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sexta-feira, 11 de maio de 2012

«QUELLE UNIVERSITÉ? QUELLE SOCIÉTÉ» - ´Textes réunis par le centre de regroupement des informations universitaires` - «combats» - SEUIL

                                                                      CAPA

                                                                     ROSTO



         «QUELLE UNIVERSITÉ? QUELLE SOCIÉTÉ?»
           ´Textes réunis par le centre de regroupement  
                  des informations universitaires`
             COLECTION «COMBATS» 
             dirigée par Claude Durand 
             Aux Éditions du Seuil
                    PARIS, 1968
221 págs.


  («QUAL UNIVERSIDADE? QUAL SOCIEDADE?»)
  (Textos reunidos pelo centro de recolha e agrupamento
             das informações universitárias)




A finalidade desta obra consiste em proporcionar ao público a disposição a mais alargada possível dos textos que lhe permitirão apreciar a riqueza e o vigor da reflexão estudantil bem como apreender as suas ideias mestras!


Não existem textos oficiais sobre o movimento maio-junho 68. Os documentos aqui agrupados foram arbitrariamente escolhidos de entre uma massa considerável de informações. Não se pretende fixar, de delimitar um pensamento por sua natureza em movimento antes provocar no leitor uma reflexão de conjunto sobre as causas, problemas e interrogações que este movimento levantou: tarefa indispensável para compreender as convulsões dos anos futuros.


Possa esta recolha servir igualmente de base de discussão e de utensílio de trabalho
a todos os agrupamentos e indivíduos decididos a prosseguir a luta por uma universidade e uma sociedade novas!...




«Existe em cada um de nós um potencial de vitalidade que, por força da frustração, parra para o domínio do acto agressivo»


Em apenas alguns dias, em maio, um grande movimento revolucionário surgiu à luz do dia sem que o seu nascimento fosse esperado. Revolucionário sem dúvida, pois que contesta os fundamentos, os postulados e primícias da nossa sociedade. É toda uma civilização que é intimada a explicar-se.
A partir das comissões de trabalho, comités de base, assembleias gerais, surgem um pensamento
vigoroso, novas formas de intervenção, uma linguagem frequentemente original: a vontade de abordar de frente os problemas essenciais, de proceder a tudo por em causa, sem dar sinal de
fraqueza, sem demissão perante as inércias e os hábitos.


Sendo esta um «OBRA COLECTIVA», a vontade não consistiu em aprisionar esta reflexão em categorias esterilizantes, de a decapitar para melhor a liquidar. Os textos aqui apresentados são, 
previsórios, por vezes ultrapassados, porém sempre apaixonantes pois constituem uma interrogação violenta e justa face à sociedade e à palavra de ordem «enriquecei». Apaixonantes  enfim pois 
propõem já um novo tipo de relações humanas para os tempos presentes. Enfim, apaixonantes pois 
todos eles concordam em lançar as bases de uma mutação do homem e das relações interpessoais:
filosofia concreta, inimiga dos sistemas, em estado de criação permanente!


http://www.persee.fr/web/revues/home/prescript/article/comm_0588-8018_1968_num_12_1_1181
http://books.google.pt/books?id=vRZOO1uAgp0C&pg=PA335&lpg=PA335&dq=quelle+universite?+quelle+societe?+-+combats+-+seuil&source=bl&ots=wvwUqnuvpB&sig=-Ykx_H2VLky2VMUtMiFL5HGyGlQ&hl=pt-PT&sa=X&ei=wjytT9nqEuPM0QX2nNmgCQ&sqi=2&ved=0CG0Q6AEwCQ#v=onepage&q&f=false
http://skocky-alcyone.blogspot.com.br/2010/09/irrupcao-do-maio-de-68-ou-o-pentecostes.html




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