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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

AOS MEUS IRMÃOS COMUNISTAS


 


AOS MEUS IRMÃOS

    COMUNISTAS

FÉLIX BERMUDES

LISBOA - 1949

Distribuidora Bertrand

142 pgs

      Composto e impresso na

IMPRENSA LIBÃNIO DA SILVA

Travessa do Fala-Só, 24 Lisboa


Estou seguro que esta obra, dividida em duas partes, a primeira parte dedicada à Filosofia Política, teve a preocupação com sua filha Cesina Bermudes, várias vezes presa pela PIDE. Note-se que a data de pulicação coincide com a campanha do Movimento de Unidade Democrática (MUD), para a eleição do General Norton de Matos à Presidência da República!

Todos sabemos que a espinha dorsal do MUD era o Partido Comunista Português (PCP), bem estruturado e com ramificações por todo o país!

Dêmos então a palavra ao autor, que na primeira parte se dedica às questões políticas e na segunda parte ao ocultismo, que irá ser desenvolvida em «O Homem Condenado a  Ser Deus»!


'Irmãos comunistas':

O título desta obra poderia dar lugar a um erro que me apresso a prevenir: não sou, nunca fui nem quero ser político e se alguma vez o fosse, combateria o comunismo. Não posso portanto invocar-vos como «camaradas», mas vou além tratando-vos como «irmãos».

É pela Fraternidade Humana e não pela comunhão de ideias políticas que me sinto estreitamente ligado a vós e a todos os que sofrem. O trabalho que vos dedico apenas aspira a difundir a convicção em que estou de que as actividades comunistas, longe de acelerar como pretendem a elevação geral do nível de cultura, de conforto e de liberdade, a estão, pelo contrário, retardando inexoravelmente.

Se tiverdes para comigo a mesma atitude fraternal, se procurardes compreender a minha boa vontade como eu compreendendo as vossas angústias e as vossas revoltas, alguma coisa teremos produzido, vós e eu, em benefício da Humanidade.

Se não posso, porém, conceder-vos o meu acordo, dou-vos contudo uma compensação: não aprovo tão-pouco os governos autoritários que se julgam dispensados de consultar a opinião pública e de escutar o que diz a alma das nações. Mas, ainda nestes casos de governos anormais que tiranizam os povos, é minha opinião imparcial e sincera que a culpa é mais vossa do que a deles. É o «comunismo», ameaçando os povos com a ferocidade da sua ditadura, quem alimenta as outras ditaduras que procuram opor-se-lhe, neutralizando o medo que vós espalhais pelo medo que elas espalham. Como ides ver, o que venho propor a uns e outros é uma simples trégua de boa vontade, única esperança de libertar o mundo das malhas em que se enredou.

É minha aspiraçao fundamental não ofender seja quem seja, respeitar a dignidade de todos e abster-me de qualquer expressão que possa melindrar os meus semelhantes. Se o não consegui é porque falhei lamentavelmente na construção da obra que projectei. Disso me penitencio desde já, pedindo perdão àqueles com quem não tenha sabido conservar-me fraternal e cortês.

FB


Nota:

A segunda parte contém a tradução do poema 'If' de Rudyard Kipling. Félix Bermudes dá-nos uma tradução segura e adaptada à língua portuguesa, tal com em «O Homem Condenado a Ser Deus», nos oferece uma excelente tradução adaptada à língua portuguesa de «Os Versos Dourados do Pitagirismo», respeitando o cristianismo ao em vez de Zeus usar a palvra Deus!

                                                               ÍNDICE

                                                               I PARTE

                              O DRAMA DA VIDA PRESENTE

                           ENSAIO DE FILOSOFIA POLÌTICA


Advertência

O grande equívoco

Entraves à  Fraternidade Humana

Extremismos fatais

A saída do Labirinto

Batendo a outra porta

Fontes do mal

Um esforço sincero

Armistício

«Credo político»


                                                    II PARTE

                                   O POEMA DA VIDA ETERNA


Advertência

O Governo Interno do Mundo

Os homens não são iguais

...mas são irmãos

Os nossos corpos

Matemos a morte!

A Lei da acção

O Inferno e o Purgatório

Se...

A Alma errante

Bibliografia

https://wwwimitacaodavida.blogspot.com/2011/04/felix-bermudes-e-melhor-traducao-de-de.html

https://soscapvert.blogspot.com/2009/01/flor-de-ltus-branco.html

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

A Poesia do Espírito - Félix Bermudes


 

      A POESIA

   do ESPÍRITO

             Este livro de

  «A POESIA DO ESPÍRITO»

      foi composto e impresso

      nas Oficinas Gráficas da

IMPRENSA PORTUGAL . BRASIL

        Venda Nova  - Amadora

               Distribuidores:

      LIVRARIA  BERTRAND

              LISBOA - 1958

                    71 pgs


Desta edição fez-se uma tiragem de

50 exemplares, numerados de 1 a 50,

fora do mercado. 

Rubricados pelo Autor


INTRODUÇÃO

Justificação

'A Poesia e as Artes representaram em todos os tempos o nível mais alto em que pode exprimir-se o que de divino existe no homem; por isso todas elas serviram sempre para embelezar o culto que a Humanidade presta a Deus. Entretanto, é de notar que o contributo da poesia para o esforço de religar as criaturas ao seu Criador é muito mais escasso do que o da Arquitectura, da Pintura, da Escultura e da Música.'

F. B.

OFERENDA

'Ao seleccionar os trechos englobados no presente volume, não pensei apenas em oferecê-los às pessoas de tendências espirituais, antes foquei mais objectivamente, no pensamento e no coração, aqueles que se refugiam numa atitude de reserva, em face das soluções correntemente apresentadas para os problemas da Alma'

F. B.


Índice dos textos

Prece

O Natal 

No Jardim da Vida

O Voo para o Divino

As Ilusões (tríptico)

Saudade

Para Sempre!

O Amor Eterno

L´Éternel Amour

Conserve o seu sorriso!

Prece do Natal

A Cruz Vermelha

Lótus Branco

Antero

Veneza

Se...

A Alvorada do Espírito

Salteador arrependido

A Jornada Imortal

A Mãe do Mundo

A Roda dos Expostos

Os juros duma Vida Santa

Versos Doirados

A Carta dos Deveres do Homem


NOTA


Este exemplar comprado por mim num alfarrabista, além do interesse do conteúdo da obra, traz a referência  de quem o possuiu, bem como um excerto de jornal que pretende comemorar os 15 anos do falecimento de Félix Bermudes!


                                                                EX - LIBRIS

                                                            C. Xavier da Costa


                                                                             




 




                             

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Buda Instruindo os Discípulos - Félix Bermudes


 


                          BUDA  INSTRUINDO

                     OS  DISCÍPULOS

       ESTUDO DA FILOSOFIA DO SENHOR DA COMPAIXÃO


LISBOA - 1959

Ditribuidores 

Livraria Bertrand

Lisboa  

88 pgs

                                                     Este livro

                            «BUDA  INSTRUINDO  OS DISCÍPULOS»

                                          foi composto e impresso

                                          nas Oficinas Gráficas da

                                 IMPRENSA  PORTUGAL - BRASIL

                                          Venda  Nova - Amadora


O intuito desta obra é contribuir para a fraternidade religiosa, que os representantes das Grandes Religiões estão criteriosamente promovendo e hão-de alcançar. É urgente que os homens compreendam que as Religiões não foram instituídas para os separar em hordas rivais, mas para a todos os religar a DEUS. Cada uma delas trouxe á Humanidade uma mensagem sempre oportuna, sempre a mais necessária no local e no tempo em que floriu.

A doutrina 'pura' que nelas se contém foi difundida por Grandes Instrutores, iluminados por Luz Espiritual que descia do Alto, como uma benção. Acrescentá-la, diminui-la, afeiçoá-la, ao sabor de quasiquer interesses, é uma profanação a que os erros dos homens não pouparam nenhuma. Sem a triste influência desses erros não haveria cismas, não haveria ateus, não de teriam abatido sobre a humanidade as provações tremendas, de que ela não parece ter colhido os salutares ensinamentos que seria mister.


Xâkya-Muni, o principe Siddârta Gautama, o primeiro indivíduo da nossa humanidade que havia de alcançar o grau de BUDDHA a que corresponde a 8ª. Iniciação Cósmica; o Santo-Sábio que trocou o palácio real e o trono que lhe estava destinado pela túnica de monge peregrino; o Auêxa-Auatara que abandonou poderes e riquezas para vir ensinar aos homens a sua lição de piedade e de amor; o Senhor de Sabedoria, Instrutor dos homens e dos anjos, meditava sentado numa esteira, sob o peristilo das leves colunatas da sua baniana favorita, a árvore que ficou para sempre sagrada. 

A legião extasiada dos seus discípulos contempláva-O com enlevo, maravilhada de que tamanha e tão inacessível, tão alto e insondável saber - de que as suas almas nem se atreviam a calcular a imensidão - pudesse baixar até eles, tornar-se acessível ao seu contacto próximo e explicar com palavras tão claras aquelas ideias sublimes! E tão límpidos eram os singelos dizeres que até os ouvintes de menos agudo entendimento compreendiam e sentiam o Mestre!


                                                        ÍNDICE


Buda instruindo os discípulos

        O guerreiro desiludido da glória

        O drama de um agricultor

        Os remorsos de um mercador

        O sábio que perdeu a fé

        O aventureiro

        O contrutor de sonhos

        O maharajah


Esclarecimentos:

        Reformadores

        Buddhi e Nirvana


O Grande Sermão de Buda


Uma Nova Mensagem

        A Carta dos Deveres do Homem


A Alma Errante

Vocabulário


                   OBRAS  DO  AUTOR

LITERATURA

CINZA E NADA  - Novelas.

AOS MEUS IRMÃOS COMUNISTAS - Ensaio de filosofia

política, reprovando os extremismos.

O HOMEM CONDENADO A SER DEUS - Estudo da

posição do Homem no Universo. Evolução da matéria;

evolução da forma; evolução da vida; evolução da cons-

ciência.

À MULHER PORTUGUESA - Colectânea poética.

A POESIA DO ESPÍRITO  - Colectânia de poesias místicas.

LA CONQUÊTE DE L'ÉTERNEL - Adyar - Paris.


TEATRO

O CONDE BARÃO - Comédia erm 3 actos.

O AMIGO DE PENICHE - Comédia em 3 actos (também reali-

zada em filme).

O POÇO DO BISPO - Opereta em 3 actos.

A PÉROLA NEGRA - Opereta em 3 actos.

O JOÃO RATÃO - Opereta em 3 actos (também realizada

em filme).

Num total de 105 peças, representadas nos teatros de Portugal

e Brasil, das quais só foram inpressas as indicadas. Estas em co-

laboração com Ernesto Rodrigues e João Bastos.


terça-feira, 29 de setembro de 2026

Concepções Helénicas de Felicidade no Além


 

                                   A MEUS PAIS

Maria Helena Monteiro da Rocha Pereira


            CONCEPÇÕES  HELÉNICAS

            DE  FELICIDADE  NO ALÉM


                  DE HOMERO A PLATÃO

  

           DISSERTAÇÃO DE DOUTORAMENTO

               EM   FILOLOGIA   CLÁSSICA  

            NA  UNIVERSSIDADE  DE COIMBRA


                               COIMBRA

                               M C M L V

                                 240 pgs


Composto e Impresso na 

Empresa Industrial Gráfica do Porto, Limitada

Edições Marânos, 178


   PUBLICAÇÃO SUSIDIADA PELO 

    INSTITUTO DE ALTA CULTURA


              

                                                                    Da Nota Preliminar


É sabido que os helenos nunca tiveram um corpo de doutrina estabelecida acerca do destino das almas e do modo da sua sobrevivência. Este mesmo facto fez que diversos mitos se formassem e coexistissem durante séculos, e por vezes o mesmo autor se tornasse intérprete de mais do que uma tradição escatológica.

........

Foi sobretudo a literatura que nos preservou os documentos que permitem reconstruir estes mitos. O elemento emocional que entra nestas concepções - o poeta tornava-se arauto da esperança humana - e o aspecto puramente estético de que facilmente se revestia - concretizando-se em visões deleitosas - faziam delas um tema de eleição, que quse todos os escritores aproveitaram. Deste modo, um estudo desta feição da religião grega facilmente se volve em ensaio de estética literária.

Porém a anásise de uma obra de arte deve compreender todos os aspectos, desde o problema das fontes ideológicas às minucias da crítica textual. Só depois de conhecer o fundo comum da tradição, é possível apreciar o aproveitamento que dela fizeram os autores, assim como é necessário estabelecer um texto, sobre o qual se baseie a consideração do seu estilo.

.........

Antes de concluir esta breve nota, não quero deixar de agradecer a todas aquelas entidades ou pessoas que tornaram possível este trabalho, em especial às Universidades de Coimbra e de Oxford, a quem devo a minha preparação. através dos seus mestres ilustres, dos quais é justo que saliente, pelo papel que desempenharam na minha formação clássica, o Prof. Doutor Carlos Ventura e o Prof. E. R. Dodds, D. Litt., a cujo vasto saber e nunca desmentida afabilidade não recorri nunca em vão; e ao Instituto de Alta Cultura, que, concedendo-me bolsas de estudo e outras facilidades, por duas vezes me proporcionou longas e proveitosas estadias na mais antiga universidade britânica.


Coimbra, Janeiro de 1955.


                   MARIA HELENA MONTEIRO DA ROCHA PEREIRA.


https://www.e-cultura.pt/artigo/22038

https://imprensanacional.pt/in-memoriam-maria-helena-da-rocha-pereira/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Helena_da_Rocha_Pereira


      «A concessão de subsídios por parte do Instituto de Alta Cultura

não envolve juízos de valor sobre a doutrina contida nas publicações

subsidiadas nem aprovação da forma por que essa doutrina é exposta».


                                                                        




domingo, 27 de setembro de 2026

Primeiro Encontro Nacional de Gerontopsiquiatria


 


Primeiro Encontro Nacional

    de Gerontopsiquiatria

       Organizado pela 

  Merck Sharp & Dhome

     Coordenador: 

     Dr. Paes Sousa

       Hotel Altis

         Lisboa 

          1977


O 'Encontro', foi realizado com a finaliadade de homenagear o Senhor Professor Barahona Fernandes no ano em que se jubilou!

De pé, o saudoso Dr. Paes de Sousa, eminente Psiquiatra e Prof. de Histologia do Sistema Nervoso, na Faculdade de Medicina de Lisboa!

A presidir, o Senhor Professor Barahona Fernandes, ao centro da mesa! Sua figura mal se vê, dado estar sentado à direita de Paes de Sousa!

Podem ver-se muitos Psiquiatras de alto nível, quer nacional quer internacional!

          

sábado, 19 de setembro de 2026

Chile - Reformismo ou Revolução?


 


                Chile

    Reformismo ou Revolução

Ficha

Publicações Dom Quixote

Capa: Feranando Felgueiras

Fotografia: Associated Press

DOCUMENTOS
DOM QUIXOTE -3

Lisboa - 1970

24 pgs

Edição 3 S 158


Perfil do Chile

Cronologia

A experiência Frei

Alcance e limites de uma experiêcia

Novo Caminho

Para a América Latina?

Para onde, Allende?

As Eleições de 1970

Glossário


As Eleições de 1970

        O sufrágio directo, para a eleição do Presidente da República do

Chile, efectuou-se em 4 de Setembro, com os resultados seguintes:


Salvador  Allende                                  1 075 616 votos (36,3 %)

(candidato da Frente Popular)


Jorge Alessandri                         1 036 278 votos (34,9 %)

(conservador)


Radomiro Tomic                            824 819 votos (27,8%)

(democrata- cristão)


Número de eleitores inscritos: 3 539 747.  Votantes: 2 962 743


Como nenhum dos candidatos atingiu a maioria mínima (que era de 50% dos votos mais um), foi necessário, ao abrigo da Constituição, recorrer ao Parlamento. Este devia sancionar a escolha já feita pelo eleitorado ou preferir o segundo candidato com maior númer de votos. Reunido o Paralamento expressamente com esse objectivo, registou-se a votação:

                    ALLENDE                                153

                   ALESSANDRI                             35

                   Votos em branco                            7         


Ficou assim definitivamente estabelecida a eleição de Salvador Allende como Presidente da República do Chile, tendo sido decisivo o apoio que o candidato da Frente Popular recebeu do Partido Democrata-Cristão.   


Glossário

Alessandri, Jorge - Candidato conservador às eleições presidenciais de 1970. Foi Presidente de 1958 a 1964. Tem 74 anos

Allende, Salvador - Novo Presidente do Chile. Candidatou-se pela quarta vez. Na sua qualidade de médico, trabalhou para a Assistência Pública, tendo chegado a ministro da saúde, no governo de Frente Popular dirigido por Aguirre Cerda (1938-1942). Foi co-fundador do Partido Socialista e deputado. Era senador desde 1952.

Anaconda - Anaconda Cooper Mining Corporation. Principal companhia americana proprietária e exploradora de minas de cobre no Chile.

A. P. I. - Accion Popular Independente. Pequeno agrupamento político dirigido pelo senador Rafael Tarud. Pertence á Frente Popular.

Chilenização - Associação do Estado chileno com as principais companhias americanas (Anaconda, Kenncott, etc.), que exploram o cobre do Chile, associação que se manifesta pela criação de uma companhia em que o Estado é o principal accionista. As companhias estrangeiras co-accionistas têm de reinvestir os lucros em percentagem superior à do Estado, que passa a ser o maior beneficiário. Foi um dos princípios em que assentou a política interna de Frei.

Chonchol, Jaques - Jovem engenheiro agrónomo chileno com prestígio internacional. Pertenceu à F. A. O. Formou-se também em Ciências Políticas pela Universidade de Paris. Esteve três anos em Cuba.

Frei, Eduardo - tem 59 anos Formou-se em Direito. Depois de dirigir o diário 'El Tarapacá', leccionou Direito do Trabalho e Filosofia do Direito na Universidade Católica de Santiago. Foi um dos fundadores do P. D. C. em 1935. Dez anos depois é ministro das Obras Públicas. Senador em 1949. Delegado do Chile nas Nações Unidas em 1950. Senador em 1957. Presidente do Chile de 1964 a 1970.

Frente Popular, - Associação de partidos (P.S., P.C. e P.R.) e pequenos agrupamentos políticos (A. P. I. e M. A. P. U.), dirigida por Allende, com o objectivo de assumir o poder.

M.A.P.U. - Movimento de Accion Popular Unitária. Dirigido por Jacques Conchol. Faz parte da Frente Popular.

M.I.R. - Movimento da Izquierda Revolucionaria. Orientado por Victor Toro, é um agrupamento pró-castrista de guerrilha urbana.

O.L.A.S. - Organização Latino-Americana de Solidariedade. Fundada em Cuba, no decurso da Conferência Tricontinental de 1967.

P.C.C. - Partido Comunista do Chile. Luis Corbalan é o seu secretário-geral. Faz parte da Frente Popular.

P.D.C. - Partido Democrata-Cristão. Presidido pelo senador Benjamim Prado.

P.R - Partido Radical. Dirigido pelo deputado Raul Morales. Participa na Frente Popular.

P.S. - Partido Socialista. Aniceto Rodriguez é o seu secretário-geral. Faz parte da Frente Popular.

SCHNEIDER, general René - Era o comandante das Forças Armadas, desde Outubro de 1969. Vítima de um atentado, acabou por falecer em Outubro de 1970.

TOMIC, Radomiro - Dirigente da ala esquersa do P.D.C.. Foi embaixador nos EUA. Candidatou-se à presidência do Chile em 1970.

UNIDAD POPULAR - Designação por que é conhecido no Chile a Frente Popular de Allende.

VIAUX - Roberto - General reformado. Chefiou uma insurreição em Outubro de 1969. Em 4 de Novembro de 1970, foi-lhe instaurado um processo em tribunal marcial sob a acusação de participar no assassínio do General René Schneider. São conhecidas as suas ligações com a extrema-direita chilena.



                                              Eduardo Frei - Presidente Cessante


https://skocky-alcyone.blogspot.com/2009/09/vida-e-morte-do-chile-popular-alain.html

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

PORTUGAL SOBRENATURAL - Manuel J. Gandra


 


                                                        PORTUGAL
                                                         SOBRENATURAL

                                  Deuses, Demónios, Seres Míticos, Heterodoxos,

                                     Marginados, Operações, Lugares Mágicos e

                                              Iconografia da Tradição Lusíada

                                                      

                                                          VOLUME I

                                                           (A - Bez)


Manuel J. Gandra

Paginação: Patrícia Costa Dias

Projecto gráfico: Gabinete gráfico Ésquilo

Design da capa: Ana Isabel, com base numa imagem

                          de Luís Albuquerque Castro

Ésquilo Edições

Primeira Edição
Lisboa: 2007

537 pgs




Aos Mistérios Vivos, almas de eleição, que me

concederam o privilégio de com elas partilhar

épocas, períodos ou momentos da minha vida


Manuel Rodrigues

Maria da Luz e Luís Capela

Domingos Conceição

João Cruz

José Carlos Tiago de Oliveira

P. Manuel Antunes

Carlos Silva

Margarida Vasconcelos

Agoostinho da Silva

Juan G. Atienza

Alberto Castro Ferreira

Maria Beatriz Serpa Branco

António Barahona

Dalila Pereira da Costa

Rafael Monteiro

Vera Leroi

João Roque 

Lucília Barata

Lídia Rita

Georges Gusdorf

José Alexandre Pelágio

Maria Santos Pancadares (Mami)

José Carlos Barros

Célia Costa

Estêvão Miranda


    Nota: Decidi não marcar todos os óbitos, 

    pois já muitos das pessoas cujos nomes 

    são aqui referidos, já não estão entre nós!





Este projecto composto por três volumes, constitui o resultado de pesquisas efectuadas ao longo de três décadas por Manuel J. Gandra, investigador pioneiro no estudo da tradição cultural e espiritual do nosso país.

Trata-se de um trabalho sem precedentes que, sob a forma de dicionário, nos dá a conhecer a riqueza impressionante e polifacetada da alma profunda mas, no geral, desconhecida da tradição potuguesa.


sábado, 12 de setembro de 2026

Breve Guia Prático de Conscienlização Política









    BREVE  GUIA PRÁTICO
    
                     DE
      CONSCIALIZAÇÃO
              POLÍTICA
   PARA  A  LIBERDADE

   ACÚRSIO  NEVES

          LISBOA
EDIÇÃO DO AUTOR
              1974

Composto e impresso nas oficinas da
SOCIEDADE  ASTÓRIA, LIMITADA

ao Regueirão dos Anjos, 68-70, em
Lisboa, durante o mâs de Julho de 1974







Esta é uma obrinha que adquiri após a queda do 1º Governo Provisório, em 18 de Julho de 1974.

Logo reparei neste trabalho, escrito por autor que desconheço! Vê-se porém que estava preocupado com a inabilidade de orientação política da maioria do Povo Português e estava consciente da força de pequenos grupos políticos bem orgabizados, nomeadamente o Partido Comunista Português que tinha expressão em todo o país!

Era urgente ajudar os cidadãos a orientar-se para a construção de uma sociedade livre e democrática, com eleiçoes e representatividade destes!


                                                         Introdução


Instaurado no País um sistema de livre discussão de ideias e de livre opção entre vários caminhos propostos ao Povo Português para a sua orientação política futura, pareceu indispensável e urgente compendiar num breve guia, simples e objectivo, os conhecimentos básicos que permitam às pessoas menos preparadas determinar-se em consciência

É o que se tenta a seguir - esperamos que com utilidade para todos.


                                                          Sumário


1. Poder

2. Actividade política

3. Imparcialidade e objectividade

4. Padrõs de avaliação

5. O social e o económico

6. Esquerdas, centro e direitas

7. Principais sistemas políticos

8. Para quê escolher?

9. Como escolher


1. Poder

Como se caracteriza

Legitimidade e legalidade; Constituições

Organização do Estado


2. Actividade política

Ideologias políticas

Teorias políticas

Doutrinas políticas

Alguns elementos da actividade política


3. Imparcialidade e objectividade

Envolvimentos passionais

Realismo e abstracção

Oportunismo e adequação


4. Padrões de avaliação

Permanência e acidente

Essencial e acessório

Universal e particular

Eficácia e utilidade


5. O social e o económico

Sociedade organizada

Valores sociais

e apetrechamento cultural

Nível social e nível económico

Liberdade económica e dirigismo

Oligopólios e monopólios

Monopólios económicos de pressão;

plutocracia

Sociedade de consumo

Necessidade de defesa

contra as pressões sociais e económicas

Os valores transcendentes

Capital, técnica, trabalho; capitalismo

Classes sociais

e estratos sócio-culturais

Gestão participada

Organização profissional: sindicalismo


6. Esquerdas

    centro e direitas

Esquemas bipolares

Esquemas múltiplos

Soluções de compromisso

e de superação

Caracterização de correntes e atitudes

Sociedade tecnológica e tecnocracia

Experiência e experimentação


7. Principais

    sistemas políticos

Critérios para classificação

dos sistemas políticos

Formas de conferir o poder

Formas de estruturar o poder

Formas de exercer o poder

Regimes e sistemas políticos

Regimes monocráticos

Regimes democráticos

Regimes oligocráticos

Sistemas totalitários

Sistemas libertários

Sistemas de compromisso

ou de superação

Valores universais a ter em conta

Valores particulares a ter em conta

no caso potuguês


8. Para quê escolher?

Envolvimento e alienação

Significado e reflexo do sufrágio

A capacidade de escolha consciente

como sinal de liberdade

Poderes constituintes


9. Como escolher

Informação suficiente;

manipulação da opinião pública

Confusões a evitar

Determinação dos padrões de avaliação

Exercício e aplicação do direito de voto


Bibliografia muito elementar:


Gaetano Mosca, História das doutrinas políticas, Rio de Janeiro, Zahar Editores, 1968

McKenzie, A ciência política, Lisboa, Livraria Bertrand, 1970

Max Weber, O político e o cientista, Lisboa, Edições Presença, 1973 (2ª edição)

XX, Constituição Política da República Portuguesa, Lisboa, Imprensa Nacional, 1971

XX, Lei Constitucional nº 3/74, Lisboa, Imprensa Nacional, 1974

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gaetano_Mosca

https://en.wikipedia.org/wiki/William_Mackay_Mackenzie

https://pt.wikipedia.org/wiki/Max_Weber

https://pt.wikipedia.org/wiki/I_Governo_Provis%C3%B3rio_de_Portugal



quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Dicionário da Arte e dos Artistas - Herbert Read



 


DICIONÁRIO DA ARTE

   E DOS ARTISTAS

Organizado por:

   Herbert Read 

 e revisto por:

Nikos Stangos

Tradução de Teresa Louro Pérez

Revisão da tradução de Graça Margarido

Revisão Tipográfica de Álvaro Antunes

Capa do Departamento Gráfico de Edições 70

sobre fragmento de «O Estúdio do Artista» de

                              Vermeer

Edições 70, Lda

Lisboa

Agosto - 1990

492 pgs

Depósito legal nº 36441/90

Direitos para todos os países de língua portuguesa

por Edições 70, Lda

Título original: Dictionary of Arts and Artists

Publicado por acordo com Thames and Hudson

Londres, 1969 e 1984


                                              NOTA À EDIÇÂO PORTUGUESA

O presente dicionário pretende cobrir extensamente as belas-artes com rubricas sobre pintura, escultura, desenho e gravura e sobre os artistas que os produziram no mundo inteiro. Fruto da actualização e desenvolvimento da Encyclopedia of the Arts publicada sob a direcção de Herbert Read, contém vasta informação sobre arte e artistas contemporâneos que, juntamente com um estudo completo dos artistas do passado, o transformaram numa obra de referência sem par.

Mas o amplo projecto de Herbert Read e Nikos Stangos inclui também referência a técnicas e materiais, estilos e movimentos históricos, bem como a grandes escritores cujas ideias influenciaram o curso da arte e o trabalho dos artistas.

As culturas exteriores ao mundo ocidental, em que o anonimato do artista é comum, são alvo de rubricas de carácter mais geral, ressalvando-se porém a inclusão de nomes individuais quando são conhecidos devido à sua maior difusão.

A edição portuguesa foi, além disso, completada com entradas referentes a artistas portugueses e brasileiros seguindo o critério e o método de exposição da edição original: nomes marcantes da arte do passado e uma atmosfera representativa das tendências hodiernas. Pelas inevitáveis omissões, pedimos desculpa aos artistas mas, dado que se trata de uma obra em permanente actualização, tentaremos eliminá-las em futura edição.

As mais de 2500 rubricas e as centenas de ilustrações documentam os traços identificativos dos estilos e obras dos artistas mencionados. As remissões, assinaladas com asteriscos (*) possibilitam ao leitor aperceber-se de todo o contexto em que um determinado artista trabalhou.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Herbert_Read

https://www.encyclopedia.com/arts/educational-magazines/stangos-nicolas-1936-2004

https://www.historiadasartes.com/o-estudio-do-artista-johanes-vermeer/

https://spotlight.leeds.ac.uk/herbert-read/


terça-feira, 8 de setembro de 2026

Filosofia e Política no Destino de Portugal



 

 

FILOSOFIA  E  POLÍTICA

NO DESTINO  DE PORTUGAL

   FERNANDO SYLVAN

Sociedade de Expansão Cultural 

Depositários: Gráfica Santelmo

Lisboa - 1963

181 pgs


A

ÁLVARO RIBEIRO

Pelo que a sua pessoa é,

Pelo que nós, portugueses, havemos de ser.


    Este livro contém a minha voz.

E a de meus Pais. E a de meus

Filhos.

           FERNANDO SYLVAN


Nome verdadeiro de Fernando Sylvan

( Abílio Leopoldo Motta-Ferreira

  Dili, 26 de Agosto de 1917 - 

 -Cascais, 25 de Dezembro de 1999)

A rematar a obra:

...Não foi por ter criado o Brasil que Portugal afirmou a sua vida futurante, mas por a sua vida conter a do Brasil antes de manisfestada. Igualmente as outras que ainda se não manifestaram estão contidas, e isso por si só afirma já a realidade.

A Comunidade Portuguesa, como razão pátria, é, pois, indiscutível, uma vez que está já afirmada a possibilidade de todos os portugueses a perceptarem entendendo o português como o arquétipo resultante das coordenadas filosóficas comuns de todos os grupos étnicos portugueses, como ensinei no meu livro «Comunidade Pluri-Racial». O Português é o ideal comum das ideias de todos, e pátria a morada actual futurante.

...Nem mesmo a independêcia do Brasil o poderá autorizar ou explicar, porquanto o Brasil não foi jamais Pátria Portuguesa ou Povo Português. Não pode desconhecer-se a acção dos que no Ultramar eliminaram, abafaram ou desprezaram tudo o que nos autóctenes poderia ter criado mais sinais de comunhão, mas é possível ainda um acção contra-revolucionária ampla para que os portugueses todos afimem plena consciência do seu destino.

Só a filosofia, propondo e equacionando a problemática nacional, a pedagogia, exercitando-a, e a política, consentindo um movimento social amplo, poderão propocionar que se mantenha o nome do português o inevitável que os portugueses intuíram como trânsito do homem.

....

Cascais, Agosto-Setembro de 1962


Fernando Sylvan veio de Timor para a então

Metrópole ainda na infância. Aqui em Portugal

desenvolveu uma actividade notável na cultura.

Quer na Poesia, quer no ensaio político-filosófico!

Oposicionista do Estado Novo, sofreu represálias

que o afectaram até monetáriamente.

Pertenceu ao movimento da Revista 57.

que caracterizou o inicio e afirmação da Filosofia 

Portuguesa, constituida na sua base por discípulos

de Leonardo Coimbra na Faculdade de Filosofia do

Porto. Esse núcleo iria fazer prosélitos, apesar da opo-

sição da Filosofia Académica!

Muito importante foi a sua estadia no Brasil!

Por um lado aproxima-se de Gilberto Freyre,

discordando porém do modo de interpretação 

do 'Luso Tropicalismo'


Dispomos hoje de notáveis estudos que

permitem uma consulta sólida!

Nos links abaixo poderão os interessados aprofundar

a obra e a pessoa de Fernando Sylvan!


Peço desculpa pelo scan da capa ser um pouco

escuro!



                                                                          SUMÁRIO


                                                                       Primeira Parte

                                                          DESTINO  DA  HUMANIDADE


1 - Criação da eternidade e do homem. A não-

    -Revolução

2 - Trânsito das Humanidades planetárias. A não-

   -Religião

3 - Realização na obediência a Deus. A não-

 - Saudade

4 -Pedagogia na realização do social. A não-Cul-

- tura

5 - Movimento no encontro do desencontro. A não

 - sexualidade


                                                                            Segunda Parte

                                                           COMPORTAMENTO DO HOMEM


1 - Exercício das relações humanas. O não-Amor

2 - Iniciaçãio familiar e iniciação religiosa. O não

 -Futuro

3 - Moisés em marcha milenária. O não-Regresso

4 - Mistérios religiosos e mistérios escolares. O

  não-Segredo

5 - Conhecimento recíproco dos povos. O não-

  Isolamento


                                                            Terceira Parte

                                            PROMOÇÃO DO PORTUGUÊS


1 - Compreensão portuguesa do mundo. A Vontade

2 - Apetência e inapetência colonizadora. A Am-

  bição

3 - O Brasil o deslumbramento pelo amor. A

  Sedução

4 - Navegadores da revolução. A Recusa

5 - Ultramar e Contra-Mar na cultura. A Expansão


                                                   OBRAS DO AUTOR

                                                   I- EM PORTUGAL


POESIA

Os Poemas de Fernando Sylvan - Edição Marânus - Porto, 1945


ENSAIO

Da pedagogia portuguesa e do desvalor dos exames - Seprata

     da «Revista de Portugal» - Lisboa, 1959

Arte de amar Portugal - Separata da revista «Ocidente»- Lisboa, 1960

O ensino de «Língua e História Pátria» Aquém e Além-Mar

   - Separata da «Revista de Portugal» - Lisboa, 1960

Comunidade Pluri-Racial - Colecção Ideia Nova -

   Guimarães Editores - Lisboa, 1962

A Língua e a Filosofia na estrutura da Comunidade - Separata

   da «Revista Portugal» - Lisboa, 1962

O ideal português no Mundo - Incluído em «O que é o Ideal 

   português - Edições Tempo - Lisboa, 1962

O espaço cultural luso-brasileiro - Separata da «Revista de

   Portugal» - Lisboa, 1963 - 2ª edição, revista, destinada

   ao Brasil - Lisboa, 1963

O Brasil e a teoria de Colónias portuguesas - Separata da 

revista «Ocidente» - Lisboa, 1963

Filosofia e Política no destino de Portugal - Colecção En-

  saístas Portugueses - Sociedade de Expansão Cultural -

 Lisboa, 1963

Goan Contribution to the World - Sairá nas edições do Mo-

  vimento Pró-Goa, Damão e Dio - Lisboa, 1963

A Arte Popular em Timor - sairá incluido em «A Arte Po-

   pular em Portugal - Editorial Verbo - Lisboa


                                                          II - NO BRASIL


ENSAIO

Comunidade Pluri-Racial - Rio de Janeiro, 1963

Nota: esta bibliografia consta da obra actual!

https://www.antonio-telmo-vida-e-obra.pt/news/voz-passiva-12/

https://sites.google.com/site/ciberlusofonia/Asia/Lit-Timorense/Fernando-Sylvan

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Sylvan

https://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_57


quarta-feira, 2 de setembro de 2026

IGREJA DE CRISTO-REI DA PORTELA - FOTOS 2

 
Fotos: Jornalista Nuno Castro Ferreira (1967-2007)














IGREJA DE CRISTO-REI DA PORTELA - FOTOS

Fotos do exterior da Igreja de Cristo-Rei da Portela

Feitas pelo Jornalista Nuno Castro Ferreira (1967-2007)










quinta-feira, 27 de agosto de 2026

A Igreja Triumphante No Concílio Do Vaticano


 


                                                      A EGREJA TRIUMPHANTE

                                                                          DO

                                                          CONCILIO DO VATICANO


                                Explicação dogmatica, philosophica e historica dos decretos

                                                    do Concilio ecumenico de Vaticano


                                                        Cartas e instrucções pastoraes

                                                dos senhores Luiz Filippi, bispo d'Aquila,

                                                      e Bartholomeu d'Avanzo, bispo

                                                                de Calvi e Teano


                                 VERSÃO PORTUGUEZA FEITA SOBRE A VERSÃO FRANCESA

                                                                  DO DOCTOR MAUPIED

                                                                                   POR

                                                                     D. Miguel Sotto-Maior


                                                      EDITORA  - LIVRARIA PORTUENSE

                                                                               DE

                                                                MANUEL MALHEIRO

                                                              121 - Rua do Almada - 123

                                                                        PORTO - 1875

                                                                               pgs 301

                   

                                                                               Índice



Pastoral do Senhor Bispo D'Aquila

Exposição da Constituição de Fide

Proemio da mesma Constituição

Capitulo I - De Deus, creador de todas as cousas

Capitulo II - Da Revelação

Capitulo III - Da Fé 

Capitulo IV - Da Fé e da Razão

Curta exposição das razões, que fizeram com que o Conci-

  lio passase a occupar-se da outra Constituição primeira

  de Ecclesia Christi

Exposição da Constituição Pastor Aeternus

Capitulo I - Da instituição do Primado Apostolico

Capitulo II - Da perpetuidade do Primado de S. Pedro 

  nos Pontifices Romanos

Capítulo III - Da natureza e caracter do Primado do Pon-

   tifice Romano

Capitulo IV - Do magisterio infallivel do Pontifice Ro-

   mano

Post Scriptum sobre a oposição de Doellinger e de outros

   ao dogma da infalibilidade do Papa

Doellinger e a sua declaração a respeito do Concilio ecu-

   menico do Vaticano, por Monsenhor d'Avanzo

O Papa Honorio e a infabilidade pontificia, por Monse-

  d'Avanzo

Plano de defeza abreviada do Papa Honorio

Nota importante sobre o mesmo assumpto, extrahida da

  obra de Mr. Darras

Appendice I, ácerca do «Liber Diurnus»

Appendice II, sobre a doctrina da infabillibidade ponti-

  cia em Portugal

   


   Nota: procurou manter-se, quanto possível, 

             a ortografia original.

                                                       



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