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terça-feira, 22 de junho de 2010

«GRÉCIA CLÁSSICA» - Karl Schefold



«GRÉCIA CLÁSSICA»
  Karl Schefold
Tradução: Maria Cristina Rocha
Série ´Movimentos e Escolas`
Dirigida pelo
Dr. João Manuel Bairrão Oleiro
Verbo- 1986
Nº Ed. 1700
Dep. legal  11 032/86
Capa:
Fragmento de Relevo Votivo da Acrópole de Atenas (C. 410 A.C.)
Título original:
´Klessiches Giechenland`
Holle Verlag - Baden Baden


Karl Schefold, da Universidade de Basileia, bem conhecido pelos seus numerosos trabalhos sobre a arte antiga, lança uma nova luz sobre realizações que, integradas desde longa data no património cultural do Ocidente, foram classificadas e catalogadas demasiado depressa entre as obras-primas, sem um estudo mais aprofundado.

Na verdade, o autor descobre nelas uma dimensão metafísica insuspeitada, revelando as relações determinantes que sempre existiram na Grécia entre a religião e a filosofia (os ensinamentos de Platão, a doutrina estóica), por um lado, e a arte, por outro.

Karl Schefold ensina-nos que o ´Milagre Grego`reside naquele frágil e sublime equilíbrio entre o Ser e o Tempo, o Permanente  e o Transitório, do qual o ´Pártenon`, marco petrificado da racionalidade nascente, o poderoso ´Doríforo`, as maravilhosas pinturas de vasos, a comovente Afrodite de Cnido e o prestigioso Apolo do frontão de Olímpia são a expressão ideal.

Deste modo verificamos que, mesmo para a nossa época, quando se põe em causa todos os valores, a arte clássica dos Gregos conserva o seu valor exemplar e continua a espalhar a sua mensagem de humanidade altaneira.

«DICIONÁRIO DO ROMANTISMO» - («Enciclopédia do Romantismo») - Francis Claudon



«DICIONÁRIO DO ROMANTISMO»
    ´Enciclopédia do Romantismo`
Francis Claudon com a colaboração de
Claude Noisette de Crauzat
Georges Pillement
Karlheinz Roschitz
Gilles Tiber

Tradução de:
Armandina Henriques Puga
Dra. Luisa Soares de Oliveira
Maria do Carmo Cary
Dra. Maria José Cotter
Arq, AntónioCampos de Mello
A. Leitão
VERBO - 1986
Nº Ed,: 1684
Dep. legal nº 11 027/86

Na capa: ´As Mulheres de Argel` 
Delacroix ( pormenor )

Título do original francês
´Encyclopédie du Romamtisme`
Éditions Aimery Somogy
Paris

Em meados do século XVIII a razão triunfante é confrontada por um movimento de ideias novas a que se dá o nome de ´Romantismo`. Este movimento, que favorecia a sensibilidade, a imaginação e o sonho, irrompeu na Alemanha em França, na Inglaterra e no resto da Europa.

Não se manifestou da mesma forma em todos os países, mas guiou-se sempre pelos mesmos ideais generosos de liberdade e de independência.

Nesta «Enciclopédia do Romantismo», autores consagrados, congregados por Francis Claudon, analisam o ´Romantismo` separadamente na Pintura, na Escultura, na Arquitectura, na Literatura e na Música. Tornam assim esta obra particularmente útil ao estudante a ao estudioso as várias introduções, centenas de sínteses biográficas, índices dos autores citados e das obras reproduzidas e bibliografias sumárias de cada autor.

domingo, 20 de junho de 2010

«ENCICLOPÉDIA DO IMPRESSIONISMO» - Maurice Sérullaz






«ENCICLOPÉDIA DO IMPRESSIONISMO»
Maurice Sérullaz
Com a colaboração de
Georges Pillement, Bertrand Marret e
François Duret-Robert
Tradução de Maria do Carmo Cary
Revisão científica do Dr. Bairrão Oleiro
Verbo- 1985
259 págs.
Nº Ed.: 1609
Dep. legal nº 8848/85
Na capa:
Pierre-Auguste Renoir:
´Mulher a Ler`
Título original francês:
´Encyclopédie de l'Impressionisme`
Éditions Aimery Somogy
Paris


Condensar uma descrição e análise do ´Impressionismo` sem, no processo, diluir a pureza do pormenor dentro das múltiplas variações daquela que é uma das escolas mais importantes na história da pintura recente eis o objectivo da presente obra.

O autor, socorrendo-se do auxílio de co-autores, como ele próprio peritos de reputação internacional no período em questão, Maurice Sérullaz analisa o percurso individual de cada um dos mais relevantes autores impressionistas, retratando assim a Escola através das pessoas que a formularam, criaram e desenvolveram.

Precusores do ´Impressionismo`, impressionistas, personalidades e autores que as defenderam nas horas de dificuldades e desespero, todos merecem a atenção desta ´Enciclopédia`

Cada análise isolada é sempre realizada enquadrando o visado na sua época. especificando contactos, intercâmbios, influências, delineando a evolução pessoal do autor enquanto interligada ao movimento em que a história o enquadrou.

Não falta apoio (indispensável) de reproduções de obras (mais de 350) cuidadosamente seleccionadas, das quais mais de metade a cores.

«HISTÓRIA ILUSTRADA DA ARQUEOLOGIA» - C. W. Ceram




«HISTÓRIA ILUSTRADA DA ARQUEOLOGIA»
  C. W. Ceram
Tradução de Octavio Mendes Cajado
Com 310 Ilustrações a pretoe braco e
16 prachas coloridas
Edições Melhoramentos
em co-edição com o
Centro do Livro Brasileiro
354 Págs.
Cód. 7-02-03-021
Título da edição em língua inglesa:
«A Picture History of Arqueology»
1957 e 1958 Thames and Hudson Ltd., London


Uma bela homenagem aos homens que desvendaram os segredos do passado e os trouxeram até nós, desde a descoberta de Tróia e Pompeia, até os achados dos Manuscritos do Mar Morto.
O autor de ´Deuses, Túmulos e sábios` volta ao tema do seu grande sucesso mundial, com a inimitável e feliz colaboração de um texto perfeito e informativo, aliado a uma enorme quantidade de desenhos, fotos e reproduções de documentos, que contam como nunca a apaixonante história da Arqueologia.
Uma bela homenagem aos homens que desvendaram os segredos do passado e os trouxeram até nós, desde a descoberta de Tróia e Pompeia, até os achados dos Manuscritos do Mar Morto.


«DEUSES, TÚMULOS E SÁBIOS» - ´O Romance da Arqueologia`` - C. W. Ceram

C. W. CERAM (1915-1972) é o pseudónimo do jornalista e escritor alemão Kurt Wilhelm Marek que optou por escrever com pseudónimo a fim de ocultar e se demarcar do deu passado de propagandista do III Reich! O autor fascinou-se pela arqueologia enquanto esteve detido, na sala de uma biblioteca americana! Apaixonou-se pelo relato das escavações efectuadas por um inglês de nome Layard! Decidiu então estudar e divulgar a epopeia da Arqueologia. O sucesso foi enorme pois este seu livro »Deuses, Túmulos e Sábios» já foi traduzido para 28 línguas! Foi membro da ´Propagandatruppe!...





« DEUSES, TÚMULOS E SÁBIOS»
´O Romance da Arqueologia»
C. W. Ceram
Tradução de  Elisa Lopes Ribeiro
Colecção Vida e Cultura
s/d
484 págs.
copyright - Edições Melhoramentos
Título original: «Gotter, Graber und Gelehrt»

A vida dos arqueólogos célebres, como pouco a pouco foram desvendadas as grandes civilizações da antiguidade, como foram desenterrados os seus monumentos e fabulosos túmulos, os aspectos mais curiosos e típicos desses povos desaparecidos. Eis o que narra uma obra séria, que é um dos mais notáveis repositórios de aventuras verídicas que até hoje se têm escrito. Um livro admirável, que humaniza e torna apaixonante a arqueologia.




sábado, 19 de junho de 2010

«CARTILHA DO MARIALVA » (´ou das Negações Libertinas´) - José Cardoso Pires

«É preciso dar crédito e autoridade
à Razão para que o acaso se não
constitua soberano»
                     Cavaleiro de Oliveira

´Marialva` é o antilibertino português, privilegiado em nome da razão de Casa e Sangue, cuja configuração social e intelectual se define, nas suas tonalidades mais vincadas, no decorrer do século XVIII.






«CARTILHA DO MARIALVA»
´ou das Negações Libertinas`

     redigida a propósito de 
alguns provincianismos comuns 
e ilustrada com exemplos reais

José Cardoso Pires
Ulisseia
1ª edição - (especial de 400 exemplares de luxo, dos quais
                  350 exemplares destinados ao público) - 1960
2ª edição - maio 1966

Editada em 1960 e limitada a quatrocentos exemplares de luxo, dos quais trezentos e cinquenta destinados ao público, a ´Cartilha do Marialva` obteve, ainda assim, uma notória repercussão, chegando a ultrapassar as fronteiras do nosso meio intelectual.

Esta ´ágil e arguta meditação sobre o medievelismo contemporâneo`, que permitiu o aparecimento - ou a redescoberta crítica? - de ´uma nova figura da sociologia portuguesa: o Marialva` (Alexandre Pinheiro Torres), logo gerou, e por bem, uma viva controvérsia, facto mais de salientar atendendo à reduzida tiragem (referente às duas primeiras edições aqui referidas, pois a partir de 1970 outras houve!). Pode afirmar-se que o ensaio se tornou conhecido como poucos - razão apenas da exemplaridade com que José Cardoso Pires tratou um tema de ciência comum, prática de muitos, e nunca analisado.

Livro indispensável para a interpretação da obra romanesca do autor, impôs-se a sua reedição, (cuja capa se pode aqui ver!), que surgiu então, refundida e acrescida de novos elementos, ao alcance de um público mais vasto.

http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2008/11/o-reino-cadaveroso-invariante.html
http://skocky-alcyone.blogspot.pt/2010/11/o-processo-das-tres-marias-defesa-de.html



«DICIONÁRIO DE SEXOLOGIA» - Hugo G. Beigel - («Sex from A to Z»)





«DICIONÁRIO DE SEXOLOGIA»
Hugo G. Beigel
Tradução: Alice Nicolau
Revisão técnica: DR. Artur Vilela Dionísio
Capa: Fernado Felgueiras
Informação e Cultura
Publicações Dom Quixote
Lisboa- 1974 (Fevereiro)
509 págs.
Edição 7 Z 334
Título original
´Sex from A to Z`
Frederik Ungar Publishers, Nova Iorque


Durante as últimas décadas foi possível às ciências biológicas e sociais a clarificação de muitos fenómenos relativos ao sexo. Infelizmente,porém, essa informação laboriosamente adquirida, não é ainda do conhecimento geral, continuando, assim, a manifestar-se, com frequência, uma insuficiência de conhecimentos que, fazendo subsistir preconceitos arcaicos, é geradora de inúmeros dramas.
A convicção dos benefícios de uma correcta informação no domínio em causa levou Hugo Beigel a fazer deste seu livro uma completa, clara e acessível fonte de esclarecimento acerca dos fenómenos da sexualidade em toda a sua extensão, com explicações e dados sobre o desenvolvimento físico, técnica sexual ´controle`de natalidade, etc.

Fazendo eco de todos os conhecimentos da nossa época em matéria de sexualidade, reunindo os factos essenciais sobre os aspectos biológicos, psicológicos, sociais e legais do sexo, este «Dicionário de Sexologia» tem por objectivo ´informar` e ´desmistificar`.

Autor.
Hugo G. Beigel, à data da edição deste Dicionário, ensinava Psicologia na Universidade de Long Island, em Nova Iorque. Autor de uma vasta bibliografia sobre problemas da sexualidade, o Prof. Beigel é desde há muito tempo, considerado uma autoridade no assunto.

Membro da «American PSsychological Association», da «Conference of the National Council on Family Relations» e ainda de outras organizações
menos conhecidas.

Beigel tinha ainda uma ampla experiência clínica como psicólogo especialista em problemas conjugais.

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