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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ainda «A IGREJA ORTODOXA» - ´Acerca da nova política religiosa de Estaline` (II)


Dada a falta de tempo e porque não seria bom carregar demasiadamente o ´post` anterior, seria necessário dar uma visão mais alargada do «panfleto» aí referido!
INTRODUÇÃO (da responsabilidade dos serviços de propaganda nazi):

«O anti-Cristo Estaline rodeou-se repentinamente de uma auréola de santidade, e fez proclamar o        metropolita  Sérgio como Patriarca de todas as Rússias. O que tramará este consumado mentiroso? A quem pretende ele lançar areia nos olhos? Todo o homem que pensa reconhece imediatamente que este
 passo é ditado por puras razões tácticas de política interna e externa!  
Por um lado, Estaline procura conquistar para si os círculos religiosos da Rússia por meio de concessões hipócritas, e, por outro lado, pretende mistificar os seus aliados e simpatizantes com uma candura e democratização do sanguinário regime bolchevista. Os aliados dos bolchevistas já compreenderam a ardilosa intenção de Estaline, mas continuam a jogar a partida com ele. A prová-lo está o envio a Moscovo do representante da Igreja nacional inglesa, Garbett, arcebispo de York.
Acima de tudo estão porém, os esforços de expansão do imperialismo bolchevista, para cuja efectivação tem que fazer-se adormecer a vigilância dos povos ortodoxos do Sudeste, para os amadurecer para a infiltração do bolchevismo e acabar, finalmente, por incorporá-los no «Paraíso Soviético».
Se lançarmos, porém, uma rápida vista de olhos sobre o passado do regime bolchevista, encontramos, logo na primeira página do seu cadastro, as suas declarações programáticas contra a religião e a Igreja, o seu sistemático assassínio do clero (no seu livro «Depois da Guerra», 1936, o próprio Winston Churchill declara que os ditadores soviéticos assassinaram 28 bispos e 1.219 eclesiásticos, para não falar dos 815.000 camponeses e 355.250 intelectuais). Além disso os bolchevistas destruíram 70.000 igrejas e capelas e todos os conventos russos. Folheando mais algumas páginas, encontramos a sentença de Lenine: «Areligião é ópio para o povo», e as palavras de Estaline: «Aniquilamos o clero reaccinário? Sim, senhor, fizemo-lo. O mais grave, porém, é que ainda não está completamente liquidado. A propaganda anti-religiosa é o meio que deve completar esta liquidação». («Problemas do comunismo», Moscovo, 1938). Desejamos também registar o que disse Jaroslawsky, chefe dos combatentes sem-Deus: «O comunismo e a religião são inimigos e incompatíveis um com o outro. Onde a religião vende, enfraquece o bolchevismo. Nós prrgamos uma impiedade sem tréguas. Temos o dever de destruir toda a concepção religiosa mundial. A religião é um obstáculo para o comunismo». (De «Na frente anti-religiosa»).
Somente agora se pode reconhecer a vasta amplitude duma das maiores manobras da impostura bolchevista dada ao Mundo pelo assassino Estaline, por meio da eleição de um pseudo-Patriarca de todas as Rússias.
De resto, a eleição do chamado «patriarca» Sérgio carece de toda e qualquer base jurídica: não é canónica, contraria as leis da igreja e todos os costumes. O mundo ortodoxo, livre do terror soviético, não aceitou, por isso, a nomeação de Sérgio. Ouçamos as vozes de protesto dos mais eminentes chefes da Igreja Ortodoxa e teólogos. (´Segue-se uma série de declarações, à quais não estou em posição de poder ou deixar de poder saber da sua autenticidade e segurança do texto redigido e aqui apresentado! Estudei Teologia Ortodoxa e Católica e sei que esta eleição levanta graves problemas de ordem canónica! Contudo a decisão partiu de quem estava em território russo livre da pata nazi e não creio nas piedosas e outra razões beneméritas dos alemães! Winston Churchill sempre combateu o bolchevismo, porém após a invasão da URSS, foi aos «Comuns» pedir auxílio para a União Soviética. É sua a célebre expressão: «Se Hitler invadisse o inferno viria a esta «Casa» pedir auxílio para o diabo!...». Quanto à afirmação de a religião «ópio do povo», pertence a Karl Marx e foi publicada em «Os anais Franco-Alemães» em 1844, pertencendo à obra «Crítica da Filosofia do Direito de Hegel», de 1843 - vide, por exemplo, «LOS ANALES FRANCO-ALEMANES», Karl Marx e Arnold Ruge, Edicciones Martinez Roca S. A....
´et j'en passe`!...)



                                       Metropolita ´Anastácio` - Chefe da Igreja Ortodoxa russa 
                                              no estrangeiro, com sede em Belgrado.

                                              ´Damaskin - Arcebispo da Igreja Ortodoxa 
                                           autónoma da Volínia e Podólia (oeste da Ucrânia).

         
                                           ´Hermogen`- Chefe supremo da Igreja croata
                                        pravoslava (sede na tristemente célebre ´Dubrovnic).


          Através da rádio, um padre da Igreja Greco-Ortodoxa expressa ao FÜHRER e às mães 
          do povo alemão os agradecimentos por lhes terem enviado os seus sodados  os seus 
               maridos e filhos, para destruírem definitivamente o bolchevismo na Ucrânia.


              (e, «last but not least») - O Governador, Dr. Frank, recebe o Metropolita 
             ucraniano (da Igerja Ucraniana da Polónia?!...Esta foto é de grande gravidade 
                      pois Hans Frank, foi julgado no Tribunal de Nuremberg, 
                                 por crimes de guerra e sentenciado à morte!...) 






http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2008/11/homenagem-ao-espio-do-sculo-sorge.html
http://www.google.pt/webhp?hl=pt-PT&tab=ww#hl=pt-PT&qscrl=1&sa=X&ei=xrm_T9bZKYm70QWJubzVCg&ved=0CAQQBSgA&q=reinhard+gehlen+livre&spell=1&bav=on.2,or.r_gc.r_pw.r_qf.,cf.osb&fp=3c0fd30b5c2825e4&biw=1152&bih=777
http://worldatwar.net/timeline/poland/18-52.html

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