É forte o homem que dispõe de alguns milhões. Mas é temível o homem que não tem necessidades, que não tem compromissos, que não tem medo, e que mantém o ânimo firme, o pensamento lúcido, o olhar justo e a mão desembaraçada!
sábado, 14 de maio de 2011
«O SIONISMO» - CLAUDE FRANCK // MICHEL HERSZLOKOWICZ
«O SIONISMO»
CLAUDE FRANCK e
MICHEL HERSZLIKOWICZ
COLECÇÃO SABER Nº 147
PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA
Edição nº 1147/2823
TÍTULO ORIGINAL: «LE SIONISME»
COL. ´QUE SAIS-JE`
PRESSES UNIVERSITAIRES DE FRANCE
PARIS, 1980
O ´SIONISMO`, tem por origem ´etimológica` o monte ´SIÃO`, que sobranceiro a JERUSALÉM, simboliza, há três milénios, os laços indissolúveis que unem o POVO JUDEU, a RELIGIÃO HEBRAICA e a ´TERRA DE ISRAEL` .
O «SIONISMO» como movimento político surgiu no século XIX pela mão de TEODORO HERZL. No movimento sionista encontrou expressão a secular aspiração do povo de ISRAEL a uma ´PÁTRIA`a que chamasse sua e que o libertasse das vicissitudes a que a história o sujeitou.
O ´SIONISMO`conseguiu concretizar os seus objectivos com a criação do ESTADO DE ISRAEL. Mas as controvérsias que têm acompanhado a sua vida e evolução, a hostilidade com que tem vindo a defrontar-se, o alastrar actual do ´ANTI-SIONISMO`, conferem ao tema uma actualidade renovada que qualquer espírito minimamente atento não poderá ignorar.
A presente obra reflecte uma perspectiva de dois autores muito próxima do «IRGUN» !!!
http://youtu.be/H6WMtyuAazc
quinta-feira, 12 de maio de 2011
«ISRAEL - 6 DIAS DE GUERRA» - WILLIAM STEVENSON (C/1 ESTUDO DE LEON URIS)
«ISRAEL - 6 DIAS DE GUERRA»
WILLIAM STEVENSON
(INCLUI UM NOTÁVEL ESTUDO DE
LEON URIS)
ILUSTRADO COM 35 FOTOGRAFIAS EM~
EXTRATEXTO.
TRADUÇÃO DE ORLANDO NEVES
CAPA DE CARLOS SANTOS
TESTEMUNHOS - 2
EDITORIAL INÍCIO - LISBOA
TÍTULO ORIGINAL: «STRIKE ZION»
KEYSTON, 1967
O romancista WILLIAM STEVENSON estava em ISRAEL uma semana antes da ´GUERRA DOS SEIS DIAS` ter começado!
Em 1967 escrevera uma reportagem exclusiva sobre um nazi que estava no CAIRO: o Dr. JOANNES von LEERS...
Cobriu jornalisticamente a maior parte dos conflitos mundiais!
LEON URIS - É o autor de ´O TERCEIRO TEMPLO` (2º PARTE DA OBRA), magnífico texto escrito especialmente... «O TERCEIRO TEMPLO», descreve a história ímpar de ISRAEL e da sua herança e um fascinante conhecimento sobre as consequências da GUERRA DOS 6 DIAS! Afirma: ´As coisas jamais poderão voltar a ser as mesmas`
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quinta-feira, maio 12, 2011
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terça-feira, 10 de maio de 2011
«A GUERRA DO SINAI» - MOSHE DAYAN
«A GUERRA DO SINAI»
MOSHE DAYAN
TRADUÇÃO: CAIO DE FREITAS
CAPA: NÉLIO BARBOSA HORTA
2ª Edição
EDIÇÕES BLOCH
RIO DE JANEIRO
(1º EDIÇÃO BRASILEIRA - 1967
TÍTULO ORIGINAL: «THE SINAI CAMPAIGN»
SCHOCKEN BOOKS
NOVA IORQUE, 1965
LONDRES,1966
MOSHE DAYAN, nascido em 1915, é um ´SABRA` (CACTO), isto é, nasceu já na PALESTINA, na ´TERRA DE ISRAEL` ! Com apenas 14 anos ingressou nas fileiras da ´HAGANAH` (DEFESA) ! Alistou-se no Exército Britânico, enquadrado nos grupos de JUDEUS ´SIONISTAS` , combatendo as tropas da FRANÇA de VICHY, que ocupavam o LÍBANO e a SÍRIA! Em 1941 como Comandante de destacamento sofreu um tiro no olho esquerdo, quando observava o inimigo usando binóculos! Ficou cego e passou a usar a proverbial pala...
Em 1948 (há 63 anos) na luta pela independência de ´ERETZ ISRAEL`, foi comandante da REGIÃO MILITAR DE JERUSALÉM! CHEFE DE ESTADO-MAIOR de 1953 a 1958, foi o estratega da famosa GUERRA DO SINAI, invadindo e ocupando o SINAI, concomitantemente com a intervenção FRANCO-BRITÂNICA!
Foi uma grande vitória pois permitiu a navegação israelita pelo estreito de TIRANA que dá acesso ao MAR VERMELHO!
Em 1959, eleito para a ´KNESSET` tornou-se ministro da agricultura do Governo de BEN GURION!
Tendo voltado à vida civil em 1956, o GENERAL MOSHE DAYAN, escreveu este livro dirigido principalmente aos quadros militares!
Em 1967, as tropas israelitas, sob o comando do saudoso e malogrado YTZCHAK RABIN, inspirados na táctica de 1956, invadiram o SINAI, e em 4 dias estavam instalados nas margens do CANAL DO SUEZ!
Era então, MOSHE DAYAN, MINISTRO DA DEFESA do Governo de LEVY ESHKOL!
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terça-feira, maio 10, 2011
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«GOLDA MEIR» - BIOGRAFIA POR MARIE SYRKIN
«GOLDA MEIR»
Biografia por MARIE SYRKIN
TRADUÇÃO: ÁLVARO CABRAL
EDITORA EXPRESSÃO E CULTURA
RIO DE JANEIRO, 1970
Foi uma das 3 mulheres que detiveram o poder exactamente na mesma época: GOLDA MEIR, INDIRA GANDHI e SIRIMAVO BANDERANAIKE!
Nascida na UCRÂNIA EM 1898, emigrou ainda criança para os EUA (1906). Em 1921 emigrou para a PALESTINA.
Militou na CENTRAL SINDICAL ´HISTADRUT` e no PARTIDO TRABALHISTA ´MAPAI`!
Tornou-se na 1º Embaixadora de ISRAEL na URSS, de 1948 a 1949! Eleita para a KNESSET (PARLAMENTO) em 1949! De 1949 a 1956 desempenhou o cargo de MINISTRO do TRABALHO no GOVERNO BEN GURION! De 1956 a 1966 foi MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANJEIROS!
Após a demissão de BEN GURION, em 1966 e da morte de LEVI ESHKOL em 1969, torna-se no 3º PRIMEIRO MINISTRO DE ISRAEL!
Vai ter as provações do massacre de MUNIQUE e da GUERRA DO ´YOM KIPPUR` em 1973! DEMITE-SE EM 1974!
Vem a falecer em 1978!
´GOLDA MEIR ISRAEL LEADER`
A Biography by MARIE SYRKIN
1963,1966
GOLDA MEIR
MARIE SYRKIN, formada pela CORNELL UNIVERSITY, autora de «BLESSED IS THE MATCH» - um dos mais impressionantes documentos sobre os movimentos de resitência ao nazismo, durante a II GUERRA MUNDIAL - , notabilizada publicamente pelo seu estudo sobre o sistema educacional norte-americano, oferece-nos, neste livro, uma narrativa biográfica digna da personalidade e da inteligência da biografada!
Oriana Fallaci Entrevista A Golda Meir 1972
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ORIANA FALACCI, entrevistou longamente GOLDA MEIR, em Novembro de 1972. pouco após a carnificina de 1972 e cerca de um ano antes da GUERRA DO ´YOM KIPPUR» em 1973, cuja falta de preparação a levará à demissão em 1974! O conteúdo dessa entrevista foi publicado em livro juntamente com outras entrevistas!
Em PORTUGAL foi editado pela ´ARCÁDIA` EM 1975.
ORIANA FALACCI, entrevistou longamente GOLDA MEIR, em Novembro de 1972. pouco após a carnificina de 1972 e cerca de um ano antes da GUERRA DO ´YOM KIPPUR» em 1973, cuja falta de preparação a levará à demissão em 1974! O conteúdo dessa entrevista foi publicado em livro juntamente com outras entrevistas!
Em PORTUGAL foi editado pela ´ARCÁDIA` EM 1975.
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terça-feira, maio 10, 2011
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segunda-feira, 9 de maio de 2011
«BEN GURION O PROFETA ARMADO» - M. MICHEL BAR-ZOHAR
«Nós criamos o terceiro reino de Israel»
«BEN GURION O PROFETA ARMADO»
M. MICHEL BAR-ZOHAR
TRADUÇÃO E APRESENTAÇÃO DE:
MAURÍCIO TRAGTENBERG
CAPA: WALTER HÜNE
EDITORA SENZALA
SÃO PAULO, 1967
TÍTULO DA EDIÇÃO FRANCESA:
«BEN GURION - LE PROPHÈTE ARMÉ
LIBRAIRIE ARTHÈME FAYARD
TÍTULO ORIGINAL:
´THE ARMED PROPHET: A BIOGRAPHY OF BEN GURION
BARKER - 1967
Eis uma biografia entusiasta, com dados preciosos com os quais MICHEL BAR-ZOHAR nos mostra a carreira de BEN GURION.
Consagrar um livro ao grande dirigente israelita é traçar toda a história do povo judeu.
O autor descreve a infância de DAVID BEN GURION - na POLÓNIA, na época dos ´pogroms`, a sua primeira partida para a PALESTINA, a sua luta para criar uma defesa judia anti-árabe. Período de formação, lutas internas que complicam estas páginas de história onde ISRAEL tenta implantar-se numa região abandonada há 2000 anos. É necessário não perder de vista, que em 1915, ainda na PALESTINA existiam 60000 JUDEUS face a algumas centenas de milhares de ÁRABES!
O mérito de BEN GURION não consiste em ser único, o resultado é que chega a ser prodigioso.
Durante 20 anos BEN GURION caractizará com o seu trabalho todo o processo de evolução ´RDYSFO
JUDEU` , em formação.
Ele dirigirá a luta contra os ÁRABES e em 1956, decidir-se-á pela invasão da península do SINAI, numa internenção judaica contra o EGIPTO. É o famoso Caso do SUEZ, acontecimento este do qual o autor nos transmite informações inéditas! Essas informações foram-lhe prestadas pelo próprio BEN GURION.
De facto, pela 1ª vez um jornalista teve autorização para ler e extrair dados do ´DIÁRIO` de BEN GURION.
Descrevendo-nos a história da época posterior à demissão do poder por BEN GURION, o autor dá-nos um retrato precioso, do homem, do político e do visionário e realizador lúcido que possuía uma energia férrea!
http://www.devoir-de-philosophie.com/dissertation-ben-gourion-prophete-arme-renaissance-juive-147196.html
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segunda-feira, maio 09, 2011
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«REBIRTH AND DESTINY OF ISRAEL» (´RENASCIMENTO E DESTINO DE ISRAEL`) - DAVID BEN GURION
«REBIRTH AND DESTINY OF ISRAEL»
DAVID BEN GURION
(Editado e traduzido do Hebraico sob a supervisão de
MORDEKHAI NUROCK,
REPRESENTANTE de ISRAEL na AUSTRÁLIA.)
PHILOSOPHICAL LIBRARY
NEW YORK, 1954
Nesta obra, em poder e lágrimas, em desenvolvimento sem roturas, em constante enriquecimento, se encontra a essência da filosofia pessoal e pública de um dos maiores judeus de sempre!
Agricultor e soldado, organizador trabalhista e campeão do SIONOSMO, autor e erudito, conhecedor acima de tudo de GREGO e SANSCRITO, torna-se por necessidade e imperativo históricos. homem de Estado e criador do ESTADO DE ISRAEL!
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segunda-feira, maio 09, 2011
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domingo, 8 de maio de 2011
«À ESPERA DE GODINHO» (´QUANDO O FUTURO EXISTIA`) - A. L. SABINO, J.de O. e SOUSA, JOSÉ MORAIS e M. PAIVA
«À ESPERA DE GODINHO»
(´QUANDO O FUTURO EXISTIA`)
AMADEU LOPES SABINO
JORGE DE OLIVEIRA e SOUSA
JOSÉ MORAIS
MANUEL PAIVA
EDITORIAL BIZÂNCIO, 2009
Depósito legal nº 291 845/09
ISBN: 978-972-53-0418 1
Da esquerda para a direita: Amadeu Lopes Sabino, Manuel Paiva e Jorge de Oliveira e Sousa
Três portugueses e um belga de origem portuguesa, nascidos nos anos 40 do século XX e cujos caminhos se cruzam em Bruxelas, reúnem-se em quatro jantares à espera de um quinto conviva que se faz rogado. Reencontram-se na terra de ninguém entre a memória e o esquecimento, os tempos e os espaços em que o futuro foi uma realidade: o Estado Novo e a guerra colonial que todos recusaram, escolhendo a experiência amarga e enriquecedora do exílio; a oposição à ditadura, vivida por cada um de diferentes modos e com diferentes expectativas; as miragens da revolução e da democracia e, encerrado o ciclo do império, o regresso de Portugal ao rectângulo europeu.
Em torno da integração política na Europa e das turbulências do início do terceiro milénio reacendem-se os debates do passado revisitado. O diálogo aguça e lima arestas, contradições, interrogações. Chegou a hora de cada um se dedicar a cultivar o seu jardim? Será a Utopia ainda possível ou mais do que nunca nefasta? Quem vence a partida: o descobridor de novos mundos ou o Velho do Restelo?
Quem é afinal o convidado que falha sucessivos encontros e recursos? O Godinho que parte para África é um Gonçalo Ramires, o fidalgote queiroziano que passa pelos trópicos sem tostar a pele, ou um senhor Oliveira da Figueira, o laborioso mercador de panos e contas de vidro dos álbuns de Tintim?
AUTORES
Amadeu Lopes Sabino (Elvas, 1943). Foi advogado, jornalista e docente universitário em Portugal. Exilou-se na Suécia na fase final do Estado Novo. Funcionário da União Europeia, em Bruxelas, a partir de 1984. Conselheiro do presidente da Comissão Europeia para as questões institucionais. Ficcionista e ensaísta.
Manuel Paiva (Porto, 1943) naturalizou-se belga em 1972. Físico, exilou-se na Bélgica em 1964. Professor honorário da Universidade Livre de Bruxelas, onde leccionou e dirigiu o Laboratório de Física Biomédica. Autor de obras de divulgação científica.
José Morais (Lisboa, 1943). Neuropsicólogo, exilou-se na Bélgica em 1968. Professor emérito da Universidade Livre de Bruxelas onde leccionou Psicologia Cognitiva e dirigiu o Laboratório de Psicologia Experimental. Ensaísta e romancista.
Jorge de Oliveira e Sousa (Lisboa, 1945). Politólogo, exilou-se em 1966. Assistente da Universidade Católica de Lovaina, funcionário da Organização das Nações Unidas, posteriormente director-geral da Comunicação na União Europeia e professor no Colégio da Europa (Bruges). Docente do Colégio Europeu.
Em torno da integração política na Europa e das turbulências do início do terceiro milénio reacendem-se os debates do passado revisitado. O diálogo aguça e lima arestas, contradições, interrogações. Chegou a hora de cada um se dedicar a cultivar o seu jardim? Será a Utopia ainda possível ou mais do que nunca nefasta? Quem vence a partida: o descobridor de novos mundos ou o Velho do Restelo?
Quem é afinal o convidado que falha sucessivos encontros e recursos? O Godinho que parte para África é um Gonçalo Ramires, o fidalgote queiroziano que passa pelos trópicos sem tostar a pele, ou um senhor Oliveira da Figueira, o laborioso mercador de panos e contas de vidro dos álbuns de Tintim?
AUTORES
Amadeu Lopes Sabino (Elvas, 1943). Foi advogado, jornalista e docente universitário em Portugal. Exilou-se na Suécia na fase final do Estado Novo. Funcionário da União Europeia, em Bruxelas, a partir de 1984. Conselheiro do presidente da Comissão Europeia para as questões institucionais. Ficcionista e ensaísta.
Manuel Paiva (Porto, 1943) naturalizou-se belga em 1972. Físico, exilou-se na Bélgica em 1964. Professor honorário da Universidade Livre de Bruxelas, onde leccionou e dirigiu o Laboratório de Física Biomédica. Autor de obras de divulgação científica.
José Morais (Lisboa, 1943). Neuropsicólogo, exilou-se na Bélgica em 1968. Professor emérito da Universidade Livre de Bruxelas onde leccionou Psicologia Cognitiva e dirigiu o Laboratório de Psicologia Experimental. Ensaísta e romancista.
Jorge de Oliveira e Sousa (Lisboa, 1945). Politólogo, exilou-se em 1966. Assistente da Universidade Católica de Lovaina, funcionário da Organização das Nações Unidas, posteriormente director-geral da Comunicação na União Europeia e professor no Colégio da Europa (Bruges). Docente do Colégio Europeu.
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