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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Retrato de Frei Henri Lacordaire





                                                      Gravura de A. Martinet (1866) 
                                     Perdeu-se o retrato original de Jean Bonnassieux (1840)

                 
                                                                    «Fort comme le diamant: plus tendre
                                                                              qu'une mère»          
                                                                                                              Le Père Lacordaire




in «Le R. P. H.-D. Lacordaire
de l'Ordre des Frères Prêcheurs
«Sa vie intime et religieuse»
par le R. P. B. Chocarne O. P.

Librairie Ve. Poussielgue et Fils, 1866
Paris


sábado, 31 de janeiro de 2015

«D. QUICHOTE - REI DE PORTUGAL» - Obra com quatro prefácios,Três capítulos, Numerosas notas e Muitas mais virtudes.












«D. QUICHOTE - REI DE PORTUGAL»

Obra com quatro prefácios,
Três capítulos,
Numerosas notas e
Muitas mais virtudes

Thomaz Ribeiro Colaço

Edições SIT Lisboa
367 págs.
s/d

Composto e impresso na
Sociedade Industrial de Tipografia Limitada
R. Almirante Pessanha, 3 e 5 (ao Carmo) / Lisboa


Do Prefácio Subjectivo


«Não sei bem se a imparcialidade existe; espero que não. Acredito mais no amor, em todos os seus desdobramentos e ramificações, mesmo os intelectuais.
Quando em nome da justiça, ou do dever, ou da obediência a uma regra aceite, a consciência de um homem decide contra ele ou contra um amigo dele, todos lhe louvam a imparcialidade; e a mim parece-me que ele antes obedece ao amor humano pela justiça, pelo dever, pela objectividade da regra; um amor espiritual mas vivo que ele sobrepõe a interesses ou preferências, precisamente porque é amor.
Seremos todos, sempre, a resultante de subjectivismos em acção. Imparcialidade é um verbo sem sujeito.
Este livro não aspira portanto a ser uma obra imparcial; nem sequer possuir nenhuma das virtudes, como essas atribuídas costumeiramente aos medonhos ensaios de « crítica literária », de « crítica histórica », de « filosofia política », que sei eu.
Ele não é nem quer ser mais nada senão uma obra de amor, ardentemente raciocinado.
Um dos resultados deste empenho é ter eu de escrever um livro com bastantes prefácios. Quatro, se não forem precisos mais.
O motivo permissível do prefácio escrito pelo autor reside na definição condensada do pensamento ou da posição mental que a obra reflecte. O prefácio marca assim o ângulo espiritual em que o autor se colocou para escrever a obra: ângulo a que conduz o leitor, para esta a apreender de uma determinada perspectiva e nesta se manter durante a leitura.
Os ângulos, as perspectivas, são neste caso numerosos, aparentemente desconexos. Pertencem à construção da obra várias coisas que não fazem parte dela, mas que a alimentam e a explicam; não ficariam certas se amontoadas num prefácio apenas.
Usarei pois o direito que me assiste, penso eu, de escrever quantos prefácios se me afigurem convenientes; para marcar outros tantos ângulos, para definir outras tantas perspectivas, para montar as várias ribaltas e gambiarras criadoras da iluminação a que obra deve ser vista.
Este é o «Prefácio Subjectivo».
Se penso que todos somos subjectivismo em acção, haverei de pensar que em mim mesmo, como num qualquer pedaço de terra humana, serpenteiam raízes na busca de seivas para o que escrevo.
Encontro algumas, ou muitas.
Aparecem no que vai ser afinal uma breve página de memórias íntimas.»

(págs. 9 e 10)


INDÍCE

1º Prefácio - Prefácio Subjectivo
2º Prefácio - O Complexo da Omissão
3º Prefácio - A Propaganda
4º Prefácio - D. Sebastião e Camões

Notas Biográficas de Miguel de Cervantes Saavedra
Capítulo I - A Tese Espanhola
Capítulo II - A Denúncia Política

Parte I - A Sentença de Byron
Parte II - A Presença no Espírito
Parte III - A Presença na Obra
Capítulo III - A Filha de Cervantes
Notas


Tentativa de Interpretação Simples da «Teoria da Relatividade Restrita» - Gago Coutinho






Tentativa de Interpretação Simples da
  «Teoria da Relatividade Restrita»

         por Gago  Coutinho


Coimbra, Imprensa da Universidade - 1926
86 págs.
(Separata de «O Instituto», vol. 73º, nº 3)

Parte 1ª - Dedução das fórmulas - pag. 5
Parte 2ª Discussão das fórmulas - pág. 27
Parte 3ª Aplicação de algumas experiências de física - pág. 53
Parte 4ª Resumo e conclusões - pág. 79

Lisboa, 1926 - Julho


sábado, 10 de maio de 2014

«AS PAREDES EM LIBERDADE» - ´Lobo Mau` - Editorial Teorema (fotos de ´graffitis`) - Lisboa 1974


Nota preliminar: As fotos da capa e contra-capa desta importante publicação já foram em tempos postadas em um ´blog` de um ´espaço` que o detentor deste ´blog`deteve no ´Windows Live` . Tendo sido esbulhado desse espaço, pela ´Microsoft`, juntamente com imensas fotos, achou seu dever repor neste ´blog`, sempre respeitado pela ´Google`, algumas breves notas que permitem conhecer a existência desta enorme riqueza!...


                                                                        CAPA



«AS PAREDES DA LIBERDADE»
  LOBO MAU
editora TEOREMA
Lisboa - 1974

Fotografias: José Marques
Maquete: Fernando Felgueiras e Amélia Afonso
EDITORIAL TEOREMA, 1974
R. do Cardal de S. José, 14 - Lisboa-2

composto   e   impresso
n a s   o f c i n a s      de
guide -   artes  gráficas
em 1de agosto de 1974
para a editorial teorema


Esta pequena-grande obra, contém 148 páginas, sendo a primeira de apresentação e as restantes 147 reproduzem em cada uma delas fotos das paredes com ´graffiti` de Lisboa em Maio/Junho de 1974.




CONTRA-CAPA





Página impressa:

«Ao longo de 48 anos, as paredes e os muros fizeram parte da imprensa clandestina portuguesa. Na calada da noite, arriscando a integridade física, mãos anónimas redigiam apressadamente a palavra de ordem, a crítica, o ataque antifascista.
Foi assim que as nossas paredes e os nossos muros passaram a ser um reflexo vivo da nossa consciência política, do nosso inconformismo, da nossa ânsia de liberdade em plena opressão.
Com o 25 de Abril, já conquistada a liberdade, as inscrições murais multiplicaram-se, verificando-se uma extrema diversidade de directrizes e de opiniões. Dir-se-ia até que a imprensa mural, por esse Portugal fora, se revitalizou intensamente, reflectindo uma pluralidade de pensamento só exprimível abertamente em democracia.
As inscrições recolhidas neste livro foram fotografadas, em Maio/Junho de 1974, em Lisboa. Muitas delas espalharam-se por todo o País, atingindo assim repercussão nacional.
Ao fazer tal recolha, houve a preocupação de nada ocultar e de proporcionar a mais ampla visão de tais inscrições. Elas aí ficam com o seu lirismo, a sua agressividade, a sua esperança, a sua ingenuidade, o seu ódio. o seu humor, a sua firmeza revolucionária.»


Crise juvenil anos 60'

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