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sábado, 12 de setembro de 2026

Breve Guia Prático de Conscienlização Política









    BREVE  GUIA PRÁTICO
    
                     DE
      CONSCIALIZAÇÃO
              POLÍTICA
   PARA  A  LIBERDADE

   ACÚRSIO  NEVES

          LISBOA
EDIÇÃO DO AUTOR
              1974

Composto e impresso nas oficinas da
SOCIEDADE  ASTÓRIA, LIMITADA

ao Regueirão dos Anjos, 68-70, em
Lisboa, durante o mâs de Julho de 1974







Esta é uma obrinha que adquiri após a queda do 1º Governo Provisório, em 18 de Julho de 1974.

Logo reparei neste trabalho, escrito por autor que desconheço! Vê-se porém que estava preocupado com a inabilidade de orientação política da maioria do Povo Português e estava consciente da força de pequenos grupos políticos bem orgabizados, nomeadamente o Partido Comunista Português que tinha expressão em todo o país!

Era urgente ajudar os cidadãos a orientar-se para a construção de uma sociedade livre e democrática, com eleiçoes e representatividade destes!


                                                         Introdução


Instaurado no País um sistema de livre discussão de ideias e de livre opção entre vários caminhos propostos ao Povo Português para a sua orientação política futura, pareceu indispensável e urgente compendiar num breve guia, simples e objectivo, os conhecimentos básicos que permitam às pessoas menos preparadas determinar-se em consciência

É o que se tenta a seguir - esperamos que com utilidade para todos.


                                                          Sumário


1. Poder

2. Actividade política

3. Imparcialidade e objectividade

4. Padrõs de avaliação

5. O social e o económico

6. Esquerdas, centro e direitas

7. Principais sistemas políticos

8. Para quê escolher?

9. Como escolher


1. Poder

Como se caracteriza

Legitimidade e legalidade; Constituições

Organização do Estado


2. Actividade política

Ideologias políticas

Teorias políticas

Doutrinas políticas

Alguns elementos da actividade política


3. Imparcialidade e objectividade

Envolvimentos passionais

Realismo e abstracção

Oportunismo e adequação


4. Padrões de avaliação

Permanência e acidente

Essencial e acessório

Universal e particular

Eficácia e utilidade


5. O social e o económico

Sociedade organizada

Valores sociais

e apetrechamento cultural

Nível social e nível económico

Liberdade económica e dirigismo

Oligopólios e monopólios

Monopólios económicos de pressão;

plutocracia

Sociedade de consumo

Necessidade de defesa

contra as pressões sociais e económicas

Os valores transcendentes

Capital, técnica, trabalho; capitalismo

Classes sociais

e estratos sócio-culturais

Gestão participada

Organização profissional: sindicalismo


6. Esquerdas

    centro e direitas

Esquemas bipolares

Esquemas múltiplos

Soluções de compromisso

e de superação

Caracterização de correntes e atitudes

Sociedade tecnológica e tecnocracia

Experiência e experimentação


7. Principais

    sistemas políticos

Critérios para classificação

dos sistemas políticos

Formas de conferir o poder

Formas de estruturar o poder

Formas de exercer o poder

Regimes e sistemas políticos

Regimes monocráticos

Regimes democráticos

Regimes oligocráticos

Sistemas totalitários

Sistemas libertários

Sistemas de compromisso

ou de superação

Valores universais a ter em conta

Valores particulares a ter em conta

no caso potuguês


8. Para quê escolher?

Envolvimento e alienação

Significado e reflexo do sufrágio

A capacidade de escolha consciente

como sinal de liberdade

Poderes constituintes


9. Como escolher

Informação suficiente;

manipulação da opinião pública

Confusões a evitar

Determinação dos padrões de avaliação

Exercício e aplicação do direito de voto


Bibliografia muito elementar:


Gaetano Mosca, História das doutrinas políticas, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1968

McKenzie, A ciência política, Lisboa, Livraria Bertrand, 1970

Max Weber, O político e o cientista, Lisboa, Edições Presença, 1973 (2ª edição)

XX, Constituição Política da República Portuguesa, Lisboa, Imprensa Nacional, 1971

XX, Lei Constitucional nº 3/74, Lisboa, Imprensa Nacional, 1974

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gaetano_Mosca

https://en.wikipedia.org/wiki/William_Mackay_Mackenzie

https://pt.wikipedia.org/wiki/Max_Weber

https://pt.wikipedia.org/wiki/I_Governo_Provis%C3%B3rio_de_Portugal



quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Dicionário da Arte e dos Artistas - Herbert Read


 


DICIONÁRIO DA ARTE

   E DOS ARTISTAS

Organizado por:

   Herbert Read 

 e revisto por:

Nikos Stangos

Tradução de Teresa Louro Pérez

Revisão da tradução de Graça Margarido

Revisão Tipográfica de Álvaro Antunes

Capa do Departamento Gráfico de Edições 70

sobre fragmento de «O Estúdio do Artista» de

                              Vermeer

Edições 70, Lda

Lisboa

Agosto - 1990

492 pgs

Depósito legal nº 36441/90

Direitos para todos os países de língua portuguesa

por Edições 70, Lda

Título original: Dictionary of Arts and Artists

Publicado por acordo com Thames and Hudson

Londres, 1969 e 1984


                                              NOTA À EDIÇÂO PORTUGUESA

O presente dicionário pretende cobrir extensamente as belas-artes com rubricas sobre pintura, escultura, desenho e gravura e sobre os artistas que os produziram no mundo inteiro. Fruto da actualização e desenvolvimento da Encyclopedia of the Arts publicada sob a direcção de Herbert Read, contém vasta informação sobre arte e artistas contemporâneos que, juntamente com um estudo completo dos artistas do passado, o transformaram numa obra de referência sem par.

Mas o amplo projecto de Herbert Read e Nikos Stangos inclui também referência a técnicas e materiais, estilos e movimentos históricos, bem como a grandes escritores cujas ideias influenciaram o curso da arte e o trabalho dos artistas.

As culturas exteriores ao mundo ocidental, em que o anonimato do artista é comum, são alvo de rubricas de carácter mais geral, ressalvando-se porém a inclusão de nomes individuais quando são conhecidos devido à sua maior difusão.

A edição portuguesa foi, além disso, completada com entradas referentes a artistas portugueses e brasileiros seguindo o critério e o método de exposição da edição original: nomes marcantes da arte do passado e uma atmosfera representativa das tendências hodiernas. Pelas inevitáveis omissões, pedimos desculpa aos artistas mas, dado que se trata de uma obra em permanente actualização, tentaremos eliminá-las em futura edição.

As mais de 2500 rubricas e as centenas de ilustrações documentam os traços identificativos dos estilos e obras dos artistas mencionados. As remissões, assinaladas com asteriscos (*) possibilitam ao leitor aperceber-se de todo o contexto em que um determinado artista trabalhou.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Herbert_Read

https://www.encyclopedia.com/arts/educational-magazines/stangos-nicolas-1936-2004

https://www.historiadasartes.com/o-estudio-do-artista-johanes-vermeer/

https://spotlight.leeds.ac.uk/herbert-read/


terça-feira, 8 de setembro de 2026

Filosofia e Política no Destino de Portugal



 

 

FILOSOFIA  E  POLÍTICA

NO DESTINO  DE PORTUGAL

   FERNANDO SYLVAN

Sociedade de Expansão Cultural 

Depositários: Gráfica Santelmo

Lisboa - 1963

181 pgs


A

ÁLVARO RIBEIRO

Pelo que a sua pessoa é,

Pelo que nós, portugueses, havemos de ser.


    Este livro contém a minha voz.

E a de meus Pais. E a de meus

Filhos.

           FERNANDO SYLVAN


Nome verdadeiro de Fernando Sylvan

( Abílio Leopoldo Motta-Ferreira

  Dili, 26 de Agosto de 1917 - 

 -Cascais, 25 de Dezembro de 1999)

A rematar a obra:

...Não foi por ter criado o Brasil que Portugal afirmou a sua vida futurante, mas por a sua vida conter a do Brasil antes de manisfestada. Igualmente as outras que ainda se não manifestaram estão contidas, e isso por si só afirma já a realidade.

A Comunidade Portuguesa, como razão pátria, é, pois, indiscutível, uma vez que está já afirmada a possibilidade de todos os portugueses a perceptarem entendendo o português como o arquétipo resultante das coordenadas filosóficas comuns de todos os grupos étnicos portugueses, como ensinei no meu livro «Comunidade Pluri-Racial». O Português é o ideal comum das ideias de todos, e pátria a morada actual futurante.

...Nem mesmo a independêcia do Brasil o poderá autorizar ou explicar, porquanto o Brasil não foi jamais Pátria Portuguesa ou Povo Português. Não pode desconhecer-se a acção dos que no Ultramar eliminaram, abafaram ou desprezaram tudo o que nos autóctenes poderia ter criado mais sinais de comunhão, mas é possível ainda um acção contra-revolucionária ampla para que os portugueses todos afimem plena consciência do seu destino.

Só a filosofia, propondo e equacionando a problemática nacional, a pedagogia, exercitando-a, e a política, consentindo um movimento social amplo, poderão propocionar que se mantenha o nome do português o inevitável que os portugueses intuíram como trânsito do homem.

....

Cascais, Agosto-Setembro de 1962


Fernando Sylvan veio de Timor para a então

Metrópole ainda na infância. Aqui em Portugal

desenvolveu uma actividade notável na cultura.

Quer na Poesia, quer no ensaio político-filosófico!

Oposicionista do Estado Novo, sofreu represálias

que o afectaram até monetáriamente.

Pertenceu ao movimento da Revista 57.

que caracterizou o inicio e afirmação da Filosofia 

Portuguesa, constituida na sua base por discípulos

de Leonardo Coimbra na Faculdade de Filosofia do

Porto. Esse núcleo iria fazer prosélitos, apesar da opo-

sição da Filosofia Académica!

Muito importante foi a sua estadia no Brasil!

Por um lado aproxima-se de Gilberto Freyre,

discordando porém do modo de interpretação 

do 'Luso Tropicalismo'


Dispomos hoje de notáveis estudos que

permitem uma consulta sólida!

Nos links abaixo poderão os interessados aprofundar

a obra e a pessoa de Fernando Sylvan!


Peço desculpa pelo scan da capa ser um pouco

escuro!



                                                                          SUMÁRIO


                                                                       Primeira Parte

                                                          DESTINO  DA  HUMANIDADE


1 - Criação da eternidade e do homem. A não-

    -Revolução

2 - Trânsito das Humanidades planetárias. A não-

   -Religião

3 - Realização na obediência a Deus. A não-

 - Saudade

4 -Pedagogia na realização do social. A não-Cul-

- tura

5 - Movimento no encontro do desencontro. A não

 - sexualidade


                                                                            Segunda Parte

                                                           COMPORTAMENTO DO HOMEM


1 - Exercício das relações humanas. O não-Amor

2 - Iniciaçãio familiar e iniciação religiosa. O não

 -Futuro

3 - Moisés em marcha milenária. O não-Regresso

4 - Mistérios religiosos e mistérios escolares. O

  não-Segredo

5 - Conhecimento recíproco dos povos. O não-

  Isolamento


                                                            Terceira Parte

                                            PROMOÇÃO DO PORTUGUÊS


1 - Compreensão portuguesa do mundo. A Vontade

2 - Apetência e inapetência colonizadora. A Am-

  bição

3 - O Brasil o deslumbramento pelo amor. A

  Sedução

4 - Navegadores da revolução. A Recusa

5 - Ultramar e Contra-Mar na cultura. A Expansão


                                                   OBRAS DO AUTOR

                                                   I- EM PORTUGAL


POESIA

Os Poemas de Fernando Sylvan - Edição Marânus - Porto, 1945


ENSAIO

Da pedagogia portuguesa e do desvalor dos exames - Seprata

     da «Revista de Portugal» - Lisboa, 1959

Arte de amar Portugal - Separata da revista «Ocidente»- Lisboa, 1960

O ensino de «Língua e História Pátria» Aquém e Além-Mar

   - Separata da «Revista de Portugal» - Lisboa, 1960

Comunidade Pluri-Racial - Colecção Ideia Nova -

   Guimarães Editores - Lisboa, 1962

A Língua e a Filosofia na estrutura da Comunidade - Separata

   da «Revista Portugal» - Lisboa, 1962

O ideal português no Mundo - Incluído em «O que é o Ideal 

   português - Edições Tempo - Lisboa, 1962

O espaço cultural luso-brasileiro - Separata da «Revista de

   Portugal» - Lisboa, 1963 - 2ª edição, revista, destinada

   ao Brasil - Lisboa, 1963

O Brasil e a teoria de Colónias portuguesas - Separata da 

revista «Ocidente» - Lisboa, 1963

Filosofia e Política no destino de Portugal - Colecção En-

  saístas Portugueses - Sociedade de Expansão Cultural -

 Lisboa, 1963

Goan Contribution to the World - Sairá nas edições do Mo-

  vimento Pró-Goa, Damão e Dio - Lisboa, 1963

A Arte Popular em Timor - sairá incluido em «A Arte Po-

   pular em Portugal - Editorial Verbo - Lisboa


                                                          II - NO BRASIL


ENSAIO

Comunidade Pluri-Racial - Rio de Janeiro, 1963

Nota: esta bibliografia consta da obra actual!

https://www.antonio-telmo-vida-e-obra.pt/news/voz-passiva-12/

https://sites.google.com/site/ciberlusofonia/Asia/Lit-Timorense/Fernando-Sylvan

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Sylvan

https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_57


quarta-feira, 2 de setembro de 2026

IGREJA DE CRISTO-REI DA PORTELA - FOTOS 2

 
Fotos: Jornalista Nuno Castro Ferreira (1967-2007)














IGREJA DE CRISTO-REI DA PORTELA - FOTOS

Fotos do exterior da Igreja de Cristo-Rei da Portela

Feitas pelo Jornalista Nuno Castro Ferreira (1967-2007)










quinta-feira, 27 de agosto de 2026

A Igreja Triumphante No Concílio Do Vaticano


 


                                                      A EGREJA TRIUMPHANTE

                                                                          DO

                                                          CONCILIO DO VATICANO


                                Explicação dogmatica, philosophica e historica dos decretos

                                                    do Concilio ecumenico de Vaticano


                                                        Cartas e instrucções pastoraes

                                                dos senhores Luiz Filippi, bispo d'Aquila,

                                                      e Bartholomeu d'Avanzo, bispo

                                                                de Calvi e Teano


                                 VERSÃO PORTUGUEZA FEITA SOBRE A VERSÃO FRANCESA

                                                                  DO DOCTOR MAUPIED

                                                                                   POR

                                                                     D. Miguel Sotto-Maior


                                                      EDITORA  - LIVRARIA PORTUENSE

                                                                               DE

                                                                MANUEL MALHEIRO

                                                              121 - Rua do Almada - 123

                                                                        PORTO - 1875

                                                                               pgs 301

                   

                                                                               Índice



Pastoral do Senhor Bispo D'Aquila

Exposição da Constituição de Fide

Proemio da mesma Constituição

Capitulo I - De Deus, creador de todas as cousas

Capitulo II - Da Revelação

Capitulo III - Da Fé 

Capitulo IV - Da Fé e da Razão

Curta exposição das razões, que fizeram com que o Conci-

  lio passase a occupar-se da outra Constituição primeira

  de Ecclesia Christi

Exposição da Constituição Pastor Aeternus

Capitulo I - Da instituição do Primado Apostolico

Capitulo II - Da perpetuidade do Primado de S. Pedro 

  nos Pontifices Romanos

Capítulo III - Da natureza e caracter do Primado do Pon-

   tifice Romano

Capitulo IV - Do magisterio infallivel do Pontifice Ro-

   mano

Post Scriptum sobre a oposição de Doellinger e de outros

   ao dogma da infalibilidade do Papa

Doellinger e a sua declaração a respeito do Concilio ecu-

   menico do Vaticano, por Monsenhor d'Avanzo

O Papa Honorio e a infabilidade pontificia, por Monse-

  d'Avanzo

Plano de defeza abreviada do Papa Honorio

Nota importante sobre o mesmo assumpto, extrahida da

  obra de Mr. Darras

Appendice I, ácerca do «Liber Diurnus»

Appendice II, sobre a doctrina da infabillibidade ponti-

  cia em Portugal

   


   Nota: procurou manter-se, quanto possível, 

             a ortografia original.

                                                       



sábado, 22 de agosto de 2026

Marcuse e a Teoria da Revolução - Vital Moreira

                                                                    

                                               

  

                                          

            Marcuse    

  e a Teoria da Revolução        

          Vital  Moreira         

Publicado em

Separata do

Boletim de Ciências Económicas     

Vol. XVI       

COIMBRA

    1973              

46 pgs        

Composto e impresso na 

Gráfica de Coimbra

     (Fevereiro de 1973)        


«A sorte de Herbert Marcuse e as polémica que à volta da sua obra se desencadearam são conaturais a uma certa ambiguidade objectiva de seus textos. Facto que não é novo na história das ideias: essa mesmo equivocidade e 'plurilocalidade' contribuiu para a glória de um Sorel e também de um Max Weber. O projecto do presente texto - a teoria da revolução em Marcuse - é um exemplo elucidativo dessa polissemia e in-definição dos conceitos-base da sua teoria.»

Vital Moreira


                                             I - A TEORIA CRÍTICA

                                  E  A  SOCIEDADE UNIDIMENCIONAL

1. Um específico itinerário intelectual

2. A filosofia negativa e a teoria crítica

3. A sociedade unidimencional


                              II - UMA  NOVA  TEORIA DA REVOLUÇÃO

1. Revolução: uma (quase) impossibilidade

2. O conceito marxista de revolução: um conceito a rever

3. Os termos da revisão


                           III - AS DIFICULDADES DE UMA NOVA TEORIA
                                                        DA  REVOLUÇÃO

1. Capitalismo ou sociedade industrial?

2. Revolução sem agente revolucionário?

3. Socialismo ou um «novo mundo amoroso»?

4. A lógica da revolução: história ou filosofia?


                                      IV - UMA  REVISÃO ILEGÍTIMA

1. A teoria marxista em questão

2. Limites da revisão marxista do marxismo

3. Socialismo ou barbárie: um imperativo ético

4. O cálculo revolucinário

5. Fim da utopia ou regresso à utopia?

6. Uma nova teoria da sociedade

7. Uma teoria da não-revolução?


                                V - O SIGNIFICADO  DE  UMA REVISÃO

1. As dificuldades do conceito tracicional de revolução

2. Uma visão acrítica das sociedades industriais avan-

   çadas

3. A revolução como facto intelectual


                                                                               Coimbra, Novembro, 1972


Não é de espantar que um comunista/bolchevista se indigne e sinta a obrigação de refutar as ideias de um heterodoxo, tal Marcuse! Se este introduz ideias diferentes e mesmo opostas à visão do marxismo ortodoxo (entenda-se, 'bolchevimo'), torna-se imperioso que um ortodoxo, tal Vital Moreira venha a terreiro para defender a sua dama!

Compete a quem dá a conhecer esta problemática conseguir encontrar o necessário equilíbrio! De aí a utilização da imensa quantidade de referências que se encontrarão nos 'links' abaixo!

Aconselho a quem deseje uma perpectiva interessante desta obra. a consulta de Google AI. Aí encontrará um resumo muito aceitável desta obra. Basta introduzir o nome da obra e verá que valeu a pena!

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2025/08/reflexoes-sobre-o-pcp-vital-moreira.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/08/vital-moreira-de-intransigente-critico.html

https://www.filosofiaclinicaflorianopolis.com/razao-e-revolucao-herbert-marcuse/

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2010/09/critica-da-tolerancia-pura-r-p-wolff-b.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2023/05/maio-e-crise-da-civilizacao-burguesa.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2023/06/textos-polemicos.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2023/06/sobre-o-antimarxismo-contestatario.html

https://revistas.uece.br/index.php/kalagatos/article/view/5859

https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/ideias/article/view/8649773

https://www.persee.fr/doc/homso_0018-4306_1968_num_8_1_3123

https://pt.wikipedia.org/wiki/Vital_Moreira

https://pt.wikipedia.org/wiki/Herbert_Marcuse

 

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