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sábado, 12 de setembro de 2009

ABAIXO A TIRANIA ,( AINDA DISFARÇADA )


Maria da Fonte

VITORINO

Composição: Paulo Midosie

Viva a Maria da Fonte
Com as pistolas na mão

Para matar os cabrais

Que são falsos à nação

É avante Portugueses
É avante sem temer

Pela santa Liberdade

Triunfar ou perecer

Viva a Maria da Fonte
A cavalo e sem cair

Com as pistolas à cinta

A tocar a reunir

Já raiou a liberdade
Que a nação há-de aditar

Glória ao Minho que primeiro

O seu grito fez soar











«ACORDAI» E «HINO DO JUVENIL» - JOSÉ GOMES FERREIRA


Acordai

Acordai, homens que dormis

a embalar a dor nos silêncios vis!

Vinde no clamor das almas viris,

arrancar a flor que dorme na raiz!

Acordai, raios e tufões

Que dormis no ar e nas multidões!

Vinde incendiar de astros e canções

as pedras e o mar, o mundo e os corações…

Acendei, de almas e de sois

este mar sem cais, nem luz de faróis!

E acordai, depois das lutas finais,

os nossos heróis que dormem nos covais.



Não fiques para trás, ó companheiro

'Não fiques para trás, ó companheiro,
é de aço esta fúria que nos leva.
Para não te perderes no nevoeiro,
segue os nossos corações na treva.

Aqueles que se percam no caminho,
que importa, chegarão no nosso brado.
Porque nenhum de nós anda sozinho,
e até mortos vão ao nosso lado.

Vozes ao alto!
Vozes ao alto!
Unidos como os dedos da mão
havemos de chegar ao fim da estrada
ao sol desta canção.

Acordai

Acordai, homens que dormis

a embalar a dor nos silêncios vis!

Vinde no clamor das almas viris,

arrancar a flor que dorme na raiz!

Acordai, raios e tufões

Que dormis no ar e nas multidões!

Vinde incendiar de astros e canções

as pedras e o mar, o mundo e os corações…

Acendei, de almas e de sois

este mar sem cais, nem luz de faróis!

E acordai, depois das lutas finais,

os nossos heróis que dormem nos covais.


Não fiques para trás, ó companheiro

'Não fiques para trás, ó companheiro,
é de aço esta fúria que nos leva.
Para não te perderes no nevoeiro,
segue os nossos corações na treva.

Aqueles que se percam no caminho,
que importa, chegarão no nosso brado.
Porque nenhum de nós anda sozinho,
e até mortos vão ao nosso lado.

Vozes ao alto!
Vozes ao alto!
Unidos como os dedos da mão
havemos de chegar ao fim da estrada
ao sol desta canção.







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