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quinta-feira, 17 de maio de 2012

«O BOTÃO DO MANDARIM» (´a escola face ao nosso futuro`) - «LE BOUTON DU MANDARIN» - ´L'école face à notre avenir`



 «LE BOUTON DU MANDARIN»
    ´l'école face a notre avenir
(«O BOTÃO DO MANDARIM»)
(´a escola face ao nosso futuro`)


PAUL DIDIER - Professor na Faculdade de Direito de Lyon
MAXENCE FAIVRE d'ARCIER - Antigo director do Gabinete do Ministro da Educação     Nacional
ROGER FAROUX - Antigo aluno da Escola Normal Superior e da Escola Nacional de Administração - Director financeiro da Companhia de Pont-à-Mousson
ANDRÉ GRANDPIERRE - Antigo aluno da Escola Politécnica -Presidente da Escola   das minas de Nancy
DOMINIQUE MILLORD - Director do Estabelecimento secundário livre de l'Assomption à Briey
MICHEL ROUSSELET - Agregado de Universidade -
                                            -Administrador da União Nacional das Associações familiares


PREFÁCIO DE JEAN ROSTAND
        da ACADEMIA FRANCESA
Capa: foto de JEAN HAROLD
CASTERMAN - CENTO DE ESTUDOS PEDAGÓGICOS
Casterman, 1966
Impresso na Bélgica por Casterman, S.A., Tournai
E. 3884-9777
D 1966/0053/23


- A «crise da Escola» de que tanto se fala é tão somente uma falta de créditos, de edifícios e de 
  professores? Ou ´também` se trata de outra ´coisa`mais?
- Os ´programas pesados e maçadores` dos quais tanto se medita são necessários? A elaboração dos programas escolares deve ser reservada tão somente aos universitários ou confiada ´também` a médicos,
psicólogos, pais, representantes - assalariados e empresas - a organizações profissionais?
- O prolongamento da obrigação escolar até aos 16 anos é compatível com o actual regime de exames?
- O ´diploma` é um talismã, um capital patrimonial... ou uma etapa?
- A extensão da escolaridade ameaça a cultura francesa? A escola pode simultaneamente  prover à  formação das elites e à elevação do nível geral da instrução da população?
- «Democratizar o ensino», deve limitar-se a alargar o recrutamento, ou, ´também` alargar o número dos que terminam os estudos?
- Durante quanto tempo permanecem úteis os conhecimentos adquiridos no termo dos estudos?
-Será necessário instituir um limite - ou um filtro - no limiar dos estudos superiores?


A estas questões e muitas outras que, desde há vários anos, estão sob os holofotes da actualidade, um grupo de alguns homens ligados por laços de amizade procuraram encontrar respostas. Eles mesmos
«Mandarins» dados os seu diplomas, interrogam-se sobre o valor do mandarinato na França de então
1966 (por conseguinte muito próximo do MAIO 68) e denunciam no mandarinismo um obstáculo ao
desenvolvimento da cultura, um entrave à expansão económica e um perigo para o progresso social.


O apoio que recebem de JEAN ROSTAND que lhes dedica um prefácio de apresentação magistral é uma caução da sua independência e da sua objectividade. 


Compete a quem leu este livro julgar se este atitude de por em causa instituições estabelecidas e de ´valores 
consagrados` é apenas um desejo de iconoclastas irresponsáveis ou pretende responder às necessidades profundas da geração que surgia e ao interesse da própria nação!...


http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2012/05/pourquoi-des-professeurs-georges.html


                                 

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