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quarta-feira, 21 de julho de 2010

A 'Judeia Cativa' desde Adriano









AS TRIBOS DE JAVÉ
Norman K. Gottwald
Uma Sociologia da Religião
                    de Israel liberto
                    1250 - 1050 a.C.
Colecção Bíblia e Sociologia
Edições Paulinas
São Paulo - 1986
931 pgs.







             «IUDEA CAPTA»
           (JUDEIA CATIVA)
A PALESTINA ROMANA ENTRE AS DUAS 
        GUERRAS JUDAICAS
                 70 - 132 
José Ramon Ayaso
Editorial Verbo Divino
Biblioteca  Midrásica
Navarra (Espanha) 
1990
348 pgs


Entre 132 e 135 d. C. aconteceu um levantamento de revolta (a última!) de um grupo de judeus dirigido por Bar Kochba.

Era então Imperador de Roma, Adriano.

Irritado decretou a expulsão de todos os Judeus da Judeia.

Para se vingar mudou o nome da Província Romana para 'Philistina' - 'Palestina' , e Jerusalém (Hieroshaloïm) - Sion - Monte Mohriah (Abraão - Isaac - Melquisedeque) passou a chamar-se 'Aelia Capitolina'!

O Judaísmo já endurecido pela queda de Jerusalém e Massada, tornou-se ainda mais duro. Judaísmo que sempre tolerara os «Apócrifos»...

Depois de muita humilhação...caiu a gota que fez transbordar o copo...«O Caso Dreyphus»!

A derrota francesa em Sédan em 1870...e a humilhação francesa de assistir à proclamação por Bismarck na «Galeria dos Espelhos» do «Palácio de Versailles» do II Reich, proclamando Guilherme I da Prússia, Imperador.

Dreyphus, brilhante oficial do «Corpo do Estado Maior» foi degradado na parada, sendo-lhe arrancadas as «Dragonas» e quebrada a Espada. E destino a  «Ilha do Diabo» Como ´bode expiatório`...um judeu!...

Seguiu-se uma campanha que passados anos conduziu à reabilitação do oficial...nomeadamente devido ao artigo de Émile Zola, «J'Accuse», publicado no  Jornal «L'Aurore»...

Mas o que se tornou imparável e «irreparável!» foi a criação do movimento Sionista, que tem o seu I Congresso em 1897 em Basileia.

Entre os descendentes dos que, para cá ficar, tiveram de renunciar à sua «Fé !
Em hebraico a palavra 'emunah' (amen), certeza interior dada pelo Espírito, foi traduzida para 'doxa', que em grego signifia opinião e é usada para exprimir 'Fé', palavra que desvirtua o sentido original!






   «Jerusalém contra Roma»
           Mireille Hadas-Lebel
Colecção Patrimónios do Judaísmo
Obra publicada com o apoio do
'Centro Nacional da Investigação Científica'
CNRS
Les éditions du Cerf
Paris - 1990
555 pgs




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