Alcyone
É forte o homem que dispõe de alguns milhões. Mas é temível o homem que não tem necessidades, que não tem compromissos, que não tem medo, e que mantém o ânimo firme, o pensamento lúcido, o olhar justo e a mão desembaraçada!
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segunda-feira, 13 de julho de 2026
Plataforma de Acção Comum da Oposição Democrática
terça-feira, 23 de junho de 2026
Era Electrónica - Um Novo Homem - Um Cristão Diferente
ERA ELECTRÓNICA
UM NOVO HOMEM
UM CRISTÃO DIFERENTE
P. Babin / McLuhan
Tradução de Carlos Capucho e
Manuel Vilas-Boas
Capa de Rui Rodrigues
MULTINOVA - 1978
Lisboa
249 pags.
Título original:
Autre homme, autre chrétien, à l'áge électronique
Éditions du Chalet, Lyon, 1978
Do Prefácio à edição portuguesa
'Seria certamente ingénuo pretender que a revolução portuguesa (Abril1974) encontra as suas causas no audiovisual. Mas quem poderá negar a relação profunda entre as transformações que nos abalam e o audiovisual? Tudo na verdade se encontra interligado e este livro tentará explicar como a invenção electrónica é uma chave, talvez a maior de todas, para a compreesão das grandes transformações da nossa História.
A civilização audiovisual constituirá, de facto, uma oportunidade para o aparecimento de um homem melhor, para um cristão verdadeiramente discípulo de Jesus Cristo? Não o posso dizer. A resposta está nas nossas mãos. O audiovisual é como a realidade que a antiga fábula refere: algo que poderá ser o melhor ou o pior para o homem.'
Nota do editor francês
Este livro é fruto de uma colaboração original. Desde 1972 que Pierre BABIN preparava um obra sobre a condição da Fé cristã na civilização audiovisual moderna. Muito influenciado pelo pensamento daquele a quem chamavam 'o profeta do auidiovisual' - Marshall McLUHAN- teve a ideia de solicitar a sua colaboração apesar dos ângulos de pesquisa e das discilpinas do ponto de partida serem diferentes.
McLuhan se bem que cristão convicto - entrou para a comunhão católica com a idade de 25 anos e pertence à Comissão Pontifícia para os meios de Comunicação Social - nunca escrevera explicitamente sobre a fé.
Depois de algumas hesitações sobre a maneira de integrar os respectivos contributos de McLuhan e de P. Babin, pareceu aconselhável 'misturar', isto é, intercalar os capítulos!
ÍNDICE
P. BABIN Prefácio para a edição portuguesa
Nota do Editor francês
P. BABIN: Prefácio
I. Uma crise de fé diferente
P. BABIN
II. Chaves para compreender a revolução dos 'media'
electrónicos
P. BABIN e McLUHAN
III. O universo religioso dos jovens
P. BABIN e McLUHAN
IV. O acesso à fé
P. BABIN
V. A comunicação da fé
P. BABIN
VI. A reacção moral
P. BABIN
VII. A liturgia e os ´media'
P. BABIN e McLUHAN
VIII. A Igreja do futuro
P. BABIN e McLUHAN
IX. Opção 'group-media'
P. BABIN
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Introdução à História das Doutrinas Políticas
Introducción a la Historia
de las
Doctrinas Políticas
Con un Repertorio
de Fuentes Directas
Juan Beneyto Pérez
Bosch, Casa Editorial
Apartado 928
Barcelona
No reverso do rosto consta
ES PROPIEDAD
PRINTED IN SPAIN
Imprenta Clarasó; Villarroel, 17. - Barcelona. - 1947
152 pgs
O presente trabalho é a primeira contribuição da nossa Cultura ao estudo dos problemas preliminares da disciplina recentemente incorporada na Universidade espanhola.
Ao afirmar isto, explicam-se de forma suficiente sua dificuldade e sua transcendência. Esta última irá contribuir para o valor instrumental representado pelo Repertório de textos impressos, extraordináriamente aproveitável para uma iniciação à investigação do Pensamento Político.
ÍNDICE
CAPÍTULO I
GÉNESE E ESTADO ACTUAL
1. A História das Doutrinas políticas na sua origem
2. Os cultores da disciplina
3. A incorporação na Universidade
CAPÍTULO II
ELUCIDAÇÂO ESSENCIAL
4. As ideias e a História
5. Formas e instituições
6. O homem e a política
7. Sujeito e objecto
CAPÍTULO III
CONCEITO E CONTEÚDO
8. Teleologia e causalidade. O singular e o directivo
9. Formações ideológicas e valores culturais
10. As grandes figuras e o problema da coerência
11. Verdade e falsidade. De novo as ideias e as formas
12. As zonas adjacentes
CAPÍTULO IV
MÉTODO E FONTES
13. O método histórico
14. A questão das épocas. Períodos e pontos de partida
15. As fontes
16. A recolha bibliográfica
CAPÍTULO V
V A L O R A Ç Ã O
17. Sentido do estudo da História da Doutrinas políticas
APÊNDICE
REPERTÓRIO DE FONTES DIRECTAS
1. Antiguidade
2. Idade Média: a) Europa. b) Zona islâmica c) Espanha.
3. Humanismo e Reforma: a) Europa. b) Espanha.
4. Barroco e Ilustração: a) Europa. b) Espanha.
5. Revolução, liberalismo e crise do Estado liberal:
a) Europa e América. b) Espanha.
https://es.wikipedia.org/wiki/Juan_Beneyto_P%C3%A9rez
https://humanidadesdigitales.uc3m.es/s/catedraticos/item/14195
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gaetano_Mosca
https://pt.wikipedia.org/wiki/Vilfredo_Pareto
https://www.scielo.br/j/rbcpol/a/p7zW9YJymGwqy8JGzNQLngr/?lang=pt
https://repositorio-az.uc.cl/dspace/items/170f7a59-7097-4d88-913e-e760ce1b7959/full
domingo, 10 de maio de 2026
UMA PERSPECTIVA SOBRE PORTUGAL
'Uma Perspectiva sobre Portugal'
Francisco Sarsfield Cabral
Colecção 'Hoje & Amanhã'
Moraes Editores
Lisboa - 1973
127 pgs
Esta obra inaugura a Colecção 'Hoje & Amanhã', pretendendo pôr ao alcance do grande público, em pequenos e acessíveis volumes, escritos por especialistas indiscutíveis, sucintos estudos sobre a então recente evolução e as perspectivas futuras dos principais problemas portugueses.
A obra pretende traçar uma visão de conjunto da evolução da vida política e social do País, das origens à situação da época!
O autor, personalidade já conhecida como autoridade na economia e sociologia, era um eminente militante do sector católico progressista!
Virá futuramente a desempenhar funções de relevo na União Europeia e na Rádio Renascença!
A obra está dividida em IX Capítulos sem qualquer referência temática!
A melhor descrição pertence ao Embaixador Seixas da Costa, no seu Blog 'Duas ou Três Coisas' !
https://duas-ou-tres.blogspot.com/2014/05/sarsfield-cabral.html
A referida colecção previa a edição de duas obras aí referidas:
'Situação da Educação em Portugal' de Rogério Fernandes e 'A Imprensa em Portugal' de Alberto Arons de Carvalho!
https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Sarsfield_Cabral
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=743072925802089&set=a.491940795628868&id=100044388550861
https://pt.wikipedia.org/wiki/Rog%C3%A9rio_Fernandes_Ferreira
quinta-feira, 7 de maio de 2026
A HORA DECISIVA DA EUROPA
A HORA DECISIVA
DA EUROPA
Otto de Habsburgo
Título original
Entscheidung Um Europa
Tradução do alemão por
Helmut Heidnrlich e
Nicolau Gomes de Oliveira
Colecção «Sete Partidas»
N.º 1
Editorial Aster
Lisboa - MCMLV
152 pgs
Os problemas da nova configuração da Europa, da reorganização do Espaço Danubiano, a necessidade da reforma dos seus Estados e da sua estruturação, encontram-se resolvidos nestas páginas, com uma lógica penetrante e convincente.
As teses expostas são claras e objectivas, e os argumentos deduzidos não pretendem introduzir-se como 'slogas' publicitários, mas convencer pela reflexão.
Otto de Habsburgo parte do seguro princípio de que só se podem lançar os alicerces do futuro quando existe uma inabalável atitude de confiança. Reage contra o tão espalhado pessimismo que duvida do porvir da Pátria e traz a lume, com visão certeira, as verdadeiras fontes de energia, que se ocultam sob as discussões políticas do dia a dia.
O Autor teve a delicadeza de dedicar um prólogo especial para esta edição, em que manisfesta o valor da participação portuguesa na consolidação do Velho Continente europeu e nos seus empreendimentos do futuro.
ÍNDICE
Prefácio da edição portuguesa
Prefácio
O significado de Europa
I PARTE
UMA POLÍTICA EUROPEIA
A posição da Europa no mundo
Fundamentos para a reconstrução. A nova ordem na
bacia do Danúbio
A importância para a Europa da bacia do Danúbio
A Europa e a Alemanha
II PARTE
FUNDAMENTOS PARA UMA NOVA VIDA PÚBLICA
O Estado e o direito
O Estado e a liberdade
Uma política social europeia
ANEXO
A reorganização da bacia do Danúbio
https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/09/afinal-europa-foi-reencontrada-mas-e-so.html
https://expresso.pt/opiniao/opiniao_in_memorium/otto-de-habsburgo-1912-2011=f663878
https://estadosentido.blogs.sapo.pt/1623840.html
domingo, 30 de novembro de 2025
'Madrugada' - Poemas de Maria Almira Medina
MADRUGADA
POEMAS
Maria Almira Medina
Ilustração e Apresentação Gráfica de Amândio Silva
Composto e impresso na imprensa portuguesa - porto
Porto 1956
99 pgs
A autora de 'Distância'
Poemas 1944
Esta obra contém 76 poemas escritos entre 1944 e 1955.
Obra inserida no 'Neo-Realismo', numa época na qual Maria Almira Vaz deparou com duas dificuldades, a condição feminina e a censura do Estado Novo!
Uma época de grandes tensões políticas. Após o fim da guerra criaram-se grandes esperanças em Portugal, que acabaram por não ser cumpridas!
Cito:
«Maria Almira Medina, com uma personalidade muito mais forte do que seria de supor numa estreante, e mesmo de uma mulher, oferece-nos o espectáculo raro de uma poesia em que a música subtil e harmoniosa, a forma estranha e delicada, e a essência, singularmente abstracta, imagista e psicológica. Dir-se-á que se juntou numa mema lira o desenho analítico da poesia de um Casais Monteiro, a musicalidade embaladora dos versos de António Nobre e o rapto metafórico das estrofes de Sá-Carneiro.
Em amor, não pode a poesia ser mais sóbria; a expressão é forte, a imagem fica a ressoar dentro de nós em todas as sua concumitâncias com a essência da emoção que exprime.»
1944
João Gaspar Simões
«Nos últimos tempos, no entanto, essa poesia essencialmente feminina das mulheres também se rendeu às aspirações maiores, às angústias comuns de todos os homens, também aderiu à imagética sempre renovada de uma poesia recheada de preocupações humanísticas.
Maria Almira Medina é uma dessas mulheres-Poetas. A sua Poesia forte, viril, corajosa, rica de complexos e de nuances, plasmada numa imagética moderna, já não é 'a simples expressão amorosa de numa alma feminina' - como se dizia no outro século - mas a palvra de uma nova mulher que compreende e colabora no momento histórico em que vivemos.»
1955
António Ramos de Almeida
Não posso deixar de indicar um texto magnífico quanto à interpretação e análise da obra de Maria Almira Medina.
Trata-se do blog, «Cais Declinável» - Autoria - Vitor Pena Viçoso. Para mim tudo o que de melhor se pode escrever sobre esta espantosa mulher!
https://caosdeclinavel.blogspot.com/2016/01/madrugada-de-maria-almira-medina-as.html
Recomendo o site dedicado à pessoa e obra de Maria Almira Vaz.
https://mariaalmiramedina.weebly.com/maria-almira-medina.html
sábado, 29 de novembro de 2025
A Ideia da Liberdade no Pensamento Português
'A Ideia da
LIBERDADE
no Pensamento
Português'
ANTOLOGIA
SELECÇÃO E PREFÁCIO
DE ROMEU DE MELO
COLECÇÃO
BREVIÁRIOS DE CULTURA
DIRECÇÃO-GERAL DA COMUNICAÇÂO SOCIAL
LISBOA - 1985
169 pgs
O problema da liberdade humana é o mais atraente e complexo de todos. Nele se envolvem a psicologia racional, a cosmologia e, obrigatoriamente, uma concepção do Uno ou do Princípio que governa a realidade.
Liberdade do homem? Podemos falar de liberdades ilusórias, a da pedra que cai, a do pássaro que voa pelos campos fora ou do homem voluntarioso que supõe fazer o que quer. Trata-se de liberdades aparentes que prestam tributo a centros determinadores situados a níveis em que a determinação é também implicada. Mas no homem, poderá falar-se alguma vez de liberdade, e vir defender teorias da liberdade?
A liberdade consistiria então em fazer o que 'quer' a Razão, entendida esta na sua função racicionante (Hegel).
A razão não é fundamento da liberdade. Pode certamente converter-se num factor favorável à existência da liberdade, mas por si só não tem qualidade ôntica para suportar a liberdade. Quem no-lo explicou foram os autómatos: é que, ao contrário do que se veio confundindo, a Razão é vazia de valores espirituais; utilizando-os, mas não é seu princípio criador, nem pelos vistos boa zeladora dos mesmos.
R.M.
Nota de Romeu de Melo:
Resta-me agradecer ao caríssimo Pinharanda Gomes, incansável e estimulante estudioso do pensamento filosófico português, a ajuda sempre entusiástica e desinteressada que me deu na escolha e transcrição de alguns textos preciosos.
ÍNDICE
PREFÁCIO
ANTOLOGIA
Da Liberdade (Orlando Vitorino)
Sobre a Causalidade (Fidelino de Figueiredo)
Sobre o Determinismo (Sílvio Lima)
O Determinismo e a Actividade Finalista (Pinho de Almeida)
Servidão e Liberdade (Almeida Garrett)
Vontade e Liberdade (Basílio Teles)
Democracia (António Sérgio)
Liberdade e Igualdade (Raul Proença)
Humanismo e Iguladade (Leonardo Coimbra)
Do Direito e da Liberdade (Frederico Francisco Figanière)
Os Valores da Democracia (L. Cabral de Moncada)
O Surto da Novidade e o Papel do Indivídio (Alberto Ferreira)
A Metafísica da Liberdade (Sampaio Bruno)
A Liberdade Transcendente (Raul Leal)
Espírito e Liberdade (Álvaro Ribeiro)
Da Liberdade Divina (José Marinho)
Deus (Raul Brandão)
Liberdade Ideológica (Afonso Botelho)
Ode à Liberdade (António Quadros) - Poema
https://estudospatrimonio.blogspot.com/2014/03/ensaio-sobre-essencia-do-ensaio-silvio.html
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