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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

«A VIA DAS PROFUNDIDADES»


KUSNACHT - ZURIQUE


«O sistema de Jung é o primeiro entre os modernos sistemas filosóficos que embora se encontre num nível de consciência estruturado de modo totalmente diferente, se liga à concepção da Idade Média sobre a realidade absoluta da alma».

A história do antigo Egipto já no-lo ensina: sempre que acaba um "mês platónico", e nos princípios do seguinte, surgem fenómenos de transformação psíquica. Trata-se, parece, de alterações que afectam a constelação e a actividade dos dominantes psíquicos, dos arquétipos, dos" deuses", e que provocam ou acompanham as modificações seculares da psique colectiva.


«Jung teme uma guerra, ou uma catástrofe, para 1964, (... ), devido às transformações astrológicas, à passagem de uma época para outra. ( ... ) final de um EON e começo de outro.» JOLANDA JACOBI a MIGUEL SERRANO.


«À medida que avança na idade, Jung progride na sua própria evolução; parece interessar-se menos pelo domínio das neuroses e das psicoses; sente-se atraído de preferência para o que, encarado sob o ponto de vista religioso, poderia chamar-se a cura da alma. O paciente torna-se para ele cada vez menos «o doente«, para ser simplesmente alguém que «procura a salvação». Compreende-se porque é que se preocupa , cada vez mais, com o problema do homem que envelhece e com a estruturação de a «tarde da vida».»



A ruptura de Jung com Freud, levou aquele a designar a sua psicologia, em oposição à Psicanálise, de «Psicologia Analítica»; posteriormente, quando ela se tornou mais teórica, chamou-lhe «Psicologia Complexa».»


«Jung construiu uma obra enorme, que se fundamenta numa cultura considerável, multidimensionada no espaço e no tempo, repleta de referências à filosofia indiana como à alquimia, à gnose como aos exercícios de Santo Inácio ou à sabedoria chinesa».





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