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sábado, 28 de maio de 2011

«O MITO DO ESTADO» - («THE MYTH OF THE STATE») -(Livro) - ERNST CASSIRER




«O MITO DO ESTADO»
 ERNST CASSIRER
TRADUÇÃO: DANIEL AUGUSTO GONÇALVES
BIBLIOTECA UNVERSITÁRIA - 1
PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA
LISBOA, 1961
360 págs.
Composto e impresso na Sociedade Industrial Gráfica
Telles da Silva, Lda., em Lisboa, para Publicações
Europa-América, Lda., e concluído em Abril de 1961.
1ª e única edição em Portugal.
Copyright by Toni Cassirer
Todos os direitos estão reservados para língua portuguesa por
Publicações Europa-América, Lda.
TÍTULO ORIGINAL: «THE MYTH OF THE STATE»
YALE UNIVERSITY PRESS, 1946




«Foi este o último livro escrito pelo PROFESSOR ERNST CASSIRER. Terminara-o e copiara-o do manuscrito poucos dias antes da sua morte, inesperada e prematura, em 13 de Abril de 1945.
O PROFESSOR ERNST CASSIRER, homem douto e filósofo distinto, no apogeu da sua carreira, chegou à América na Primavera de 1941, vindo de Göteborg, Suécia.
Era conhecido como um grande intérprete da Filosofia de KANT. Escreveu um monumental TRATADO sobre «O PROBLEMA DO CONHECIMENTO» e outras obras de vulto!
Em a «FILOSOFIA DAS FORMAS SIMBÓLICAS», ampliava o conceito kantiano sobre o papel de certas formas de intuição sensorial e categorias lógicas na constituição do mundo exterior. A língua, o mito, a arte, a religião, a história, a ciência, todas juntas, estas formas de expressão cultural, colaboram no conhecimento que o homem tem de si próprio e do mundo que o cerca.
Para tornar mais conhecida dos seus estudantes, começou modestamente, já nos EUA, quase sem falar no assunto, a escrever em inglês um ensaio de ´ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA`, que seria publicado sob o título «ENSAIO SOBRE O HOMEM».
Alguns que gozavam o privilégio da sua intimidade atreveram-se a perguntar-lhe: «Porque não nos ensina o significado do que está sucedendo agora, em lugar de escrever sobre factos do passado? Não ignoramos que possui conhecimentos profundos e uma grande sabedoria, mas devia conceder aos outros o benefício de participá-la.» Foi então que CASSIRER no Inverno de 1943-1944, esboçou um livro sobre o tema «O MITO DO ESTADO». Em junho de 1944. A revista ´FORTUNE` publicou uma versão resumida daquilo que já estava escrito. O presente livro, que foi composto durante os anos de 1944-1945, é a realização completa dessa obra de ocasião começada originariamente para satisfazer um pedido dos seus mais íntimos amigos.


´A TÉCNICA DOS MITOS POLÍTICOS MODERNOS`


Se tentarmos decompor os mitos políticos contemporâneos, afirma CASSIRER, nos seus elementos descobrimos que eles não contêm qualquer aspecto inteiramente novo. Todos os elementos eram já bem conhecidos. 
A teoria de CARLYLE do culto do herói e a tese de GOBINEAU sobre a diversidade fundamental, moral e intelectual das raças humanas tinham sido discutidas frequentemente. Mas todas estas discussões permaneciam num plano meramente académico. Para transformar as velhas ideias em fortes e poderosas armas políticas era necessário qualquer coisa mais. Tinham de acomodar-se ao entendimento de uma audiência diferente. Para este fim era necessário um novo instrumento - não somente um instrumento do pensamento, mas também da acção. Tinha de desenvolver-se uma nova técnica. Foi este o último e decisivo factor. Para utilizar linguagem científica, podemos dizer que esta técnica teve um efeito catalítico. Acelerou todas as reacções e deu-lhes o seu pleno efeito. Embora o solo viesse sendo preparado desde há muito para o mito do século XX, não teria produzido o seu fruto sem a utilização hábil da nova ferramenta técnica.
A seguir à ´GRANDE GUERRA` as nações começavam a compreender que,  mesmo para as nações vitoriosas a guerra não tinha trazido qualquer solução real. Os dirigentes da República de WEIMAR
envidaram esforços e fizeram o possível por resolver os problemas vindos do irracionalismo mítico. As medidas tomadas foram vãs...Os recursos ´normais` estavam exaustos!  Era o terreno natural para o desenvolvimento dos mitos políticos e, para esses o elemento era abundante!»

PREÂMBULO (por Charles W. Hendel - New Haven, Connecticut, 13 de Abril de 1946)


PARTE I - QUE É O MITO (4 Capítulos)


PARTE II - A LUTA CONTRA O MITO NA HISTÓRIA DAS TEORIAS POLÍTICAS (10 Capítulos)


PARTE III - O MITO DO SÉCULO XX (3 Capítulos)

CONCLUSÃO

http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2011/05/ensaio-sobre-o-homem-essay-on-man-ernst.html
http://skocky-alccyone.blogspot.pt/2011/05/linguagem-mito-e-religiao-ernst.html










sexta-feira, 27 de maio de 2011

«SOCIOLOGIA E FILOSOFIA SOCIAL DE KARL MARX» - T. B. BOTTOMORE e M. RUBEL



«SOCIOLOGIA E FILOSOFIA SOCIAL DE KARL MARX»
 T. B. BOTTOMORE
 M. RUBEL
TRADUÇÃO DE GEIR CAMPOS
BIBLIOTECA DE CIÊNCIAS SOCIAIS
ZAHAR EDITORES
RIO DE JANEIRO, 1964
TÍTULO ORIGINAL:
«SELECTED WRITINGS IN SOCIOLOGY AND SOCIAL PHILOSOPHY»

NOTA: Os textos de MARX, são traduzidos da versão inglesa!

O objectivo deste livro é o de proporcionar aos estudiosos do Marxismo uma ampla selecção dos escritos de MARX sobre a sociologia e a filosofia social, bem como examinar as influências intelectuais por ele recebidas e o papel que tais influências desempenharam na elaboração das suas próprias teorias!
Na primeira parte os autores procedem a um exame da concepção da História e do método histórico de MARX! MARX foi um cientista social, um filósofo político e um revolucionário.
Na segunda parte oferecem-nos uma recolha selecta de textos de MARX, indispensáveis para qualquer exame da obra de MARX!

À data da elaboração desta obra, havia ainda da parte da maioria das pessoas e mesmo dos especialistas um deficiente conhecimento dos textos de KARL MARX! Só em 1927 foi publicado pelo INSTITUTO MARX
-ENGELS DE MOSCOVO, sob a direcção de D. RIAZANON, o primeiro volume das projectadas obras completas de MARX e ENGELS; esse volume e os seguintes tornaram acessíveis pela primeira vez os escritos de MARX anteriores a 1847! As lutas políticas internas da URSS levaram à demissão de RIAZANOV, primeiro Director daquele INSTITUTO, cuja pessoa ´desapareceu` em 1931! Coube a V. ADORATSKY continuar a publicação que se intitula: ´Marx-Engels Gesamtausgabe` (MEGA). Ao todo foram publicados 12 volumes..., pois a Guerra impediu a continuação do empreendimento!
Só mais tarde foi possível retomar a árdua tarefa!

http://abelio79.blogspot.pt/2011/05/critica-de-la-sociedad-tb-bottomore.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2011/05/karl-marx-cet-inconnu-karl-marx-esse.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2010/08/marx-critico-do-marxismo-maximilien.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2011/05/marx-critique-du-marxisme-maximilien.html

«O MATERIALISMO DIALÉTICO E AS CIÊNCIAS DA NATUREZA» - Kh. FATALIEV



«O MATERIALISMO DIALÉTICO E AS CIÊNCIAS DA NATUREZA»
  Kh.  FATALIEV (da UNIVERSIDADE DE MOSCOVO)
TRADUÇÃO: CONSTANTINO PALEÓLOGO
BIBLIOTECA DE CULTURA CIENTÍFICA
ZAHAR EDITORES
RIO DE JANEIRO, 1966
TÍTULO ORIGINAL:
«LE MATÉRIALISME DIALECTIQUE ET LES SCIENCES DE LA NATURE»
Publicado na URSS, por ÉDITIONS DU PROGRÈS, MOSCOVO




Destina-se este livro aos interessados no estudo da evolução da CIÊNCIA moderna e do pensamento marxista. O seu autor foi professor na UNIVERSIDADE DE MOSCOVO até à sua morte, ocorrida em desastre aéreo no ano de 1959.
Após uma introdução histórica que visa situar o leitor numa linha evolutiva da problemática proposta pelo autor, esta obra procura abranger uma série de aspectos das questões sociais suscitadas pelo progresso da investigação e pesquisa modernos.
O seu objectivo fundamental, porém é mostrar o que ´denomina`de carácter anticientífico (?) da ´Filosofia burguesa` das ciências da natureza.
Faz uma exaustiva análise da corrente mais difundida dessa Filosofia, o ´neopositivismo` (?), da qual as demais correntes sofrem a influência em maior ou menor escala (´afirma` o autor). Além disso, ´afirma` ainda FATALIEV, que o facto de a Filosofia ´neopositivista` ter-se difundido largamente entre os sábios do Ocidente e pretendendo ser o neopositivismo a ´FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS` (?), a sua ´critica`supõe a análise profunda de numerosos problemas fundamentais da Ciência actual (e o caso LYSSENKO na URSS?!...).
Conclui a sua análise afirmando que a ´única` Filosofia  que corresponde ao conteúdo objectivo da Ciência moderna é o «MATERIALISMO DIALÉCTICO»!...

«ZAMBEZIANA» (´SCENAS DA VIDA COLONIAL`) - EMÍLIO DE SAN BRUNO





«ZAMBEZIANA»
´SCENAS DA VIDA COLONIAL»
EMÍLIO DE SAN BRUNO
TIPOGRAFIA DO COMÉRCIO
LISBOA, 1927




Esta obra foi tema de estudos na REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE, onde se editou uma nova versão:
http://openlibrary.org/books/OL3984395M/Zambeziana


O nome do pretenso autor, EMÍLIO DE SAN BRUNO é pura ficção! Quem escreve a obra é quem assina o 
´PRÓLOGO`, com data de Lisboa, 1925, é CARLOS CRISPIM DA CUNHA CARVALHO??? que se «identifica» como ex-chefe duma secçao colonial de um Banco, que nesse ´malfadado ano de 1925` fechou as suas portas...


O ´PRÓLOGO`  diz-nos que em um domingo, no princípio de 1925, depois de uma visita a um conhecido, subiu ao Largo da Graça e por mero acaso de uma chuvada viu na rua da Verónica a clássica bandeira dos leilões. Ficou curioso e decidiu subir...
Vendo uma pequena caixa de madeira de cânfora que continha diversas bugigangas...foi revolvendo com indiferença, e com a ponteira da bengala, aquele lixo colonial, que entreviu no fundo da velha caixa...uns cartões bafientos a capear umas folhas manuscritas. 
Que seria? 
O empoeirado maço de papeis estava atado e continha quatro fascículos! Cada um deles tinha o seu título:
1º. «GADIR E MAURITÂNIA», por EMÍLIO DE SAN BRUNO
2º. «ZAMBEZIANA»
3º. «A VELHA MAGRA DA ´ILHA DE LOANDA`»
4º. «O CASO DA ´RUA VO-LONG` , nº 7, em MACAU»


Gulosamente decidiu ficar com a caixa de cânfora e seu conteúdo bizarro... Leu com vagar os apontamentos dos folhetos, ...evidentemente escritos sob o pseudónimo de EMÍLIO DE SAN BRUNO...


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E, CARLOS CRISPIM DA CUNHA CARVALHO??? decidiu com o intuito de poder interessar leitores que de ÁFRICA só tinham uma visão remota e deformada colocar à disposição do púbico esta magnífica descrição romanceada da VIDA COLONIAL!


«ZAMBEZIANA» como o título indica passa-se na ZAMBÉZIA!


http://devezenquandario.blogspot.com/2007/05/imprio-mito-e-miopia-captulo-i.html


http://www.saber.ac.mz/handle/123456789/958

http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:zZHkJKaq9TgJ:www.ces.uc.pt/investigadores/cv/Francisco_noa.pdf+zambeziana+scenas+da+vida+colonial&hl=pt-PT&gl=pt&pid=bl&srcid=ADGEESgxkD3eLRLAtAwXr1_-otocQWsEPhV65d6mTnw4qguNdpQJcc5T7Eh4XfPCMZ_-_w6dKJan9SfyspWjjfXWbb5mRLNON6qSENej3wCK0OxaTvPutQZUyIdUwouLjAyPsIQci4p4&sig=AHIEtbQs1v55-tMv9eoyIVZdmqkYuCxNtA&pli=1






quinta-feira, 26 de maio de 2011

CLAUDEL - «HOMMAGE À PAUL CLAUDEL» (1968-1955), AVEC TEXTES INÉDITS - (´HOMENAGEM A PAUL CLAUDEL`) - La Nouvelle REVUE FRANÇAISE - 1er Septembre 1955 - 3e Année Nº 33

                                                   LA NOUVELLE REVUE FRANÇAISE
                                                     1er SEPTEMBRE 1955  3e ANNÉE



«HOMMAGE A PAUL CLAUDEL» (1868-1955)
LE POÈTE, LE PHILOSOPHE, LE DRAMATURGE
LA BIBLE ET LE MONDE CLAUDÉLIEN
HOMMAGES - SOUVENIRS
TEXTES INÉDITS
NRF
NÚMERO SPÉCIAL (253 pages)
PARIS, 1955




TABLES DES MATIÈRES




I. HOMMAGES


SAIN JOHN PERSE                   ...   SILENCE POUR CLAUDEL
JULES SUPERVIELLE                     L'ARBRE-FÉE
JULES ROMAINS                            CLAUDEL ET NOUS
MARCEL JOUHANDEAU                  HOMMAGE
FRANCIS PONGE                            PROSE DE PROFUNDIS


II. LE MONDE  CLAUDÉLIEN


MAURICE BLANCHOT                     L'AUTRE CLAUDEL
JEAN GROSJEAN                           CLAUDEL BIBLIQUE OU NON
Y. LE HIR                                        L'INSPIRATION BIBLIQUE
GEORGES POULET                        OEUF, SEMENCE, ZÉRO


III. LE POÈTE ET LE DRAMATURGE


PHILLIPE JACCOTTET                    LA TERRE PARLE
PIERRE OSTER                               NOTES SUR LE PRÈSENT CLAUDÉLIEN
A. R. DE RENÉVILLE                       À PROPOS DE CLAUDEL
ÉTIEMBLE                                      CLAUDEL ET LE VIN DES ROCHERS
GEORGES PERROS                        LA FUREUE DRAMATIQUE        


IV. LE PHILISOPHE ET LE CTITIQUE


JEAN WAHL                                    L'OCTAVE DE LA CRÉATION
JEAN STAROBINSKI                         PAROLE ET SILENCE
ROGER JUDRIN                               CLAUDEL ET LE SEPTIÈME SIGNE
A. BERNE- JOFFROY                        A LA LUEUR DES MOTS
JACQUES DURON                            LE MYTHE DE TRISTAN        


V. SOUVENIRS


ARMAND LUNEL                              DÉCOUVERTE DE CLAUDEL
ARTHUR HONEGGER                       COLLABORATION AVEC CLAUDEL
DARIUS MILHAUD                            QUELQUES SOUVENIRS
MAXIME ALEXANDRE                      MON PARRAIN, PAUL CLAUDEL
ROBERT MALLET                            UN ESPRIT CONCRET
FRAZ HELLENS                               CLAUDEL EN BELGIQUE


VI. TEXTES INÉDITS


     LE DICTIONNAIRE DES RIMES
     PSAUMES D'APRÈS DAVID
     SUPPLÉMENT À L'APOCALYPSE
     FRAGMANTS D'UN JOURNAL INTIME
     LETTRES À PIERO JAHIER
     LETTRE À PIERRE LHOSTE








                                                                      PAUL CLAUDEL





quarta-feira, 25 de maio de 2011

«MEU ENCONTRO COM MARX E FREUD» - ERICH FROMM



«MEU ENCONTRO COM MARX E FREUD»
  ERICH  FROMM
TRADUÇÃO: WALTENSIR DUTRA
ZAHAR EDITORES, 1965
TÍTULO ORIGINAL:
«BEYOND THE CHAIN OF ILLUSION: MY ENCOUNTER WITH MARX AND FREUD»
SIMON AND SCHUSTER
NEW YORK, 1962




Autobiografia intelectual de ERICH FROMM, onde se explicam os caminhos que o levaram ao encontro de MARX e FREUD.
Para FROMM o solo comum donde brotou o pensamento dos dois grandes génios é, em última instância, o conceito de Humanismo e de Humanidade...
A defesa que FREUD faz dos direitos dos impulsos naturais do homem contra a força da convenção social, bem como o seu ideal de que a razão controle e contenha esses impulsos, é parte da tradição do humanismo. O protesto de MARX contra uma ordem social na qual o homem é alijado pela sua subserviência à economia, e o seu ideal de plena realização do homem total e não-alienado, é parte da mesma tradição humanista.
A visão de FREUD foi limitada pela sua visão mecanicista e materialista da natureza humana como essencialmente sexuais. A visão de MARX era muito mais ampla, precisamente porque via o efeito pernicioso da sociedade de classes, e pôde assim ter uma visão do que seria o homem sem amarras e as possibilidades do seu desenvolvimento, quando a sociedade se tornasse totalmente humana.
Assim, FREUD foi um reformador liberal. MARX um revolucionário radical. Embora diferentes, ambos têm em comum um desejo incondicional de libertar o homem, uma fé igualmente incondicional na verdade como instrumento dessa libertação e a convicção de que a condição para as alcançar reside na capacidade do homem em romper as cadeias da ilusão!...

«A DEMOCRACIA E O SOCIALISMO» - (´UM MODO DIFERENTE DE VER`) - DIAMANTINO D. BALTAZAR







«A DEMOCRACIA E O SOCIALISMO»
(´UM MODO DIFERENTE DE VER`)
DIAMANTINO BALTAZAR
CAPA: MANUEL AUGUSTO
REVISÃO: ILÍDIO ARAÚJO
EDIÇÕES NOVA NÓRDICA, LDA.
Com o Patrocínio do:
CENTRO DE ESTUDOS HUMANÍSTICOS E SOCIAIS
LISBOA, 1983




A elaboração desta obra processou-se entre 1976 e 1980, em S. PAULO, no BRASIL Quando o autor a par da sua actividade profissional, exercia a docência no ramo das CIÊNCIAS SOCIAIS. Trata-se de um trabalho solitário que foi contemplado com a sua apresentação como tese de doutoramento. A sua elaboração foi feita de um modo sistémico!
Precedendo a sua estruturação e desenvolvimento passou-se um longo trabalho de estudo e pesquisa nos campos da SOCIOLOGIA e FILOSOFIA políticas, cujos primeiros passos foram dados na ferquência destas disciplinas, em cursos de pós-graduação, de 1960 a 1962, na UNIVERSIDADE DE HARVARD, em CAMBRIDGE (EUA).
Apesar de as teses apresentadas na obra não poderem ter um quadro de referência, pois são na sua maioria originais, o autor mostra-se grato e quer tornar público a influência estimulante que para o seu progresso tiveram os cursos de PSICO-SOCIOLOGIA do DR. ERICH FROMM.
Contudo o autor, nesta área da FILOSOFIA POLÍTICA, chega a conclusões opostas às do destacado escritor e cientista,
Por conseguinte, trata-se de um esforço teórico que reforça o pensamento liberal apoiado num processo dialéctico da História. É realçada a divergência entre este processo e o materialismo dialéctico que informa a FILOSOFIA MARXISTA. Surge de um modo dedutivo uma nova determinante económico social como orientação infra-estrutural do processo de desenvolvimento da democracia económica!...


O AUTOR:
DIAMANTINO D. BALTAZAR, 53 anos, licenciado em medicina pela Universidade de Lisboa. Cursou Sociologia na Universidade de Harvard. Foi professor de Ciências Sociais, em S. Paulo, Brasil.

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