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quarta-feira, 23 de junho de 2010

«Caminhos da Razão no Ocidente» - Tiago Adão Lara






      «Caminhos da 
            Razão 
        no Ocidente»
       'A Filosofia ocidental, 
do Renascimento aos nossos dias'
Tiago Adão Lara
Diagramação: Valderes Barbosa
Vozes - Petrópolis- 1986
2358- 2


Qualquer estudante universitário e mesmo qualquer pessoa de estudo, que queira inteirar-se dos principais momentos filosóficos, que marcaram e ainda marcam a história do ocidente, do Renascimento aos nossos dias, encontrará, nesta obra, uma introdução de leitura relativamente fácil e clara. 
O livro pode transformar-se, com proveito, em texto didático, para um curso de filosofia.
Temas como racionalismo e empirismo, materialismo e idealismo, são abordados com acentuada preocupação de traçar um panorama da história do ocidente. 
Mas são as filosofias modernas e contemporâneas que constituem o assunto especial dessa obra. 
As correntes filosóficas, que caracterizam o caminho da laicização da cultura ocidental, a partir das suas matrizes gregas e medievais, são apresentadas na sua conexão com a complexidade das forças históricas.
Para o autor de 'Caminhos da Razão no Ocidente', a grande mudança da modernidade para a contemporaneidade encontra-se na passagem, ainda em ato, da conceção metafísica para a conceção dialética.
Uma análise da evolução do pensamento teológico - nela situando-se a questão da 'teologia da libertação' - e uma visão sintética da filosofia, no Brasil, enriquecem, sobremaneira, para o leitor, esta obra de Tiago Adão Lara.


«As Obras-Chave da Música» - J.J. Soleil e G. Lelong




«AS OBRAS-CHAVE DA MÚSICA»
J. J. SOLEIL
G. LELONG
PREFACIADOR: MAURICE FLEURET
TRADUÇÃO: PEDRO MANUEL TORRES RAMOS
REVISÃO TÉCNICA: PAULA BACH ( musicóloga )
CAPA: MAQUETA DE CARLOS REIS
ILUSTRAÇÃO DA CAPA: BANDA DE MÚSICA FLAMENGA DO SÉC. XV. ILUMINURA.
OLHAR PLURAL
EDITORA PERGAMINHO - 1991
ISBN: 972-711-024-X
TÍTULO ORIGINAL: ´LES OEUVRES-CLÉS DE LA MUSIQUE`
BORDAS S. A. - PARIS - 1987


As obras-chave da ´música instrumental`, as que marcaram uma época, que determinaram o nascimento de um novo género, as que se tornaram mais célebres e as mais executadas.

De cada uma dessas obras uma análise da sua forma, do seu valor, da história da sua elaboração e execução.

A ´GRAVAÇÃO RECOMENDADA`.

Apresentada de forma original, por Géneros Musicais - vinte e um no total - da bagatela à variação, passando pelo concerto, a sonata, a toccata...

De BACH a XENAKIS todo o campo da ´MÚSICA OCIDENTAL`.

terça-feira, 22 de junho de 2010

'HISTÓRIA DA ARQUITECTURA NO OCIDENTE'




    «HISTÓRIA DA 
  ARQUITECTURA 
   NO OCIDENTE»
J. Furneuax Jordan

Tradução: 
Maria da Conceição Ribeiro da Costa
Série: ´Movimentos e Escolas`
Dirigida pelo Dr. João Manuel Bairrão Oleiro
Verbo- 1985
Nº Ed. 1603
Dep. legal: 8182/85

Capa: A ´Catedral de Brasília`
De Óscar Niemeyer
(Então ainda em construção)
Título original:

´A Concise History of Western Architecture`
Thames and Hudson Ltd. - 1969
Reeditado em 1979


´A arquitectura é o produto de uma centena de circunstâncias` - escreve o  Professor Furneaux Jordan. É produto de religião e política, arte e tecnologia, geologia e clima e muitos outros factores.
Começando com o Egipto antigo, Grécia e Roma, o autor mostra-nos como as construções, tanto na forma como na estrutura, sempre exprimiram as qualidades e aspirações das culturas de que provêm.
As obras-primas da Idade Média - Bizantino, Românico e Gótico - eram eclesiásticas, dando corpo a uma visão profundamente religiosa da vida.
A partir do Renascimento, a arquitectura passou progressivamente a responder a exigências seculares, com a construção de grandes palácios e mansões e, mais tarde, o advento de esquemas de planeamento urbanístico.
Durante o século XIX, a rápida expansão do industrialismo, juntamente com mudanças sociais de grande alcance, impulsionou a primeira fase da arquitectura moderna.
Foram os grandes mestres de engenharia da 'Época Vitoriana' que apontaram o caminho do futuro. As suas estações dos caminhos de ferro, pontes e armazéns iriam, por fim, conduzir ao estilo internacional que continua florescente em edifícios construídos hoje.


«O GÓTICO» ´No Seu Apogeu' - Marcel Aubert





           «O GÓTICO» 
            ´NO SEU APOGEU`

Marcel Aubert -
-falecido antes de a acabada a obra
Com a colaboração de
Dr. J. A.  Schmoll gen. Eisenworth
Dr. Hans H. Hofstätter
Tradução: Franco de Sousa
Para a Série ´Movimentos e Escolas`
Dirigida pelo Dr. João Manuel Bairrão Oleiro
Ars Mundi  - Movimentos e Escolas
Verbo - 1983
Ano Jubilar da Editorial Verbo
Nº Ed. - 1460

Título original: ´Hochgothik`
Holle Verlag, 1979


Entre o período Românico  e o Renascimento floresceu por toda a Europa um estilo que veio a ser conhecido  por ´Gótico`. Assim lhe chamaram os italianos ironicamente, porque, para eles, todos os povos transalpinos eram descendentes dos Godos e todas as suas obras anteriores ao Renascimento eram mais ou menos bárbaras.

A arte gótica desabrochou na arquitectura religiosa de França a partir da segunda metade do século XII. Mais precisamente, o seu berço foi a ´Ilha de França`. Mas dali expandiu-se com prodigiosa vitalidade para os países vizinhos e mesmo para outros mais distantes, aonde chegaram influências culturais. As ordens religiosas, nomeadamente os Cistersiences, que chegaram a ser chamados ´Missionários do Gótico`, tiveram uma acção decisiva, levando o novo estilo a toda a Europa cristã.

Os construtores das catedrais, imbuídos do misticismo tão característico dessa época, visaram erguer abóbadas cada vez mais altas, sobre paredes bem rasgadas por vãos preenchidos por vitrais, de modo que resultasse o efeito de um autêntico santuário de vidro. A escultura das fachadas e do interior libertou-os das tradições antigas e tornou-se mais leve e natural.

Também noutros campos se reflectiu o impulso desta evolução: nos frescos e nas tapeçarias que decoravam as paredes; nas iluminuras dos livros de devoção; e ainda nos objectos do culto, que eram obras-primas de ourivesaria e de arte do esmalte.


«GRÉCIA CLÁSSICA» - Karl Schefold



«GRÉCIA CLÁSSICA»
  Karl Schefold
Tradução: Maria Cristina Rocha
Série ´Movimentos e Escolas`
Dirigida pelo
Dr. João Manuel Bairrão Oleiro
Verbo- 1986
Nº Ed. 1700
Dep. legal  11 032/86
Capa:
Fragmento de Relevo Votivo da Acrópole de Atenas (C. 410 A.C.)
Título original:
´Klessiches Giechenland`
Holle Verlag - Baden Baden


Karl Schefold, da Universidade de Basileia, bem conhecido pelos seus numerosos trabalhos sobre a arte antiga, lança uma nova luz sobre realizações que, integradas desde longa data no património cultural do Ocidente, foram classificadas e catalogadas demasiado depressa entre as obras-primas, sem um estudo mais aprofundado.

Na verdade, o autor descobre nelas uma dimensão metafísica insuspeitada, revelando as relações determinantes que sempre existiram na Grécia entre a religião e a filosofia (os ensinamentos de Platão, a doutrina estóica), por um lado, e a arte, por outro.

Karl Schefold ensina-nos que o ´Milagre Grego`reside naquele frágil e sublime equilíbrio entre o Ser e o Tempo, o Permanente  e o Transitório, do qual o ´Pártenon`, marco petrificado da racionalidade nascente, o poderoso ´Doríforo`, as maravilhosas pinturas de vasos, a comovente Afrodite de Cnido e o prestigioso Apolo do frontão de Olímpia são a expressão ideal.

Deste modo verificamos que, mesmo para a nossa época, quando se põe em causa todos os valores, a arte clássica dos Gregos conserva o seu valor exemplar e continua a espalhar a sua mensagem de humanidade altaneira.

«SONG TO THE SIREN»

'Dicionário do Romantismo' - Francis Claudon



«DICIONÁRIO DO ROMANTISMO»
    ´Enciclopédia do Romantismo`
Francis Claudon com a colaboração de
Claude Noisette de Crauzat
Georges Pillement
Karlheinz Roschitz
Gilles Tiber

Tradução de:
Armandina Henriques Puga
Dra. Luisa Soares de Oliveira
Maria do Carmo Cary
Dra. Maria José Cotter
Arq, AntónioCampos de Mello
A. Leitão
VERBO - 1986
Nº Ed,: 1684
Dep. legal nº 11 027/86

Na capa: ´As Mulheres de Argel` 
Delacroix ( pormenor )

Título do original francês
´Encyclopédie du Romamtisme`
Éditions Aimery Somogy
Paris

Em meados do século XVIII a razão triunfante é confrontada por um movimento de ideias novas a que se dá o nome de ´Romantismo`. Este movimento, que favorecia a sensibilidade, a imaginação e o sonho, irrompeu na Alemanha em França, na Inglaterra e no resto da Europa.

Não se manifestou da mesma forma em todos os países, mas guiou-se sempre pelos mesmos ideais generosos de liberdade e de independência.

Nesta «Enciclopédia do Romantismo», autores consagrados, congregados por Francis Claudon, analisam o ´Romantismo` separadamente na Pintura, na Escultura, na Arquitectura, na Literatura e na Música. Tornam assim esta obra particularmente útil ao estudante a ao estudioso as várias introduções, centenas de sínteses biográficas, índices dos autores citados e das obras reproduzidas e bibliografias sumárias de cada autor.

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