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terça-feira, 31 de maio de 2011

«DEUS O QUE É ?» - ´CADERNOS O TEMPO E O MODO` 3

                       «NÃO ACREDITES, ALMA MINHA, NA VIDA ETERNA, MAS ESGOTA OS LIMITES DO POSSÍVEL»


                                                                                                                                                           PÍNDARO





«DEUS 
 O QUE É ?»


´CADERNOS O TEMPO E O MODO` 3


NOTA DE ABERTURA


M.S. LOURENÇO -   POEMA 


ARTIGOS


M.S. LOURENÇO - MATEUS, 6, 9-13
FERNANDO MELRO - DA AMBIGUIDADE DE FALAR DE DEUS
ANDRÉ VERGOTE - O REALISMO DA FÉ PERANTE A DESSACRALIZAÇÃO DO MUNDO
J. SOUSA MONTEIRO
M.S. LOURENÇO       -  DEUS E A METAIDEOLOGIA DO CONCRETO


DEBATE GRAVADO I


ALBERTO VAZ DA SILVA - ANA BÉNARD DA COSTA - BENTO DOMINGUES, O. P. - EDUARDO VELOSO -
- JOANA LOPES - JOÃO BÉNARD DA COSTA - LUÍS BÉNARD DA COSTA - MARIA BELLO - NUNO DE
BRAGANÇA - TERESA MARTINS DE CARVALHO - VÍTOR WENGOROVIUS


INQUÉRITO


ALBERTO VAZ DA SILVA - ANTÓNIO JORGE MARTINS - EDGAR MORIN - EDUARDO LOURENÇO - 
- EDUARDO VELOSO - FERNANDO BELO - HANS KÜNG - JOÃO BÉNARD DA COSTA - JORGE DE SENA -
- JOSÉ LUIS CALHEIROS - LUÍS SOUSA COSTA - MANUEL DE LUCENA - NUNO DE BRAGANÇA -
- PIERRE EMMANUEL - RENÉ LAURENTIN - VERGÍLIO FERREIRA


DEBATE GRAVADO II


ALFREDO BARROSO - ARMANDO TRIGO DE ABREU - JAIME GAMA - JOÃO MARTINS PEREIRA - JOSÉ
CARLOS LIMA - JOSÉ LUÍS NUNES - MÁRIO SOTTOMAYOR CARDIA - MIGUEL CASTRO HENRIQUES


ANTOLOGIA


JEAN CARDONNEL - NÃO HÁ REVELAÇÃO SEM REVOLUÇÃO
E. SCHILLEBEECKX - O DEUS OCULTO
HARVEY COX - FALAR DE DEUS DE UMA FORMA SECULAR
J. M. GONZÁLEZ-RUIZ - HUMANISMO ATEU E DEUS BÍBLICO
RUDOLPH BULTMANN - MENSAGEM CRISTÃ E VISÃO MODERNA DO MUNDO
FRANCIS JEANSON - MORAL SEGUNDO DEUS OU EMPREENDIMENTO HUMANO
SIGMUND FREUD - O QUE HÁ DE VERDADE NA RELIGIÃO
MAURICE BLANCHOT - O ATEÍSMO E A ESCRITA
A. ALÇADA BAPTISTA - ´REFLEXÕES SOBRE DEUS`


TEXTOS DE
S. AGOSTINHO - BERTRAND RUSSEL - BUDA - BUDISMO ZEN - Sª CATARINA DE SENA - DESCARTES -
-ECKARTH - ENGELS - F. VARILLON - GEORGES BATAILLE - HADITS - GREGÓRIO DE NISSA - HENRY
MILLER - HERMES TRIMEGISTA - JALDLIM EL RUMI - S. JOÃO DA CRUZ - KARL MARX - KIERKEGAARD-
- LENINE - LUTHERO - MANUEL DE BERNARDES - MAURICE BLONDEL - MICHEL BAKUNINE - NICOLAU DE
CUSA - NIETZSCHE - PASCAL - PÍNDARO - SIMONE WEIL - S. TOMAZ - WACITI





«ESTRUTURALISMO» (´ANTOLOGIA DE TEXTOS TEÓRICOS`) - SELECÇÃO E INTRODUÇÃO DE ´EDUARDO PRADO COELHO`

                                      ´O ESTRUTURALISMO NÃO É UM MÉTODO NOVO, É A CONSCIÊNCIA 
                                                              DESPERTA E INQUIETA DO SABER MODERNO`
                                                                                                                             MICHEL FOUCAULT




       «ESTRUTURALISMO»
´ANTOLOGIA DE TEXTOS TEÓRICOS`
FOUCAULT - DERRIDA - LÉVI-STRAUS -
- ALTHUSSER - LACAN - SARTRE -
- BARTHES - SEBAG - e outros
´SELECÇÃO E INTRODUÇÃO DE
   EDUARDO PRADO COELHO`
TRADUÇÃO DE:
MARIA EDUARDA REIS COLARES
ANTÓNIO RAMOS ROSA e
EDUARDO PRADO COELHO
A ilustração a cores, na capa e frontipício,
é reprodução de um quadro de PAUL KLEE
COLECÇÃO PROBLEMAS
PORTUGÁLIA EDITORA
LISBOA, 1968
417 págs.


INDICE


EDUARDO PRADO COELHO - Introdução a um pensamento cruel: estruturas, 
                                             estruturalidade e estruturalismo 
                                             Lisboa, 20 de Agosto de 1967 (I-LXXV)


TEXTOS GERAIS


JEAN POUILLON - Uma tentativa de definição
ROLAND BARTHES - A actividade estruturalista
Entrevista de MICHEL FOUCAULT à ´Quinzaine Littéraire`
FRANÇOIS CHÂTELET - Como vai o estruturalismo?
MICHEL FOUCAULT - As ciências humanas
JACQUES DERRIDA - A estrutura, o signo e o jogo no discurso das ciências humanas
Entrevista de JEAN-PAUL SARTRE para ´L'Arc`


ANTROPOLOGIA CULTURAL


SERGE THION - Estruturologia
LÉVI-STRAUSS - Introdução à obra de MARCEL MAUSS
LUCIEN SEBAG - O mito: o código e mensagem


PSICANÁLISE


JACQUES-ALAIN MILLER - A SUTURA (Elementos da lógica do significante)
JEAN-CLAUDE MILNER -Que é a Psicologia?
LOUIS ALTHUSSER - FREUD e LACAN
JACQUES LACAN - A instância da letra no inconsciente ou a razão desde FREUD


MATERIALISMO DIALÉCTICO


LOUIS ALTHUSSER - A imensa revolução teórica de MARX
MAURICE GODELIER - Notas sobre os conceitos de estrutura e contradição
ALAIN BADIOU - O (re)começo do materialismo dialéctico


ESTÉTICA


ROLAND BARTHES - Que é a Crítica?
GÉRARD GENETTE - Estruturalismo e Crítica Literária
LÉVI-STRAUSS - Estruturalismo e crítica
ALAIN BADIOU - A autonomia do processo estético



segunda-feira, 30 de maio de 2011

«TROTSKY E A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL» - TEXTOS REUNIDOS POR DANIEL GUÉRIN





«TROTSKY E A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL»
´TEXTOS DE LEON TROTSKY REUNIDOS 
E APRESENTADOS POR DANIEL GUÉRIN`
COLECÇÃO: ´BIBLIOTECA ARCÁDIA`
TRADUÇÃO: VIRGÍLIO MARTINHO
REVISÃO TIPOGRÁFICA: JOSÉ IMAGINÁRIO
CAPA: VICTOR SANTOS
1ª Edição em português, Março de 1975
EDITORA ARCÁDIA, S.A.R.L.
Nº de edição - 599

MARGUERITE BONNET (Copyright)












TÍTULO ORIGINAL: 
«LÉON TROTSKY
SUR LA DEUXIÈME GUERRE MONDIALE»
Textes rasseblés et présentés 
par Daniel Guérin
ÉDITIONS DU SEUIL
PARIS,1974



Este livro é uma compilação de artigos e entrevistas que TROTSKY redigiu para diversos jornais, de Agosto de 1937 a Agosto de 1940, data em que foi assassinado por ordem de ESTALINE.
Referem-se aos antecedentes, ao desencadear e ao primeiro ano da II GUERRA MUNDIAL - período particularmente dramático da história.
TROTSKY, não viveu estes dramas até ao fim. Porém as suas previsões são tão lúcidas que ultrapassam largamente a data da sua morte: em 1938, prevê o pacto GERMANO-SOVIÉTICO e em 1939, a invasão da URSS pela ALEMANHA de HITLER.
Com cerca de 20 anos de antecedência, anuncia a emancipação das colónias e a criação da UNIÃO EUROPEIA.
Em suma: a história do futuro analisada por um homem que foi simultaneamente um grande teórico marxista, um político e chefe militar!...




http://www.zemor.fot.br/leituras/history03.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2012/06/verdade-sobre-as-relacoes-germano.html


«DEMOCRACIA E LIBERDADE» -Semana do Pensamento Marxista (Paris, 9-15 de Março de 1966) -Prefácio de Roger Garaudy




«DEMOCRACIA E LIBERDADE»
SEMANA DO PENSAMENTO MARXISTA (PARIS, 9-15 DE MARÇO DE 1966)
PREFÁCIO DE ROGER GARAUDY
TRADUÇÃO: EDUARDO SALÓ
CAPA: ISABEL CAMPOS
GALERIA PANORAMA
DIRECÇÃO DE NEVES RAMOS
EDIÇÕES ACRÓPOLE, LDA (s/d)
D. L - 1974
291 págs.
TÍTULO ORIGINAL: ´SEMAINES DE LA PENSÉE MARXISTE`
                                     PARIS, 9-15 MARS 1966
                                     PRÉFACE DE ROGER GARAUDY
ÉDITIONS SOCIALES
PARIS, 1966
251 p.




O tema escolhido para esse ano, «Democracia e Liberdade», foi sugerido pelas novas condições históricas da vida política francesa.
A Semana contribuirá para determinar o princípio comum de oposição à própria essência de um regime baseada no que Karl Marx denominava o ´desprezo monárquico do homem` .
Jean Jaurès afirmou: «Na nossa França moderna, em que consiste a República? É um grande acto de confiança. Instituir a República representa proclamar que milhões de homens saberão traçar por si próprios a regra comum da sua acção que nunca procurarão, numa ditadura, mesmo passageira uma treva funesta e um repouso cobarde` .
A organização da Semana empenhou-se em saudar o facto novo dessa 5ª Semana: pela primeira vez, o Partido Socialista - S.F.I.O. (Section Française de l'Internationale Ouvrière), que no Congresso de   Tours(1920), se cindiu do Partido Comunista Francês, participou com os seus dirigentes e teóricos nos debates, bem como o Partido Radical e Cristãos Progressistas!


O ´Centro de Estudos e Pesquisas Marxistas` disse orgulhar-se por ter contribuído, com as sua Semanas, para que tal acontecesse!...




TEMAS


DEMOCRACIA E INSTITUIÇÕES


DEMOCRACIA E ECONOMIA


PROBLEMAS FILOSÓFICOS DA LIBERDADE


DEMOCRACIA, EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E FORMAÇÃO DA PERSONALIDADE


DEMOCRACIA E SOCIALISMO





SÍMBOLO - «ESENCIA Y EFECTO DEL CONCEPTO DE SIMBOLO» - (´ESSÊNCIA E EFEITO DO CONCEITO DE SÍMBOLO`) - ERNST CASSIRER

O


«ESENCIA Y EFECTO DEL CONCEPTO DE SIMBOLO»
  ERNST CASSIRER
TRADUÇÃO: CARLOS GERHARD
FONDO DE CULTURA ECONOMICA
MÉXICO, 1975
TÍTULO ORIGINAL: «Wesen und Wirkung des Symbolbegriffs»
Wissenschaftliche Buchsellschaft
DARMSTADT, 1956






Enquanto alargava fecundamente o âmbito da filosofia neokantiana, na sua monumental «FILOSOFIA DAS FORMAS SIMBÓLICAS», ERNST CASSIRER escreveu vários trabalhos, reunidos neste volume, que situam e esclarecem algumas das premissas fundamentais da sua obra magna!


Não é apenas a razão humana, no sentido de KANT, que abre as portas à compreensão da realidade; é, antes, a mente humana em conjunto, com todas as suas funções e impulsos, com todas as suas capacidades de imaginação, sentimento e volição - para além da lógica - , que estende a ponte entre o homem e a realidade, cujo cabal conceito não pode ser avaliado num estreito e apertado molde abstracto.


Toda a forma simbólica - não só o sistema epistemológico mas também os territórios intuitivos - suscita uma revelação que está voltada para o exterior, uma síntese de mundo e mente. É incumbência da FILOSOFIA analisar as funções mentais que determinam a vasta multiplicidade dos seus recursos.


A linguagem e o mito são talvez os mais antigos de entre estes modos de captação. Não se prendem, originariamente às categorias da chamada lógica discursiva, se bem que a linguagem conseguiu vencer as suas peculiaridades iniciais e desembocar naquilo que hoje chamamos razão ou ciência.
Isto nos conduz ao âmago do pensamento de CASSIRER: a filosofia é muito mais que teoria do conhecimento; deve abarcar uma teoria da concepção e expressão pré-lógicas, e o seu culminar na razão e no conhecimento fáctico. 


Esta obra é completada por uma réplica de CASSIRER ao filósofo sueco MARC-WOGAU, acerca da ´filosofia das formas simbólicas` ...


http://skocky-ocirculohermetico.blogspot.com/2010/04/dictionnaire-des-symboles-jean.html


http://circulohermetico.blogspot.com/2010/02/da-compreensao-dos-simbolos.html

domingo, 29 de maio de 2011

«A RELIGIÃO COMO TEORIA DA REPRODUÇÃO SOCIAL» - RAUL ITURRA

            ´NA CASA ONDE NÃO HÁ PÃO, TODOS RALHAM E NINGUÉM TEM RAZÃO`




«A RELIGIÃO COMO TEORIA DA REPRODUÇÃO SOCIAL»
´ENSAIOS DE ANTROPOLOGIA SOCIAL SOBRE RELIGIÃO,
PECADO, CELIBATO E CASAMENTO`
RAUL ITURRA
REVISÃO: ÁLVARO ANTUNES
CAPA: JOÃO FRADE (Sobre ilustração de El Greco, ´O Enterro do Conde de Orgaz`)
O SABER DA ANTROPOLOGIA - 1
ESCHER
LISBOA, 1991




A cultura cristã, descendente de JUDEUS e GREGOS, conserva por escrito a memória da construção das relações sociais e com o resto da natureza. Esta memória escrita é derivada da prática de existência histórica das pessoas e é normalmente transmitida de forma oral, dada a falta de treino da população nas técnicas letradas.
Factos sociais tais como, casamento, celibato, organização do ciclo doméstico, controlo ético da conduta por meio do conceito de pecado estão processualmente consignados nas formas não escritas da História, que nós chamamos Religião.
As ideias aí teorizadas pelas pessoas exprimem-se quer em normas conjunturais e manipuláveis, quer em formas imaginárias de hierarquizar pessoas, decidir o seu objectivo na vida, bem como de criar um prolongamento da mesma que venha a aliviar a dor que a finitude e a fragilidade do tecido social e histórico criam na mente humana.
No fim, a cultura cristã, apocalíptica e messiânica, imagina todo o indivíduo como um penitente que deve dar conta dos seus actos à vontade externa que inventou através do tempo para definir o seu agir histórico; penitente que antes de o ser vive com certa culpa a construção de uma vida que se caracteriza pela transgressão ao que diz praticar!...

sábado, 28 de maio de 2011

«FOGO GREGO» - OLIVER TAPLIN

            «NÃO DE REGRESSO AOS GREGOS, MAS EM FRENTE COM OS GREGOS»




«FOGO GREGO»
OLIVER TAPLIN
TRADUÇÃO: ANA MARIA PIRES, CRISTINA DUARTE, CRISTINA PERES
                       EDUARDA FERREIRA, JORGE PIRES e LUÍS MAIO
REVISÃO DE TEXTO: MANUEL JOAQUIM VIEIRA
CAPA: ARMANDO LOPES
RTC/GRADIVA
1ª EDIÇÃO: Novembro/1990
Depósito legal n. 41 369/90
ISBN: 972-662-191-7
TÍTULO ORIGINAL:
«GREEK FIRE»
OLIVER TAPLIN
JONATHAN CAPE LTD.




O fogo grego servia para destruir as embarcações inimigas. Diz-se que permanecia aceso debaixo de água, submerso num elemento contrário.
Neta obra original e estimulante, OLIVER TAPLIN emprega o termo como uma metáfora para a admirável elasticidade da GRÉCIA ANTIGA, cuja influência se manteve durante mais de dois milénios, frequentemente submersa em culturas muito diferentes.
O fogo grego tem a capacidade de trazer o benefício e o prejuízo, pode estar à superfície ou encontrar
-se escondido e, como qualquer matéria semi-lendária, não tem importância por aquilo que foi na realidade, mas sim por aquilo que dizem ter sido.


O livro explora tudo o que sobreviveu da GRÉCIA ANTIGA e como o mundo moderno se inspirou, reagiu, imitou, transformou, parodiou, reciclou, subverteu ou recebeu a cultura grega,
O Autor mostra como uma nova visão do ideal grego - muito diferente da dos pintores renascentistas ou dos arquitectos vitorianos - flutua nas nossa vidas e o que pode o fenómeno significar para nós à medida que avançamos no tempo!






NOTA: Obra primorosamente encadernada, de 271 páginas e ´profusamente ilustrada` !...

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