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terça-feira, 25 de agosto de 2009

«O HORROR ECONÓMICO» - VIVIANE FORRESTER - TERRAMAR



«O HORROR ECONÓMICO»
  VIVIANE FORRESTER
Tradução e Ana Barradas
1ª edição portuguesa: ´Terramar`, Abril de 1997
2ª     ´´                                           ,Maio de 1997
3ª     ´´                                           ,Maio de 1997
Colecção 2001
TERRAMAR
Depósito legal: 110430/97
ISBN: 972-710-162-3
Título original: ´L'HORREUR ÉCONOMIQUE`
Librairie Arthème Fayard
PARIS, 1996




Vivemos mo meio de um logro colossal, de um mundo desaparecido que algumas políticas artificiais
pretendem perpetuar. Milhões de destinos são desvastados e aniquilados por esse ´anacronismo`, devido a estratagemas tenazes destinados a dar como imperecível o nosso tabu mais sagrado: o do
trabalho.
Os nossos conceitos de trabalho e consequentemente de desemprego - em torno dos quais gira (ou
pretende girar) a política - já não têm substância: são, como acima foi dito, milhões de vidas destroçadas, são destinos aniquilados. A impostura geral continua a impor os sistemas de uma 
sociedade caduca, para que fique despercebida uma nova forma de civilização já a despontar, na qual desempenhará funções apenas uma pequena percentagem  da população terrestre.
Em que sonho nos mantêm, entretendo-nos com crises cujo fim, dizem, nos fará sair do pesadelo?
Quando tomaremos consciência de que não há crise, nem crises, mas uma mutação? 
A extinção do trabalho passa por um simples eclipse, ao passo que, pela primeira vez na História, o conjunto dos seres humanos é cada vez menos necessário para o reduzido número de indivíduos que modelam a economia e detêm o poder.
Descobrimos agora que, para além da exploração dos homens, ainda havia pior e que, perante o facto
de já não ser explorável, a multidão de homens considerados supérfluos, cada homem no seio da multidão pode tremer. Da exploração à exclusão, da exclusão á eliminação... ?


Num tom totalmente novo, Viviane Forrester procedeu a uma análise muito documentada, denunciando os discursos habituais, que mascaram os sinais de um mundo condenado a não ser mais do que económico, do qual - segundo nos vão avisando - nós somos um mero dispêndio supérfluo.

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