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domingo, 16 de agosto de 2026

Fernand Braudel e a História


 


Fernand Braudel 

   e a História

Châteauvallon / Outubro 1985

 Jornadas Fernand Braudel

18,  19  e  20 de Outubro de 1985

Tradução: Pedro Jordão

Colecção Teorema -3

Teorema

223 pgs

Título original:

Une Leçon d'Histoire de Fernand Braudel

Edição original: Arthaud-Flammarion

Paris - 1986


Em Outubro de 1986, o Centro Cultural de Châteuvallon consagrou a Fernand Braudel e à sua obra - o Mediterrâneo, o capitalismo, a França - um colóquio de três dias animado por historiadores, economistas e personalidades de renome internacional, assim como por jornalistas conceituados.

Fernand Braudel conduziu os debates com vivacidade e rigor, malícia e gentileza. No decurso de alguns 'duelos intelectuais', o grande historiador - que faleceu um mês depois - demonstrou uma vez mais, o seu sentido prodigioso de síntese imediata.


Participantes no Colóquio

Helène Ahrweiler

Maurice Aymard

K. N. Chaudhuri 

Barun De

Alain Denis

Albert du Roy

Paul Fabra

Marc Ferro

Celso Furtado

Vitorino Magalhães-Godinho

Mirko Drazen Grmek

Jean Guilaine

Alain Guillerm

Gérard Jorland

Étienne Juillard

Hervé Le Bras

Emmanuel le Roy Ladurie

Laszlo Makkai

Robert Mantran 

André Nouschi

Chritine Ockrent

Claude Raffestin

Alberto Tenenti

Emmanuel Todd

Immanuel Wallerstein

Karl Ferdinand Werner

Theodore Zeldin

                          

                                                  ÍNDICE

O MEDITERRÂNEO

A formação das culturas mediterrânicas

O homem biológico do Mediterrâneo

O tempo bizantino no mundo mediterrâneo

O  Mediterrâneo muçulmano

O Mediterrâneo, o Atlântico e a Europa

O Mediterrâneo no horizonte dos Europeus 

A galé, rainha do Mediterrâneo, de Salamina

a Lepanto

O Mediterrâneo das tensões

Discussão


O CAPITALISMO

Economia política e história económica

Capitalismo, jogo viciado?

O capitalismo: continuidade ou mudança?

Capitalismo comercial e produção industrial na Ásia

Elementos endógenos do capitalismo

Capitalismo brasileiro: crescimento ou

desenvolvimento?

Técnica, ciência e sociedade

O capitalismo, inimigo do mercado?

Discussão


A FRANÇA

Fernand Braudel e a Hitória da França

Os primeiros camponeses de França

Das regiões à nação francesa

Para uma teoria ecológica das localizações

A árvore dos Estados e Ofícios de França

Compreender Fernand Braudel

Discussão

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2011/06/cultura-do-capitalismo-alan-macfarlane.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2010/09/dinamica-do-capitalismo-fernand-braudel.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2010/09/o-mediterraneo-e-o-mundo-mediterranico.html


sábado, 15 de agosto de 2026

O QUE É A IDADE MÉDIA? - Manuel Luiz Martins

                                                              Capa Original
 


                   QUE É

          A IDADE MÉDIA

   Dissertação segundo a sábia orientação

do Ex.mo Professor, Sr. Dr. Gonçalves Cerejeira

       No Ano Lectivo de 1916-1917

COIMBRA

IMPRENSA ACADÉMICA

1918

Acabou de Imprimir-se

esta obra na

Imprensa Académica

de Coimbra, no Mês de

Abril de mil novecentos

e Dezoito

159 pgs

Sem índice.

A temática narrada em 

capítulos, encontra -se

ao ler a obra!

Nota: A obra muito rara

está muito danificada,

a cor é de um cinzento

amarelado.


Dedicatória:

À memória de minha querida mãe que a morte me roubou

no dia 8 de Setembro de 1901, no trigésimo ano da sua existência


DIFICULDADES NA EMPRÊSA

É a primeira vez que cometo a grande imprudência de subscrever ao público qualquer instrumento dos seus passatempos. - e se ao menos eu isso conseguisse!...

Reconheço bem a precipitação do meu arrojo e a grandeza da minha ousadia..

..............

Coimbra, 25 de Março de 1918.

Anunciação de nossa Senhora.


                                                     Manuel Luiz de Martins


PRÓLOGO

É difícil a missão do historiador quando ele se preocupa com fazer história, e não como contar histórias; quando procurava a verdade, investigando e não a oculta, imaginando; quando fala instruindo, e não inventa corrompendo; quando busca a realidade através o revolver criterioso das fontes, e não romantiza a seu arbítrio; quano analisa os factos à luz da crítica imparcial e não os afere pelo contador falaz dos seus interesses e paixões, dando-lhes uma vida toda artificial, toda fantaziada.


Capítulo I

O que é a Idade Média?

CAPÍTULO II

Lendas da IdadeMédia

CAPÍTULO III

A Idade Mádia, uma época orgânica

CAPÍTULO IV

Conquistas da Idade Média


Nota:

O scan da capa ficou claro

e até aparenta ser de obra

recente!

Esta obra foi-me oferida há muitas décadas pelo grande poeta António Barahona da Fonseca, estava ele ainda casado com a actriz Eunice Muñoz, quando viviam em Oeiras. Aí foi tirada a fotografia dos surrealistas que consta deste blog!



terça-feira, 11 de agosto de 2026

Individuação - A Psicologia de Profundidade de Jung


 



           I N D I V I D U A Ç Ã O

A PSICOLOGIA DE PROFUNDIDADE

   DE CARLOS GUSTAV JUNG

     Josef  Goldbrunner

Coleção  Cairoscópio

Editora Herder

São Paulo - 1961

237 pgs

Versão portuguesa do Prof. Odilon Jaeger

sobre a versão alemã 'Individuação'

'Die Tiefenpsychologie von Carl Gustav Jung'

Erich Wewel Verlag

Freiburg im Brisgau - 1957


Três são as vantagens que recomendam esta obra como introdução apropriada à psicologia de profundidade de C. G. Jung.

1. Conhecimento profundo

2. Objetividade exemplar

3. Notável capacidade pedagógica


  PRIMEIRA PARTE

  1. O Ponto de Partida de Carlos Gustavo 

      Jung

  2. A Realidade Psíquica

  3. O Inconsciente Pessoal

  4. A Neurose

  5. A Análise

  6. O Sonho

  7. O Problema dos Tipos

  8. A Energia Psíquica

  9. O Inconsciente Coletivo

10. A Análise do Inconsciente Coletivo

11 . Os Arquétipos

12 . A Individuação

13. A Experiência Religiosa


SEGUNDA PARTE

1. A Religião

2. A Antropologia

3. A Ética

4. A Educação

5. A Cura de Almas

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/12/instancias-da-psique-segundo-jung.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/12/tipos.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/12/a-sombra.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/12/anima-animus.html

https://www.wikidata.org/wiki/Q59528034

https://de.wikipedia.org/wiki/Carl_Gustav_Jung

HISTÓRIA DAS CIVILIZAÇÕES - SIR RONALD SYME


 


HISTÓRIA DAS CIVILIZAÇÕES

Direcção de Sir Ronald Syme

Revisão portuguesa de

Prof. Doutor A. H. DE OLIVEIRA MARQUES

Editora Arcádia

Lisboa



Uma nova concepção para cada época da

                  imaginação criadora


Esta colecção internacional de história da civilizaçõe distingue-se de todas as outras no que ela põe em relevo, para cada uma das sociedades consideradas, de audacioso, de insólito, de criador.

Um civilização cresce, geralmente sobre ruinas. Engrandece-se, resolvendo conflitos internos e pela integração das forças vivas no momento. Declina, quando se debruça sobre o passado, incapaz de afrontar uma evolução imprevista que exige ideias inatas. Este dinamismo que solicita incessantemente as faculdades de invenção, encontra-se nesta colecção que se esforça para o conseguir e manisfesta um conjunto coerente e animado de vida intensa.

A história assim concebida torna-se mais que instrumento de uma cultura desinteressada. Ela inscreve-se entre os métodos de formação em profundidade, estimulando o espírito de criação, a partir de situações concretas, retendo o seu valor de objectividade científica, acrescentando-lhe o coeficiente prático de uma incitação a reflectir sobre problemas reais e a inventar-lhe soluções. Estas, não serão sempre as mesmas, mas o espírito exercido desenvolver-se-á progressivamente e  tornar-se-se-á cada vez mais apto a descobri-las.

Todos os responsáveis de empresas e de administração, pessoal de quadros a todos os níveis,mprofessores e estudantes, procuram hoje exemplos de adaptação e de criação. Os meios e as circunstâncias mudam, nas qualidades humanas a desenvolver ficam. Esta colecção contém lições de energia, de argúcia e de imaginação, particularmente oportunas ao nosso tempo.

Nota: Decidi digitalizar este texto que se encontra na contracapa das obras desta colecção, isto porque tenho encontrado várias confusões na pesquisa que tenho feito! A obra de que me servi foi «A Herança Persa», cuja data de edição remonta ao mês de Abril de mil novecentos e setenta e dois.

Tudo em atenção à Google! Isto com total sinceridade, pois é a minha casa de acolhimento!

Dada a minha avaçada idade e porque não quero adiar mais indicações de leitura, de futuro farei apenas o levantamento das obras com uma pequena descrição!

Das oito obras indicadas ao fundo da descrição apenas sei que foram publicadas:

A Herança Persa (1972)

O Mundo Medieval (?)

O Mundo de Roma (?)

A Experiência Grega (?)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_Syme

https://pt.wikipedia.org/wiki/A._H._de_Oliveira_Marques


sábado, 25 de julho de 2026

Inquérito sobre a Filosofia Portuguesa -Vários Autores


 


A FILOSOFIA PORTUGUESA

           INQUÉRITO

ENSAIO

Colecção Pax - 7

EDITORA PAX

BRAGA -1972

130 pgs

Acabou de se imprimir

no dia 30 de Setembro de 1972

nas oficinas gráficas

da Livraria Editora Pax. Lda.

edição nº 183


                                                             


                                              


A página cultural do «DIÁRIO DO MINHO», que tem vindo a ser publicada sob o título de «PARÁBOLA», levou a efeito, de 15 de Maio de1971, a 9 de Setembro de 1972, um Inquérito sobre a Filosofia portuguesa.

Passados alguns decénios sobre a data em que a problemática foi enunciada por Álvaro Ribeiro, em 1943, o tema, queiramos ou não, continua a ser olhado segundo a imagem da polémica histórica, polémica essa descrita e comentada numa já vasta bibliografia, proveniente de muitos e variados quadrantes ideológicos, e que tivemos o ensejo de processar no nosso livro «Liberdade e Autonomia de Portugal» (Lisboa, Espiral, 1971.

Em aditamento ao Inquérito publicam-se dois ensaios aparecidos na imprensa enquanto decorria o mesmo. São eles: Ensaio sobre a psicologia da Filosofia Portuguesa, de Henrique António Pereira (Diário do Minho, 8-1-1972) e Filosofia e Política de Álvaro Ribeiro (Quinzenário Política, de 1 de Junho de 1972).

Pinharanda Gomes

Três quesitos foram postos a cada um dos treze deponentes:

     a) fundamentos ônticos e lógicos da Filosofia

         portuguesa;

     b) relação Filosofia-Pátria;

     c) enunciado histórico-futurativo da da Filosofia 

         em Portugal.

Depoimentos de:

Álvaro Ribeiro

António Quadros

Francisco Sottomayor

Romeu de Melo

José Garcia Domungues

Henrique António Pereira

Agostinho da Silva

Joaquim Braga

Afonso Botelho

Luís Furtado

Amorim de Carvalho

Manuael Leak Freire

Francisco da Cunha Leão


https://skocky-alcyone.blogspot.com/2018/12/apologia-e-filosofia-alvaro-ribeiro.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2018/12/apologia-e-filosofia-alvaro-ribeiro.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/06/memoriam-de-jose-regio_22.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/08/o-fim-historico-de-portugal-amorim-de.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2025/11/a-ideia-da-liberdade-no-pensamento.html


sexta-feira, 24 de julho de 2026

Ensaios sobre a Destruição da Tradição Cristã


 


 Ensaios sobre a

  DESTRUIÇÃO DA

TRADIÇÂO CRSITÃ

Rama P. Coomarswamy

Tradução e apresentação de

Mateus Soares de Azevedo

Capa: 

Reprodução de Gravura do Século XII

(arte cistercience) da Abadia de Citeaux

T. A. Queiroz, Editor Ltda 

São Paulo - Brasil

1990

117 pgs

ISBN 85-7182-008-2


A obra baseia-se e descreve o Congresso organizado pelo 'Instituto de Estudios Tradicionales' do Peru, realizado em Lima em Agosto de 1985.

Compareceram alguns dos mais detacados estudiosos da Europa, EUA, Ásia e América Latina!

O livro de Rama P. Coomarswamy é vigoroso, espirituoso, ricamente documentado e vai directo ao que interessa. Tem uma clara razão de ser.

Afirma o Rev. Padre Clarence J. Kelly (Superior, Sociedade São Pio X - EUA), o bom Doutor Coomarswamy sege o conselho de São Paulo na sua Epístola aos Efésios, que nos prescreve o dever de expor à luz do dia 'as obras estéreis das trevas' !

Não é necessário fazer grande esforço ou especulação, estamos perante uma obra tradicionalista, contrária ao Concílio do Vaticano II, se bem que muito bem engendrada e assente em forte erudição.

Não fora o autor, filho do grande Ananda K. Coomarswamy!

Nota minha que considero necessária:

Concorda-se interessar conhecer  a Igreja Romana anterior ao Concílio do Vaticano II, as Constituições Dogmáticas sobre a Revelação e a Igreja, aprovados no Concílio do Vaticano (I) - 1870, no interesse pelo Missal de S. Pio V, compilado segundo as normas emanadas do Concílio de Trento!

Inaceitável uma frontal discordâcia com o Magistério, roçando a Heresia e mesmo a falta de equilíbrio emocional. (Atenção às notas que elaborei a propósito da Revista 'Sempre', de cariz lefbvreavo!)

Grande desacordo acerca da visão do Autor àcerca das instruções sobre o Pentecostalismo Católico (Renovamento Carismático Católico)!


                                                                 SUMÁRIO


      Prefácio


Economia tradicional e Teologia da Libertação

O conflito entre Ciência e Fé

Credo e na Igreja pós-conciliar - Estudo sobre o

'aggiornamento

O movimento pentecostal: manifestação e expressão da

'nova Igreja'


https://sabedoriaperene.blogspot.com/2009/06/rama-coomaraswamy-entre-o-catolicismo-e.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ananda_Coomaraswamy

https://worldwisdom.com/author/rama-p-coomaraswamy/

https://pt.scribd.com/document/557400414/37-Bibliografia-Das-Aulas-Do-Espirito-Santo

https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cruz_e_o_Punhal

https://renovamentocarismaticofunchal.blogspot.com/2013/12/movimento-carismatico-e-documento-de.html

https://rccbrasil.org.br/blog/o-grupo-de-oracao-e-a-grande-missao-da-rcc/

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/02/sempre-revista-lefebvriana-portuguesa.html



quinta-feira, 23 de julho de 2026

ORDEM DE OURIQUE


EMBLEMA AUTÊNTICO DA ORDEM

 


*ORDEM DE OURIQUE*

Fundada e registada a 

25 de Julho de 2001

Primeiro Cartório Notarial

Rua dos Douradores - Lisboa

Pessoa Colectiva 505550644

Nota: É aqui realçado o Emblema

          acordado inicialmente, ser o 

          aqui apresentado!

A Rua dos Douradores em

atenção a Fernando Pessoa!


Foram 17 os signatários da escritura de 

Constituição da Ordem de Ourique a saber:

Abel Lacerda Botelho

Maria da Conceição Azenha 

Rodrigo Cabral Cunha

Arnaldo Mariz Rozeira

Cynthia Guimarães Taveira 

Maria da Glória Zeferino

Dalila Pereira da Costa

Pinharanda Gomes

Manuel J. Gandra

 Josá Alexandre Pelágio

Alberto Castro Ferreira

Joaquim Domingues

Francisco da Cunha Leão

Henrique Barrilaro Ruas

Elísio Gala

Paula Mercandante

António Monteiro de Lacerda

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