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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

«MISCELLANEA HELLENICO-LITTERARIA» - Offerecida aos Estudantes da 2ª Cadeira no ´CURSO SUPERIOR DE LETRAS` - ANTONIO JOSÉ VIALE



«MISCELLANEA HELLENICO-LITTERARIA»
´OFERECIDA AOS ESTUDANTES DA 2ª CADEIRA DO
«CURSO SUPERIOR DE LETRAS»
Pelo Professor da mesma Cadeira
ANTÓNIO JOSÉ VIALE
Do conselho se Sua Magestade
Sócio effectivo da Academia real das Sciencias
LISBOA
IMPRENSA NACIONAL
       1868


Foi com muita alegria que me foi dado constatar que a obra acima referida, e da qual reproduzimos a capa,
foi digitalizada pela «GOOGLE» e posta ´on line` à disposição dos interessados!
Quando em Julho de 2007 fiz referência a esta obra no espaço http://skocky.spaces.live.com/ , intitulado
´Espaço de Alcyone`, a mesma obra nem sequer aparecia referenciada na Internet! Depressa me apercebi
que, por falta total de experiência, estava a ´postar` num espaço eminentemente ´social` de beijinhos e abraços, onde a informação cairia em saco roto não fora o interesse de divulgação da informação da ´Google` , através do deu magnífico browser! 
Como a empresa onde ´postava` se lembrou de me massacrar com um tal ´filtro de segurança` , quando
em minha residência só habitam dois adultos, a minha mulher e eu próprio, num acesso de fúria destruí uma
parte do dito ´espaço` , tendo-me sido assegurado que continuaria  a existir e foi com surpresa que 
constatei quererem mudar a designação anterior para o meu próprio nome, além de me obrigarem a outro
´url` : http:/fanagalozuidafrika.spaces.live.com . Fiquei desiludido e como ´blogava`já há tempos os 
títulos dos ´posts` para a ´blogger` da GOOGLE, tomei a decisão de me mudar para lá com armas e
bagagens!
Entretanto tinham-me chamado a atenção para um novo espaço ´social` , agora muito em voga, e que se aproveita do facto (estou a falar da minha experiência) de consentir que se chegue a quase 5.000 contactos e e num esfregar de olho nos dizem ter esse espaço ido às malvas!!!... Quer dizer, centenas de fotos, de ´posts`, de trabalho ´ficou tudo para a dita cuja`... Ainda por cima os milhares de contactos do primeiro espaço não podem ser acedidos pela Google e contudo o tal espaço ´social` beneficia dessa autorização, sendo que começou a concorrer com as companhias de informação e de serviço público como a Google!


Quanto a esta obra e para que não haja dúvidas: 
http://cid-91842e3dfb79e090.photos.live.com/self.aspx/13-7%20%C2%ABLIVROS%20QUE%20SERVIRAM%20AS%20ELITES%20DO%20PASSADO%20E%20QUE%20N%C3%83O%20EST%C3%83O%20DEVIDAMENTE%20RECENSEADOS%C2%BB/SKOCKY%20125.jpg#resId/91842E3DFB79E090!1167




«HOMERO e DANTE» ( Miscellanea Hellenico-Litteraria )


12 Jul 2007
António José Viale decidiu estabelecer um paralelo entre HOMERO e DANTE. Como é invulgar daremos parte da explcação dada pelo nosso Professor: «Entre as duas epopeias de Homero e a «Divina Comédia» de Dante parece , à primeira vista, ...
http://skocky.spaces.live.com/



  1. Uma Antologia de Textos da Literatura da GRÉCIA ANTIGA


    11 Jul 2007
    ... que há muitos anos foi por nós adquirida no Alfarrabista, acrescido do facto de o compilador do livro, ANTONIO JOSÉ VIALE, também não constar na mesma NET, decidimos dar parte dessa recolha. «MISCELLANEA HELLENICO - LITTERARIA» ...
    http://skocky.spaces.live.com/

  2. «MISCELLANIA HELLENICO - LITTERARIA»


    11 Jul 2007
    Uma parte das diferentes peças de que se compõe a presente «MISCELLANEA», já estava publicada em diversos periódicos, ou-. tras vêm a lume pela primeira vez. Para todas pede o autor a indulgência dos entendedores. ...
    http://skocky.spaces.live.com/


    Postei a capa porque a digitalização da ´GOOGLE` não a reproduz. O livro está em:

«ANTROPOLOGIA SEXUAL» - Abel Jeannière



«ANTROPOLOGIA SEXUAL»
 Abel Jeannière
Tradução de José Lavradio
´Temas e Documentos` - 2
Livraria Morais Editora
Lisboa, 1965
237 págs.
N.º ed.: 181
Título original: ´Anthropologie Sexuelle`
Éditions Aubier Montaigne
PARIS. 1964


«A mulher em si não existe. Não existe o eterno feminino. Mas se a dualidade dos sexos não pode ser reduzida a um fenómeno de natureza, o certo é que também não provém apenas da história das
civilizações. Uma verdadeira antropologia não põe a descoberto a ´natureza` senão numa sociedade concreta, onde a cultura apenas se torna humana suscitando novos riscos de ´desnaturar o homem e a mulher.»

O Autor vai ao encontro de diversas concepções do problema, para as discutir ao longo da presente obra, que constitui sobretudo uma construção antropológica positiva: descobre as repercussões e o significado da sexualidade ao nível do encontro homem-mulher.

A sexualidade é o ´próprio lugar da ambiguidade, o lugar onde se misturam e se chocam uma voz das origens. aquém e através da linguagem infantil, e a palavra humana se organiza na história` ; ela é aqui encarada por si mesma na linha do seu desenvolvimento óptimo.



NOTA: Esta obra mereceu uma tradução para inglês: «The Anthropology of sex» !


http://www.springerlink.com/content/m5335g76625839n5/
http://books.google.pt/books?id=wfNBQP2UaMEC&pg=PA1016&lpg=PA1016&dq=anthropologie+sexuel+abel+jeanniere&source=bl&ots=sUiFiE_ric&sig=KboZsKAAWzwB08yJ18g6UD4ABsQ&hl=pt-PT&ei=KbdATefTFs6ChQes8f3mCA&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=10&sqi=2&ved=0CFwQ6AEwCQ#v=onepage&q&f=false

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

«O CREPÚSCULO DO DEVER» - (´A Ética Indolor dos Novos Tempos Democráticos`) - Gilles Lipovetsky



«O CREPÚSCULO DO DEVER»
´A Ética Indolor dos Novos Tempos Democráticos`
Gilles Lipovetsky
Tradução: Fátima Gaspar e Carlos Gaspar
Biblioteca Nacional - Catálogação na Publicação
(Biblioteca Dom Quixote; 10)
ISBN 972-20-1154-5
CDU 17 ´´ 1990/ ´´
316-37´´1990/´´
Publicações Dom Quixote
1ª EDIÇÃO: Abril de 1994 
Depósito Legal n.º 75324/94
ISBN: 972-20-1154-5
Título origonal: ´Le Crépuscule du Dévoir
Éditions Gallimard, 1992




Um nome, um ideal congrega os espíritos e anima os corações das democracias ocidentais no fim
do 2º milénio: a ética.
Bioética, caridade mediática, acções humanitárias, salvaguarda do ambiente, moralização dos interesses, da política e dos ´media` , debates em torno do assédio sexual, mensagens optimistas e códigos de linguagem ´correcta` , cruzadas contra a droga e luta anti-tabágica, por toda a parte a revitalização dos valores e o espírito de responsabilidade são brandidos como o imperativo número um da época: a esfera ética tornou-se o espelho privilegiado onde se reflecte o novo espírito do tempo.
E há mais: o tema da reactivação moral, ou seja, da ´ordem moral` , dá mostras da sua ostensividade,
mas qual a natureza deste ressurgimento e de que moral se fala exactamente? Estas questões encontram-se no centro da presente obra.
Digamos desde já: negamos a ideia falsamente evidente de ´retorno`. A nossa época não restabelece o reino da ´boa velha moral`, abandona-o. Visto de perto, o efeito de reanimação domina; a uma maior distância, somos testemunhas de uma enorme oscilação cultural que, para conjugar todas as referências humanistas, acaba por instalar uma ética de ´terceiro tipo` , que já não encontra o seu modelo nem nas morais religiosas tradicionais nem nas modernas, do dever laico, rigorista e categórico.
Uma nova lógica do processo de secularização da moral entrou em funcionamento, a qual já não consiste apenas em afirmar a ética como esfera independente das religiões reveladas, mas em dissolver socialmente a sua forma religiosa: o próprio dever. Surge o ´segundo limiar`da secularização ética, ou seja a idade de ouro do ´pós-dever` . 
Pela primeira vez, eis uma sociedade que longe de exaltar os mandamentos superiores, os eufemiza e
os desacredita, desvaloriza o ideal de abnegação estimulando sistematicamente os desejos imediatos, a paixão de ego, a felicidade intimista e materialista.
As nossas sociedades liquidaram todos os valores sacrificiais. Sociedade pós-moralista: entenda-se
uma sociedade que repudia a retórica do dever austero, integral e que, paralelamente, exalta os direitos individuais à autonomia, ao desejo, à felicidade, dando crédito apenas às normas indolores da vida ética.


http://www.sociologiajuridica.net.br/lista-de-publicacoes-de-artigos-e-textos/82-resenhas/141-lipovetsky-gilles-a-sociedade-pos-moralista-o-crepusculo-do-dever-e-a-etica-indolor-dos-novos-tempos-democraticos-trad-armando-braio-ara-barueri-manole-2005-p-2581-



terça-feira, 25 de janeiro de 2011

«O IMPÉRIO DO EFÉMERO» - ´A Moda e o seu Destino nas Sociedades Modernas` - Gilles Lipovetsky



«O IMPÉRIO DO EFÉMERO»
´A moda e o seu destino nas
sociedades modernas`
Gilles Lipovetsky
Tradução de Regina Louro
Publicações Dom Quixote
LISBOA, 1989
1ª Eição: Fevereiro de 1989
Depósito legal n.º 24520/88
ISBN: 972-20-0695-9
Título original: ´L'empire de l'éphémère`
Éditions Gallimard
Paris, 1987




Como compreender a aparição da moda no Ocidente nos fins da Idade Média? Como explicar a versatilidade das ´elegâncias`que não se encontram em nenhuma das outra civilizações? É a estas 
interrogações que o A. se esforça a responder nesta obra. Deve realçar-se que não se trata aqui de
procurar uma complacência com a inconstância frívola!...
A questão da moda, não é (ou não tem sido) vulgarmente tratada pelo mundo intelectual. Problema na aparência fútil e contudo de uma enorme e inesgotável complexidade, pois está de certa maneira ligado à essência da modernidade e constitui, por conseguinte, um fenómeno que necessita ser de
modo global ´reinterpretado` .
A moda, hoje, já não é um luxo de cariz estético e periférico da vida colectiva: tornou-se em processo
geral actuante no todo social, emprestando e ordenando o rumo em tudo o que respeita a produção e consumo de objectos, à publicidade, à cultura, aos ´media` , às mudanças ideológicas e sociais. Entramos, por conseguinte, numa segunda fase da vida secular das democracias, organizadas cada vez mais, tendo o seu centro nas ideias de sedução, do ´efémero` , e da ´diferenciação marginal`.
O presente livro, em torno do qual (desde a sua publicação em França, em 1987) se gerou forte controvérsia, ocupa-se precisamente da revalorização integral da forma-moda e procura avaliar os
seus efeitos no que toca à vitalidade das democracias e à autonomia dos indivíduos.
Gilles Lipovetsky continua aqui a sua reflexão sobre o individualismo contemporâneo levado a cabo em ´A Era  do Vazio` !


http://www.unip.br/servicos/aluno/suporte/nidem/biblioteca/lipovetsky.asp
http://personaconsultoriademoda.blogspot.com/2009/03/o-imperio-do-efemero-gilles-lipovetsky_11.html

«A ERA DO VAZIO» - (Ensaio sobre o individualismo contemporâneo - GILLES LIPOVETSKY



«A ERA DO VAZIO»
(´Ensaio sobre o individualismo contemporâneo`)
GILLES LIPOVETSKY
Tradução: Miguel Serras Pereira e Ana Luísa Faria
Antropos
RELÓGIO d'ÁGUA, 1988
Depósito legal: 21 196/88
Título original: ´L'ÈRE DU VIDE`
Editions GALLIMARD, 1983


Gilles Lipovetsky escreve sobre as novas atitudes surgidas na Europa e nos Estados Unidos, a apatia, a
indiferença e a substituição do princípio da sedução ao da convicção.
Numa sociedade em que a melhoria contínua das condições de vida materiais ascendeu, pode afirmar-se, ao estatuto de ´religião` , para o A. , viver melhor tornou-se em paixão colectiva. O narcisismo e as novas relações sociais caracterizadas pela redução da violência e a transformação das suas relações íntimas.
Essa paixão colectiva, o objectivo último das sociedades ditas democráticas, o hedonismo é um ideal 
de modo algum nunca demais exaltado. 
Assim Lipovetsky realiza uma funda análise da sociedade contemporânea, caracterizada por uma etapa do capitalismo do hiperconsumo. Surge deste modo um tipo de homem, voraz, móvel, flexível, ´liberto` da anterior referência de classe, com desejos e gostos impossíveis de prever, voraz na aquisição de bens de consumo evanescentes, ansioso de experimentar ´novas` (!) e fugazes experiências emocionais, sem autenticidade, apenas caracterizadas pela quantidade: bem-estar, ´marcas`, o imediato sem compromisso, a comunicação pela comunicação...
Temos assim uma sociedade ´pós-moderna` marcada pela falta de compromisso (vide Sartre - ´engagement`) no que respeita à vida pública, bem como a perda do sentido das grandes instituições colectivas e uma cultura ´cool`, ´light`!...


http://www.scribd.com/doc/7265347/Gilles-Lipovetsky-A-Era-Do-Vazio

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

«A DERROTA DO PENSAMENTO» - ALAIN FINKIELKRAUT



«A DERROTA DO PENSAMENTO»
 ALAIN FINKIELKRAUT
Tradução de 
Ana Gama e Teresa Fonseca
1ª Edição: Novembro de 1988
Depósito legal n.º 23 650 / 88
Publicações Dom Quixote
Título original: ´LA DÉFAITE DE LA PENSÉE`
1987. ÉDITIONS GALLIMARD


Esta obra descreve e discute a situação de crescente ambiguidade do conceito de cultura, que não tem com efeito cessado de transferir-se, ao longo do últimos dois séculos, do domínio do espírito para a zona bem mais difusa do universo quotidiano. A cultura acabou assim por adquirir dois significados antagónicos dos gestos elementares em termos de tradição local ou nacional.
Ora esta ambiguidade do conceito não corresponde exactamente às fronteiras que, durante o mesmo período, têm`distinguido ´esquerdas` e ´direitas`. Se, num primeiro tempo, o localismo foi conservador, servindo a reacção alemã à humilhação que foi imposta à França napoleónica e revolucionária, no século XX, a defesa das independências dos países colonizados, tão reivindicada pelo progressismo, far-se-ia em nome do valor das tradições culturais desses países, contra o carácter falsamente universalista da civilização europeia.
Alain Finkielkraut, nascido em Paris em 1949, desenvolve neste seu livro um apaixonante debate sobra a subordinação do pensamento à barbárie generalizada, que acabou afinal por prevalecer, quer sob a forma do fanatismo, quer sob a capa mais insinuante do culto do espectáculo e da valorização da eterna adolescência.


......


À SOMBRA DE UMA GRANDE PALAVRA


Numa sequência do filme de Jean-Luc Godard, ´Vivre sa Vie` , Brice parain, que representa o papel do filósofo opõe a vida quotidiana à ´vida com o pensamento` , a que chama também vida superior. 
Fundadora do Ocidente, esta hierarquia sempre foi frágil e contestada. Mas só desde há pouco os seus adversários se reclamam da cultura, tal como militantes. O temo cultura tem hoje, com efeito, dois significados. O primeiro afirma a eminência da vida com o pensamento; o segundo rejeita-a: dos gestos elementares às grandes criações do espírito, não é tudo cultural? Por privilegiar então estas em detrimento daqueles, e a vida com o pensamento mais do que a arte de tricotar, o nascer do bétel ou o hábito ancestral de molhar o pão barrado de manteiga no café com o leite da manhã?
Mal-estar na cultura. Certamente, já ninguém vai puxar do revólver ao ouvir essa palavra. Mas são cada vez mais os que, ao ouvir a palavra ´pensamento` , puxam da sua cultura. Este livro é a narrativa da sua ascensão e do seu triunfo. (A.F.) .

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

«L´ESPAGNE LIBRE» - (´A ESPANHA LIVRE`) - ACTUALITÉ. Collection dirigée par Georges Bataille

      «A ESPANHA LIVRE» - «L'ESPAGNE LIBRE» - «FREE SPAIN» - «ESPAÑA LIBRE
                       ´GOOGLE LIVRE`- ´GOOGLE LIBRE` - «FREE GOOGLE»
                  «APÊLO À LIBERDADE ´TOUT COURT` DE DIVULGAR A ´VERDADE`»



«L'ESPAGNE LIBRE»
´A ESPANHA LIVRE`
 ACTUALITÉ
Collection Dirigée par Georges Bataiille.
CALMAN-LÉVY 1946
Impresso no 4º trimestre de 1945.



‎ Textos de Albert Camus, Jean Camp, Jean Cassou, J. Quero Molares, André Camp, Robert Davée, Robert Grénier, Georges Bataille, Federico Garcia Lorca, Albert Olivier, W._ Auden, Maurice Blanchot Ernest Hemingway e de novo Georges Bataille. Concebida  de início como uma revista, o projecto veio a abortar!
Foi assim que ´ACTUALITÉS`se tornou em uma série de ´Cadernos`sob a direcção  de Georges Bataille. Apenas o primeiro número, ´L' ÉSPAGNE LIBRE` ,  viu a luz do dia. Aí Bataille publicou dois textos: ´As pinturas políticas de PICASSO` e a propósito de ´POR QUEM OS SINOS DOBRAM` de HEMINGWAY.
O exemplar aqui reproduzido herdei-o da Biblioteca de meu falecido Pai, encontrando-se em muito mau estado, devido à qualidade do papel (a segur à Guerra) e à exposição à luz!
Ontem à noite lembrei-me de o ´postar`depois de tomar conhecimento das limitações (impostas) à GOOGLE, empresa e ´browser`que me alberga e divulga! 




´Às dezenas de milhares, os republicanos espanhóis vieram dar a sua vida, cobrindo-se de glória em Narvik, em Bir-Hacheim, na Síria, na Tunísia, na Normandia, em Paris, nas guerrilhas do ´maquis`francês, nas estepes da Rússia e em centenas de outros lugares: tanto na marinha de guerra como na mercante, nos exércitos de terra como nos do ar, nas tropas aerotransportadas e nos serviços especiais. Será que alguém fará ideia da grandeza deste sacrifício? Pois bem! eu diria que o número de Espanhóis que voluntariamente combateu nas fileiras dos Aliados é de longe repito-o mais uma vez - maior que o dos mercenários recrutados sob coacção em Espanha pelos gangsters da imprensa falangista para formar a ´Divisão Azul`.`
                                                                                                                          Dr. NÉGRIN
                                                                                                         Discurso de 2 de Janeiro 1945


JUAN NEGRÍN, ocupou o lugar de Presidente do Governo da República de Espanha de 1937a 1939 e, após a derrota, foi Presidente do Governo da República no exílio até 1945!



Assim é...caiu-lhes na mão o poder e como diz o povo: ´Se queres ver um vilão põe-lhe a vara na mão`!!!...

Saudações à/ao GOOGLE e a minha solidariedade pela sua luta pela liberdade de INFORMAÇÃO!

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