Palestinians to finally do what they have refused to do for 62 years: Say yes to a Jewish state. Just as we are asked to recognize a nation-state for the Palestinian people, the Palestinians must be asked to recognize the nation state of the Jewish people. The Jewish people are not foreign conquerors in the Land of Israel. This is the land of our forefathers.

Inscribed on the walls outside this building is the great Biblical vision of peace: "Nation shall not lift up sword against nation. They shall learn war no more." These words were spoken by the Jewish prophet Isaiah 2,800 years ago as he walked in my country, in my city, in the hills of Judea and in the streets of Jerusalem.

We are not strangers to this land. It is our homeland. As deeply connected as we are to this land, we recognize that the Palestinians also live there and want a home of their own. We want to live side by side with them, two free peoples living in peace, prosperity and dignity.

But we must have security. The Palestinians should have all the powers to govern themselves except those handful of powers that could endanger Israel.

That is why a Palestinian state must be effectively demilitarized. We don't want another Gaza, another Iranian backed terror base abutting Jerusalem and perched on the hills a few kilometers from Tel Aviv.

We want peace.

I believe such a peace can be achieved. But only if we roll back the forces of terror, led by Iran, that seek to destroy peace, eliminate Israel and overthrow the world order. The question facing the international community is whether it is prepared to confront those forces or accommodate them.

Over seventy years ago, Winston Churchill lamented what he called the "confirmed unteachability of mankind," the unfortunate habit of civilized societies to sleep until danger nearly overtakes them.

Churchill bemoaned what he called the "want of foresight, the unwillingness to act when action will be simple and effective, the lack of clear thinking, the confusion of counsel until emergency comes, until self-preservation strikes its jarring gong.”

I speak here today in the hope that Churchill's assessment of the "unteachibility of mankind" is for once proven wrong.

I speak here today in the hope that we can learn from history -- that we can prevent danger in time.

In the spirit of the timeless words spoken to Joshua over 3,000 years ago, let us be strong and of good courage. Let us confront this peril, secure our future and, God willing, forge an enduring peace for generations to come.


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

«A CULTURA INCULTA» e «GIGANTES E ANÕES» - ALLAN BLOOM



«A CULTURA INCULTA»
ENSAIO SOBRE O DECLÍNIO DA CULTURA GERAL
DE CMO A EDUCAÇÃO SUPERIOR VEM DEFRAUDANDO A DEMOCRACIA
E EMPOBRECENDO OS ESPÍRITOS DOS ESTUDANTES DE HOJE

ALLAN BLOOM ( PRÓLOGO DE SAUL BELLOW )
PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA
Edição nº 104242 / 4655
Depósito legal nº 22375 / 88

GIGANTES E ANÕES
ALLAN BLOOM
PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA
Edição nº 104263 / 5507
Depósito legal nº: 51913 / 91


TRÊS GRANDES TEMAS - PROFESSORES, LIVROS E EDUCAÇÃO - CONSTITUEM ESTES
ENSAIOS, EM QUE BLOOM EXPLICA POR QUE RAZÃO NÃO É CONSERVADOR NEM ÉLI-
TISTA; EM QUE CRITICA TEORIAS LIBERAIS DA JUSTIÇA; EM QUE ELOGIA PENSADORES CONTEMPORÂNEOS COMO KOJÈVE, RAYMOND ARON E LEO STRAUSS;
EM QUE ANALISA AS DEFICIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE MODERNA; EM QUE INTERPRETA OBRAS DE PLATÃO, SHAKESPEARE, SWIFT E ROUSSEAU...
ESCRITOS COM PAIXÃO, MAS COM RIGOR, E COM UMA INTUIÇÃO QUE JÁ CONQUISTOU O PÚBLICO, ESTES ENSAIOS CONFIRMAM ALLAN BLOOM COMO O MAIS OUSADO E CONTROVERSO PENSADOR AMERICANO DO FINDAR DO SÉCULO XX...


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

«O CONHECIMENTO INÚTIL» - ´Será que a Comunicação é o contràrio da Informação? `- Jean-François Revel





      «O CONHECIMENTO INÚTIL»
´Será que a Comunicação é o contrário da Informação? `
Jean-François Revel
Edição nº 104 252 / 5017
Depósito Legal nº 33365 / 89






«Nunca a comunicação foi tão abundante, tão rápida e tão imediatamente difundida por todo o mundo como nos nossos dias. É um facto indiscutível que vivemos, e vamos viver cada vez mais na era da informação.
Teoricamente, os responsáveis pelas decisões políticas, económicas, sociais e culturais trabalham nas melhores condições de sempre e. por outro lado, a opinião pública tem ao seu dispor a informação necessária para julgar e avaliar as decisões dos seus dirigentes. Na prática, contudo, as coisas não correm tão bem como se poderia esperar.
É exactamente este o facto que está na origem do presente livro ao longo do qual se levantam uma série de questões cruciais como, por exemplo: «Será que os inúmeros conhecimentos e informações de que dispomos nos conduzem a tomar melhores decisões?», «Será que desejamos utilizar o conhecimento que possuímos?» ou ainda: «Será que a comunicação é o contrário da informação?»
Partindo dos seus já conhecidos polémicos pontos de vista e da sua extraordinária capacidade demonstrativa, Jean François Revel oferece aos leitores uma vasta panorâmica dos problemas actuais da informação e da desinformação, levando-os simultaneamente a reflectir sobre o que a natureza humana deseja, ou não, para si mesma.»


...EXISTE UM FACTOR DECISIVO, NA INFLUÊNCIA QUE O CONHECIMENTO PODE EXERCER NA VIDA É O TEMPO. COMPREENDER DEMASIADO TARDE, É COMO NÃO COMPREENDER, OU, EM TODO O CASO, NÃO A TEMPO PARA AGIR UTILMENTE.
A BANALIDADE INTERESSEIRA QUE É DIFUNDIDA PELOS HOMENS DE ESTADO, SEGUNDO A QUAL A ARTE DE GOVERNAR CONSISTIRIA EM «DAR TEMPO AO TEMPO», NÃO PASSA DA MAQUILHAGEM DA IRRESOLUÇÃO.


«BOATOS» - ´O meio de comunicação mais velho do mundo` - Jean-Noël Kapferer



          «BOATOS»
´O meio de comunicação mais velho do mundo`
Jean-Noël Kapferer
Publicações Europa-América
Edição nº 104238 / 4542
Depósito legal nº 21034 / 88


«Os boatos estão por toda a parte...
Verdadeiros? Falsos? Quando nascem? Como circulam? Quem os procura? Quem os propaga?
Jean-Noël Kapferer, com a ajuda de numerosos exemplos conhecidos de todos, explica este fenómeno simultaneamente familiar e, curiosamente, ainda pouco conhecido. Analisa a utilização dos boatos na política, na concorrência entre empresas, na vida das estrelas e no dia-a dia de todos nós. Por fim, explora as reacções possíveis: poder-se-à abafar um boato?»







terça-feira, 22 de setembro de 2009

O «EMINENTE» E «SISUDO» GRANDE PATRIOTA ( G P ), COMO EM POLÍTICA NADA REPRESENTA PODE DAR-SE AO LUXO DE DIZER O QUE LHE VEM À CABEÇA






FULANOS QUE TUDO FIZERAM PARA LEVAR A DIREITA AO PODER, COMBATENDO AS FORÇAS QUE
SENDO DE ESQUERDA, ERAM UM ÓBICE À SUA TAREFA CONTRA-REVOLUCIONÁRIA, DÃO-SE AO
ANACRONISMO DE APARECER EM TODAS AS CONTENDAS POLÍTICAS OFICIAIS E DIZEM O QUE
MAIS NINGUÉM PODE DIZER, MESMO QUE SAIA ASNEIRA E ENTRE MOSCA!...

NO FUNDO QUEREM «CAVACO» PARA QUE SE SAIBA QUE ESTÃO VIVOS E DISPOSTOS
A GANHAR A VIDA...

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