Número total de visualizações de página

Os meus blogues

Os meus blogues...

domingo, 2 de maio de 2010

«DOSSIER DO CONFLITO ISRAELO-ÁRABE» ( «LE CONFLIT ISRAELO-ÁRABE» ) - Prefácio de Jean-Paul Sartre (I)






«DOSSIER DO CONFLITO ISRAELO-ÁRABE»
Prefácio de Jean-Paul Sartre
Colecção ´As Palavras e as Coisas` 
SECÇÃO: ´Documentos Actuais`
Capa e sobrecapa de Armando Alves
Editorial Inova
Porto 1968
1050 Págs.
F1/008/1168
Original:
«LE CONFLIT ISRAELO-ÁRABE»
Tradução da versão francesa
Publicado pela primeira vez sob a forma de revista
«LesTemps Modernes»
Nº 253 B
Les Temps Modernes et Les Presses d' Aujourd'hui
Paris - 1968













«REFLEXÕES SOBRE O RACISMO» ( «RÉFLEXIONS SUR LA QUESTION JUIVE» ) - JEAN-PAUL SARTRE








«RELEXÕES SOBRE O RACISMO»

I - REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO JUDAICA.
II - ORFEU NEGRO

JEAN-PAUL SARTRE

TRADUÇÃO DE J.GUINSBURG
CAPA DE JEAN GUILLAUME
2ª EDIÇÃO -149 págs.
DIFUSORA EUROPEIA DO LIVRO
SÃO PAULO - 1960

ORIGINAL:
«RÉFLEXIONS SUR LA QUESTION JUIVE»
«ORPHÉE NOIR»

1ª EDIÇÃO - 1946
COM UMA APRESENTAÇÃO DE
ARLETTE ELKAÏM-SARTRE

2ª EDIÇÃO -1954
GALLIMARD

No momento em que o anti-semitismo de novo tentava ( e ainda tenta ) alastrar-se pelo mundo ocidental; em que se travavam violentos conflitos raciais na ÁFRICA DO SUL e jovens estados
surgiam no continente negro, não poderia ser mais oportuno o lançamento destes dois ensaios de
J.-P. SARTRE ( REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO JUDAICA e ORFEU NEGRO ) enfeixados sob o título geral «REFLEXÕES SOBRE O RACISMO».


quarta-feira, 21 de abril de 2010

DOCUMENTO FMI ( FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL ) A LER!


Atenção: documento do FMI "neutro" indispensável para "ler a crise"



Confirma o que o IDP (INSTITUTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA) vem dizendo - mas que nunca será muito popular para a opinião publica embora seja percebido pela classe dirigente.

Os problemas de produção e produtividade a resolver em Portugal têm precedência sobre os problemas de redistribuição ( que inclui coisas tão diferentes desde a gestão da divida publica, os tais 30.000 milhões de euros que carecem de refinanciamento em 2010, todo o sistema de banca, crédito e seguros, até assuntos que excitam e enfurecem o público como prémios e salários de luxo a gestores estatais).

Este recado é simétrico do Medina Carreira que grita "lobo" mas diz "que já não há pastores". Atitude deslocada ! Distinguir a utilidade do aviso que ele dá, do empolamento unilateral do problema que ele faz

Este recado é contra os especuladores que assaltam esta semana a emissão de titulos de dívida pelo Estado Portugues, fazendo valer a palavra de ordem do "elo mais fraco" . (O que explica o odioso do comentario do presidente checo Vaclav Klaus que humilhou Cavaco em Praga há cinco dias)


Se houver poupanças, planos e resultados para criar bens transaccionáveis de alto valor acrescentado em agricultura, industria e serviços, e se houver coesão territorial com as famílias a instalar-se e reproduzir-se em todo o territorio, será muito mais facil atrair os dinheiros - nacionais e internacionais - que pagam e refinanciam a divida e que servem de investimento

Isto significa que é preciso dar atenção maciça a tudo quanto se está a fazer de bem em Portugal do pontio de vista criação de emprego, patentes usadas, conquista de mercados de exportação, diplomacia económica, expansão em países lusofonos

É criminosa a estupidifcaçao das televisões sem qualquer critério de relevância para os noticiários. Entre o discurso " fascista" de fatima futebol e fado" e isto, muito pouca diferença. Relativamente a RTP que nós pagamos deveria haver
uma onda de fundo de sociedade civil e a própria RTP se não fosse parva teria aqui uma oportunidade de criar aqui um discurso diferente.
Sem literacia económica, não existe hoje discurso político. Quem não perceber isto, apagou-se !
Isso explica o apagamento dos Partidos usuais que se deixaram atrasar neste sector e por comodismo de posições adquiridas não tiveram sensibilidade à crise desde 2008

Já alguém viu uma ideia económica de fundo vindas do PSD e CDS de franca oposição ao PS ? Passos Colho a dizer que privatiza a CGD? Já alguém se revoltou contra a privatização da ANA ? Contra a desmontagem programada do aparelho económico do Estado portugues

Só com literacia economica, como se viu pelos "gurus economicistas" de 2008 a 2010 - os "nourel roubini", os "medina carreira" só para lembrar as celebridades que normalmente não são os experts, não se vai a sítio nenhum porque as decisões de justiça social são de ordem politica e não permitem nem a "paz podre" que se vive nem "revoluções"

A situação é grave e os instrumentos politicos partidários usuais estão completamente deslocados na resposta à crise.
O avanço da chamada sociedade civil e das forças e candidaturas independentes é importante mas por si só não resolverá nada.

A solução passa, a meu ver, por um crescendo destas tomadas de posição como espero se fará na PASC hoje

Façam o favor de perder tempo com a leitura deste documento, (e há mais) sob pena de tudo o que dissermos pró e contra as soluções actuais ser irrelevante



Mendo Henriques

segunda-feira, 19 de abril de 2010

LEBANON DE SAMUEL MAOZ


IndieLisboa 2010

A Embaixada de Israel apoia o IndieLisboa 2010 e, em colaboração com o Festival, apresenta o filme “Lebanon” do realizador israelita Samuel Maoz.

Lebanon de Samuel Maoz

Exibições:

23 Abril, 21:45, Cinema City Classic Alvalade, Sala 3

25 Abril, 21:45, Cinema São Jorge, Sala 1

Ficção, 92', 35mm

Produtor: Einat Bikel, Uri Sabag
Produção: Metro Communications

O filme arrecadou o Leão de Ouro no último Festival de Veneza: Lebanon do realizador israelita, Samuel Maoz. O filme retrata a invasão do Líbano no Verão de 1982 e fará parte da secção Cinema Emergente. O realizador estará presente em Lisboa para apresentar as sessões.

Imagem: Lebanon de Samuel Maoz

http://www.indielisboa.com/movie_detail.php?lang=1&movie=3009_01

A SOLIDÃO NÃO CONSTITUI ALIMENTO, APENAS JEJUM!


A Solidão não Constitui Alimento, apenas Jejum

Se não temos aptidão para fazer amigos, remodelemo-nos até consegui-la. A solidão só vale como remédio, como jejum - não constitui alimento; o carácter, como Goethe o viu com tanta clareza, só se forma no tumulto da vida. Se nos tornamos excessivamente introspectivos, estamos na senda da perdição, ainda que o nosso negócio seja a psicologia; olhar com persistência excessiva para dentro de nós mesmos é provocar o desastre do jogador de ténis que conscientemente mede a distância, os ângulos e a força dos golpes, ou como o pianista que pensa nos dedos. Os amigos são necessários, não só porque nos ouvem, como porque se riem para nós; através dos amigos conseguimos um pouco de objectividade, um pouco de modéstia, um pouco de cortesia; com eles também aprendemos as regras da vida, tornando-nos melhores jogadores dos jogos que a compõem.
Se queres ser amado, sê modesto; se queres ser admirado, sê orgulhoso; se queres as duas coisas, usa externamente a modéstia e internamente o orgulho. Mas o próprio orgulho pode ser modesto, raramente se deixando ver, e nunca se deixando ouvir.

Não revelar muita agudeza: os epigramas tornam-se odiosos quando farpeiam fundo a carne; e adoptar como lema o De vivis nil nisi bonum. Nunca provar que um homem está errado; ele não o perdoará nunca. O «nada fazer» é uma das coisas mais preciosas do mundo; frequentemente vale muito o nada fazer, e é sempre uma boa coisa o nada dizer. Ninguém deve mostrar-se ansioso de proclamar a verdade. Aceitando as convenções que a sociedade estabelece, gozamos um pouco de liberdade dentro das suas leis; isso nos permitirá tudo, se o fizermos com elegância e não o andarmos a proclamar.

Will Durant, in "Filosofia da Vida"

sábado, 17 de abril de 2010

NOTA DO «INSTITUTO DA DEMOCRACIA PORTUGUESA» SOBRE A VISITA DE ESTADO À REPÚBLICA CHECA

Nota do Instituto da Democracia Portuguesa sobre a visita de Estado à República Checa

Como todo o país, tomou o Instituto da Democracia Portuguesa (IDP) conhecimento que, na visita do Presidente da República Portuguesa à República Checa, o presidente Vaklav Klaus, em declarações públicas, acrescentou o insulto ao nosso país à injúria de quem interfere nas questões internas de outro país.

Considera o IDP tais declarações uma afronta ao nosso País, contra todas as normas das relações internacionais e uma total falta de respeito ao nosso Presidente, convidado oficial. Mais estranha o IDP que nenhuma força política portuguesa tenha reagido até ao momento a tais declarações ofensivas à Nação.

Recorda o IDP que nos habituámos a respeitar um Presidente da Checoslováquia, chamado Vaclav Havel, um dos primeiros signatários da “Carta 77” que agrupava pessoas unidas pela vontade de lutar pelo respeito dos direitos cívicos e humanos, no seu país e em todo o mundo, conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Foi a "Carta 77" que criou a atitude que permitiu à então República Checo-eslovaca aderir à Europa.

O Presidente Vaclav Klaus não pertence a essa herança. Foi entre 1971 e 1986 um funcionário do Banco Central da República Popular Checoslovaca. Advogou, depois, posições ultra liberais em economia, como ontem fez questão de lembrar, proclamando-se contra o keynesianismo e defendendo um bizarro anti-europeísmo num país que não tem como não ser senão europeu.

Portugal tem direito ao bom nome e para despertar as suas energias deve compreender que o enfrentamento da actual crise não começa pela adopção de uma determinada doutrina económica mas sim por exigir respeito pelas pessoas e as nações. Nesse sentido, o insulto do presidente checo serve como alerta para as nossas prioridades como país independente.

IDP, Lisboa, 16 de Abril de 2010

Pesquisar neste blogue