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quinta-feira, 28 de julho de 2011

«O NOVO JARDIM» - HOOSHMAND FATHEAZÁM



«O NOVO JARDIM»
HOOSHMAND FATHEAZÁM
TRADUÇÃO: OSMAR MENDES
CAPA: ABELARDO CAMPOS
EDITORA BAHÁ'I DO BRASIL
2ª Edição - 1972
181 pgs
TÍTULO ORIGINAL: « THE NEW GARDEN»
HOOSHMAND FATHEA'ZAM
NEW DHELI: BAHA'I PUBLISHING TRUST, 1971




                    «Proclama para os filhos da certeza que dos reinos da Santidade...
                    um novo jardim surgiu, em torno do qual circulam os habitantes do
                    reino do céu e os residentes imortais do paraíso exaltado.
                    Esforça-te, pois, para atingires aquele estado. para poderes deslindar 
                    os mistérios do amor de suas flores e compreender o segredo da divina
                    e perfeita sabedoria de seus frutos».
                  
                                                                                                 BAHÁ'U'LLÁH




A FÉ BAHÁ'I:


Reconhece a Unidade de Deus;

Mantém a unidade dos Profetas de Deus;

Inculca o princípio tanto da unidade como da integridade
    do género humano;

Impõe o dever primordial da independente busca da verdade;

Condena toda a espécie de preconceito e superstição;

Declara ser o propósito da religião promover a amizade e a 
    concórdia;

Proclama a harmonia essencial da religião com a ciência e a razão

Defende o princípio da igualdade de direitos e oportunidade para o 
    homem e para a mulher;

Insiste sobre a educação obrigatória e universal;

Elimina os extremos da pobreza e riqueza;

Acentua a necessidade da obediência ao governo do país;

Recomenda a criação ou a seleção de um idioma internacional 
   universal;

Delineia os alicerces das instituições essenciais ao estabelecimento 
   da paz universal e perpétua;



                                                           ÍNDICE


PRIMEIRA PARTE - DEUS E SUA RELIGIÃO

SEGUNDA PARTE - OS MANIFESTANTES DE DEUS

TERCEIRA PARTE - O CONVÉNIO

QUARTA PARTE - ALGUNS DOS  ENSINAMENTOS
                                 E PRINCÍPIOS

QUINTA PARTE - ADMINISTRAÇÃO

SEXTA PARTE - ALGUMAS DAS LEIS E OBRIGAÇÕES

terça-feira, 26 de julho de 2011

«História e Mistérios das Sociedades Secretas»

                                                             1ª Edição Brasileira
                                                          



«História e Mistério das Sociedades Secretas»
´Quatro milénios de Sociedades Secretas - No Mundo Antigo e
  no Moderno - Lutas contra as Sociedades - Maçonaria e Rosa-Cruz
- Sociedades italianas e Decabristas - Mormons e Ku-Klux-Klan -
- Camorra e outra organizações
Hermann Schreiber e Georg Schreiber

Tradução: Eurico Douwens
Capa: Nelson Coletti
Biblioteca História' - 3
Ibrasa- Instituição Brasileira de Difusão Cultural S. A. 
São Paulo - 1959
329 páginas
Título original:
«Mystenm Maurer und Mormonen»
Cpyright 1956 by
Paul Neff Verlag, Wien




                                                                3ª Edição Brasileira
                                                              Capa de Carlos César




«História e Mistério das Sociedades Secretas»»
´No Mundo Antigo e Moderno'`
Hermann Schreiber r Georg Schreiber
Tradução: Eurico Douwens - 3ª Edição
IBRASA- Instituição Brasileira de Difusão Cultural S. A.
São Paulo - 1982
Título original:: 
«Mysten, Maurer umd  Mormonen»»
´Geheimbünde in vier Jahatausenden`




O livro «História e Mistérios das Sociedades Secretas», de Hermann Schreiber e Georg Schreiber, tem por objetivo apresentar ao público um quadro seguro e ao mesmo tempo fácil de compreender das principais sociedades secretas do passado e da atualidade. É uma história que abrange quatro milénios.

Num capítulo introdutório os autores tratam de verificar e explicar se ainda existem sociedades secretas, o que os leva a um estudo panorâmico da situação no presente, tanto em relação ao Velho Mundo quanto ao Novo Mundo.
Porém, à informação contida nesse capítulo seguem-se outras sem dúvida novas e inéditas, pois pela primeira vez se trata de um livro das sociedades secretas da Antiguidade, a cujo respeito pouco se sabia de maneira sistemática. Ficamos a conhecer, assim, os 'heteros' de Atenas, que tão grande influência política tiveram, das oblações extáticas do velho Irão, das associações de guerreiros, das ligas de fins misteriosos. Toda uma procissão de criaturas surge nas páginas deste livro: - faraós. monges, tiranos, pastores, gente cheia de generosidade ou sedenta de sangue - cujos nomes ninguém jamais supusera ligados a tais empreendimentos. Zaratustra, Sócrates, Pitágoras, Ramsés, São João Baptista, eis alguns desses nomes.

A última parte do livro trata exclusivamente de algumas das mais famosas e ativas sociedades secretas atuais, como a maçonaria, os rosacruz, os carbonários, a ´maffia`, a camorra, os decrabistas, estendendo-se os autores também ao estudo da macumba.

Uma multidão de factos novos e interessantes surge aos olhos do leitor, que por vezes ficará sem dúvida estupefato e aturdido. Mas não poderá desconfiar dos autores, que são pesquisadores firmes, que consultaram inúmeros documentos e falam com autoridade do assunto em foco.

Muitas das páginas são fortes, não poucas despertarão controvérsias e ressentimentos, mas a verdade histórica deve pairar acima da paixões humanas.


PRIMEIRO LIVRO: AINDA HÁ SOCIEDADES SECRETAS?
SEGUNDO LIVRO: SOCIEDADES SECRETAS NA ANTIGUIDADE
TERCEIRO LIVRO: SOCIEDADES SECRETAS NOS TEMPOS RECENTES


NOTA: O TEXTO É IGUAL EM AMBAS AS EDIÇÕES!


HERMANN SCHREIBER e GEORG SCHREIBER, nascidos na Austria em 1920 e 1922, respetivamente, são irmãos que se dedicaram à escrita, à publicação de livros, sendo que GEORG foi um brilhante historiador!


http://de.wikipedia.org/wiki/Hermann_Schreiber_(Historiker)


http://de.wikipedia.org/wiki/Georg_Schreiber_(Schriftsteller)



                                                                Original em Alemão



domingo, 24 de julho de 2011

«Pensar a Ciência» - ´Colóquio para professores de Filosofia`




    

         
     «PENSAR 
       A CIÊNCIA»
´Colóquio para professores de Filosofia realizado na
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade 
Nova de Lisboa em Setembro de 1984`
Manuel da C. Leite, A. M. Nunes dos Santos, 
Manuel Esquível, Fernando Mouro, Luis J. Archer, 
Luis Fraser Monteiro, A. César de Freitas, 
José Carlos T. de Oliveira, Joaquim von Haffe Peres,
Luís Moniz Pereira

Revisão do texto: José Manuel Soares
Capa: Armando Lopes
GRADIVA -PUBLICAÇÕES Lda. - 1988
Depósito Legal nº 19550 /88
169 páginas




O inegável crescimento do peso da ciência e da tecnologia no mundo contemporâneo coloca novos desafios em praticamente todos os domínios com especial destaque para o filosófico.

Tendo em atenção a responsabilidade específica do ensino filosófico no sistema educativo português, na altura em que foram produzidas estas comunicações, os problemas decorrentes daquele crescimento científico e tecnológico são particularmente importantes.

'Pensar a Ciência' é o resultado de um colóquio levado a cabo no sentido de refletir, em Portugal e em português, sobre este tema. O facto de o colóquio se centrar sobre o conhecimento científico e, de modo privilegiado, sobre as relações entre ciência e filosofia é, obviamente, intencional. Desde há muito se entende que o acréscimo do peso da ciência e da tecnologia no mundo contemporâneo transporta desafios que, para além dos pertencentes ao próprio domínio (os problemas internos à ciência), se prolongam para domínios diversos, designadamente o filosófico.

Se adicionalmente se levar em consideração a importância (com a inerente responsabilidade) do ensino da filosofia, no sistema de ensino português, sobretudo pela expressão que alcançava no ensino secundário (1984), um colóquio deste tipo ver-se-á desde logo, independentemente da inevitável heterogeneidade no tratamento dos temas, suficientemente justificado.

Assim, contando com a presença de importantes personalidades nacionais, o colóquio desenvolveu uma problemática que está longe de interessar apenas a professores de Filosofia a quem se dirigia originalmente. As intervenções foram recolhidas e reescritas neste volume que se afigura de grande importância para aferir a situação da cultura portuguesa.


ÍNDICE

Apresentação
Até que ponto uma ciência poética
Análise matemática - Itinerários
Sobre a física de Aristóteles
A genética e o futuro - Pressupostos para a sua inteligibilidade
Física e filosofia - Princípios e perspetivas
O método axiomático em matemática
O infinito na matemática e na física
Teoria das catástrofes e lógica da perceção
Máquinas humanas

sexta-feira, 22 de julho de 2011

«As duas culturas» - C. P. Snow




 «AS DUAS 
CULTURAS»
   C. P. SNOW

TRADUÇÃO: Dr.ª IDALINA PINA AMARO
CAPA: HOMERO AMARO

EM APÊNDICE «CIÊNCIA E GOVERNO»

COLECÇÃO VECTOR - V 01
PUBLICAÇÕES DOM QUIXOTE
226 pags.

TÍTULOS ORIGINAIS:
«THE TWO CULTURES: and  «A SECOND LOOK»
CAMBRIDGE UNIVERSITY PRESS
1959, 1963, C. U. P.
CDU - 501

«SCIENCE AND GOVERNMENT»
HARVARD UNIVERSITY PRESS
1960, 1961 - Presidente e ´Fellows` do Harvard College
CDU - 623.73.
https://skocky-alcyone.blogspot.com/2011/07/ciencia-y-gobierno-ciencia-e-governo-c.html

A expressão «as duas culturas» - usada originalmente por C. P. Snow em 1959 - em breve passou a fazer parte das muitas línguas europeias em que a obra foi traduzida e discutida.

A análise do abismo que separa a «cultura» dos cientistas da «cultura» literária de inspiração clássica, e o seu diagnóstico dos perigos decorrentes da ausência de comunicação entre as duas, tornou-se um dos temas mais discutidos de todo o mundo culto. A tal ponto que alguém chamou a 'As Duas Culturas' «o trampolim necessário para que se repensem com frescura e sentido de urgência os problemas educacionais e a sua importância para o futuro da nossa sociedade». Concorde-se ou não com Snow, é impossível ignorá-lo, pois, como ele próprio escreve, «a inocência é o pior dos crimes».

No ensaio que completa este volume, Snow analisa os perigos que advêm, no mundo moderno, do facto de os homens que presidem aos destinos dos povos raramente compreenderem as consequências das suas decisões mais importantes, isto é, daquelas que pressupõem a utilização das grandes conquistas da ciência. De aí a necessidade, cada vez mais premente, de reformar profundamente os nossos conceitos educativos, de forma a vir a dar aos homens de ciência um maior sentido das suas responsabilidades humanas e aos homens de formação «clássica» - que ainda constituem a a maioria dos quadros de administração pública - uma compreensão mais exata dos caminhos que tecnologia moderna vai abrindo ao mundo.

                                                      ÍNDICE

AS DUAS CULTURAS

1 - As duas culturas
2 - Os intelectuais - esses  «luddites»
      naturais
3 - A revolução científica
4 - Os ricos e os pobres

Um segundo relance

Notas

CIÊNCIA E GOVERNO

Prefácio
Ciência e Goveno
Apêndice

Notas

NOTA: Existe uma nova edição/reimpressão datada de 1996, Editorial Presença - Pontos de Referência.

Em memória de Snu Abecassis!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

«Factores de Eficiência em Investigação Científica»







«FACTORES DE EFICIÊNCIA EM
 INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA»

  JAIME PINTO

EDIÇÕES COSMOS
LISBOA - 1969



Pequeno livro - na sua extensão de páginas. Livro grande - julgado quanto à oportunidade e relevância do assunto tratado. Grande livro, se meditarmos acerca dos períodos e das páginas de densa, constante e judiciosas críticas e se nos debruçarmos sobra a sua formulação doutrinária, esta concernente a uma atuante e operante investigação científica em nosso país, na altura em que foi editado. Deste passo, livro de crítica e doutrina.

Pequeno livro, ele continua em «Edições Cosmos», embora num ângulo mais especializado, o pensamento de uma outra grada figura de Cidadão. de Homem de Pensamento e de Ciência: o Professor Bento de Jesus Caraça. Relembremos o que o Mestre escreveu, em Maio de 1941, no prefácio de apresentação de «Biblioteca Cosmos»:

  «É toda uma vida nova a construir, dominada por um humanismo novo» - «quando falamos de humanismo novo, entendemos como um dos constituintes essenciais este elemento de valorização - que o homem, sentindo que a cultura é de todos, participe, por ela, no conjunto de valores coletivos que há de levar à criação da Cidade Nova.»

Naquela época, se em Portugal os círculos científicos, os estudantes, as revistas de ideias, a imprensa diária estivessem atentos aos problemas nacionais, na sua mais alta expressão, o aparecimento deste livro poderia vir a ser o cerne para a discussão dos problemas do ensino da Ciência e da Investigação Científica em nosso país. A isto, válida objeção poderia ser feita: em termos sociológicos, o facto de os projetores da informação serem quase sempre apontados para um desafio de futebol, um campeonato de canções, deixando na penumbra, quando não na escuridão, os fundamentais problemas nacionais, nada mais é do que uma das facetas do nosso subdesenvolvimento - o subdesenvolvimento cultural.

Reconheçamos a pertinência desta objeção, mas acreditamos, também, que começavam então a aparecer, com uma nova tomada de posição na panorâmica nacional (necessidade de se passar a um tipo de economia industrial) , solicitações para a consciencialização dos nossos problemas de base.

No prefácio de um velho livro do «Século das Luzes»  deparamos com uma síntese admirável acerca da missão criadora do livro:
   
                       «Vai livro, segue estradas e caminhos; continua por meses, anos, séculos.
                              Provoca a discussão, a crítica. Incendeia o debate - para além da nossa
                              curta vida. Dá vida à Vida:»


«A Filosofia no Século da Ciência»






    A FILOSOFIA 
    NO 
    SÉCULO 
    DA CIÊNCIA
 FERNANDO PINHO DE ALMEIDA
 
CAPA DE JORGE ESTRELA
ATLÂNTIDA EDITORA, S. A. R. L.
COIMBRA
- 1970
172 pags

Pretende o autor acentuar neste ensaio o desinteresse que a filosofia manteve durante o século XX, duma maneira geral, pela ciência e pelas suas surpreendentes e desconcertantes revelações. Estas têm servido para um desenvolvimento extraordinário da técnica, do aspeto material da civilização, mas não têm contribuído, de maneira apreciável, para uma autêntica compreensão do mundo e portanto para uma ética dela resultante, - e isto certamente por carência da filosofia.

Na análise que neste livro é feita aos existencialismos, subjetivos, emotivos e portanto indiferentes à mensagem objetiva da ciência, e também ao materialismo dialético que em princípio a procura  enaltece, mas que muitas vezes um dogmatismo extrínseco, pragmático e de origem político-social desvirtua - tenta o autor vincar o seu ponto de vista.

Acredita ele que nessa altura do século (1970) já se torna possível um certo filosofar sobre os dados das ciências, que se estão nitidamente interpenetrando, filosofar esse que se inspirará nos métodos científicos e por eles de disciplinará. E como aplicação e concretização das suas ideias julga encontrar no universo uma força criadora, uma capacidade de resolver problemas, enfim, aquilo a que, se quisermos, poderemos chamar um fundo mental.


ÍNDICE

Palavras prévias
 I -   Metafísica no Século XX?
II -  O Existencialismo Sartreano e a Ciência
III - O Existencialismo Sartreano e a Metafísica
IV - Comentários sobre 'Que é a Metafísica?'  de Heidegger
V -  Os dados subjetivos na construção metafísica
VI - Um grande pensador português (Fidelino de Figueiredo)
VII - A Dialética da Natureza
VIII - Reflexões sobre a Lei da transformação da quantidade 
         em qualidade
IX -  Análise crítica da Lei da interpenetração dos contrários
X -   Reflexões sobre a Lei da negação da negação
XI -  O Realismo, o Idealismo e a sua síntese
XII - O Princípio da Causalidade
XII - Racionalismo e Indeterminismo
XIV -Uma nova conceção racionalista do Universo
XV - A Metaciência



quarta-feira, 20 de julho de 2011

«25 de Abril» - ´Liberdade e Esperança`





      «25 DE 
       ABRIL »
'LIBERDADE E 
  ESPERANÇA'
 AUGUSTO  VIEIRA
  
EDITORIAL VOUGA - 4
EDITORIAL VOUGA, S.A.R.L.
AVEIRO, Maio de 1974
125 pgs




Do Autor, Augusto Vieira, a contra capa refere ser licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra e com o curso complementar de Ciências Histórico-Jurídicas; enveredou pela Magistratura, tendo desempenhado funções de Delegado do Procurador da República em várias comarcas, entre elas a de Lisboa. Ingressando na magistratura judicial, ao ser promovido à 1ª classe, pediu licença ilimitada e fixou-se em Aveiro, onde exerce a advocacia. Coube-lhe a primazia, após o regime deposto, de ser o primeiro advogado, num caso de ´abuso de liberdade de Imprensa` , contra a C.P., vindo a dirigir o jornal «O LUTADOR», onde se patenteiam os seus princípios democráticos e populares.

O mais importante neste pequeno livro de 125 págs. , reside no facto de ter sido editado logo após um mês do 25 de Abril!

25 DE ABRIL - LIBERDADE E ESPERANÇA, é uma coletânea de textos que traduzem a vivência do momento histórico que galvanizou o povo português. É atual e ´talvez sirva` para desentorpecer o espírito dos que vierem a lê-lo; por outro lado, a apresentação dos programas de alguns dos mais discutidos partidos políticos, numa mesma publicação em livro, acrescida do sabor, - ignorado nestas paragens - , da discordância aberta com as mais proeminentes figuras do momento nacional, dá, a singularidade de fenómeno, para a maioria de ´nós` , a este 25 de Abril - Liberdade e Esperança, que viria a lume com o título de 25 de Abril apenas, caso, e já composto, não o tivesse precedido a publicação de outro trabalho da autoria de cinco jornalistas.

Quem poderia, decididamente, pensar, meses atrás - dias antes do 25 de Abril de 1974, será melhor dizer, - que um programa democrático, outro socialista, um outro comunista, etc. , viriam emparceirar, à luz do sol lado a lado, com as declarações de altas patentes da Forças Armadas?

Nem no silêncio da noite o cidadão comum poderia aventurar-se a prever que um livro deste género viria a estar exposto, amanhã, logo, agora, nas montras das livrarias. E é claro que muitos cidadãos viviam alheios à problemática do tempo presente, mal nos dando conta de que mesmo a dois passos, para lá dos Pirenéus, as ideologias, - esquerda, centro, direita, mais as múltiplas intermédias, - coexistiam, sem grandes dificuldades. E é claro que, - quando chegava, - tudo isto chegava ao nosso conhecimento como uma avalanche de neve em plenos Himalaias; era um assunto sobre o qual se refletia ou se discreteava sem a necessária concentração interior.

O Autor e a Editora, fazem votos de que nesta terra, agora realmente livre, vários trabalhos aparecerão sobre o 25 de Abril e que todos eles sejam, se mais não forem, uma espécie de treino, exercício de aquecimento para outra obras de tomo.


ÍNDICE

I -   QUE ACONTECEU REALMENTE?

II -  A HISTÓRIA

III -  A INFORMAÇÃO

IVPRIMEIRAS LEIS DO NOVO REGIME

V -   PARTIDOS POLÍTICOS

VI - PERSPECTIVAS





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