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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Introdução à História das Doutrinas Políticas

 



Introducción a la Historia

              de  las

Doctrinas  Políticas

Con un Repertorio 

de Fuentes Directas

Juan  Beneyto  Pérez

Bosch, Casa Editorial

Apartado 928

Barcelona

No reverso do rosto consta

                               ES PROPIEDAD

               PRINTED IN SPAIN

Imprenta Clarasó; Villarroel, 17. - Barcelona. - 1947

152 pgs


O presente trabalho é a primeira contribuição da nossa Cultura ao estudo dos problemas preliminares da disciplina recentemente incorporada na Universidade espanhola.

Ao afirmar isto, explicam-se de forma suficiente sua dificuldade e sua transcendência. Esta última irá contribuir para o valor instrumental representado pelo Repertório de textos impressos, extraordináriamente aproveitável para uma iniciação à investigação do Pensamento Político.


                                                          ÍNDICE


                                                        CAPÍTULO  I

                                            GÉNESE E ESTADO ACTUAL


 1. A História das Doutrinas políticas na sua origem

 2. Os cultores da disciplina

 3. A incorporação na Universidade


                                                         CAPÍTULO  II

                                               ELUCIDAÇÂO ESSENCIAL

 4. As ideias e a História

 5. Formas e instituições

 6. O homem e a política

 7. Sujeito e objecto


                                                          CAPÍTULO  III

                                                CONCEITO E CONTEÚDO

 8. Teleologia e causalidade. O singular e o directivo

 9. Formações ideológicas e valores culturais

10. As grandes figuras e o problema da coerência

11. Verdade e falsidade. De novo as ideias e as formas

12. As zonas adjacentes


                                                            CAPÍTULO  IV

                                                    MÉTODO  E FONTES

13. O método histórico

14. A questão das épocas. Períodos e pontos de partida

15. As fontes

16. A recolha bibliográfica


                                                             CAPÍTULO  V

                                                          V A L O R A Ç Ã O

17. Sentido do estudo da História da Doutrinas políticas


                                                              APÊNDICE

                                        REPERTÓRIO DE FONTES DIRECTAS

1. Antiguidade

2. Idade Média: a) Europa. b) Zona islâmica c) Espanha.

3. Humanismo e Reforma: a) Europa. b) Espanha.

4. Barroco e Ilustração: a) Europa. b) Espanha.

5. Revolução, liberalismo e crise do Estado liberal:

          a) Europa e América. b) Espanha.


https://es.wikipedia.org/wiki/Juan_Beneyto_P%C3%A9rez

https://humanidadesdigitales.uc3m.es/s/catedraticos/item/14195

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gaetano_Mosca

https://pt.wikipedia.org/wiki/Vilfredo_Pareto

https://www.scielo.br/j/rbcpol/a/p7zW9YJymGwqy8JGzNQLngr/?lang=pt

https://repositorio-az.uc.cl/dspace/items/170f7a59-7097-4d88-913e-e760ce1b7959/full

https://pt.wikipedia.org/wiki/Teleologia

domingo, 10 de maio de 2026

UMA PERSPECTIVA SOBRE PORTUGAL



 

'Uma Perspectiva sobre Portugal'

Francisco Sarsfield Cabral

Colecção 'Hoje & Amanhã'

Moraes Editores

Lisboa - 1973

127 pgs


Esta obra inaugura a Colecção 'Hoje & Amanhã', pretendendo pôr ao alcance do grande público, em pequenos e acessíveis volumes, escritos por especialistas indiscutíveis, sucintos estudos sobre a então recente evolução e as perspectivas futuras dos principais problemas portugueses.

A obra pretende traçar uma visão de conjunto da evolução da vida política e social do País, das origens à situação da época!

O autor, personalidade já conhecida como autoridade na economia e sociologia, era um eminente militante do sector católico progressista!    

Virá futuramente a desempenhar funções de relevo na União Europeia e na Rádio Renascença!

A obra está dividida em IX Capítulos sem qualquer referência temática!

A melhor descrição pertence ao Embaixador Seixas da Costa, no seu Blog 'Duas ou Três Coisas' !    

https://duas-ou-tres.blogspot.com/2014/05/sarsfield-cabral.html

A referida colecção previa a edição de duas obras aí referidas:

'Situação da Educação em Portugal' de Rogério Fernandes e 'A Imprensa em Portugal' de Alberto Arons de Carvalho!

https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Sarsfield_Cabral

 https://www.facebook.com/photo.php?fbid=743072925802089&set=a.491940795628868&id=100044388550861      

https://pt.wikipedia.org/wiki/Rog%C3%A9rio_Fernandes_Ferreira

https://www.bertrand.pt/autor/alberto-arons-de-carvalho/755142?srsltid=AfmBOooh1SG8Nsjo3-fRRvsDY5uYlARvVVVVV5ppZJxJxh_y_a0_QwUF

quinta-feira, 7 de maio de 2026

A HORA DECISIVA DA EUROPA


 


A HORA DECISIVA

  DA  EUROPA

Otto de Habsburgo

Título original

Entscheidung Um Europa

Tradução do alemão por

Helmut Heidnrlich e

Nicolau Gomes de Oliveira

Colecção «Sete Partidas»

                  N.º 1

Editorial  Aster

Lisboa - MCMLV

152 pgs


Os problemas da nova configuração da Europa, da reorganização do Espaço Danubiano, a necessidade da reforma dos seus Estados e da sua estruturação, encontram-se resolvidos nestas páginas, com uma lógica penetrante e convincente.

As teses expostas são claras e objectivas, e os argumentos deduzidos não pretendem introduzir-se como 'slogas' publicitários, mas convencer pela reflexão.

Otto de Habsburgo parte do seguro princípio de que só se podem lançar os alicerces do futuro quando existe uma inabalável atitude de confiança. Reage contra o tão espalhado pessimismo que duvida do porvir da Pátria e traz a lume, com visão certeira, as verdadeiras fontes de energia, que se ocultam sob as discussões políticas do dia a dia.

O Autor teve a delicadeza de dedicar um prólogo especial para esta edição, em que manisfesta o valor da participação portuguesa na consolidação do Velho Continente europeu e nos seus empreendimentos do futuro.


                                                    ÍNDICE

Prefácio da edição portuguesa

Prefácio

O significado de Europa


                                                     I  PARTE

                                    UMA POLÍTICA EUROPEIA

A posição da Europa no mundo

Fundamentos para a reconstrução. A nova ordem na

    bacia do Danúbio

A importância para a Europa da bacia do Danúbio

A Europa e a Alemanha


                                                     II PARTE

                  FUNDAMENTOS PARA UMA NOVA VIDA PÚBLICA

O Estado e o direito

O Estado e a liberdade

Uma política social europeia


                                                       ANEXO

A reorganização da bacia do Danúbio


https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/09/afinal-europa-foi-reencontrada-mas-e-so.html

https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/paulo-rezzutti/exilado-e-anti-nazista-quem-foi-o-principe-que-reinventou-europa.phtml

https://expresso.pt/opiniao/opiniao_in_memorium/otto-de-habsburgo-1912-2011=f663878

https://estadosentido.blogs.sapo.pt/1623840.html



                            

domingo, 30 de novembro de 2025

'Madrugada' - Poemas de Maria Almira Medina


 


MADRUGADA

POEMAS

Maria Almira Medina

Ilustração e Apresentação Gráfica de Amândio Silva

Composto e impresso na imprensa portuguesa - porto

Porto 1956

99 pgs


A autora de 'Distância'

             Poemas 1944


Esta obra contém 76 poemas escritos entre 1944 e 1955.

Obra inserida no 'Neo-Realismo', numa época na qual Maria Almira Vaz deparou com duas dificuldades, a condição feminina e a censura do Estado Novo!

Uma época de grandes tensões políticas. Após o fim da guerra criaram-se grandes esperanças em Portugal, que acabaram por não ser cumpridas!

Cito:

«Maria Almira Medina, com uma personalidade muito mais forte do que seria de supor numa estreante, e mesmo de uma mulher, oferece-nos o espectáculo raro de uma poesia em que a música subtil e harmoniosa, a forma estranha e delicada, e a essência, singularmente abstracta, imagista e psicológica. Dir-se-á que se juntou numa mema lira o desenho analítico da poesia de um Casais Monteiro, a musicalidade embaladora dos versos de António Nobre e o rapto metafórico das estrofes de Sá-Carneiro.

Em amor, não pode a poesia ser mais sóbria; a expressão é forte, a imagem fica a ressoar dentro de nós em todas as sua concumitâncias com a essência da emoção que exprime.»

                                                                                                           1944

                                                                                    João Gaspar Simões



«Nos últimos tempos, no entanto, essa poesia essencialmente feminina das mulheres também se rendeu às aspirações maiores, às angústias comuns de todos os homens, também aderiu à imagética sempre renovada de uma poesia recheada de preocupações humanísticas.

Maria Almira Medina é uma dessas mulheres-Poetas. A sua Poesia forte, viril, corajosa, rica de complexos e de nuances, plasmada numa imagética moderna, já não é 'a simples expressão amorosa de numa alma feminina' - como se dizia no outro século - mas a palvra de uma nova mulher que compreende e colabora no momento histórico em que vivemos.» 

                                                                                                                 1955

                                                                             António Ramos de Almeida


Não posso deixar de indicar um texto magnífico quanto à interpretação e análise da obra de Maria Almira Medina.

Trata-se do blog, «Cais Declinável» - Autoria - Vitor Pena Viçoso. Para mim tudo o que de melhor se pode escrever sobre esta espantosa mulher!

https://caosdeclinavel.blogspot.com/2016/01/madrugada-de-maria-almira-medina-as.html

Recomendo o site dedicado à pessoa e obra de Maria Almira Vaz.

https://mariaalmiramedina.weebly.com/maria-almira-medina.html

                                                                                                                 

sábado, 29 de novembro de 2025

A Ideia da Liberdade no Pensamento Português


 


'A Ideia da

LIBERDADE

no Pensamento

Português'

ANTOLOGIA

SELECÇÃO E PREFÁCIO

  DE ROMEU DE MELO

COLECÇÃO

BREVIÁRIOS DE CULTURA

DIRECÇÃO-GERAL DA COMUNICAÇÂO SOCIAL

LISBOA - 1985

169 pgs


O problema da liberdade humana é o mais atraente e complexo de todos. Nele se envolvem a psicologia racional, a cosmologia e, obrigatoriamente, uma concepção do Uno ou do Princípio que governa a realidade.

Liberdade do homem? Podemos falar de liberdades ilusórias, a da pedra que cai, a do pássaro que voa pelos campos fora ou do homem voluntarioso que supõe fazer o que quer. Trata-se de liberdades aparentes que prestam tributo a centros determinadores situados a níveis em que a determinação é também implicada. Mas no homem, poderá falar-se alguma vez de liberdade, e vir defender teorias da liberdade?

A liberdade consistiria então em fazer o que 'quer' a Razão, entendida esta na sua função racicionante (Hegel).

A razão não é fundamento da liberdade. Pode certamente converter-se num factor favorável à existência da liberdade, mas por si só não tem qualidade ôntica para suportar a liberdade. Quem no-lo explicou foram os autómatos: é que, ao contrário do que se veio confundindo, a  Razão é vazia de valores espirituais; utilizando-os, mas não é seu princípio criador, nem pelos vistos boa zeladora dos mesmos.

R.M.

Nota de Romeu de Melo:

Resta-me agradecer ao caríssimo Pinharanda Gomes, incansável e estimulante estudioso do pensamento filosófico português, a ajuda sempre entusiástica e desinteressada que me deu na escolha e transcrição de alguns textos preciosos.


                                                        ÍNDICE


PREFÁCIO

ANTOLOGIA

Da Liberdade (Orlando Vitorino)

Sobre a Causalidade (Fidelino de Figueiredo)

Sobre o Determinismo (Sílvio Lima)

O Determinismo e a Actividade Finalista (Pinho de Almeida)

Servidão e Liberdade (Almeida Garrett)

Vontade e Liberdade (Basílio Teles)

Democracia (António Sérgio)

Liberdade e Igualdade (Raul Proença)

Humanismo e Iguladade (Leonardo Coimbra)

Do Direito e da Liberdade (Frederico Francisco Figanière)

Os Valores da Democracia (L. Cabral de Moncada)

O Surto da Novidade e o Papel do Indivídio (Alberto Ferreira)

A Metafísica da Liberdade (Sampaio Bruno)

A Liberdade Transcendente (Raul Leal)

Espírito e Liberdade (Álvaro Ribeiro)

Da Liberdade Divina (José Marinho)

Deus (Raul Brandão)

Liberdade Ideológica (Afonso Botelho)

Ode à Liberdade (António Quadros) - Poema


https://estudospatrimonio.blogspot.com/2014/03/ensaio-sobre-essencia-do-ensaio-silvio.html


sexta-feira, 21 de novembro de 2025

'Poetas de Moçambique' - 'Poetas Moçambicanos'

 

                                                                          Capa



'POETAS DE MOÇAMBIQUE'

('POETAS MOÇAMBICANOS')

Antologia da «Casa dos Estudantes do Império»

Prefácio de Alfredo Margarido (págs. 3 a 24)

Edição da Casa dos Estudantes do Império

Avenida Duque de Ávila - 23

Lisboa - 1962

140 págs.

Ofic. «Editorial Minerva»


O ano de 1962 foi vivido pelos estudantes vindos de Macau e Timor até à Guiné e Cabo Verde, desta vez num quadro muito intenso e militante. Tenha-se em vista os acontecimentos em Angola e a efervescência nacionalista que já há muito era apanágio da C.E.I. , o que irá levar ao seu encerramento pelo Regime Colonialista do Estado Novo, no ano de 1965. Tenha-se na devida conta que foi o ano da 'Crise Universitária de 1962'! (cf 'Boletim' - Órgão da Casa dos Estudante do Império, já aqui postado!

Esta é a primeira Antologia publicada de poetas de Moçambique. Repare-se na diferença entre a 'capa' e o 'frontispício', 'Poetas de Moçambique' e 'Poetas Moçambicanos'.

Foi uma exigência da Direcção e de Alfredo Margargarido. A finalidade residiu na distinção imperiosa entre os que escreviam poesia em Moçambique, mas de cariz e referências à cultura europeia e aqueles que retratam o modo de sentir de quem é de Moçambique e escreve poesia sem conotação exterior a África.

Alfredo Margarido, no seu enorme, extenso e denso prefácio crítíco, aponta alguns dos poetas que, estando a viver em África, escrevem como europeus, nomeadamente: Jorge Vila, Vitor Matos e Sá, Nuno Bermudes (neto de Félix Bermudes e sobrinho da Médica antifascista Cesina Bermudes.)

           

                                                                  Frontispício

                                                                            

                                                                    ÍNDICE


Introdução

Prefácio


POETAS

Artur Costa

Carlos Maria

Diogo de Távora

Duarte Galvão

Fernando Couto

Fernando Ganhão

Fonseca Amaral

Glória de Sant'Ana

Gouvêa Lemos

Gualter Soares

Guilherme de Melo

Ilídio Rocha

José Craveirinha

Jorge Vila

Kalungano

Manuel F. Moura Coutinho

Noémia de Sousa

Nuno Bermudes

Orlando Albuquerque

Orlando Mendes

Reinaldo Ferreira

Rui Knopfli

Rui Nogar

Rui de Noronha

Sérgio Vieira

Victor Matos e Sá


POESIA CHOPE


Nota importante: 

Quem aqui postou, foi Membro activo da C.E.I e da 

Associação de Estudantes do Instituto Superior de Agronomia, 

tendo participado ativamente na Crise de 1962 tendo sido 

preso pela PIDE. e levado para o 'Forte de Caxias'!

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2011/02/enquete-sur-lanticolonialisme-inquiry.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/07/mais-fotos-anos-60-e-revolta-estudantil.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2010/10/discurso-sobre-o-colonialismo-aime.html?m=0

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/09/os-condenados-da-terra-frantz-fanon.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_dos_Estudantes_do_Imp%C3%A9rio

                                     

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Movimento Estudantil e Escola Capitalismo

 



O MOVIMENTO ESTUDANTIL
                   E A
 ESCOLA DO CAPITALISMO

                 (antologia)

Colecção Nova Cultura - 4

Livraria Almedina

Coimbra 

181 pgs

s/d


Procedência dos textos:

«Movimento estudantil» -1970

Revista italiana Giovani Critica

Les Temps Modernes

CIDOC, de Cuernavaca

IDOC - Internacional

Lutherische Monatschefte

La Pensée de Mao Tsé-Tung

Max Stirner

Organizadores da Antologia e

tradutores:

Mendes Lucas e Augusto da Encarnação

Capa: Agnelo



A Escola como preocupação do capitalismo monopolista do Estado, sendo a Religião da Sociedade Burguesa. Reformas e mais reformas, sempre Reformas!

É no seio da velha sociedade capitalista que se constrói a nova sociedade socialista. Não nos 'maquis' ou nos gabinetes dos leaders revolucionários.

Há que conjurar o reformismo. Qual a forma para o executar? Manter a Diferença e a Novidade do Socialismo, é imperativo! Caso contrário vamos sucumbir numa futura sociedade cibernértica!


                                                        SUMÁRIO

1. Contribuições para o estudo da 'Escola' capitalista

     «Centro di Coordinamento Campano»

2. Breve análise da Escola

      Guido Bolaffi, Marcello Flores

      Bruna Ingrao, Ugo Ruffolo e

      Franco Russo

3. Descolonizar a Sociedade

       Ivan Illich

4. Urgência de uma Revolução Cultural

      Ivan Illich

5. O processo se Alfabetização Política

      Paulo Freire

6. O Pensamento de Mao Tsé-Tung e a «Revolução

      Cultural

       Jean Golfin

7. A Reforma das Universidades na China

       L. Vandermeersch

8. Os princípios falsos da nossa Educação

       Max Stirner


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https://pt.wikipedia.org/wiki/Les_Temps_modernes

https://pt.wikipedia.org/wiki/Max_Stirner

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