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sábado, 19 de setembro de 2026

Chile - Reformismo ou Revolução?


 


                Chile

    Reformismo ou Revolução

Ficha

Publicações Dom Quixote

Capa: Feranando Felgueiras

Fotografia: Associated Press

DOCUMENTOS
DOM QUIXOTE -3

Lisboa - 1970

24 pgs

Edição 3 S 158


Perfil do Chile

Cronologia

A experiência Frei

Alcance e limites de uma experiêcia

Novo Caminho

Para a América Latina?

Para onde, Allende?

As Eleições de 1970

Glossário


As Eleições de 1970

        O sufrágio directo, para a eleição do Presidente da República do

Chile, efectuou-se em 4 de Setembro, com os resultados seguintes:


Salvador  Allende                                  1 075 616 votos (36,3 %)

(candidato da Frente Popular)


Jorge Alessandri                         1 036 278 votos (34,9 %)

(conservador)


Radomiro Tomic                            824 819 votos (27,8%)

(democrata- cristão)


Número de eleitores inscritos: 3 539 747.  Votantes: 2 962 743


Como nenhum dos candidatos atingiu a maioria mínima (que era de 50% dos votos mais um), foi necessário, ao abrigo da Constituição, recorrer ao Parlamento. Este devia sancionar a escolha já feita pelo eleitorado ou preferir o segundo candidato com maior númer de votos. Reunido o Paralamento expressamente com esse objectivo, registou-se a votação:

                    ALLENDE                                153

                   ALESSANDRI                             35

                   Votos em branco                            7         


Ficou assim definitivamente estabelecida a eleição de Salvador Allende como Presidente da República do Chile, tendo sido decisivo o apoio que o candidato da Frente Popular recebeu do Partido Democrata-Cristão.   


Glossário

Alessandri, Jorge - Candidato conservador às eleições presidenciais de 1970. Foi Presidente de 1958 a 1964. Tem 74 anos

Allende, Salvador - Novo Presidente do Chile. Candidatou-se pela quarta vez. Na sua qualidade de médico, trabalhou para a Assistência Pública, tendo chegado a ministro da saúde, no governo de Frente Popular dirigido por Aguirre Cerda (1938-1942). Foi co-fundador do Partido Socialista e deputado. Era senador desde 1952.

Anaconda - Anaconda Cooper Mining Corporation. Principal companhia americana proprietária e exploradora de minas de cobre no Chile.

A. P. I. - Accion Popular Independente. Pequeno agrupamento político dirigido pelo senador Rafael Tarud. Pertence á Frente Popular.

Chilenização - Associação do Estado chileno com as principais companhias americanas (Anaconda, Kenncott, etc.), que exploram o cobre do Chile, associação que se manifesta pela criação de uma companhia em que o Estado é o principal accionista. As companhias estrangeiras co-accionistas têm de reinvestir os lucros em percentagem superior à do Estado, que passa a ser o maior beneficiário. Foi um dos princípios em que assentou a política interna de Frei.

Chonchol, Jaques - Jovem engenheiro agrónomo chileno com prestígio internacional. Pertenceu à F. A. O. Formou-se também em Ciências Políticas pela Universidade de Paris. Esteve três anos em Cuba.

Frei, Eduardo - tem 59 anos Formou-se em Direito. Depois de dirigir o diário 'El Tarapacá', leccionou Direito do Trabalho e Filosofia do Direito na Universidade Católica de Santiago. Foi um dos fundadores do P. D. C. em 1935. Dez anos depois é ministro das Obras Públicas. Senador em 1949. Delegado do Chile nas Nações Unidas em 1950. Senador em 1957. Presidente do Chile de 1964 a 1970.

Frente Popular, - Associação de partidos (P.S., P.C. e P.R.) e pequenos agrupamentos políticos (A. P. I. e M. A. P. U.), dirigida por Allende, com o objectivo de assumir o poder.

M.A.P.U. - Movimento de Accion Popular Unitária. Dirigido por Jacques Conchol. Faz parte da Frente Popular.

M.I.R. - Movimento da Izquierda Revolucionaria. Orientado por Victor Toro, é um agrupamento pró-castrista de guerrilha urbana.

O.L.A.S. - Organização Latino-Americana de Solidariedade. Fundada em Cuba, no decurso da Conferência Tricontinental de 1967.

P.C.C. - Partido Comunista do Chile. Luis Corbalan é o seu secretário-geral. Faz parte da Frente Popular.

P.D.C. - Partido Democrata-Cristão. Presidido pelo senador Benjamim Prado.

P.R - Partido Radical. Dirigido pelo deputado Raul Morales. Participa na Frente Popular.

P.S. - Partido Socialista. Aniceto Rodriguez é o seu secretário-geral. Faz parte da Frente Popular.

SCHNEIDER, general René - Era o comandante das Forças Armadas, desde Outubro de 1969. Vítima de um atentado, acabou por falecer em Outubro de 1970.

TOMIC, Radomiro - Dirigente da ala esquersa do P.D.C.. Foi embaixador nos EUA. Candidatou-se à presidência do Chile em 1970.

UNIDAD POPULAR - Designação por que é conhecido no Chile a Frente Popular de Allende.

VIAUX - Roberto - General reformado. Chefiou uma insurreição em Outubro de 1969. Em 4 de Novembro de 1970, foi-lhe instaurado um processo em tribunal marcial sob a acusação de participar no assassínio do General René Schneider. São conhecidas as suas ligações com a extrema-direita chilena.



                                              Eduardo Frei - Presidente Cessante


https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/09/vida-e-morte-do-chile-popular-alain.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

PORTUGAL SOBRENATURAL - Manuel J. Gandra


 


                                                        PORTUGAL
                                                         SOBRENATURAL

                                  Deuses, Demónios, Seres Míticos, Heterodoxos,

                                     Marginados, Operações, Lugares Mágicos e

                                              Iconografia da Tradição Lusíada

                                                      

                                                          VOLUME I

                                                           (A - Bez)


Manuel J. Gandra

Paginação: Patrícia Costa Dias

Projecto gráfico: Gabinete gráfico Ésquilo

Design da capa: Ana Isabel, com base numa imagem

                          de Luís Albuquerque Castro

Ésquilo Edições

Primeira Edição
Lisboa: 2007

537 pgs




Aos Mistérios Vivos, almas de eleição, que me

concederam o privilégio de com elas partilhar

épocas, períodos ou momentos da minha vida


Manuel Rodrigues

Maria da Luz e Luís Capela

Domingos Conceição

João Cruz

José Carlos Tiago de Oliveira

P. Manuel Antunes

Carlos Silva

Margarida Vasconcelos

Agoostinho da Silva

Juan G. Atienza

Alberto Castro Ferreira

Maria Beatriz Serpa Branco

António Barahona

Dalila Pereira da Costa

Rafael Monteiro

Vera Leroi

João Roque 

Lucília Barata

Lídia Rita

Georges Gusdorf

José Alexandre Pelágio

Maria Santos Pancadares (Mami)

José Carlos Barros

Célia Costa

Estêvão Miranda


    Nota: Decidi não marcar todos os óbitos, 

    pois já muitos das pessoas cujos nomes 

    são aqui referidos, já não estão entre nós!





Este projecto composto por três volumes, constitui o resultado de pesquisas efectuadas ao longo de três décadas por Manuel J. Gandra, investigador pioneiro no estudo da tradição cultural e espiritual do nosso país.

Trata-se de um trabalho sem precedentes que, sob a forma de dicionário, nos dá a conhecer a riqueza impressionante e polifacetada da alma profunda mas, no geral, desconhecida da tradição potuguesa.


sábado, 12 de setembro de 2026

Breve Guia Prático de Conscienlização Política









    BREVE  GUIA PRÁTICO
    
                     DE
      CONSCIALIZAÇÃO
              POLÍTICA
   PARA  A  LIBERDADE

   ACÚRSIO  NEVES

          LISBOA
EDIÇÃO DO AUTOR
              1974

Composto e impresso nas oficinas da
SOCIEDADE  ASTÓRIA, LIMITADA

ao Regueirão dos Anjos, 68-70, em
Lisboa, durante o mâs de Julho de 1974







Esta é uma obrinha que adquiri após a queda do 1º Governo Provisório, em 18 de Julho de 1974.

Logo reparei neste trabalho, escrito por autor que desconheço! Vê-se porém que estava preocupado com a inabilidade de orientação política da maioria do Povo Português e estava consciente da força de pequenos grupos políticos bem orgabizados, nomeadamente o Partido Comunista Português que tinha expressão em todo o país!

Era urgente ajudar os cidadãos a orientar-se para a construção de uma sociedade livre e democrática, com eleiçoes e representatividade destes!


                                                         Introdução


Instaurado no País um sistema de livre discussão de ideias e de livre opção entre vários caminhos propostos ao Povo Português para a sua orientação política futura, pareceu indispensável e urgente compendiar num breve guia, simples e objectivo, os conhecimentos básicos que permitam às pessoas menos preparadas determinar-se em consciência

É o que se tenta a seguir - esperamos que com utilidade para todos.


                                                          Sumário


1. Poder

2. Actividade política

3. Imparcialidade e objectividade

4. Padrõs de avaliação

5. O social e o económico

6. Esquerdas, centro e direitas

7. Principais sistemas políticos

8. Para quê escolher?

9. Como escolher


1. Poder

Como se caracteriza

Legitimidade e legalidade; Constituições

Organização do Estado


2. Actividade política

Ideologias políticas

Teorias políticas

Doutrinas políticas

Alguns elementos da actividade política


3. Imparcialidade e objectividade

Envolvimentos passionais

Realismo e abstracção

Oportunismo e adequação


4. Padrões de avaliação

Permanência e acidente

Essencial e acessório

Universal e particular

Eficácia e utilidade


5. O social e o económico

Sociedade organizada

Valores sociais

e apetrechamento cultural

Nível social e nível económico

Liberdade económica e dirigismo

Oligopólios e monopólios

Monopólios económicos de pressão;

plutocracia

Sociedade de consumo

Necessidade de defesa

contra as pressões sociais e económicas

Os valores transcendentes

Capital, técnica, trabalho; capitalismo

Classes sociais

e estratos sócio-culturais

Gestão participada

Organização profissional: sindicalismo


6. Esquerdas

    centro e direitas

Esquemas bipolares

Esquemas múltiplos

Soluções de compromisso

e de superação

Caracterização de correntes e atitudes

Sociedade tecnológica e tecnocracia

Experiência e experimentação


7. Principais

    sistemas políticos

Critérios para classificação

dos sistemas políticos

Formas de conferir o poder

Formas de estruturar o poder

Formas de exercer o poder

Regimes e sistemas políticos

Regimes monocráticos

Regimes democráticos

Regimes oligocráticos

Sistemas totalitários

Sistemas libertários

Sistemas de compromisso

ou de superação

Valores universais a ter em conta

Valores particulares a ter em conta

no caso potuguês


8. Para quê escolher?

Envolvimento e alienação

Significado e reflexo do sufrágio

A capacidade de escolha consciente

como sinal de liberdade

Poderes constituintes


9. Como escolher

Informação suficiente;

manipulação da opinião pública

Confusões a evitar

Determinação dos padrões de avaliação

Exercício e aplicação do direito de voto


Bibliografia muito elementar:


Gaetano Mosca, História das doutrinas políticas, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1968

McKenzie, A ciência política, Lisboa, Livraria Bertrand, 1970

Max Weber, O político e o cientista, Lisboa, Edições Presença, 1973 (2ª edição)

XX, Constituição Política da República Portuguesa, Lisboa, Imprensa Nacional, 1971

XX, Lei Constitucional nº 3/74, Lisboa, Imprensa Nacional, 1974

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gaetano_Mosca

https://en.wikipedia.org/wiki/William_Mackay_Mackenzie

https://pt.wikipedia.org/wiki/Max_Weber

https://pt.wikipedia.org/wiki/I_Governo_Provis%C3%B3rio_de_Portugal



quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Dicionário da Arte e dos Artistas - Herbert Read



 


DICIONÁRIO DA ARTE

   E DOS ARTISTAS

Organizado por:

   Herbert Read 

 e revisto por:

Nikos Stangos

Tradução de Teresa Louro Pérez

Revisão da tradução de Graça Margarido

Revisão Tipográfica de Álvaro Antunes

Capa do Departamento Gráfico de Edições 70

sobre fragmento de «O Estúdio do Artista» de

                              Vermeer

Edições 70, Lda

Lisboa

Agosto - 1990

492 pgs

Depósito legal nº 36441/90

Direitos para todos os países de língua portuguesa

por Edições 70, Lda

Título original: Dictionary of Arts and Artists

Publicado por acordo com Thames and Hudson

Londres, 1969 e 1984


                                              NOTA À EDIÇÂO PORTUGUESA

O presente dicionário pretende cobrir extensamente as belas-artes com rubricas sobre pintura, escultura, desenho e gravura e sobre os artistas que os produziram no mundo inteiro. Fruto da actualização e desenvolvimento da Encyclopedia of the Arts publicada sob a direcção de Herbert Read, contém vasta informação sobre arte e artistas contemporâneos que, juntamente com um estudo completo dos artistas do passado, o transformaram numa obra de referência sem par.

Mas o amplo projecto de Herbert Read e Nikos Stangos inclui também referência a técnicas e materiais, estilos e movimentos históricos, bem como a grandes escritores cujas ideias influenciaram o curso da arte e o trabalho dos artistas.

As culturas exteriores ao mundo ocidental, em que o anonimato do artista é comum, são alvo de rubricas de carácter mais geral, ressalvando-se porém a inclusão de nomes individuais quando são conhecidos devido à sua maior difusão.

A edição portuguesa foi, além disso, completada com entradas referentes a artistas portugueses e brasileiros seguindo o critério e o método de exposição da edição original: nomes marcantes da arte do passado e uma atmosfera representativa das tendências hodiernas. Pelas inevitáveis omissões, pedimos desculpa aos artistas mas, dado que se trata de uma obra em permanente actualização, tentaremos eliminá-las em futura edição.

As mais de 2500 rubricas e as centenas de ilustrações documentam os traços identificativos dos estilos e obras dos artistas mencionados. As remissões, assinaladas com asteriscos (*) possibilitam ao leitor aperceber-se de todo o contexto em que um determinado artista trabalhou.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Herbert_Read

https://www.encyclopedia.com/arts/educational-magazines/stangos-nicolas-1936-2004

https://www.historiadasartes.com/o-estudio-do-artista-johanes-vermeer/

https://spotlight.leeds.ac.uk/herbert-read/


terça-feira, 8 de setembro de 2026

Filosofia e Política no Destino de Portugal



 

 

FILOSOFIA  E  POLÍTICA

NO DESTINO  DE PORTUGAL

   FERNANDO SYLVAN

Sociedade de Expansão Cultural 

Depositários: Gráfica Santelmo

Lisboa - 1963

181 pgs


A

ÁLVARO RIBEIRO

Pelo que a sua pessoa é,

Pelo que nós, portugueses, havemos de ser.


    Este livro contém a minha voz.

E a de meus Pais. E a de meus

Filhos.

           FERNANDO SYLVAN


Nome verdadeiro de Fernando Sylvan

( Abílio Leopoldo Motta-Ferreira

  Dili, 26 de Agosto de 1917 - 

 -Cascais, 25 de Dezembro de 1999)

A rematar a obra:

...Não foi por ter criado o Brasil que Portugal afirmou a sua vida futurante, mas por a sua vida conter a do Brasil antes de manisfestada. Igualmente as outras que ainda se não manifestaram estão contidas, e isso por si só afirma já a realidade.

A Comunidade Portuguesa, como razão pátria, é, pois, indiscutível, uma vez que está já afirmada a possibilidade de todos os portugueses a perceptarem entendendo o português como o arquétipo resultante das coordenadas filosóficas comuns de todos os grupos étnicos portugueses, como ensinei no meu livro «Comunidade Pluri-Racial». O Português é o ideal comum das ideias de todos, e pátria a morada actual futurante.

...Nem mesmo a independêcia do Brasil o poderá autorizar ou explicar, porquanto o Brasil não foi jamais Pátria Portuguesa ou Povo Português. Não pode desconhecer-se a acção dos que no Ultramar eliminaram, abafaram ou desprezaram tudo o que nos autóctenes poderia ter criado mais sinais de comunhão, mas é possível ainda um acção contra-revolucionária ampla para que os portugueses todos afimem plena consciência do seu destino.

Só a filosofia, propondo e equacionando a problemática nacional, a pedagogia, exercitando-a, e a política, consentindo um movimento social amplo, poderão propocionar que se mantenha o nome do português o inevitável que os portugueses intuíram como trânsito do homem.

....

Cascais, Agosto-Setembro de 1962


Fernando Sylvan veio de Timor para a então

Metrópole ainda na infância. Aqui em Portugal

desenvolveu uma actividade notável na cultura.

Quer na Poesia, quer no ensaio político-filosófico!

Oposicionista do Estado Novo, sofreu represálias

que o afectaram até monetáriamente.

Pertenceu ao movimento da Revista 57.

que caracterizou o inicio e afirmação da Filosofia 

Portuguesa, constituida na sua base por discípulos

de Leonardo Coimbra na Faculdade de Filosofia do

Porto. Esse núcleo iria fazer prosélitos, apesar da opo-

sição da Filosofia Académica!

Muito importante foi a sua estadia no Brasil!

Por um lado aproxima-se de Gilberto Freyre,

discordando porém do modo de interpretação 

do 'Luso Tropicalismo'


Dispomos hoje de notáveis estudos que

permitem uma consulta sólida!

Nos links abaixo poderão os interessados aprofundar

a obra e a pessoa de Fernando Sylvan!


Peço desculpa pelo scan da capa ser um pouco

escuro!



                                                                          SUMÁRIO


                                                                       Primeira Parte

                                                          DESTINO  DA  HUMANIDADE


1 - Criação da eternidade e do homem. A não-

    -Revolução

2 - Trânsito das Humanidades planetárias. A não-

   -Religião

3 - Realização na obediência a Deus. A não-

 - Saudade

4 -Pedagogia na realização do social. A não-Cul-

- tura

5 - Movimento no encontro do desencontro. A não

 - sexualidade


                                                                            Segunda Parte

                                                           COMPORTAMENTO DO HOMEM


1 - Exercício das relações humanas. O não-Amor

2 - Iniciaçãio familiar e iniciação religiosa. O não

 -Futuro

3 - Moisés em marcha milenária. O não-Regresso

4 - Mistérios religiosos e mistérios escolares. O

  não-Segredo

5 - Conhecimento recíproco dos povos. O não-

  Isolamento


                                                            Terceira Parte

                                            PROMOÇÃO DO PORTUGUÊS


1 - Compreensão portuguesa do mundo. A Vontade

2 - Apetência e inapetência colonizadora. A Am-

  bição

3 - O Brasil o deslumbramento pelo amor. A

  Sedução

4 - Navegadores da revolução. A Recusa

5 - Ultramar e Contra-Mar na cultura. A Expansão


                                                   OBRAS DO AUTOR

                                                   I- EM PORTUGAL


POESIA

Os Poemas de Fernando Sylvan - Edição Marânus - Porto, 1945


ENSAIO

Da pedagogia portuguesa e do desvalor dos exames - Seprata

     da «Revista de Portugal» - Lisboa, 1959

Arte de amar Portugal - Separata da revista «Ocidente»- Lisboa, 1960

O ensino de «Língua e História Pátria» Aquém e Além-Mar

   - Separata da «Revista de Portugal» - Lisboa, 1960

Comunidade Pluri-Racial - Colecção Ideia Nova -

   Guimarães Editores - Lisboa, 1962

A Língua e a Filosofia na estrutura da Comunidade - Separata

   da «Revista Portugal» - Lisboa, 1962

O ideal português no Mundo - Incluído em «O que é o Ideal 

   português - Edições Tempo - Lisboa, 1962

O espaço cultural luso-brasileiro - Separata da «Revista de

   Portugal» - Lisboa, 1963 - 2ª edição, revista, destinada

   ao Brasil - Lisboa, 1963

O Brasil e a teoria de Colónias portuguesas - Separata da 

revista «Ocidente» - Lisboa, 1963

Filosofia e Política no destino de Portugal - Colecção En-

  saístas Portugueses - Sociedade de Expansão Cultural -

 Lisboa, 1963

Goan Contribution to the World - Sairá nas edições do Mo-

  vimento Pró-Goa, Damão e Dio - Lisboa, 1963

A Arte Popular em Timor - sairá incluido em «A Arte Po-

   pular em Portugal - Editorial Verbo - Lisboa


                                                          II - NO BRASIL


ENSAIO

Comunidade Pluri-Racial - Rio de Janeiro, 1963

Nota: esta bibliografia consta da obra actual!

https://www.antonio-telmo-vida-e-obra.pt/news/voz-passiva-12/

https://sites.google.com/site/ciberlusofonia/Asia/Lit-Timorense/Fernando-Sylvan

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Sylvan

https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_57


quarta-feira, 2 de setembro de 2026

IGREJA DE CRISTO-REI DA PORTELA - FOTOS 2

 
Fotos: Jornalista Nuno Castro Ferreira (1967-2007)














IGREJA DE CRISTO-REI DA PORTELA - FOTOS

Fotos do exterior da Igreja de Cristo-Rei da Portela

Feitas pelo Jornalista Nuno Castro Ferreira (1967-2007)










quinta-feira, 27 de agosto de 2026

A Igreja Triumphante No Concílio Do Vaticano


 


                                                      A EGREJA TRIUMPHANTE

                                                                          DO

                                                          CONCILIO DO VATICANO


                                Explicação dogmatica, philosophica e historica dos decretos

                                                    do Concilio ecumenico de Vaticano


                                                        Cartas e instrucções pastoraes

                                                dos senhores Luiz Filippi, bispo d'Aquila,

                                                      e Bartholomeu d'Avanzo, bispo

                                                                de Calvi e Teano


                                 VERSÃO PORTUGUEZA FEITA SOBRE A VERSÃO FRANCESA

                                                                  DO DOCTOR MAUPIED

                                                                                   POR

                                                                     D. Miguel Sotto-Maior


                                                      EDITORA  - LIVRARIA PORTUENSE

                                                                               DE

                                                                MANUEL MALHEIRO

                                                              121 - Rua do Almada - 123

                                                                        PORTO - 1875

                                                                               pgs 301

                   

                                                                               Índice



Pastoral do Senhor Bispo D'Aquila

Exposição da Constituição de Fide

Proemio da mesma Constituição

Capitulo I - De Deus, creador de todas as cousas

Capitulo II - Da Revelação

Capitulo III - Da Fé 

Capitulo IV - Da Fé e da Razão

Curta exposição das razões, que fizeram com que o Conci-

  lio passase a occupar-se da outra Constituição primeira

  de Ecclesia Christi

Exposição da Constituição Pastor Aeternus

Capitulo I - Da instituição do Primado Apostolico

Capitulo II - Da perpetuidade do Primado de S. Pedro 

  nos Pontifices Romanos

Capítulo III - Da natureza e caracter do Primado do Pon-

   tifice Romano

Capitulo IV - Do magisterio infallivel do Pontifice Ro-

   mano

Post Scriptum sobre a oposição de Doellinger e de outros

   ao dogma da infalibilidade do Papa

Doellinger e a sua declaração a respeito do Concilio ecu-

   menico do Vaticano, por Monsenhor d'Avanzo

O Papa Honorio e a infabilidade pontificia, por Monse-

  d'Avanzo

Plano de defeza abreviada do Papa Honorio

Nota importante sobre o mesmo assumpto, extrahida da

  obra de Mr. Darras

Appendice I, ácerca do «Liber Diurnus»

Appendice II, sobre a doctrina da infabillibidade ponti-

  cia em Portugal

   


   Nota: procurou manter-se, quanto possível, 

             a ortografia original.

                                                       



sábado, 22 de agosto de 2026

Marcuse e a Teoria da Revolução - Vital Moreira

                                                                    

                                               

  

                                          

            Marcuse    

  e a Teoria da Revolução        

          Vital  Moreira         

Publicado em

Separata do

Boletim de Ciências Económicas     

Vol. XVI       

COIMBRA

    1973              

46 pgs        

Composto e impresso na 

Gráfica de Coimbra

     (Fevereiro de 1973)        


«A sorte de Herbert Marcuse e as polémica que à volta da sua obra se desencadearam são conaturais a uma certa ambiguidade objectiva de seus textos. Facto que não é novo na história das ideias: essa mesmo equivocidade e 'plurilocalidade' contribuiu para a glória de um Sorel e também de um Max Weber. O projecto do presente texto - a teoria da revolução em Marcuse - é um exemplo elucidativo dessa polissemia e in-definição dos conceitos-base da sua teoria.»

Vital Moreira


                                             I - A TEORIA CRÍTICA

                                  E  A  SOCIEDADE UNIDIMENCIONAL

1. Um específico itinerário intelectual

2. A filosofia negativa e a teoria crítica

3. A sociedade unidimencional


                              II - UMA  NOVA  TEORIA DA REVOLUÇÃO

1. Revolução: uma (quase) impossibilidade

2. O conceito marxista de revolução: um conceito a rever

3. Os termos da revisão


                           III - AS DIFICULDADES DE UMA NOVA TEORIA
                                                        DA  REVOLUÇÃO

1. Capitalismo ou sociedade industrial?

2. Revolução sem agente revolucionário?

3. Socialismo ou um «novo mundo amoroso»?

4. A lógica da revolução: história ou filosofia?


                                      IV - UMA  REVISÃO ILEGÍTIMA

1. A teoria marxista em questão

2. Limites da revisão marxista do marxismo

3. Socialismo ou barbárie: um imperativo ético

4. O cálculo revolucinário

5. Fim da utopia ou regresso à utopia?

6. Uma nova teoria da sociedade

7. Uma teoria da não-revolução?


                                V - O SIGNIFICADO  DE  UMA REVISÃO

1. As dificuldades do conceito tracicional de revolução

2. Uma visão acrítica das sociedades industriais avan-

   çadas

3. A revolução como facto intelectual


                                                                               Coimbra, Novembro, 1972


Não é de espantar que um comunista/bolchevista se indigne e sinta a obrigação de refutar as ideias de um heterodoxo, tal Marcuse! Se este introduz ideias diferentes e mesmo opostas à visão do marxismo ortodoxo (entenda-se, 'bolchevimo'), torna-se imperioso que um ortodoxo, tal Vital Moreira venha a terreiro para defender a sua dama!

Compete a quem dá a conhecer esta problemática conseguir encontrar o necessário equilíbrio! De aí a utilização da imensa quantidade de referências que se encontrarão nos 'links' abaixo!

Aconselho a quem deseje uma perpectiva interessante desta obra. a consulta de Google AI. Aí encontrará um resumo muito aceitável desta obra. Basta introduzir o nome da obra e verá que valeu a pena!

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2025/08/reflexoes-sobre-o-pcp-vital-moreira.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/08/vital-moreira-de-intransigente-critico.html

https://www.filosofiaclinicaflorianopolis.com/razao-e-revolucao-herbert-marcuse/

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2010/09/critica-da-tolerancia-pura-r-p-wolff-b.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2023/05/maio-e-crise-da-civilizacao-burguesa.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2023/06/textos-polemicos.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2023/06/sobre-o-antimarxismo-contestatario.html

https://revistas.uece.br/index.php/kalagatos/article/view/5859

https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/ideias/article/view/8649773

https://www.persee.fr/doc/homso_0018-4306_1968_num_8_1_3123

https://pt.wikipedia.org/wiki/Vital_Moreira

https://pt.wikipedia.org/wiki/Herbert_Marcuse

 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Questões espirituais da hora presente.


 


Questões espirituais da hora presente

Um novo humanismo?

Não.

Um humanismo cristão da Idade- Média


O Humanismo Mistíco 

de Santa Tereza de Avila 

e de Ernesto Psichari, o 

neto de Renan

Professor José Cerqueira de Vasconcelos

Diplomado pela Facudade de Letras da

Universidade de Paris

Edição do Autor

Depositária:

Livraria Simões Lopes

Porto - 1942

74 pgs

Composto e Impresso na

TIPOGRAFIA  CIVILIZAÇÃO

de A.  SOUSA

Trav. de Cedofeita, 56 - Porto


O Dr. Hubert Beuve-Mery, realizou no

Centro Académico da Democracia Cristã

C.  A.  D.  C. em Coimbra, uma conferêcia

intitulada:

               «Para um novo Humanismo»

                               (Das 'Novidades',, de Março).

                Baseado na obra ´Présences' - Daniel Rops.


Toda a obra se baseia na figura extraordinária de Ernest Pscharti, neto de Ernesto Renan. A finalidade é eminentemente apologética. De facto à época pretendia-se mostrar que o Catolicismo estava vivo e em renascimento devido à conversão da jovem geração de intelectuais!

Já no século XIX, tinha acontecido uma renascença, no rescaldo da perseguição à Igreja Católica pelo chamado livre pensamento e o laicismo! As figuras de Montalembert e Lacordaire são icónicas!

Em «As Grandes Amizades» de Raïssa Maritain pode encontrar-se uma pleiade de jovens católicos, convertidos ao Catolicismo, já adultos e de nível cultural elevado. Enesto Psichari foi escolhido como modelo de católico e patriota!

Esta obra, após uns fracos traços da Idade-Média, desenvolve-se ao longo de sete capítulos onde abundam muitas referências, quer a personagens, quer a obras de referência! Nada dedicado a Santa Tereza de Avila, como se poderia esperar pelo que se pode ver na capa!

A obra é muito rara, estando ligada à doutrinação da Mocidade Portuguesa!

Francamente, a referência ao envolvimento do famoso Director do Jornal 'Le Monde', Hubert Beuve-Mery, incluindo a sua vinda a Coimbra deixou-me estupefacto!

Nota: Para perceber toda a ligação entre si de figuras impotantes, que ajudarão a penetrar o desidério do autor, deixo imensos links que permitirão o entendimento da trama de ligações, de influências, de amizadesdos dos católicos franceses da primeira metade do século XX!

https://meaderingthroughtheprologue.com/roissignol-psichari/

https://religionline.blogspot.com/2014/12/o-inclassificavel-peguy-e-os-seus.html

https://fr.wikipedia.org/wiki/Adrien_Mithouard

https://en.wikipedia.org/wiki/Le_Correspondant

https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Montsouris

https://gw.geneanet.org/wikifrat?lang=pt&n=peguy&p=charles

https://gw.geneanet.org/wikifrat?lang=pt&n=peguy&p=charles

https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9on_Bloy

https://videeditorial.com.br/index.php?route=product/author&author_id=1495

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_Maritain

https://www.jstor.org/stable/48589298

https://www.fabula.org/actualites/76055/leon-bloy-dans-l-histoire.html

https://www.france-catholique.fr/les-heritiers-de-leon-bloy.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ernest_Renan

                                                            


Do mesmo autor:

- A Pátria e a Epopeia Lusa.

- Estudos de Literatura Comparada.

- «Le Réveil du Sentiment National en France à

        L´époque de la Renaissance. La formation du

       Nationalisme Littéraire,,. (Thése universitaire).

- As Cartas da Religiosa Portuguesa e o Dogma-

        tismo crítico dos anti-romanticos

- Monstro ou Homem? Ou a vida Prodigiosa de

          Bonaparte

      

O Mediterrâneo - Os Homens e a Herança

O que é o Mediterrâneo? Mil e uma coisas ao mesmo tempo.
Não uma paisagem, mas inúmeras paisagens.
Não um mar, mas uma série de mares.
Não uma civilização, mas várias civilizações.


 

               

       O MEDITERRÂNEO

OS HOMENS E A HERANÇA

Tadução: Teresa Meneses

Capa: Renato Cruz

    Direcção de

Fernand Braudel

Colecção Teoremas - 5

Teorema

Lisboa - 1987

155 pgs

Título original: 

La Méditerranée - les Hommes et l´Héritage

Edição original: Art et Métiers Graphique

(Paris, 1977 - Edição ilustrada

Flamarion (só texto)

Paris - 1986

                  

                                                     ÍNDICE


UM SÓ DEUS 

      (Roger Arnaldez)

O caminho para o deus único

A revelação do deus único

A  diáspora e o mundo grego

A revelação cristã

O Islão


O MILAGRE ROMANO

      (Jean Gaudemet)

   I - Capítulo sem indicação assuntos


A FAMÍLIA

     (Piergiorgio Solinas)

   I - sem título

  II - Sem título 

 III - Sem título

 IV - Sem ttulo

  V - Sem título


MIGRAÇÕES

     (Maurice Aymard)

     I Capítulo sem indicação de assuntos


VENEZA

    (Fernand Braudel)

No coração de Veneza

Fora do tempo

Grandeza e decadência

A festa ou a segunda glória de Veneza

Entre duas glórias


A HERANÇA

    (Georges Duby)

    1 Capítulo

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2010/09/dinamica-do-capitalismo-fernand-braudel.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2011/06/cultura-do-capitalismo-alan-macfarlane.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2026/08/fernand-braudel-e-historia.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2026/08/o-mediterraneo-o-espaco-e-historia.html

https://richardabreu.com.br/historia-e-educacao/blog/fernand-braudel-e-seu-impacto-na-historiografia

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2010/09/o-mediterraneo-e-o-mundo-mediterranico.html

https://en.wikipedia.org/wiki/Roger_Arnaldez

https://fr.wikipedia.org/wiki/Jean_Gaudemet

https://pt.wikipedia.org/wiki/Georges_Duby

https://fr.wikipedia.org/wiki/Piergiorgio_Solinas

https://pt.wikipedia.org/wiki/Maurice_Aymard


quarta-feira, 19 de agosto de 2026

O Mediterrâneo - O Espaço e a História

O que é o Mediterrâneo? Mil e uma coisas ao mesmo tempo.
Não uma paisagem, mas inúmeras paisagens.
Não um mar, mas uma série de mares.
Não uma civilização, mas várias civilizações.

 


       O Mediterrâneo   

     O Espaço e a História

           direcção de

      Fernand Braudel

      Tradução de Manuela Torres

      Capa: Renato Cruz

        Colecção Teorema - 4

              Teorema

Lisboa - 1987

Depósito legal nº. 15 390/87

159 pgs

Título original: 

La Méditerranée - l'espace et l'histoire

Edição original: Arts et Métiers Graphiques

(Paris, 1977 - edição ilustrada e

Flammarion - Paris, 1985 - só texto)

                                              

                                                      

                                                          ÍNDICE     


                                                  APRESENTAÇÃO

Neste livro a intenção foi a de produzir um encontro constante do passado e do presente, a repetida passagem de um ao outro, um recital sem fim conduzido a duas vozes nítidas. 

A história não é mais que uma constante interrogação sobre o tempo passado em nome de dos problemas e curiosidades - e até das inquietações e angústias - do tempo presente que nos rodeia e nos perturba.

Mais do que qualquer universo humano, o Mediterrâneo é a prova disso; não pára de se relatar a si próprio e de reviver as diversas fases da sua existência. Por prazer, sem dúvida, mas tanbém por necessidade. Ter sido é uma condição para ser.

Fernand Braudel

                                                  

APRESENTAÇÂO (Fernand Braudel)

A TERRA (Fernand Braudel)

O MAR (Fernand Braudel)

A AURORA (Fernand Braudel)

ROMA (Filippo Coarelli)

A HISTÓRIA (Fernand Braudel)

ESPAÇOS (Maurice Aymard)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Longa_dura%C3%A7%C3%A3o

https://axonjournal.com.au/issues/c-3/spectral-spaces-eternal-cities/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Filippo_Coarelli

https://pt.wikipedia.org/wiki/Maurice_Aymard

https://richardabreu.com.br/historia-e-educacao/blog/fernand-braudel-e-seu-impacto-na-historiografia

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

REALIZAÇÃO - JOSEF GOLDBRUNNER


 


                 REALIZAÇÃO

Antropologia na Pastoral e na Educação

Jozef  Golbrunner

Tradução de Raimundo Moura, C. SS. R.

Editora Herder

São Paulo - 1968

231 pgs

Tradução da edição alemã, 

Realisation, Anthropologie

in Seelsorge und Erziehung

Verlag Herder KG.

Freiburg im Brieisgau - 1966


Entendemos realização como efetivação da Fé. A maneira pela qual a Fé opera e se concretiza no homem. E isso acontece, quando a Palavra de Deus se concretiza na natureza humana. Quando a Pessoa divina e a pessoa humana se encontram.

Quando a teologia confina com a antropologia, colocamos o acento sobre a antropologia, para imprimir maior ênfase à preocupação e à angústia dos pastores de almas, aos quais cabe não apenas semear a Palavra, mas preparar o terreno para recebê-la.

Ora, a natureza do campo concreto é sempre fonte de maiores preocupações. No interior destas páginas encontra-se, por isso, uma doutrina de vida da pessoa humana, que representa o fruto de prolongado esforço no sentido de aproximar a ciência da prática pastoral.

A teoria desse livro deve servir a esse desejo e contribuir, destarte, para o estabelecimento do equilíbrio na problemática da teologia pastoral do nossos dias.


Esta obra fundamental de Josef Goldbrunner, balizada pela aturada pesquisa realizada na obra de referência - 'Individuação' - já referida anteriormente neste espaço!

Josef Goldbrunner fez questão em só avançar para a Pastoral, após o aprofundamento da doutrina da Psicologia Profunda de C. G. Jung, pois aí encontrou elementos para encontrar a alma humana, tal como Jung a definiu na famosa obra 'O Homem à Descoberta da sua Alma', também já referida neste espaço, se bem necessite ser explicada em futura nota ersclarecedora!


                                                        ÍNDICE

A.  CONCEITOS BÁSICOS

     1. A missão pastoral

    2.  As estruturas da imagem do mundo

    3. A encarnação como linha estrutural da

       imagem cristã do mundo

  4. A área da pessoa

  5. Realização

 6. A situação histórico-salvífica da Realização


B. DESENVOLVIMENTO
   

    7. A individualidade e seu direito de existência

       perante Deus

   8. A capacidade de encontro e de diálogo 

      com Deus

 9. A solidariedade e a necessidade de Redenção

10. A conversão e a Fé


C. VARIAÇÕES

11. As etapas de idade e a Fé

12. O pecador

13. Os 'fortes e os fracos'

Nota: O scan da capa ficou muito deficiente

          devido a avaria da câmara. Será 

          emendado e substituida brevemente!

   

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2026/08/individuacao-psicologia-de-profundidade.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/12/instancias-da-psique-segundo-jung.html

https://ijbsb.blogspot.com/2018/05/individuacao-o-individuo-e-o-mundo.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2010/06/arquetipos-em-jung.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2011/02/dios-y-el-inconsciente-god-and.html

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2011/01/

https://skocky-alcyone.blogspot.com/2010/12/marc-oraison-medico-e-padre-catolico-um.html

https://www.wikidata.org/wiki/Q59528034

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