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terça-feira, 5 de outubro de 2010

«A TRAIÇÃO BURGUESA» - Rolão Preto



«A TRAIÇÃO BURGUESA»
Rolão Preto
´Cultura Política` - 16
Pro Domo
Lisboa - 1945
241 págs.


ÍNDICE
Dedicarória
Introdução
I - A traição burguesa no caminho da história
    A IDADE MÉDIA (Vide Apêndice)
    A REVOLUÇÃO FRANCESA
II . A traição burguesa e as linhas de força nacionais
     A TERRA
III -A traição burguesa e as linhas de força nacionais
      A AVENTURA
IV - A traição burguesa e as linhas de força nacionais
       O ESPÍRITO
       A TRAGÉDIA DA «UNIDADE»
V - A traição burguesa e as suas alianças
VI - A traição dos mitos
VII - Talassocracia
VIII - No alto da colina
IX - Caminhos de esperança
Apêndice ao Cap. I
          A IDADE MODERNA



Francisco Rolão Preto

Francisco Rolão Preto, natural de Soalheira (Castelo Branco) nasceu em 12 de Fevereiro de 1893. Exilado por motivos político pela primeira vez aos 14 anos de idade (1907); frequentou aFaculdade de Direito da Universidade de Coimbra, que abandonou em 1912 para se juntar às tropas de Paiva Couceiro reunidas na Galiza; condenado a 9 anos de prisão evadiu-se paraa Bélgica; foi co-fundador e secretário da Revista ´Alma Portuguesa´,na Bélgica, que deu origem ao Integralismo Lusitano; licenciado em Ciências Filosóficas em Lovaina (aluno do Cardeal Mercier); frequenta a Faculdade de Direito de Toulouse, onde se licencia em Direito; em 1916 Magalhães Lima, Grão-Mestre da Maçonaria, na qualidade de Ministro da Instrução da República, visita-o no seu modesto quarto de estudante da Universidade de Toulouse, a fim de trocar impressões sobre a inquietação da Mocidade do tempo; amnistiado em 1917 regressou a Portugal; fez parte da Junta Central do Integralismo Lusitano; em 1919 aderiu à revolta de Aires de Ornelas e sublevou o exército nas Beiras; candidato pela Covilhã após a Monarquia do Norte; tomou parte em diversas conspirações entre 1919 e 1926; participou no 28 de Maio; redigiu o manifesto do marechal Gomes da Costa; em 1932 dirigiu o jornal ´A Revolução`; fundou o movimento nacional-sindicalista; em 1934, como chefe do movimento Nacional-Sindicalista, fez uma exposição ao Governo, foi imediatamente exilado para Espanha; em 1935 publicou em o ´Fradique` um artigo em que se opunha com um não! Categórico à dissolução da Maçonaria, pois era de opinião que «Aos erros do espírito há, que opor as verdades do espírito»; residiu em Espanha e redigiu com José António Primo de Rivera os «27 pontos» da Falange; acompanhou todo o decorrer da Guerra de Espanha; fez parte da Comissão de candidatura do almirante Quintão Meireles (1951); fez parte da comissão de candidatura do general Humberto Delgado (1958); foi candidato por Lisboa da Comissão Eleitoral Monárquica (1969); foi candidato pela Convergência Monárquica (1973); fundador do Partido Popular Monárquico (1974), é actualmente presidente do Congresso deste Partido; tem publicado vasta obra doutrinária quer em jornais, quer em livros; apontaremos as suas obras principais: Redenção; A Monar­quia e a Restauração da Inteligência; Para Além do Comunismo; Balizas; O Nacional-Sindicalismo; Salazar e a sua Época; O Fascismo; A Revolução Espanhola; Para Além da Guerra; Justiça I (apreendido pelas autoridades salaza ristas); A Traição Burguesa; Tudo Pelo Homem Nada Con tra o Homem; Inquietação; Carta Aberta ao Doutor Marcelo Caetano.
ALBERTO CASTRO FERREIRA                                                                    (in Nota explicativa da obra «MEIN KAMPF» - Edições Afrodite)




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