


É forte o homem que dispõe de alguns milhões. Mas é temível o homem que não tem necessidades, que não tem compromissos, que não tem medo, e que mantém o ânimo firme, o pensamento lúcido, o olhar justo e a mão desembaraçada!



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«À medida que avança na idade, Jung progride na sua própria evolução; parece interessar-se menos pelo domínio das neuroses e das psicoses; sente-se atraído de preferência para o que, encarado sob o ponto de vista religioso, poderia chamar-se a cura da alma. O paciente torna-se para ele cada vez menos «o doente«, para ser simplesmente alguém que «procura a salvação». Compreende-se porque é que se preocupa , cada vez mais, com o problema do homem que envelhece e com a estruturação de a «tarde da vida».» |


«Jung construiu uma obra enorme, que se fundamenta numa cultura considerável, multidimensionada no espaço e no tempo, repleta de referências à filosofia indiana como à alquimia, à gnose como aos exercícios de Santo Inácio ou à sabedoria chinesa». |




Proclamo-A, sem mais nada, em altos gritos! E proclamo tambem: Primeiro: «O Superhomem Será, Não o Mais Forte, Mas o Mais Completo!» E proclamo tambem: Segundo: «O Superhomem Será, Não o Mais Duro, Mas o MAIS Complexo!» E proclamo tambem: Terceiro: « O Superhomem Será, Não o Mais Livre, Mas o Mais Harmonico! Proclamo, isto bem alto e bem no auge, na barra do Tejo, de costas pra a Europa, braços erguidos, fitando o Atlantico e saudando abstratamente i Infinito! ÁLVARO DE CAMPOS - «ULTIMATUM» .
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| «O QUINTO IMPÉRIO» ( Romance ) Autor: DOMINIQUE DE ROUX, (Prefácio de RAYMOND ABELLIO), Roger Delraux, 1977.(Delraux é o anagrama de Gérard de Roux) Pelas vias sinuosas da literatura, «O Quinto Império» encontra e ultrapassa a verdade das coisas.A realidade, que jornalistas e jornalismo-o estilo duma época-esconderam, este romance,trazido pelo abalo telúrico da Revolução portuguesa, revela-a. A realidade que jornalistas e jornalismo - o estilo de uma época - esconderam, este romance, trazido pelo abalo telúrico da Revolução portuguesa, revela-a ... Mas atenção à capa: Quadro de Velasquez, «A RENDIÇÃO DE BREDA»: sob um certo ângulo, aparece uma imagem, a da morte, fundamento de toda a anamorfose. Assim o general Spínola, vencedor em Breda (1627), recebe, neste livro, a rendição do outro Spínola, a 25 de Abril de 1974, em Lisboa, lugar à parte no mundo. «O QUINTO IMPÉRIO», Dominique de Roux. |