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quinta-feira, 21 de junho de 2012

(III) «Temas Conciliares» - «CIírculo do Humanismo Cristão»

«CIRCULO DO HUMANISMO CRISTÃO» - ´TEMAS CONCILIARES`
Textos publicados pelo
«DOCUMENTA CENTRUM CONCILIE» (DO-C)

Volumes publicados pela Morais em 1966
Tradução: Fernando A. Monteiro




«NOVAS ESTRUTURAS DA IGREJA»
Temas Conciliares (IV)

- Perspetivas de novas estruturas da Igreja (D. Helder Cãmara)
- Episcopado e Colegialidade (L. Beauduin)
- Questões à volta do Primado (J. Groot)
- Os Legados Pontifícios 8P. Huizing)
- Os Bispos e a Missão Universal (R. Hoffmann)
- Notas eclesiológicas ao esquema sobre os Bispos (J. Ratzinger)
- Conferências episcopais (J. Hamer)
- Para uma Teologia da Paróquia (K. Rahner)
- Renovação e adaptação da vida religiosa (P. Optatus)
- As línguas vernáculas na Liturgia (J.H. Schmidt)




«IGREJA, FÉ E MISSÃO»
Temas Conciliares ( V )

- IGREJA E MISSÃO
  O uso da Bíblia na Igreja Católica (Van Iersel)
  Cristianismo e desmitização (Gonzalez Ruiz)
  O problema das provas da existência de Deus

- FÉ E TRADIÇÃO




«A IGREJA E O MUNDO» - II
Temas Conciliares (VI)

- Uma Constituição pastoral da Igreja (M. D. Chenu)
- A Igreja no Mundo, um problema ecuménico (Lukas Vischer)


(II) «Temas Conciliares» - «Círculo do Humanismo Cistão»

«CÍRCULO DO HUMANISMO CRISTÃO» - ´TEMAS CONCILIARES`
Textos publicados pelo
«DOCUMENTA CENTRUM CONCILIE» (DO-C)

Volumes publicados pela Morais em 1965
Tradução: Fernando A. Monteiro




«O MISTÉRIO DA IGREJA»
Temas Conciliares ( I )

ÍNDICE

Introdução

- O DEBATE CONCILIAR
   O Concílio e a Igreja de hoje (E. Schillebeeckx)
   Um Católico oriental face aos debates sobre o esquema «De Ecclesia» (N. Edelby)

- SOBRE O MISTÉRIO DA IGREJA
   O mistério da Igreja em S. Paulo 8S. Lyonnet)
   «Fora da Igreja não há salvação» (J. Ratzinger)
   O «Povo Cristão» na teologia ortodoxa (J. Grootaers)
   Tendências eclesiológicas na Igreja Católica (Le Guillou)

- HIERARQUIA E LAICADO NA IGREJA
   Clérigos e membros da comunidade eclesial para os Protestantes (H. Berkhof)
   Sacerdócio e Celibato (E. Schillebeeckx)
   Teologia do diaconado (H. Vorgrimler)
   Os leigos e o povo de Deus (E. Schillebeeckx)
   O leigo na Igreja Católica Romana (J. Grootaers)

- A VIRGEM MARIA NO MISTÉRIO DA IGREJA
   Algumas ideias sobre Mariologia atual (Von Geusau)
   Maria e a Igreja (R. Laurentin)
   Deve o capítulo marial do Vaticano II falar de mediação? (R. Laurentin)
 



«A IGREJA E O MUNDO» - I
Temas Conciliares (II)

- FUNDAMENTOS TEOLÓGICOS
  Fundamentos bíblicos de uma Teologia do Mundo (Gonzalez-Ruiz)
  A Igreja e o Mundo (E. Schillebeekx)
  Valor cristão das realidades terrestres (M. D. Chenu)
  Os Sinais dos Tempos (M. D. Chenu)
  A Igreja e a civilização do trabalho (M. D. Chenu)

 - SOBRE A LIBERDADE RELIGIOSA
  A liberdade religiosa no Novo Testamento (Gonzalez-Ruiz)
  Conceito de verdade e problemas conexos (E. Schillebbeekx)
  O problema da liberdade religiosa no Concílio (C. Murray)

- IGREJA E ESTADO
  Igreja e Estado (A. Dondeyne)
  Alguns dados relativos à relação entre Igreja e Estado (L. von Geusau)

- UMA NOVA VISÃO ANTROPOLÓGICA
   Expressão e realidade na doutrina católica do Matrimónio (E. e L. Buelens)
   Normas morais da vida matrimonial (A. Hulsbosch)

http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2008/11/para-uma-teologia-do-trabalho-marie.html





«OS CRISTÃOS A CAMINHO DA UNIDADE»
Temas Conciliares (III)

- A IGREJA CATÓLICA E O MOVIMENTO ECUMÉNICO
   O ecumenismo na Igreja Católica Romana (Von Geusau)
   Sobre o conceito de «ecumenismo» e sobre o movimento ecuménico no seio da Igreja
   Católica (van der Linde - J. Witte)
   A oração pela unidade (M. D. Chenu)
   Que são os protestantes aos olhos dos católicos e em relação à Igreja Católica (J. Hamer)

- OS CAMINHOS DIFÍCEIS DA UNIDADE

- O ORIENTE CRISTÃO SEPARADO

- O ECUMENISMO NO MUNDO

(I) «Temas Conciliares» - «Círculo do Humanismo Cristão»

                                                                                     O CONCÍLIO 
                                                                            DE 
                                                                 JOÃO E PAULO






Logo a seguir ao encerramento do «Concílio Vaticano II», a direção da Livraria Morais Editora, composta de católicos progressistas, decidiu, dentro da famosa coleção «Circulo do  Humanismo Cristão», publicar uma série de estudos sobre problemas debatidos no referido «Concílio», que decorreu entre 1962-1965!
Na quase totalidade, os estudos a publicar pertencem ao «Centro Holandês de Documentação de Roma» (DO-C). Este Centro foi criado, como muitos outros centros nacionais, para informar e documentar a imprensa holandesa sobre os trabalhos do Concílio. 
Na sua fundação entraram organismos vários, entre eles a «Radiodifusão Católica», a Revista de documentação eclesiástica «Katholik Archief», a «União de S. Vilibrordo», de objetivos ecumenicos. Com o decorrer dos trabalhos conciliares, este Centro foi-se especializando em ´documentação teológica de fundo`. O êxito das suas publicações foi enorme, devido à indiscutível competência da equipa de redação, onde entravam E. Schiiebeeks, C. Groot, Smulders e von Geusau e à diversidade e igual competência dos outros muitos colaboradores. Em breve, devido à insistência dos pedidos dos próprios «Padres Conciliares» (bispos que participaram na elaboração e aprovação dos textos conciliares!), o Centro viu-se obrigado a traduzi-las para espanhol, francês, inglês, italiano e alemão. Na primeira sessão do Concílio foram publicadas apenas quarenta. Subiram para sessenta e cinco na segunda sessão  e na terceira ultrapassaram as setenta.
A finalidade destes estudos - informar e aclarar o debate conciliar - explica as suas características. Expressão da melhor teologia, obras dos melhores teólogos, não se apresentam com o aparato científico que seria obrigatório noutro contexto o que, aliás, facilita a leitura. Por vezes afloram temas importantes de que o Concílio se ocupou. Seria grave esta deficiência se pretendessem dar uma informação completa sobre todos os os temas de importância, o que seria uma tarefa gigantesca. O Centro preocupou-se, sobretudo, em contribuir para aclarar alguns problemas importantes sobre os quais havia hesitações ou confusões.
Para além, do seu indiscutível valor científico, estes estudos são um documento histórico, pois contribuíram sobremaneira para criar nos 'Padres' e no ambiente conciliar determinadas correntes, algumas das quais o Concílio veio a sancionar.
A sua publicação, neste caso depois do aparecimento da Constituição Dogmática, tem um significado especial. Porque representam o esforço da teologia pós conciliar para ir procurando uma compreensão cada vez mais fiel e renovada, do momento conciliar.
O Concílio foi um momento rico e balizador, mas um momento apenas, no caminho da Igreja em direção à melhor explicitação da verdade integral. É interessante referir que o Brasil, segundo esta linha, teve o mérito de editar um «Dicionário de Teologia» muito abrangente e que já referi noutro espaço!

O título original do referido Centro, que publicou os referidos textos é:

«DOCUMETATIE  CENTRUM  CONCILIE  (DO-C)


A redação era constituída por:

Prof. Mag. Dr. Schillebeecks, o-p.
Prof. Dr. J. C. Groot
Prof. Dr. P. Smulders, s.j.
Prof. Dr. E. van Santvoort
Dr. L. G. Atling von Geusau
Rev. Th. Bours

A edição da ´Morais` compreende 6 volumes, todos eles traduzidos por Fernado A. Monteiro.
Cada volume trata de um «Tema», exceto os volumes II e VI que abordam a mesma temática!

Vou elencar os títulos e noutro ´post` darei a conhecer as respetivas capas e a matéria e autores dos textos:


«TEMAS CONCILIARES»:

I - «O MISTÉRIO DA IGREJA»
II - «A IGREJA E O MUNDO DE HOJE» - I
III - «OS CRISTÃOS A CAMINHO DA UNIDADE»
IV - «NOVAS ESTRUTURAS NA IGREJA»
V - «IGREJA, FÉ E MISSÃO» 
VI - «A IGREJA E O MUNDO» - II


http://skocky-ocirculohermetico.blogspot.pt/2010/04/dicionario-de-teologia-de-adao-virtude.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2012/06/ii-temas-conciliares-6-vols-circulo-do.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2012/06/iii-temas-conciliares-6-vols-circulo-do.html



quarta-feira, 20 de junho de 2012

«História Oxford da Ìndia»

«THE OXFORD HISTORY OF INDIA»   
1922      
                                                  
                                                       CAPA COM LOMBADA VISÍVEL




                                                                           CAPA






      «THE OXFORD HISTORY OF INDIA»
´From the Earliest Times to the end of 1911`
Dos tempos mais recuados até ao fim de 1911

     Por VINCENT A. SMITH, C.I.E.
         Second Edition
   Revista e continuada até 1921
 Por S. M. EDWARDS, C.S.I. , C.V.O.
Que pertenceu ao Serviço Civil Indiano


OXFORD - AT THE CLARENDON PRESS, 1923
814 pags.





                                                                          ROSTO


Este ´post` destina-se,  como prometido,  a evidenciar o que referido foi no ´blog`anterior no que respeita ao uso indiscriminado da 'cruz gamada', quer fosse sinistrogira quer fosse dextrogira! Como o nazismo optou pela sinistrogira, ou suástica, como é referido em certos meios esotéricos ou ocultistas...logo se precipitou a necessidade de estabelecer distinções e mesmo de as teorizar!...
Quando escolhi  usar a designação de «Círculo Hermético», a razão que me assistiu foi, sem deixar de ter em vista a tradicional conotação, a acepção que se depreende da rica e profunda expressão de Hermann Hesse dirigida a Miguel Serrano, referida por este último em «O Círculo Hermético» - 'Hermann Hesse a C.G. Jung' (trad. port. ´brasilense) : «Aqui só se encontram os ´convidados certos` , nada sucede casualmente, ´este é 'O Círculo Hermético'»...
Claro que é imperativo ter em conta o que a tradição considera de «Hermético», porém numa época em que impera a chamada «New Age» que, ressalvando a generalização, no fundo mais  não é que uma «Metafísica da Física»! Sendo o Homem um Ser eminentemente metafísico, quando de iniciou com Marx, Nietzsche e Freud a chamada «Era da Suspeita», logo se foi buscar à tradição, muitas vezes deturpando-a, materiais para a construção de lugares de refúgio e de ilusão. Introduziu-se a conceção de Progresso, de eram os Deuses astronautas? ...

Hoje, depois de ter passado pela experiência da 'Antroposofia', do contacto com a obra de Raymond Abellio e mesmo com o estudo profundo das grandes Religiões, incluindo a profunda Gnose da  chamada 'Grande Igreja', penso ter atingido uma maior abrangência bem como grande tolerância!

Mas voltando aos malefícios da herança da nomenclatura e simbólica do nazismo, quase não se fala de Ernst Kretschmer, que na sua «Constituição e Carácter» permite abrir ao observador um
enorme e fecundo campo de compreensão da personalidade do outro! O mesmo se aplica à medicina!


«A Voz do Silencio» - Versão de Fernando Pessoa

COLECÇÃO  ´´TEOSÓFICA E ESOTERICA`` - V
LIVRARIA CLÁSSICA EDITORA






A Voz do Silêncio
e outros fragmentos seletos  do
LIVRO DOS PRECEITOS AUREOS
traduzido (para o inglêS) e anotado por H.P.B.


Versão portuguesa de Fernando Pessoa


LISBOA
LIVRARIA CLASSICA EDITORA
DE  A. M. TEIXEIRA
17,  PRAÇA DOS RESTAURADORES, 17
1916


Quando, ainda na idade de 19 anos, encetei Estudos Esotéricos, certos Teosofistas  que frequentei, ainda conheceram Fernando Pessoa, mesmo antes de a Sede ser na Rua Augusta (JHS teve aí o célebre acidente!), afirmavam categoricamente e com orgulho ser a versão de F. P. superior, do ponto de vista poético, à versão inglesa de Helena P. de H. F. Blavatsky, apenas com um senão!... No «Primeiro Fragmento», a página 14, Fernando Pessoa cometera um grave erro: «Mind is the killer of Real» - traduziu: «O espírito é o assassino do Real» . Ora a tradução que se impõe é a seguinte: «A mente é a assassina do Real»...

Infelizmente, ou decerto felizmente, quem, como eu, durante muitos anos se acostumou ao texto e, particularmente, à ortografia usada no livro cuja capa é aqui  reproduzida, tem muita dificuldade em tirar proveito de outras transcrições. Contudo, recomendo a séria edição da ´Civilização Brasileira` que tem a garantia de ter sido orientada pelo ilustre Murillo Nunes de Azevedo!



                                                               EMBLEMA DA SOCIEDADE TEOSÓFICA



Como se pode verificar a cruz gamada (da forma da letra grega ´gama` maiúscula) é ainda ´sinistrogira`!...
Nessa época ainda não havia o ´trauma` do nazismo e na Índia e Tibete a forma ´sinistrogira` era a mais habitualmente usada. De resto as populações dessa região usavam a «cruz gamada», como no ocidente se usa uma medalha, porém teria que ter a possibilidade de ser vista de uma ´face` ou também da oposta, logo a sinistrogira se rodando ficaria com a forma ´dextrogira` , complementar.
Isso era tão natural que a obra «The Oxford History of India» - ´From the Earliest Times to the end of 1911` , by Vincent A. Smith, C.I.E. , Second Edition, Revised and continued to 1921 - By S. M. Edwardes, C.S.I., C.V.O. , Late to India Service - OXFORD - AT CLARENDON PRESS 1923, ainda reproduz a ouro na capa a cruz sinistrogira, como mostraremos noutro ´blog`.
Certos ´Esoteristas` chamam à dextrogira - suástica ; e à sinistrogira - sovástica...sendo a primeira afeta á Magia Branca ou Teúrgia e a outra à Magia Negra ou Goécia!...


«O Espetro do Capitalismo» - William Keegan

«Bem-aventurado aquele que lê e os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nelas estão escritas; porque o
tempo está próximo»



            

       «O ESPECTRO DO 
        CAPITALISMO»
´O Futuro da Economia Mundial depois 
         da queda do comunismo'
                William Keegan
  Tradução: Luísa Rebelo
  Revisão: Joana Almeida
  Coleção São João
Direção editorial de João Marques de Almeida
Direitos para a língua portuguesa
   ACONTECIMENTO
     Estudos e Edições
  Colecção: ABSOLUTUM
LISBOA, 1995
283 pgs
Depósito Legal Nº. 89497 /95
ISBN 972-8011-19-9

Neste livro, William Keegan, que ganhou o respeito do público inglês durante a década de 1980, publocadas em The Observer onde assina a secção de Economia, faz uma análise tanto da base económica dos regimes do ex-bloco comunista, como do próprio capitalismo nas suas várias formas

Apesar do capitalismo ter saído vencedor em relação ao comunismo, não é necesserariamente a alternativa ideal, pelo menos na forma que tomou na Inglaterra e Estados Unidos. O Autor avisa dos perigos de se tentar aplicar doutrinas de capitalismo extremo às recentes economias de mercado da Europa de Leste, o que já deu alguns resultados desastrosos.

O título da obra foi escolhido pelo Autor como uma glosa do «Manifesto Comunista» :
«Um Espectro ronda a Europa, o Espectro do comunismo»...


Não foi mero acaso esta obra ser incluída na Coleção SÃO JOÃO, pois o lema dessa Colecção
é o das seguintes palavras do Livro da Revelação que se vêem acima!


                                                                  Índice

Prefácio 
Introdução
1. A Salvação do Capitalismo
2. O Capitalismo, os Mercados e
    o Padrão Keynesiano
3. A deslocação para a Direita
4. O colapso do comunismo
5. Capitalismo, Comunismo e
    Planeamento
6. O Espectro do Capitalismo
7. O Modelo Alemão
8. O Modelo Japonês
9. A Interndepência das
    Economias de Mercado
10. O Capitalismo Social
      Conclusão
      Notas
      Bibliografia
      Índice Remissivo
     

terça-feira, 19 de junho de 2012

«A CONVIVENCIALIDADE» - IVAN ILLICH




    «A 
Convivencialidade»
   Ivan Illich

Tradução: Arsénio Mota
Capa: estúdios P. E. A.
Publicações Europa-América
1973, Ivan Illich
Editor: Francisco Lyon de Castro
Fevereiro - 1976
Edição n.º 4116/2148
137 págs.

Título original: 
«Tools for Conviviality»
Harper & Row Publishers, Inc.

NOTA: A tradução portuguesa foi feita sobre a versão castelhana, 
por sua vez feita a partir da francesa!

«La Convivencialidad»
 Ivan Illich

Versão de Matea Padilla de Gossman
Barral Editores, S. A.
Barcelona, 1973




«O presente volume faz parte da série ´World Perspectives` dirigida e apresentada por 
  Ruth Nanda Anshen.


  ´World Perspectives` é uma série que pretende pôr nas mãos do público livros verdadeiramente originais nos vários campos do saber, escritos pelos mais distintos pensadores contemporâneos e dirigentes mundiais. É seu propósito revelar as novas tendências básicas da civilização moderna, interpretar as forças criativas que se manifestam tanto nos países de Leste (anos setenta!) como no ocidente e apontar para a nova consciência que pode contribuir para uma mais profunda compreensão da inter-relação do homem com o universo, do indivíduo com a sociedade e dos valores comuns a todos os povos. 

´World Perspectives` revela e apresenta a comunidade mundial das ideias salientando o princípio da unidade na humanidade e da permanência dentro da mudança. ´World Perspectives' adota a tese segundo a qual o homem está em vias de desenvolver uma nova consciência que, apesar da sua aparente servitude espiritual e moral, pode eventualmente colocar a  raça humana acima e além do medo, da ignorância e do isolamento em que hoje se debate. É essa consciência nascente, a este conceito de homem a nascer de uma visão nova da realidade. que ´World Perspectives` é dedicada»

Conselho editorial de ´World Perpectives`: Lord Kenneth Clark, Richard Courant, Werner Heisenberg, Ivan Illich, Konrad Lorenz, Joseph Needham, I.I. Rabi, Sarvepalli Radhakrishnam, Karl Rahner, SJ. e C.N. Yang.


«Em Janeiro de 1972, Ivan Illich reuniu-se com um grupo de latino-americanos, principalmente chilenos, peruanos e mexicanos, no Centro Intercultural de Documentação (CIDOC), em Cuernavaca, para discutir a seguinte hipótese: existem características técnicas nos meios de produção que tornam impossível o seu controlo num processo político. Só uma sociedade que aceite a necessidade de escolher um teto comum a certas dimensões técnicas para os seus meios de produção tem viabilidades políticas. 

´A tese discutida tinha sido formulada num documento elaborado com Valentina Borremans durante 1971. Ivan Illich
articulou as linhas fundamentais deste ensaio sucessivamente em castelhano, inglês e francês; submeteu-as então essas ideias a grupos de médicos, arquitectos, educadores e outros ideólogos; publicou-as em revistas sérias e em folhinhas atrevidas. Ficou grato a todos os que o criticaram, especialmente aos participantes no CIDOC nos anos 1971-1973. Estas páginas estão em harmonia com as suas ideias e até com as suas palavras. Isaac Rogel, directot do serviço de documentação de CIDOC, reuniu em vários volumes os contributos do seminário (apartado 479 de Cuernavaca).´

Quanto ao presente livro, pode dizer-se que tomou forma definitiva a partir da apresentação que Ivan Illich fez para um grupo de magistrados e legisladores canadianos. O Autor utilizou pela primeira vez, o paradigma do direito comum anglo-saxão, que desde então passou a fazer parte da estrutura do ensaio.

«A versão castelhana do francês, entregue por Ivan Illich a Carlos Barral para publicação é devida a Matea Padilla de
Gossman.»







«LA CONVIALITÉ»
 IVAN ILLICH

Colaboração de 
Luce Giard e Vincent Bardet
Éditions du Seuil,
Paris, 1973
158 págs.


IVAN ILLICH escolheu o termo «convivencialidade» para designar o contrário de produtividade industrial! É esse o título da presente obra, que decerto foi o mais importante dos que até então escrevera. Nele faz a exposição mais ampla e ambiciosa do seu  pensamento, a muitos títulos original. 

A «Convivencialidade» pretende ser uma teoria acerca dos limites do crescimento da sociedade humana, uma  análise da situação em que vivem os habitantes dos países superindustrializados e um programa do que poderia ser uma fase posterior da história humana. Que acontecerá depois deste período em que vivemos e no qual a produção industrial cria e multiplica necessidades, em que a medicina inventa doenças, a velocidade distâncias e a escola campos de conhecimento que acabam por se incorporar no mecanismo industrial da educação organizada?

Ivan Illich pretende estabelecer as bases sobre as quais há-de assentar a fase convivencial da sociedade humana.


http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2010/06/civilizacao-uma-visao-pessoal-kenneth.html
http://en.wikipedia.org/wiki/Ruth_Nanda_Anshen
http://www.angelfire.com/tv/emp/world.htm


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