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quarta-feira, 25 de abril de 2012

NOVA INTERFACE - ´BLOGGER`

À ATENÇÃO DA BLOGGER


Dada a minha inabilidade para entender o que a ´Blogger` pretende, decerto por bem, com a nova interface estou deveras apreensivo pois não sei como migrar! Sem a ajuda dos especialistas da´Blogger` será penoso, senão impossível dadas as minhas dificuldades de saúde, idade, problemas posturais e muita ignorância destes assuntos técnicos, poder impedir a perda de tanto trabalho e a possibilidade de continuar!


SOCORRO!!!


Alcyone/Skocky


P. S. - Será que alguém me pode dar dicas?!...

«OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO» - JEAN DANIÉLOU - 1959




«OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO»
        JEAN DANIÉLOU
Tradução de Maria Margarida e
 José Domingos Morais
Círculo do Humanismo Cristão
Livraria Morais Editora - 1959
Nota: Este livro, traduzido do francês foi enriquecido 
          por um ´Apêndice`! Assim a tradução do original
          ocupa 107 págs., com o ´Apêndice` o livro atinge
          136 págs.
Versão original: 
«LES MANUSCRITS DE LA MER MORTE
  ET LES ORIGINES DU CHRISTIANISME»
Ed. de L'Orante
Paris - 1957


Por motivos práticos iniciaremos pela tradução portuguesa, e acrescentaremos o que se refere à edição francesa de 1974!...


O objectivo deste pequeno livro não é, de maneira nenhuma, escrever a história da descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, nem fazer o balanço do seu conteúdo. Para isso o Auto aconselha os trabalhos dos eminentes especialistas que eram o Prof. Millar Burrows, o P.e de Vaux, o Prof. Brownlee, Dupont-Sommer, o P.e Milik e nuitos outros. O único problema que Daniélou quer aqui examinar  - ou, pelo menos, tentar colocar correctamente - é o das relações entre o meio que os manuscritos descobertos nos dão a conhecer e as origens do cristianismo.
Dado o interesse considerável suscitado por esta questão, as considerações fantasistas a que, por vezes, deu lugar, levaram o Autor a tentar tomá-la como assunto de três conferências pronunciadas nesse ano de 1957. É esse texto que é publicado nesta obra, completando-as com referências. 


Encontrando-se a obra esgotada havia já muito tempo o então Cardeal Daniélou decidiu reeditá-la, mas de facto não se trata de uma simples reedição, antes de um texto revisto, corrigido e completado. 
Com efeito, desde 1957, novos textos de QUMRAN foram editados, dos quais o Autor teve pleno conhecimento. Sobretudo as relações da comunidade essénia e do cristianismo original, foram objecto de numerosos estudos. O mais importante foi a de Hubert Braun, «Qumran und das Neue Tetament - 2 vols.» (´Qumran e o Novo Testamento`), Tubingen, 1966. Aí se discute todas as relações e achegas propostas, em particular pelo livro de Daniélou. Este tomou conhecimento da obra alemã em ´Recherches de Science Religieuse` 56 (1968) 110-115.
Daniélou agradece a Jean Carmignac, pois a revista por este fundada, La ´Revue de Qumran` contém artigos de relevo. Também agradece a Pierre de Menasce. Assim sendo, poderá afirmar-se que a nova edição francesa torna a versão portuguesa um pouco antiquada!


Nota sobre o apêndice à edição portuguesa: Foram os tradutores portugueses que entenderam ser do maior interesse fazer seguir as três conferências atrás traduzidas duma discussão entre Jean Daniélou e o investigador judeu H, L. del Medico na presença e, até certo ponto, sob a direcção do periódico francês L'Express. São aí discutidas as posições de Dupont-Sommer, de Jean Daniélou e de del Medico!







«Les manuscrits de la Mer Morte et les origines du christianisme»
  Nova Edição Revista e Aumentada pelo autor no ano da sua 
  morte súbita e em condições estranhas! (1974)
Livre de Vie
Édition de L'Orante 
Paris 1974

terça-feira, 24 de abril de 2012

«THE MESSAGE OF THE SCROLLS» - YIGAEL YADIN - («A MENSAGEM DOS ROLOS»)




«THE MESSAGE OF THE SCROLLS»
  YIGAEL YADIN
A Touchstone Book
 Published by
SIMON AND SCHUSTER
NEW YORK - 1957
SBN 671-20420-3




Os Rolos do Mar Morto, tendo sido descobertos em 1947, encontram neste livro a manifestação de alegria do autor que o escreve e dá à estampa precisamente para assinalar esse monumental acontecimento.
O autor consagrado Arqueólogo e General do Exército de Israel, era filho de eminente Prof. E. L. Sukenik, que que comprou os três primeiros manuscritos completos para a Universidade Hebraica de Jerusalém.
YIGAEL YADIN, como Arqueólogo interessou-se por outras escavações além das referentes às de Khibert QUMRAN. Assim, dedicou-se a escavações e pesquisas em MEGIDO, MASSADA e HAZOR!
É importante referir que as suas pesquisas em MASSADA, em colaboração com outros cientistas israelitas, permitiu uma ligação entre os resistentes  Zelotas e a Comunidade Sadocita de QUMRAN!


O Major-General Yigael Yadin, tal como um Lawrence da Arábia de uma outra geração, era especializado quer em Arqueologia, quer na arte da guerra! Tornou-se Chefe do Estado-Maior do Exército de Israel aos 30 anos de idade!... Durante a guerra Israelo-Árabe que rebentou em 1948, desenvolveu uma estratégia de fazer a guerra no deserto em parte baseada no seu estudo da Bíblia e consequente investigação das campanhas decorridas pelos Hebreus tais como são descritas no Antigo Testamento!
Quando redigiu este livro era Leitor em Arqueologia na Universidade Hebraica de Jerusalém, encontrando-se encarregado da mais ampla escavação em Israel, o local de HAZOR, a mais importante cidade Cananeia, conquistada por JOSUÉ, outro famoso general Judeu de aproximadamente 3.300 anos atrás!...

                                                              YIGAEL  YADIN

segunda-feira, 23 de abril de 2012

«OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO» - JOHN MARCO ALLEGRO («THE DEAD SEA SCROLLS»)




«OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO»
 JOHN MARCO ALLEGRO
Tradução de Eurico da Costa
COLECÇÃO ESTUDOS E DOCUMENTOS - nº 9
PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA
LISBOA-1958
(Impresso durante o mês de Agosto de 1958)
279 págs.
Título original: «THE DEAD SEA SCROLLS»
PEGUIN BOOKS - 1956




Foi nos começos do verão de 1947 que um pastor árabe encontrou numa gruta cerca do Mar Morto, vasos que continham sete pergaminhos. Este acontecimento fortuito deu lugar à mais sensacional descoberta no campo da arqueologia bíblica. Manuscritos do livro de Isaías cuja antiguidade era superior de mil anos, aproximadamente, aos textos hebreus (massoréticos) do Antigo Testamento, constituiam as primícias de uma série de de descobertas de textos que se verificou formarem parte da biblioteca de uma comunidade monástica judaica que viveu antes da época de Cristo e durante os primeiros anos da era cristã. 
A descoberta destes manuscritos na região do Mar Morto ofereceu aos investigadores um material riquíssimo para o estudo das seitas judaicas, das comunidades monásticas judaicas e das origens do Cristianismo.
Este livro que celebrizou o autor, John Marco Allegro, é uma das várias tentativas de delineamento do esquema geral dos resultados obtidos até à data e do que podia esperar-se, ou já era adquirido, durante estudos rigorosos e exaustivos de erudição e de investigação. A crítica considerou-o - e muito justamente até alguns anos após, quando J.M. Allegro se tornou um dissidente (´maverick`), que movido pela impaciência e motivado por opiniões pessoais, quiçá já acalentadas no seu foro íntimo -
um dos mais simples e de fácil leitura de quantos livros foram escritos sobre uma sólida base científica mas o estilo é acessível e vivo.
John Marco Allegro não era um vulgarizador, antes um especialista altamente dotado para comunicar (como irá mostrar quando decidiu emitir opiniões pessoais, eminentemente subjectivas e que lhe permitiam afirmar o que decidia ser a autenticidade e verdade das suas pesquisas!...) em linguagem simples os resultados das suas investigações à época em que escreveu a presente obra. 
Allegro participou do grupo internacional de sábios e de investigadores que em Jerusalém restituiram, transcreveram e publicaram os «Manuscritos do Mar Morto». Era uma autoridade mundial na matéria que neste livro relata uma página, até aí desconhecida,  da História da Humanidade.


A presente obra quase de certeza foi a segunda a ser traduzida e publicada em Portugal!


http://books.google.pt/books/about/The_Dead_Sea_scrolls.html?id=ZiwPAQAAIAAJ&redir_esc=y




«OS DOCUMENTOS DO MAR MORTO» - MILLAR BURROWS («THE DEAD SCROLLS»)




«OS DOCUMENTOS DO MAR MORTO»
       MILLER  BURROWS
Professor Emérito de Teologia Bíblica da Universidade de YALE
Tradução de Irondino Teixeira de Aguilar
Título do original em língua inglesa:
«THE DEAD SEA SCROLLS» (1956)
PORTO EDITORA, LIMITADA
PORTO (1957? /1958?)
450 págs.
(A imagem da capa é a mesma da 1ªedição 
francesa da ROBERT LAFFONT- 1957)




Esta é provavelmente a primeira obra, traduzida e editada em Portugal, sobre as descobertas que espantaram o mundo, efectuadas entre 1947 e 1956 junto ao MAR MORTO, na JUDEIA num local geográfico então sob soberania Jordana! Esse facto dificultou logo no início o devido controlo sobre os ´rolos`encontrados e verdadeiramente só após a Guerra dos Seis Dias com a conquista do território por Israel, foi possível levar a cabo de modo ordenado todo o trabalho até então realizado!
O autor era já na altura um prestigiado erudito em questões referentes às escritura Judaico-Cristãs. Ora tendo os primeiros rolos, que constituem aquilo a que se convencionou chamar «OS DOCUMENTOS DO MAR MORTO», começado a ser descobertos em 1947, logo se iniciou a sua decifração e começou a surgir de toda a parte uma literatura abundante sobre o assunto, tornando-se difícil para o profano fazer uma escolha.
Esta obra veio, na altura, tirar de embaraços o homem vulgar interessado na matéria. Millar Burrows, na altura decano do Departamento de Línguas e Literaturas do Próximo Oriente na Universidade de YALE, era considerado a maior autoridade americana em matéria de pesquisas orientais; por duas vezes director da Escola Americana de Pesquisas Orientais em Jerusalém, encontrava-se nesse posto na altura da descoberta dos documentos do mar Morto. Assim a narração que nos faz das peripécias deste caso (descobertas e discussões)  foi considerada como a mais segura, e, ao mesmo tempo, a mais apaixonante da quantas se fizeram até à data da publicação desta notável obra!




NOTA: A bibliografia presente na edição portuguesa é completa e respeita a edição original!





«LES MANUSCRITS DE LA MER MORTE»
    («THE DEAD SEA SCROLLS»)
      MILLER BURROWS
Tradução do americano por: M. GLOTZ e M.-T. FRANCK
(tenha-se em atenção que desde 1957 houve várias edições francesas
 na mesma editora - a famosa ROBERT LAFFONT)
ROBERT LAFFONT
PARIS-1972
494 págs.
D.L., 2º trimestre de 1972.
Editor, nº 4673
Impressor, nº 3893


NOTA: As várias reimpressões com diferentes capas nunca actualizaram a bibliografia da edição original e constante da edição da PORTO EDITORA!...






«DEAD SEA SCROLLS» 
  EDIÇÃO ORIGINAL
SECKER WARBURG
LONDRES-1956




http://books.google.pt/books/about/The_Dead_Sea_scrolls.html?id=1_CwAAAAIAAJ&redir_esc=y

domingo, 22 de abril de 2012

«LES MANUSCRITS DU DÉSERT DE JUDA» - (´OS MANUSCRITOS DO DESERTO DE JUDÁ`) - GÉZA VERMÈS





«LES MANUSCRITS DU DÉSERT DE JUDA» - nº533
(´OS MANUSCRITOS DO DESERTO DE JUDÁ`)
GÉZA VERMÈS 
Doutor em Teologia
Licenciado em História e Línguas Orientais
Segunda Edição (1954)
Primeira Edição (1953)
Extensa bibliografia, índice remissivo, 9 ilustrações e índice.
220 págs.
DESCLÉE  & Cie, Tournai (Belg.)
PARIS- TOURNAI - ROME - NEW YORK






NIHIL OBSTAT: Paris, 8 de Outubro de 1953
                            Henri Cazelles P. S. S. (Padre de S. Sulpício)
IMPRIMATUR: Paris, 9 de Outubro de 1953
                          Michel Potevin v. g. (Vigário Geral)


Traduzido para inglês em 1956:
«DISCOVERY IN THE JUDEAN DESERT»





Este é o 1º livro daquele que hoje é uma referência respeitada unanimemente devido ao seu decisivo contributo para o estudo, esclarecimento e divulgação das descobertas ocorridas entre 1947 e 1956 em Khibert QUMRAN e imediações!...
O autor de origem húngara e de família judaica, foi baptizado e ordenado Presbítero Católico Romano, tendo abandonado o ministério em 1957! Mais tarde voltou ao Judaísmo...
Contrariamente a outros, tais JOHN MARCO ALLEGRO, GÉZA VERMÈS procura dispensar nesta obra o que até à data se sabia sobre os famosos «ROLOS DO MAR MORTO», tomando para isso o devido cuidado em abster-se de conclusões precipitadas e subjectivas. A sua principal preocupação, que explicita na introdução à presente obra é atingir o público menos preparado cientificamente!
Trabalhou em equipa mantendo a sua capacidade crítica, porém respeitando quem antes dele se encontrava no terreno; esta atitude de evitar protagonismos desnecessários, bem como a impaciência devido ao atraso das publicações dos materiais encontrados,  valeram-lhe o respeito de todos os que com ele trabalharam ao longo de uma vida fértil em publicações de artigos e livros que o tornaram célebre!



sexta-feira, 20 de abril de 2012

«OS JUDEUS» - ´FÉ E DESTINO` - PAUL DÉMANN




 «OS JUDEUS»
´FÉ E DESTINO`
PAUL DÉMAN
Tradução: Uma religiosa de Sion
Colecção «SEI E CREIO»
´Enciclopédia do Católico do Século XX` - nº 134
LIVRARIA EDITORA FLAMBOYANT - 1962
BRASIL


Edição original: «LES JUIFS» - ´FOI ET DESTIN`
Colection «JE SAIS-JE CROIS» - Nº 134
´Encyclopédie du catholique au XXème siècle`
Librairie Arthème Fayard
PARIS - 1961


NOTA INICIAL: Foi em Setembro de 1952 que Robert Barrat apelou a Stanislas Fumet, 
e na qual participou G. - H. de Radkowski, ao lançamento de uma enciclopédia católica que evitasse os erros da velha ´apologética` !
Daniel Rops tomou a direcção da colecção que tem a designação acima referida e foi
assistido pelo saudoso Jean-Marie Paupert!
Pensou-se no início incluí-la na CCIF - Centro Católico dos Intelectuais Franceses e mesmo na velha colecção «ECCLESIA». Finalmente, optou-se pela ARTHÈME!...


A Igreja Católica encontrava-se no termo do Pontificado de PIO XXII e a ideia desta colecção serviu para dar aos leigos um enquadramento teológico que os preparasse para o Concílio VATICANO II, que na altura ainda nem se almejava no horizonte! ...
Com JOÃO XXII e PAULO VI, tudo se facilitou e foi finalmente possível o lançamento de livros sem a necessidade de atacar outras confissões ou religiões!


A obra em epígrafe, foi por mim escolhida dadas as minhas raízes familiares e em homenagem ao POVO DA ALIANÇA!


É interessante notar que a obra antes de editada e até escrita teve duas designações diferentes: OS JUDEUS NOSSOS IRMÃO MAIS VELHOS (´Aînés dans la fois: les Juifs`) e OS JUDEUS VETERANOS DA FÉ!


Ainda hoje, para muitos cristãos, a história do judaísmo termina com o nascimento do cristianismo ou, pelo menos, sepulta-se nas trevas de uma sobrevivência miserável e decadente. Não serão porém essas trevas as da ignorância, ou talvez, as trevas do desconhecimento que séculos de separação, de conflito e de ressentimento autorizaram e propagaram? Ora eis que o mundo cristão descobriu com surpresa que esse ´fóssil`  «VIVE»; que depois da mais terrível catástrofe da sua história - seis milhões de judeus consumidos pelos fornos crematórios dos nazis retornou à TERRA SANTA e recriou um Estado judeu moderno: «ISRAEL»?!...




quinta-feira, 19 de abril de 2012

«LEMBRE-SE» («IZKOR») - «PARA QUE A TERRA NÃO ESQUEÇA



               Em memória de uma mulher extraordinária: Lia Feiner Tavares da Silva
     Conheci-a, menino ainda e com ela e o marido, de perto privei na Cidade da Beira
                                                        JUDIA POLACA, de LODZ
        Conseguiu escapar à barbárie nazi, casar com um português muito culto e
          tornar-se uma referência de cultura quer nas letras, quer nas artes e uma 
          espantosa bibliotecária!.... Soube quando fui de férias à Beira que estava a
               residir em Lourenço Marques (Maputo) aonde exercia as funções 
              de bibliotecária! Reencontrei-a no Café Monte-Carlo entre 1982-83!...
       A comunidade Judaico-Israelita de Lisboa deveria dar-lhe o relevo que merece!







                                                                    1ª Edição





                                                                    Edição recente


«PARA QUE A TERRA NÃO ESQUEÇA»
  LÉON WELICZKER WELLS
Tradução: Baptista Bastos e Manuel Azevedo
LIVRARIA BERTRAND




Será que a Terra tem falta de memória ou o genocídio está inacabado?!...




                                                          Capa do nº de Janeiro de 1979












http://dererummundi.blogspot.pt/2010/11/memoria-corroida.html

sexta-feira, 13 de abril de 2012

«A ANGÚSTIA DO TEMPO PRESENTE E OS DEVERES DO ESPÍRITO» - 1953 - 8º ENCONTRO INTERNACIONAL DE GENEBRA



                 «A ANGÚSTIA DO TEMPO PRESENTE E OS DEVERES DO ESPÍRITO»


                    RAYMOND DE SAUSSURE - PAUL RICOEUR - MIRCEA ELIADE
                  ROBERT SCHUMAN - GUIDO CALOGERO - FRANÇOIS MAURIAC


(1953) 8º dos


«ENCONTROS INTERNACIONAIS DE GENEBRA»
        ´Texto integral das conferências e debates`
            Tradução de MÁRIO BRAGA


PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA
Edição nº 8012/1404
Lisboa, Novembro de 1968
464 págs.


Título original: »L'ANGOISSE DU TEMPS PRÉSENT ET LES DEVOIRS DE L'ESPRIT»
Les Éditions de la Baconnière, Neucâtel, 1953
388 págs.




Nenhuma assembleia internacional, nenhum agrupamento de intelectuais, de artistas ou de pensadores veio a ter, nas décadas que se sucederam à 2ª Guerra Mundial, a projecção universal dos ENCONTROS INTERNACIONAIS DE GENEBRA, reunião magna das principais figuras das diversas escolas de pensamento e da actividade filosófica, política e social do mundo contemporâneo.
Periodicamente, reúne-se essa assembleia para discutir os mais graves problemas que nos afligem e que perturbam a vida a vida hodierna, ou porque se referem a novos aspectos de comportamento social, ou porque são ainda manifestações informes de um ´novo homem` que dia a dia se vai revelando, ou porque se situam na crista de uma problemática cada vez mais vasta e enredada em tão melindrosas implicações que só a dicussão serena e a exposição leal de pontos de vista, contrditórios que sejam, poderá esclarecer.
Encontramos neste volume, , segundo orientações extremamente diferenciadas e por vezes antagónicas, todos os momentos das discussões desenroladas em Genebra, durante as conferências que abordam o tema da angústia.
Assim, o Dr. Raymond de Saussure manteve-se fiel, na sua comunicação de psicanalista, ao papel da observação e da clínica. Paul Ricoeur tentou fixar os diversos níveis da angústia, partido do nível vital, que concerne a vida e a morte, para atingir a angústia metafísica, que recapitula todos os diferentes níveis. A esta análise existencial, lúcida e apaixonada, sucede-se a comunicação do historiador Mircea Eliade, que, com toda a autoridade da sua ciência, pôde estabelecer um curioso confronto Oriente- Ocidente, do ponto de vista debatido. Com Robert Schuman abre-se a perspectiva do homem de acção e do político e com a comunicação de Guido Cologero quase se atinge a verdadeira moral do problema. Finalmente, François Mauriac expõe, de forma comovente, os diversos ângulos de incidência da angústia humana na perspectiva cristã.




Nota: ´A Comissão organizadora do Encontros Internacionais de Genebra sente-se feliz por ter o ensejo de exprimir ... a sua gratidão a todos cujo generoso apoio permitiu estes VIII E. I. G. fossem coroados de êxito, e em particular à U. N. E. S. C. O.  e às autoridades cantonais de Genebra.




DISCURSOS DE ABERTURA: (3 DE SETEMBRO DE 1953)


Albert Picot - conselheiro de Estado
Antony Babel - presidente da Comissão Organizadora : «Diagnóstico da Angústia Contemporânea»


Raymond de Saussure: ´O aspecto psicológico da angústia` - Conferência de 2 de Setembro
Paul Ricoeur: ´A verdadeira e a falsa angústia` - Conferência de 3 de Setembro
1º DEBATE PÚBLICO, presidido por Charles Baudouin: ´O aspecto psicológico da angústia` - 4 de Set.
Mircea Eliade: ´O símbolo religioso e a valorização da angústia`- Conferência de 4 de Setembro
2º DEBATE PÚBLICO, presidido por Victor Martin: ´Verdadeira e falsa angústia`-  5 de Setembro
1º DEBATE PRIVADO, presidido por Henry Ziègler: ´Verdadeira e falsa angústia II` - 5 de Setembro
                                                                                ´O simbolismo religioso e a valorização da angústia`
2º DEBATE PRIVADO, presidido por Henri Gagnedin: ´Ética e estética` - Exposição de Ernest Ansermet 
                                                                                                                   7 de Setembro
Robert Schuman: ´As causas sociais e políticas da angústia` - Conferência de 7 de Setembro
3º DEBATE PÚBLICO, presidido por André Guinand: ´As causas sociais e políticas da angútia` - 8 de Set.
Guido Calogero: ´A angústia e a vida moral` - Conferência de 8 de Setembro
3º DEBATE PRIVADO, presidido por Jean-Rémy Christen: ´A angústia e a vida moral` - 9 de Setembro
4º DEBATE PÚBLICO, presidido por George Friedmann - «Debate especial em estreita colaboração com
                                                                                           a U. N. E. S. C. O.»:
 ´As condições intelectuais e morais das condições de trabalho na sociedade contemporânea` - 10 Set.
François Mauriac: ´A vitória sobra a angústia` - Conferência de 10 de Setembro
4º DEBATE PRIVADO, presidido por Albert Rheinwald - 11 de Setembro:
                                   ´O simbolismo religioso e a valorização da angústia III`
                                   ´A angústia e avida moral II`
5º DEBATE PÚBLICO, presidido por Antony Babel: ´A angústia e a vida moral II` - 12 de Setembro 



quarta-feira, 4 de abril de 2012

«O HOMEM PERANTE A CIÊNCIA» - 1952 - 7º ENCONTRO INTERNACIONAL DE GENEBRA




                                                   «O HOMEM PERANTE A CIÊNCIA»


                  GASTON BACHELARD - ERWIN SCHRÖDINGER - PIERRE AUGER
                  ÉMILE GUYENOT - GEORG DE SANTILLANA - R.e.  Pe. DUBARLE


(1952) 7º dos


ENCONTROS INTERNACIONAIS DE GENEBRA
       ´Texto integral das conferências e debates`
            Tradução de MÁRIO BRAGA


PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA
Edição nº 8010/1313
Lisboa, Abril de 1967
493 págs.


Título original:  «L'HOMME DEVANT LA SCIENCE»
Les Éditions de la Baconnière, Neuchâtel, 1952
455 págs.



«Aspiramos», declaram os organizadores dos VII Encontros  Internacionais de Genebra, «não a constituir um areópago de técnicos que falem como especialistas, mas uma reunião de investigadores empenhados em lançar pontes entre as fronteiras dos seus domínios particulares, em pôr a nu os prolongamentos das suas descobertas ao nível do que poderá ser um humanismo da ciência»
É precisamente dentro deste espírito que os debates se processam. Os problemas do homem ficam logo bem presentes quando Gaston Bachelard celebra, com um calor entusiástico, as grandezas da vocação científica. Quando Pierre Auger esboça a lenta passagem dos ´valores` heterogéneos a uma unidade fundada na ´informação` científica, ou quando George Santillana evoca os mitos da ciência e as profundas exigências às quais eles querem responder, é ainda a preocupação do homem que se afirma. Não significa isto que o universo seja menos desprezado: basta que nos reportemos, por exemplo, ao impressionante cotejo entre mecânica ondulatória, elaborada por Erwin Schrödinger, e da complementaridade dondas-corpúsculos sustentada por Max Born e Léon Rosenfeld. Mas também a este nível a questão da existência das partículas levanta a da individualidade e da linguagem, tal como as precisões que nos trazem os biólogos sobre o perturbador problema dos verdadeiros gémeos delimitam e esclarecem, como assinala Émile Guyenot, o problema da liberdade humana.
Quanto às aplicações da ciência, elas atingem toda a existência humana. Não ameaçará a medicina científica os direitos da pessoa? Grave questão esta, que retém a atenção de vários médicos eminentes; ou então, se pensarmos nos tempos livres que serão possibilitados pelo progresso da técnica, é todo o problema da cultura popular que se põe.
Em todos os seis aspectos, como nos afirma o Rev.º P.e Dubarle nas suas conclusões, a ciência aparece, efectivamente, como espelho do destino do homem.


     
                                                      NOTA PRÉVIA


Tal como os volumes consagrados as Encontros dos anos anteriores, a presente publicação em penha-se em reconstituir de uma maneira fiel e completa a fisionomia dos debates de Genebra.


...Chamamos a atenção de apenas uma conferência, a de Erwin Schrödinger, proferida em alemão, ser excepcionalmente publicada na versão original, em virtude da matéria particularmente delicada do seu conteúdo; no entanto, esse texto é acompanhado de um resumo suficientemente pormenorizado para permitir que todos os leitores sigam com exactidão as discussões que se lhe referem.


...A comissão organizadora dos E. I. G. sente-se feliz por ter o ensejo de exprimir ... a sua gratidão a todos cujo generoso esforço permitiu que estes VII E. I. G. fossem coroados de êxito, e em particular à U. N. E. S. C. O.  e às autoridades cantonais e municipais de Genebra.




DISCURSOS DE ABERTURA: (4 de Setembro)


Albert Picot - conselheiro do Estado de Genebra
Antony Babel - presidente da COMISSÃO ORGANIZADORA:  «A ESCOLHA DE PROMETEU»


GASTON BACHELARD: ´A vocação científica e a alma humana` - conferência de 3 de setembro
1º DEBATE PÚBLICO , presidido por Jean Starobinski - ´A vocação científica e a alma humana`- 4 set.
ERWIN SCHRÖDINGER: ´A imagem actual da matéria` (´Unsere Vorstellung von der Materie) - 4 set.
1º DEBATE PRIVADO , presidido por Richard Extermann - ´A imagem actual da matéria` - 5 set.
PIERRE AUGER: ´Os métodos e os limites do conhecimento científico` - conferência de 5 de setembro
2º DEBATE PRIVADO . presidido por Fernand-Lucien Mueller - ´Êxperiência e teoria nas ciências` 6 set.
3º Debate privado, presidido por André Mercier - ´Os métodos e os limites do conhecimento científico` 8
2º Debate público, presidido por Antony Babel- ´Os lazeres e o problema da cultura popular` - 8 de set.
ÉMILE GUYENOT: ´Hereditariedade e liberdade` - conferência de 8 de setembro
3º DEBATE PÚBLICO, presidido por Adolphe Franceschetti - ´Hereditariedade e liberdade` - 9 de set.
GEORGE DE SANTILLANA: ´Os mitos da ciência` - conferência de 9 de setembro
4º DEBATE PRIVADO , presidido por Fernand-Lucien Mueller (10 de setembro):
                                 I - ´Os lazeres e o problema da cultura popular`
                                 II- ´Os mitos da ciência`
4º Debate Público, presidido por René Mach: ´A medicina científica e o respeito pela pessoa`- 11 set,
5º Debate Privado, presidido por Jean Amrouche: ´O homem na e perante a ciência` - 12 set.
Rev. Pdre DUBARLE: ´A ciência, espelho do destino do homem` - conferência de 12 de setembro
5º Debate Público, presidido por Jean Amrouche: ´A ciência, espelho do destino do homem`- 13 de set.




NOTA: A tradução feita por um único tradutor, Mário Braga, como era de esperar, permitiu um texto  homogéneo, com um critério único de decisão na escolha dos vocábulos e devida interpretação do texto original!...


http://books.google.pt/books/about/O_homem_perante_a_ci%C3%AAncia.html?id=rrI3HQAACAAJ&redir_esc=y


terça-feira, 3 de abril de 2012

«O CONHECIMENTO DO HOMEM DO SÉCULO XX» - 1951 - 6º ENCONTRO INTERNACIONAL DE GENEBRA




                                 «O CONHECIMENTO DO HOMEM DO SÉCULO XX»




                              Marcel Griaule - Henri Baruk - M. Merleau-Ponty - J. Romains
                                  José Ortega y Gasset - R. P. Daniélou - Charles Westphal




(1951) 6ª dos
ENCONTROS INTERNACIONAIS DE GENEBRA
`      ´Texto Integral das conferências e debates
         (Vários tradutores da versão portuguesa)


PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA
LISBOA, 1966
407 págs.







Versão catelhana:


       «HOMBRE Y CULTURA EN EL SIGLO XX»


COLECCION GUADARRAMA DE CRITICA Y ENSAYO Nº 8


Apresentação de 
PEDRO LAÍN ENTRALGO
Edicciones Guadarrama, S. L.
Tradução de M. RIAZA
MADRID,1957
380 págs.


http://books.google.pt/books/about/Hombre_y_cultura_en_el_siglo_XX.html?id=8xc9AQAAIAAJ&redir_esc=y




Título original : «LA CONNAISSANCE DE L´HOMME AU XXe SIÈCLE»
´Les Éditions de la Baconnière, Neuchâtel, 1951»
368 PÁGS.



É de realçar o facto de a versão castelhana ter uma sábia e erudita apresentação do saudoso pensador espanhol Pedro LAÍN ENTRALGO! O país vizinho já nos acostumou a entregar a homens de pensamento a introdução e apresentação de obras de valor universal, tais «O CONHECIMENTO DO HOMEM DO SÉCULO XX» !...
Quanto mais não fosse pelo ensaio de ORTEGA y GASSET, seria este volume de um valor incalculável. Pois  que ocorria na ciência no ano de 1951? Continuaria sendo actual o que temos denominado de cultura ocidental? Não é certo que os postulados e alicerces sobre os quais repousava esta asserção já se tinham modificado bastante a quando do 6º E. I. G. !!!
Pois bem, este ENCONTRO serviu para realçar e valorizar outras culturas que não só a Ocidental,,,




Discurso de abertura: ALBERT PICOT - ANTONY BABEL


MARCEL GRIAULE: ´Conhecimento do homem negro` - Conferência de 5 de setembro de 1951
1º  DEBATE PÚBLICO: 7 DE SETEMBRO
HENRI BARUK: ´O problema da personalidade humana` - Conferência de 7 de setembro
1º DEBATE PRIVADO: 8 DE SETEMBRO
MAURICE MERLEAU-PONTY: ´O homem e a adversidade`
2º DEBATE PÚBLICO: 11 DE SETEMBRO
JULES ROMAINS: ´O conhecimento do homemdo século XX` - Conferência de 11 de setembro
2º DEBATE PRIVADO: 12 DE SETEMBRO
JOSÉ ORTEGA Y GASSET: ´O passado e o futuro do homem actual` - Conferência de 12 de setembro
3º DEBATE PÚBLICO: 13 DE SETEMBRO
R, P. DANIÉLOU: ´Humanismo e cristianismo` - Conferência de 13 de setembro
CHARLES WESTPHAL: ´O conhecimento cristão do homem` - Conferência de 13 de setembro
3º DEBATE PRIVADO: 14 DE SETEMBRO
4º DEBATE PÚBLICO: 14 DE SETEMBRO
5º DEBATE PÚBLICO: 15 DE SETEMBRO




NOTA: Lamentamos não poder indicar o nome dos tradutores da versão portuguesa, devido ao facto de a obra  que possuímos estar ´emprestadada`. Felizmente tenho em meu poder a versão catelhana!... Quanto ao demais resta-me agradecer à NET que nos proporciona imagens de capas e outras indicações!...Não desejo fazer publicidade, porém muitos ´sebos ou alfarrabistas`são autênticas fontes de interesse público; quanto à língua portuguesa é mister dar realce ao Brasil!!!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

«OS DIREITOS DO ESPÍRITO E AS EXIGÊNCIAS SOCIAIS» - 1950 - 5º ENCONTRO INTERNACIONAL DE GENEBRA





                 «OS DIREITOS DO ESPÍRITO E AS EXIGÊNCIAS SOCIAIS»


R. DE PURU - A. DE WAELHENS - G. DELLA VOLPE - G. FRIEDMANN
             G. DUVEAU - R. CLAUSSE - H. MIÉVILLE


(1950) 5 dos 


ENCONTROS INTERNACIONAIS DE GENEBRA
      ´Texto integral das conferências e debates`
        (Vários tradutores da versão portuguesa)


PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA
Edição nº 8/6/1201
Lisboa, Setembro de 1964
385 págs.


Título original: «LES DROITS DE L'ESPRIT ET LES EXIGENCES SOCIALES»
Les Éditions de la Baconnière, Neuchâtel, 1949
392 págs.




        ADVERTÊNCIA (da COMISSÃO dos EIG)


Pode ainda afirmar-se a oposição radical do ´espírito` e do ´mundo` ? Os homens do nosso tempo reconhecem de preferência «que o mundo é necessário ao espírito e que o espírito é necessário ao mundo». Mas não basta fazer desta relação de reciprocidade um princípio: torna-se necessário, para além disso, precisar-lhe a natureza e as modalidades. E esta necessidade de ver as coisas de perto é particularmente sensível no que concerne às relações entre o espírito e e a realidade social, porque da sua difícil harmonização de pende, sem dúvida, a solução de todo o drama contemporâneo.
Problema urgente, portanto, o examinado pelo V Encontro Internacional de Genebra, que põe em confronto as vozes de teólogos ou de filósofos e humanistas, e as de sociólogos, de psicotécnicos, de educadores, de especialistas da rádio e do cinema - uns insistindo nas exigências do espírito, definindo a vida interior, examinando do ponto de vista histórico a liberdade do espírito e o Estado, os outros analisando as condições materiais da vida moderna: condições de trabalho, dados políticos e económicos, meios de difusão - , uns e outros preocupando-se mais em conciliar que em opor as duas ordens de valores, em fazer ver as consequências «mundanas» das exigências espirituais ou, reciprocamente, as repercussões das condições materiais sobre a vida do espírito.
Chegar por si mesmo a um acordo unânime entre todas as famílias do espírito representadas nos Encontros constituiria, uma vez mais, vã teimosia. O objectivo será, antes, de informação recíproca: trata-se de aprofundar os dados do problema, e pode afirmar-se que este objectivo tem sido atendido numa muito larga medida.




   Alguns temas de reflexão propostos pelos organismos dos E. I. G. 1950 (programa):


Viver segundo o espírito ou segundo o mundo: tal é a opção que muitas vezes tem sido proposta...
Parece-no que tão necessário é o mundo ao espírito como o espírito ao mundo...
Conviria, decerto, partir de uma definição precisa do espírito. e delimitar nitidamente a realidade social e as suas exigências...
Não basta libertar os homens das suas servidões mais humilhantes. Requer-se ainda averiguar do uso que farão da sua liberdade conquistada...


NOTA: O V Encontro Internacional de Genebra pôde ser organizado graças ao apoio da U. N. E. S. C. O. eas autoridades cantonais e municipais genebrinasl.




ROLAND DE PURY: ´O Espírito e as sua exigências` - Conferência de 6 de set. (trad. A. Ramos Rosa)
ALFONSE DE WALHENS: ´Vida interior e vida activa` - 7 set. (trad. port. A. Ramos Rosa)
1º DEBATE, 8 de set., presidido por Antony Babel (trad. port. A. Ramos Rosa)
GALVANO DELLA VOLPE: ´A liberdade do espírito e o Estado` - 8 de set. (trad. port. A. Ramos Rosa)
2º DEBATE, 9 DE SET. , presidido por Antony Babel (trad. port.  Francisco Lopes Cipriano)
3º DEBATE, 11 DE SET., presidido por Antony Babel (trad. port. Maria Alexandra Rossi)
GEOGES FRIEDMANN: ´As condições de trabalho e a vida espiritual` `, 11 de set.(trad. port. Francisco L.   Cipriano)
4º DEBATE, 12 DE SET. , presidido por Antony Babel (trad. port. (Manuel Correia Leite)
GEORGES DUVEAU: ´A insegurança material e a vida do espírito` (trad, port. Fernando Pernes)
5º DEBATE, 13 de set., presidido por Antony Babel (trad. port. Manuel Correia Leite)
ROGER CLAUSSE: ´A cultura e a sua difusão no mundo moderno`, 13 de set. (trad. port. Fernando Pernes)
6º DEBATE,14 de set. , presidido por Antony Babel (trad. port. Fernando Pernes)
HENRI MIÉVILLE: ´Possibilidade e riscos do espírito`, 14 set. (trad. port. Mari Alexandra Rossi(
7º DEBATE, 15 de set. , presidido por Antony Babel (trad. port. Fernado Pernes)
8º DEBATE, 16 de set., presidido por Antony Babel (trad. port. Manuel Correia Leite)


DISCURSOS DE ABERTURA (9 de Setembro):


ALBERT PICOT (CONSELHEIRO DE ESTADO DE GENEBRA, M. P. )
ANTONY BABEL(PRESIDENTE DA COMISSÃO ORGANIZADORA) .


                                                                                                                                         
http://books.google.pt/books/about/Os_Direitos_do_espirito_e_as_exigencias.html?id=KyMbYAAACAAJ&redir_esc=y

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