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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Plataforma de Acção Comum da Oposição Democrática


PLATAFORMA DE ACÇÃO COMUM DA OPOSIÇÃO DEMOCRÁTICA (1969)




    Promovida pela Comissão Eleitoral Democrática do Distrito de Leiria e sob a presidência do dr. Vasco da Gama Fernandes, efectuou-se no dia 15 de Junho, em S. Pedro de Moel, uma reunião plenária de delegados das comissões democráticas dos distritos do continente e das ilhas adjacentes, na qual participaram mais de uma centena de individualidades, representativas das diversas correntes de opinião política.
  Todos os distritos, com excepção de Bragança, se fizeram representar por delegados das suas respectivas comissões ou por observadores que participaram activamente nos trabalhos. Estes tiveram por base a apreciação e votação de uma PLATAFORMA DE ACÇÂO COMUM, apresentada pelas comissões democráticas eleitorais dos distritos do Porto e de Leiria, com vista a estabelecer as coordenadas gerais para a participação nas próximas eleições de deputados à Assembleia Nacional. Assim, foi adoptada a seguinte orientação:

 







A Plataforma distribuída ao público 
assinada por altas personalidades da
Oposição Democráticas:

Alberto Elísio de Castro Ferreira
Alberto Teixeira de Sousa
Alexandre Ferreira Barros
António Lobão Vidal
Armando Bacelar
Armando Cotta
Avelino Braga
Celso Cunha 
Edgar Correia
Flávio Martins
João Arnaldo Maia
Joaquim Felgueiras
Joaquim Nascimento
Joaquim de Sousa e Castro
José Cardoso
José Ferreira da Silva
José Salvador
Júlio Sereno Cabral
Maurício Ferraz
Papiniano Carlos 
Raúl de  Castro
Virgínia Moura
Zeferino Coelho



Em 15 de Junho de 1969 decorreu a 2ª reunião da Oposição Democrática em S. Pedro de Moel! A anterior reunião tinha decorrido em Alcobaça e a que se seguiu decorreu em Leiria.
Os participantes do Encontro de S. Pedro de Moel, mandatados pela Direcção da CDE do Porto foram: Alberto Elísio de Castro Ferreira, Armando Bacelar, Joaquim Felgueiras, Virgínia Moura e Zeferino Coelho.
Após esse encontro, que decorreu sem atritos, devido à capacidade de organização de José Vareda e de Vasco da Gama Fernandes, a CDE do Porto decidiu tornar pública a 'Plataforma de Acção Comum' da Oposição Democrática, tendo em vista as Eleições Legislativas desse ano. A Plataforma é assinada por um grupo mais destacado de militantes da CDE do Porto!
Não se trata, portanto, de uma Lista de Candidatos às Eleições Legislativas, se bem que alguns dos signatários o vieram a ser!...
Importa uma correcção à inexactidão de:
Informação da Comissão Democrática Eleitoral do Porto, definindo Plataforma de Acção Comum da Oposição Democrática Eleitoral do Distrito do Porto.

Data: Junho de 1969

Além da nossa Delegação, estiveram presentes pelo Porto, representando a ASP (Acção Sociualista Portuguesa): Artur Santos Silva, Olívio França, António de Macedo, Carlos Cal Brandão e Mário Cal Brandão!

Lisboa, fez-se representar por Francisco Salgado Zenha (ASP), Mário Sottomayor Cardia (PCP) e Joaquim Mestre (Esquerda Revolucionária - nada tem a ver com qualquer grupo m-l maoista).

Ernesto Melo Antunes não participou em nenhum dos Encontros, pois sendo militar foi impedido de se deslocar dos Açores pelo Regime Ditatorial. Até ao início deste Encontro houve esperança da sua presença!

Nota: Pela primeira vez se apresentou no País a necessidade de autonomia das Províncias Ultramarinas (Colónias)

terça-feira, 23 de junho de 2026

Era Electrónica - Um Novo Homem - Um Cristão Diferente


 


          ERA  ELECTRÓNICA

             UM NOVO HOMEM

UM CRISTÃO DIFERENTE

P.  Babin / McLuhan

Tradução de Carlos Capucho e

Manuel Vilas-Boas

Capa de Rui Rodrigues

MULTINOVA - 1978

Lisboa

249 pags.

Título original:

Autre homme, autre chrétien, à l'áge électronique

Éditions du Chalet, Lyon, 1978


Do Prefácio à edição portuguesa

'Seria certamente ingénuo pretender que a revolução portuguesa (Abril1974) encontra as suas causas no audiovisual. Mas quem poderá negar a relação profunda entre as transformações que nos abalam e o audiovisual? Tudo na verdade se encontra interligado e este livro tentará explicar como a invenção electrónica é uma chave, talvez a maior de todas, para a compreesão das grandes transformações da nossa História.

A civilização audiovisual constituirá, de facto, uma oportunidade para o aparecimento de um homem melhor, para um cristão verdadeiramente discípulo de Jesus Cristo? Não o posso dizer. A resposta está nas nossas mãos. O audiovisual é como a realidade que a antiga fábula refere: algo que poderá ser o melhor ou o pior para o homem.'


Nota do editor francês

Este livro é fruto de uma colaboração original. Desde 1972 que Pierre BABIN preparava um obra sobre a condição da Fé cristã na civilização audiovisual moderna. Muito influenciado pelo pensamento daquele a quem chamavam 'o profeta do auidiovisual' - Marshall McLUHAN- teve a ideia de solicitar a sua colaboração apesar dos ângulos de pesquisa e das discilpinas do ponto de partida serem diferentes.

McLuhan se bem que cristão convicto - entrou para a comunhão católica com a idade de 25 anos e pertence à Comissão Pontifícia para os meios de Comunicação Social - nunca escrevera explicitamente sobre a fé.

Depois de algumas hesitações sobre a maneira de integrar os respectivos contributos de McLuhan e de P. Babin, pareceu aconselhável 'misturar', isto é, intercalar os capítulos!


                                                              ÍNDICE


P.  BABIN  Prefácio para a edição portuguesa

Nota do Editor francês

P.  BABIN: Prefácio

   I. Uma crise de fé diferente

       P. BABIN

  II. Chaves para compreender a revolução dos 'media'

       electrónicos

       P. BABIN e McLUHAN

 III. O universo religioso dos jovens

        P. BABIN e McLUHAN

 IV. O acesso à fé

       P. BABIN

  V. A comunicação da fé

      P. BABIN

 VI. A reacção moral

       P. BABIN

VII. A liturgia e os ´media'

        P. BABIN e McLUHAN

VIII. A Igreja do futuro

         P. BABIN e McLUHAN

 IX. Opção 'group-media'

        P. BABIN

    


PIERRE BABIN

Padre e pedagogo francês, nascido em 1925

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Introdução à História das Doutrinas Políticas

 



Introducción a la Historia

              de  las

Doctrinas  Políticas

Con un Repertorio 

de Fuentes Directas

Juan  Beneyto  Pérez

Bosch, Casa Editorial

Apartado 928

Barcelona

No reverso do rosto consta

                               ES PROPIEDAD

               PRINTED IN SPAIN

Imprenta Clarasó; Villarroel, 17. - Barcelona. - 1947

152 pgs


O presente trabalho é a primeira contribuição da nossa Cultura ao estudo dos problemas preliminares da disciplina recentemente incorporada na Universidade espanhola.

Ao afirmar isto, explicam-se de forma suficiente sua dificuldade e sua transcendência. Esta última irá contribuir para o valor instrumental representado pelo Repertório de textos impressos, extraordináriamente aproveitável para uma iniciação à investigação do Pensamento Político.


                                                          ÍNDICE


                                                        CAPÍTULO  I

                                            GÉNESE E ESTADO ACTUAL


 1. A História das Doutrinas políticas na sua origem

 2. Os cultores da disciplina

 3. A incorporação na Universidade


                                                         CAPÍTULO  II

                                               ELUCIDAÇÂO ESSENCIAL

 4. As ideias e a História

 5. Formas e instituições

 6. O homem e a política

 7. Sujeito e objecto


                                                          CAPÍTULO  III

                                                CONCEITO E CONTEÚDO

 8. Teleologia e causalidade. O singular e o directivo

 9. Formações ideológicas e valores culturais

10. As grandes figuras e o problema da coerência

11. Verdade e falsidade. De novo as ideias e as formas

12. As zonas adjacentes


                                                            CAPÍTULO  IV

                                                    MÉTODO  E FONTES

13. O método histórico

14. A questão das épocas. Períodos e pontos de partida

15. As fontes

16. A recolha bibliográfica


                                                             CAPÍTULO  V

                                                          V A L O R A Ç Ã O

17. Sentido do estudo da História da Doutrinas políticas


                                                              APÊNDICE

                                        REPERTÓRIO DE FONTES DIRECTAS

1. Antiguidade

2. Idade Média: a) Europa. b) Zona islâmica c) Espanha.

3. Humanismo e Reforma: a) Europa. b) Espanha.

4. Barroco e Ilustração: a) Europa. b) Espanha.

5. Revolução, liberalismo e crise do Estado liberal:

          a) Europa e América. b) Espanha.


https://es.wikipedia.org/wiki/Juan_Beneyto_P%C3%A9rez

https://humanidadesdigitales.uc3m.es/s/catedraticos/item/14195

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gaetano_Mosca

https://pt.wikipedia.org/wiki/Vilfredo_Pareto

https://www.scielo.br/j/rbcpol/a/p7zW9YJymGwqy8JGzNQLngr/?lang=pt

https://repositorio-az.uc.cl/dspace/items/170f7a59-7097-4d88-913e-e760ce1b7959/full

https://pt.wikipedia.org/wiki/Teleologia

domingo, 10 de maio de 2026

UMA PERSPECTIVA SOBRE PORTUGAL



 

'Uma Perspectiva sobre Portugal'

Francisco Sarsfield Cabral

Colecção 'Hoje & Amanhã'

Moraes Editores

Lisboa - 1973

127 pgs


Esta obra inaugura a Colecção 'Hoje & Amanhã', pretendendo pôr ao alcance do grande público, em pequenos e acessíveis volumes, escritos por especialistas indiscutíveis, sucintos estudos sobre a então recente evolução e as perspectivas futuras dos principais problemas portugueses.

A obra pretende traçar uma visão de conjunto da evolução da vida política e social do País, das origens à situação da época!

O autor, personalidade já conhecida como autoridade na economia e sociologia, era um eminente militante do sector católico progressista!    

Virá futuramente a desempenhar funções de relevo na União Europeia e na Rádio Renascença!

A obra está dividida em IX Capítulos sem qualquer referência temática!

A melhor descrição pertence ao Embaixador Seixas da Costa, no seu Blog 'Duas ou Três Coisas' !    

https://duas-ou-tres.blogspot.com/2014/05/sarsfield-cabral.html

A referida colecção previa a edição de duas obras aí referidas:

'Situação da Educação em Portugal' de Rogério Fernandes e 'A Imprensa em Portugal' de Alberto Arons de Carvalho!

https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Sarsfield_Cabral

 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=743072925802089&set=a.491940795628868&id=100044388550861      

https://pt.wikipedia.org/wiki/Rog%C3%A9rio_Fernandes_Ferreira

https://www.bertrand.pt/autor/alberto-arons-de-carvalho/755142?srsltid=AfmBOooh1SG8Nsjo3-fRRvsDY5uYlARvVVVVV5ppZJxJxh_y_a0_QwUF

quinta-feira, 7 de maio de 2026

A HORA DECISIVA DA EUROPA


 


A HORA DECISIVA

  DA  EUROPA

Otto de Habsburgo

Título original

Entscheidung Um Europa

Tradução do alemão por

Helmut Heidnrlich e

Nicolau Gomes de Oliveira

Colecção «Sete Partidas»

                  N.º 1

Editorial  Aster

Lisboa - MCMLV

152 pgs


Os problemas da nova configuração da Europa, da reorganização do Espaço Danubiano, a necessidade da reforma dos seus Estados e da sua estruturação, encontram-se resolvidos nestas páginas, com uma lógica penetrante e convincente.

As teses expostas são claras e objectivas, e os argumentos deduzidos não pretendem introduzir-se como 'slogas' publicitários, mas convencer pela reflexão.

Otto de Habsburgo parte do seguro princípio de que só se podem lançar os alicerces do futuro quando existe uma inabalável atitude de confiança. Reage contra o tão espalhado pessimismo que duvida do porvir da Pátria e traz a lume, com visão certeira, as verdadeiras fontes de energia, que se ocultam sob as discussões políticas do dia a dia.

O Autor teve a delicadeza de dedicar um prólogo especial para esta edição, em que manisfesta o valor da participação portuguesa na consolidação do Velho Continente europeu e nos seus empreendimentos do futuro.


                                                    ÍNDICE

Prefácio da edição portuguesa

Prefácio

O significado de Europa


                                                     I  PARTE

                                    UMA POLÍTICA EUROPEIA

A posição da Europa no mundo

Fundamentos para a reconstrução. A nova ordem na

    bacia do Danúbio

A importância para a Europa da bacia do Danúbio

A Europa e a Alemanha


                                                     II PARTE

                  FUNDAMENTOS PARA UMA NOVA VIDA PÚBLICA

O Estado e o direito

O Estado e a liberdade

Uma política social europeia


                                                       ANEXO

A reorganização da bacia do Danúbio


https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/09/afinal-europa-foi-reencontrada-mas-e-so.html

https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/paulo-rezzutti/exilado-e-anti-nazista-quem-foi-o-principe-que-reinventou-europa.phtml

https://expresso.pt/opiniao/opiniao_in_memorium/otto-de-habsburgo-1912-2011=f663878

https://estadosentido.blogs.sapo.pt/1623840.html



                            

domingo, 30 de novembro de 2025

'Madrugada' - Poemas de Maria Almira Medina


 


MADRUGADA

POEMAS

Maria Almira Medina

Ilustração e Apresentação Gráfica de Amândio Silva

Composto e impresso na imprensa portuguesa - porto

Porto 1956

99 pgs


A autora de 'Distância'

             Poemas 1944


Esta obra contém 76 poemas escritos entre 1944 e 1955.

Obra inserida no 'Neo-Realismo', numa época na qual Maria Almira Vaz deparou com duas dificuldades, a condição feminina e a censura do Estado Novo!

Uma época de grandes tensões políticas. Após o fim da guerra criaram-se grandes esperanças em Portugal, que acabaram por não ser cumpridas!

Cito:

«Maria Almira Medina, com uma personalidade muito mais forte do que seria de supor numa estreante, e mesmo de uma mulher, oferece-nos o espectáculo raro de uma poesia em que a música subtil e harmoniosa, a forma estranha e delicada, e a essência, singularmente abstracta, imagista e psicológica. Dir-se-á que se juntou numa mema lira o desenho analítico da poesia de um Casais Monteiro, a musicalidade embaladora dos versos de António Nobre e o rapto metafórico das estrofes de Sá-Carneiro.

Em amor, não pode a poesia ser mais sóbria; a expressão é forte, a imagem fica a ressoar dentro de nós em todas as sua concumitâncias com a essência da emoção que exprime.»

                                                                                                           1944

                                                                                    João Gaspar Simões



«Nos últimos tempos, no entanto, essa poesia essencialmente feminina das mulheres também se rendeu às aspirações maiores, às angústias comuns de todos os homens, também aderiu à imagética sempre renovada de uma poesia recheada de preocupações humanísticas.

Maria Almira Medina é uma dessas mulheres-Poetas. A sua Poesia forte, viril, corajosa, rica de complexos e de nuances, plasmada numa imagética moderna, já não é 'a simples expressão amorosa de numa alma feminina' - como se dizia no outro século - mas a palvra de uma nova mulher que compreende e colabora no momento histórico em que vivemos.» 

                                                                                                                 1955

                                                                             António Ramos de Almeida


Não posso deixar de indicar um texto magnífico quanto à interpretação e análise da obra de Maria Almira Medina.

Trata-se do blog, «Cais Declinável» - Autoria - Vitor Pena Viçoso. Para mim tudo o que de melhor se pode escrever sobre esta espantosa mulher!

https://caosdeclinavel.blogspot.com/2016/01/madrugada-de-maria-almira-medina-as.html

Recomendo o site dedicado à pessoa e obra de Maria Almira Vaz.

https://mariaalmiramedina.weebly.com/maria-almira-medina.html

                                                                                                                 

sábado, 29 de novembro de 2025

A Ideia da Liberdade no Pensamento Português


 


'A Ideia da

LIBERDADE

no Pensamento

Português'

ANTOLOGIA

SELECÇÃO E PREFÁCIO

  DE ROMEU DE MELO

COLECÇÃO

BREVIÁRIOS DE CULTURA

DIRECÇÃO-GERAL DA COMUNICAÇÂO SOCIAL

LISBOA - 1985

169 pgs


O problema da liberdade humana é o mais atraente e complexo de todos. Nele se envolvem a psicologia racional, a cosmologia e, obrigatoriamente, uma concepção do Uno ou do Princípio que governa a realidade.

Liberdade do homem? Podemos falar de liberdades ilusórias, a da pedra que cai, a do pássaro que voa pelos campos fora ou do homem voluntarioso que supõe fazer o que quer. Trata-se de liberdades aparentes que prestam tributo a centros determinadores situados a níveis em que a determinação é também implicada. Mas no homem, poderá falar-se alguma vez de liberdade, e vir defender teorias da liberdade?

A liberdade consistiria então em fazer o que 'quer' a Razão, entendida esta na sua função racicionante (Hegel).

A razão não é fundamento da liberdade. Pode certamente converter-se num factor favorável à existência da liberdade, mas por si só não tem qualidade ôntica para suportar a liberdade. Quem no-lo explicou foram os autómatos: é que, ao contrário do que se veio confundindo, a  Razão é vazia de valores espirituais; utilizando-os, mas não é seu princípio criador, nem pelos vistos boa zeladora dos mesmos.

R.M.

Nota de Romeu de Melo:

Resta-me agradecer ao caríssimo Pinharanda Gomes, incansável e estimulante estudioso do pensamento filosófico português, a ajuda sempre entusiástica e desinteressada que me deu na escolha e transcrição de alguns textos preciosos.


                                                        ÍNDICE


PREFÁCIO

ANTOLOGIA

Da Liberdade (Orlando Vitorino)

Sobre a Causalidade (Fidelino de Figueiredo)

Sobre o Determinismo (Sílvio Lima)

O Determinismo e a Actividade Finalista (Pinho de Almeida)

Servidão e Liberdade (Almeida Garrett)

Vontade e Liberdade (Basílio Teles)

Democracia (António Sérgio)

Liberdade e Igualdade (Raul Proença)

Humanismo e Iguladade (Leonardo Coimbra)

Do Direito e da Liberdade (Frederico Francisco Figanière)

Os Valores da Democracia (L. Cabral de Moncada)

O Surto da Novidade e o Papel do Indivídio (Alberto Ferreira)

A Metafísica da Liberdade (Sampaio Bruno)

A Liberdade Transcendente (Raul Leal)

Espírito e Liberdade (Álvaro Ribeiro)

Da Liberdade Divina (José Marinho)

Deus (Raul Brandão)

Liberdade Ideológica (Afonso Botelho)

Ode à Liberdade (António Quadros) - Poema


https://estudospatrimonio.blogspot.com/2014/03/ensaio-sobre-essencia-do-ensaio-silvio.html


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